CANETADAS ON LINE : HOMENAGEM A FABIANO MONTEIRO. – Por Jurandir Carmelo.*

CANETADAS ON LINE

 

 

Fabiano Monteiro, Jurandir e Severino (Xiquexique)...Momentos de saudade no Boa Esperança...

 

No Blog OABELHUDO, uma Crônica para FABIANO.

 

Hoje, 08 de maio, um mês depois da morte de ANTONIO FABIANO MONTEIRO, carinhosamente conhecido por FABIANO, ou FABIANO DA TUBA (A tuba é um instrumento musical de sopro da família dos metais. Consiste num tubo cilíndrico recurvado sobre si mesmo e que termina numa campânula em forma de sino. Dotado de bocal e de três a cinco pistões, possui todos os graus cromáticos), continuo a lembrar do meu bom respeitado amigo. Conheci FABIANO pelas mãos amigas de FRANCISCO MEDEIROS DE AQUINO, ou simplesmente CHICO DE DONA FINU (à época que juntos trabalhávamos no Sanepe, hoje Compesa). Igualmente, através de Chico conheci Paulo Muniz e dona Noêmia (pais de Paulinho e as meninas, editor deste blog), Arquimedes, Zé Medeiros, Zita (seus irmãos, entre outros), Waldemar de Margarida, Ditinho, Parracho, o Mestre João Pessoa, entre tantos e tantos outros ilustres sanharoenses, aos quais homenageio nas pessoas de Mano de Fabiano, Biu da Piscina e Cláudio Freitas.

A ÁRVORE

Desse tempo pra cá, convivi ativamente com Sanharó. Depois me tornei advogado, voltando a morar em Pesqueira e atuando na vida forense da região. Tive uma longa caminhada pelo Fórum de Sanharó, chegando a defender até mesmo uma ÁRVORE, JÁ FRONDOSA, ADULTA, CHEIA DE VIDA, CHEIA DE SOMBRAS E BELEZAS MIL. Uma árvore com história! Uma árvore plantada na Praça principal de uma Cidade é uma relíquia que, ainda, encanta os eternos namorados.

Naquele momento havia efetiva ameaça para se cortar a “pobre” da árvore, sem se aperceberem os seus algozes que ela, a Árvore, ao contrário de pobre, era rica. Rica de história, de sentimentos, de saudades. Não, não se podia corta-la, para dá lugar a um ‘trailer’, que serveria de uma lanchonete-bar!

No dia que se propunha a municipalidade ceifar a árvore, chegaram ao meu escritório Iral, Nelbinho, Biu da Piscina, Mano de Fabiano, entre outros vereadores para contratar os meus serviços em defesa da desprotegida árvore. Aceitei, na hora! Adotei a medida judicial competente, cujo resultado foi determinante: VIDA PARA A ÁRVORE! VIVA A ARVORE! Até hoje a histórica árvore está viva, mesmo que subjudice, resistindo às intempéries da vida, e salvando-se quase sempre da ação depredadora, dos que não têm sensibilidade com a história de sua própria terra natal.

Ora, derrubar uma árvore com saúde, que é vida, que dá sombra, que embeleza a Cidade, não faz nenhum sentido. Aqueles que falam com as árvores, com os pássaros, com os animais, sabem disso. Considero o derrubar de uma árvore com vida, com saúde, mais um do que um crime ambiental. Para mim é um crime contra a humanidade. Depois disso, as árvores assim como as pessoas, têm a sua história, como têm as praças, avenidas, ruas, travessas, becos e vielas, de uma Cidade, etc. Também, os nomes das vias públicas, que retratam uma homenagem a um dos seus cidadãos ou cidadãs, não devem ser mexidos, trocados. Aqui na minha terra Pesqueira, hoje é moda derrubar uma árvore, duas árvores, dezenas de árvores, não importa quantas, só para as “autoridades” possam ver o carnaval passar, a banda passar. Não a banda de Chico Buarque: (…pra ver a banda passar cantando coisa de amor…).

Também, em Pesqueira, como em feira de troca-troca, mudam sem nenhum sentido a denominação de ruas, avenidas, praças, etc. Para mim esse tipo de comportamento se constitui em verdadeiro atentado contra a história das cidades, de seus filhos e filhas.

O HOMEM, O PAI…

E o que tem isso a ver com o nosso saudoso tubista FABIANO. Claro que tem. E como tem! Vamos aos fatos.

