A MINHA VIAGEM (04) NEW YORK – Por Maria do Carmo Leite Calado. (Final)

EEUU – New York

THE BIG APPLE!

 

 

Central Park - A beleza do verde se contrasta com com o entorno cheio de prédios.

 

Lembrando do Brasil, comparei-a ao Rio de Janeiro. Esta, destacando-se pelas belezas naturais. Nova Iorque, pela produzida pelo homem.

Simbolizou, para mim, o certificado da inteligência humana, do poder econômico, da avançada tecnologia e de um convívio social baseado no prazer do consumo e da diversão: parece ter sido construída para isso.

Passei apenas 52 horas, tempo suficiente, apenas, para ver pontos principais e observar as pessoas que transitam diuturnamente por ruas largas, sinalizadas, limpas, seguras e à noite muito iluminadas, que nos fazem nem sentir falta da luz do sol.

O primeiro impacto foi pegar o trem nas estações do metrô – o maior do mundo. Lá, no subterrâneo estava um calor absurdo. A sensação era de que iríamos torrar um pouco. Acho que isso não acontecia porque a espera é pequena, dado a rapidez com que os trens passam. Aliás, fica à disposição dos usuários um mapa com todas as linhas o os horários previstos, que são rigorosamente cumpridos, o que contribui para a ausência de filas de espera. O emaranhado de trilhos, trens em todas as direções, barulho das máquinas, que poderiam me assustar, pelo contrário me encantaram, talvez por imaginar o gigantismo daquelas construções e a perfeição com que funcionam.

A Ponte do Brooklyn e a luminosidade by nigth noviorquina

Ao pisar o solo do centro da cidade a sensação foi de extremo prazer. Os arranhas céu, belíssimos, compõem a paisagem , quebrada apenas pelas águas que a cercam e pelo verde do Central Park ( um oásis no deserto).

A subida no Edifício Empire State é uma aventura assustadora. Aqui enfrentamos fila, o afluxo de turistas é permanente. De uma altura de mais de 200mts tem-se uma vista panorâmica de toda a cidade. Um encanto. Sucessão de torres de Edifícios que é impossível dizer qual o mais bonito.
Na 5ª Avenida tivemos que parar para observar o vai e vem das pessoas. De todas as raças, de todas as idades. Multinacionalidades. Não dava pra saber se turistas ou se residentes, apenas que um povo bem cuidado, bem vestido, educado, contente.

O Central Park é de um verde impressionante. Árvores gigantes, em terrenos gramados, permeados por recantos de flores, fontes, pistas, lagos, arcos construídos como se fossem pontes, lanchonetes, coretos, etc, formam um conjunto planejado para o descanso, para o lazer de gente de todas as idades, em todas as horas do dia.

Time Square. O neon dos luminosos causam um encanto aos olhos...

O Times Square é outro lugar mágico. Os letreiros e figuras que enfeitam as paredes dos edifícios, como se fossem outdoors luminosos, além de serem muito bem produzidos, a dinâmica das luzes que se acendem e apagam, intermitentemente, prendem a atenção de tal forma que nos fazem perder a noção do tempo, do espaço, do corpo. “Coisa de cinema, de ficção”, pareceu-me…

Outro ponto obrigatório para um visitante é pegar um barco, atravessar o rio Hudson e conhecer a Estátua da Liberdade. Além das águas límpidas, de um vento forte, durante o trajeto observa-se vários prédios, construções, incluindo a da torre que está sendo levantada, no terreno das antigas torres gêmeas, tornam o passeio muito agradável e enriquecedor. Sem contar com a emoção que é ver a Estátua de perto, símbolo máximo da cidade. Um sonho!

Valeu! Ora se valeu!

NOTA DO BLOGO OABELHUDO agradece a gentileza da prima e conterrânea Ducarmo Leite Calado, também emérita colaboradora do blog, em em transportar  às nossas páginas pequenos e proveitosos fragmentos vividos tão  intensamente nessa viagem que nos foi tão bem relatada em quatro agradáveis capítulos.

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2 Responses to A MINHA VIAGEM (04) NEW YORK – Por Maria do Carmo Leite Calado. (Final)

  1. Maria do Carmo disse:

    Paulinho,
    Estou convencida que o melhor de uma viagem é o “arquivo secreto” que só cada um pode acessar, onde ficam gravadas as emoçoes vivenciadas a partir dos estímulos recebidos. A tentativa de descrever o que vivi foi, tão somente, para colaborar com o blog, do qual sou admiradora, defensora e leitora. Mais uma vez agradeço a sua atenção e o “capricho” das ilustrações.

    • Dom Pablito disse:

      Carísima Ducarmo. Foi gratificante para nós que fazemos este blog adentrarmos na intimidade desse seu passeio. Você foi gentil e generosa conosco. Fiquei lhe devendo a postagem dessas fotos de NY. Faltou-me competência para salvá-las (ainda) e o farei tenazmente até conseguir. Obrigado de coração. Aproveito para renovar o apelo que fiz diretamente e fazê-lo novamente de público: continue a nos brindar com esse seu talento e brilho. Escreva sobre qualquer assunto que lhe der vontade. Tenho certeza que o fará bem e mais ainda que será também,acolhido por todos.

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