Como todos sabem Fabiano, os irmãos e irmãs herdaram dos pais, Ernesto e Maria Pacífica, o imóvel rural denominado de SÍTIO BOA ESPERANÇA, fincado em terra sanharoense. No Sítio Boa Esperança, Fabiano viveu com os irmãos: Ignês; Judite; José; Maria Anunciada; Alzira; Paulo; Severino; e Francisco. Nele viveu com dona Edite, sua estimada esposa, sua companheira de todos os momentos, com quem se casou a 22 de fevereiro de 1962, vendo nascerem os filhos: Maria Pacífica; Maria Clara; Hermano Belxior (Mano), Eugênio Pacelli, José de Anchieta; Maria da Conceição; João Bosco e Domingos Sávio. Nas terras do Sítio Boa Esperança, Fabiano foi feliz ao lado de dona Edite na construção de sua prole, mais tarde aumentada pelos netos e netas, bisnetos e bisnetas. Fabiano era o Senhor dos senhores, porque amado, respeitado, querido. Ele sempre dizia que ali era o seu lugar.

Os outros irmãos saíram para outras plagas. Foram em busca de novos rumos na vida, a exemplo de Severino (Xiquexique), que se debandou pras bandas de São Paulo, aonde fez a sua vida, seu nome respeitado, trabalhando como Delegado do Trabalho, criando a sua família, mesmo que sentindo saudades da sua Terra Sanharó, das suas ruas descalças, por onde descalço andou. Mesmo em São Paulo, esteve sempre presente na sua Sanharó, ora visitando a “terrinha”, e nela o seu querido Sítio Boa Esperança, onde encravada está parte da sua história, ora ligado pelo sentimento da saudade dos seus irmãos e irmãs, dos seus familiares todos, dos seus amigos de infância, das serenatas sob a luz do luar, dos namoros na pracinha da Cidade que lhe viu nascer, dos bailes à luz do lampião, da banda de música Santa Cecília (aí sim: “…pra ver a banda passar cantando coisas de amor…”), na qual desfilava com entusiasmo o irmão Fabiano, soprando a sua tuba, para alegria dos cidadãos e cidadãs sanharoenses.

Disse-me Severino, que tinha carinho por todos os seus irmãos, mas que sempre teve uma queda maior por Fabiano, porque Ele representava toda a história do Sítio Boa Esperança. Disse mais: Perdi irmãos e irmãs, sem poder vir de São Paulo. Só não esperava esta aqui, para ver meu irmão, para enterrá-lo. Foi Deus que quis assim!

E o leitor dessas notas deve está se perguntando: E o que tem haver a parte preambular dessas Canetadas, com Fabiano. É que lá escrevi que certa vez estive em Sanharó para defender uma ÁRVORE. Lá no prólogo, destas Canetadas, disse que estiveram em meu escritório, em Pesqueira, tempos atrás, vereadores de Sanharó, entre Eles: Hermano Belxior, Mano, filho de Fabiano, para que Eu defendesse uma árvore, ameaçada de ser ceifada por uma moto-serra, e por determinação da municipalidade.

Agora a pouco, há alguns dias que antecederam a morte de Fabiano, chegaram à minha casa (também, escritório), Mano (seu filho), o próprio Fabiano e Severino, seu irmão, carinhosamente conhecido por Severino “Xiquexique”. É que Severino tem tudo dessa “planta” nascida nas terras nordestinas, e que transferida para São Paulo, em forma de Homem, deu a grande lição de que o “Sertanejo (do nordeste brasileiro) é antes de tudo um forte”, como bem ensinou Euclides da Cunha. E Eu digo: Severino não é só um “Xiquexique”, é também, uma “baraúna”, pois apesar das dificuldades que enfrentou soube vencer as adversidades da vida, sendo espelho de lutas mil na trajetória de sua caminhada, alcançando o sucesso por caminhos nunca tortuosos como os galhos da baraúna, porém, tal e qual as suas folhas retilíneas, e suas flores brancas, que encantam aos olhos de quem as enxergam.

Em minha casa, Severino foi o interlocutor do grupo. Contou-me a história dos açudes, das suas águas cristalinas, mornas. Dos peixes a pular e pular de alegria e vida, fazendo manobras nas águas dos dois açudes, contíguos, que só a natureza explica. Hoje, os peixes não mais pulam e pulam. Estão mortos, sem vidas. Lembrou Severino, das pescarias lá realizadas. Dos banhos da meninada e da rapaziada da eterna Sanharó, cujo símbolo maior é uma abelha. Abelha que em vida eterniza o respeito à própria vida, ao meio ambiente, e que alimenta as pessoas, com o doce mel que produz.

O BOA ESPERANÇA

Discorrera-me Severino, sob o olhar tristonho do irmão Fabiano, e o olhar atento do sobrinho Mano, sobre as terras férteis do Sítio Boa Esperança, das plantações tantas, que passavam pelo capim e pela palma para alimentar o gado e outros animais.

Severino se manifestou sobre aquelas terras, de forma respeitosa e carinhosa, saudosa até, demonstrando profundo sentimento de dor. Uma dor incontida, afirmando que o Sítio Boa Esperança se constituía em fonte de riqueza da família. Do gado leiteiro, produzia o leite que alimentou a tantos e tantos. Dele se fazia o queijo que, também, enchia os tambores da Cilpe, empresa que, por muito tempo, deu riquezas as terras sanharoenses, fazendo de Sanharó uma das maiores e mais importante bacias leiteiras do Estado de Pernambuco. Do gado de corte falou da qualidade da carne que alimentava a família e que repassava para o açougue da Cidade, que, também, alimentava parte da população.

Mais, ainda: revelou-se apaixonado e saudoso do “Sítio Boa Esperança”, de ontem, quando pelas suas terras férteis era fonte de riquezas da família, em cujas terras plantaram hortaliças diversas, feijão e milho, mandioca para fazer a farinha, da sua massa o beiju, a tapioca, o bolo, para o sustento da prole. Lembrou Severino os tempos que os caminhões transportavam frutas, legumes e verduras para a CEASA. Saia de lá caminhões de cenouras. Era tudo muito bonito. Recordou, também, do gado, sempre alimentado e sem sede, dos cavalos, das aves, dos passarinhos que vinham beber nas águas cristalinas dos açudes.

Depois, silenciaram todos! De voz embargada e olhos lacrimejando, Severino concluiu: “mais do que Eu sabe meu irmão Fabiano que viveu e tomou conta de tudo, em toda essa vastidão de tempo, em nome de todos os irmãos e irmãs”. Disse mais: “Sabe Fabiano da dor que todos nós sentimentos pela agressão que as “autoridades” (aspas nossas) da nossa terra, parentes até, promoveram contra as terras que nos deixaram, por herança, esse patrimônio conseguido com muito trabalho e suor, os nossos pais, “seu” Ernesto e dona Maria Pacífica”.

“De repente, não mais do que de repente“, como diria o poeta Vinicius, ao olhar para a face do meu amigo Fabiano, vi lágrimas. Vi lágrimas, pela primeira vez no rosto austero de Fabiano. Vi lágrimas na face de um homem simples, de grande caráter, um sanharoense autêntico, tão violentamente desrespeitado no seu patrimônio.

Depois disso, contou-me Severino, já com o apoio de Fabiano, que os açudes do Sitio Boa Esperança haviam sido invadidos pela ação nefasta do próprio Município, que lhes vira nascer. Não o Municipio em si, mas Município que como ente público, como entidade, como Prefeitura, o qual deveria socorrer as terras, as plantas, as águas e o ar da nossa Sanharó.

Do Município que como ente público deveria primar e defender o meio ambiente, não destruindo a esperança de dias melhores para o seu povo, para o seu munícipe, para o seu contribuinte, não poluindo as suas águas, não decepando a nossa história, não derrubando as suas árvores históricas. Ao contrário disso deveria incentivar a pacífica união entre o Homem e a Natureza. O Homem, que é vida! A natureza, que é vida! O Homem que não vive sem contemplar a natureza, dela dependendo desde os primórdios.

O DIREITO

A verdade é que o Município de Sanharó, como entidade, poluiu as águas dos açudes do Sítio Boa Esperança, os açudes de Fabiano e de Severino “Xiquexique”, de seus familiares, dos seus filhos e filhas, dos seus netos e netas, dos seus bisnetos e bisnetas, na própria ordem sucessória da vida, enquanto vida, ou após a morte, com o agravante de ter sido o projeto aprovado pela Caixa Econômica Federal, para a construção de Casas. Que se construam casas, vielas, becos, travessa, ruas, avenidas, praças. Que se construam novas Cidades dentro da mesma Cidade, mas que se respeite a propriedade, princípio constitucional assegurado no inciso XXII, do artigo 5º da Constituição Federal: (Art. 5º XXII – é garantido o direito de propriedade).

Que se respeite, mais ainda, quando a propriedade atende a sua função social. As terras de Fabiano e Severino sempre atenderam a sua função, além de serem elas fonte do sustento alimentar da família, cumprindo assim, o dispositivo constitucional determinado pela a CF, Art. 5º, inciso XXIII – “a propriedade atenderá a sua função social”.

Mas, ao invés dessas constitucionais garantias, invadiram-nas, transformaram os seus açudes, em meros depósitos de fezes, fezes humanas, as quais escorrem, mais ainda hoje, caminho afora, caminho adentro, por linhas sinuosas ou não, até caírem nas então águas cristalinas dos açudes fincados nas terras do Sítio Boa Vista.

Ora, se por necessidade de transformar os açudes em bens de utilidade pública, que atendessem esses gestores, ao que preconiza o inciso XXIV do art. 5º da Constituição Federal, que assim determina: – “a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta Constituição”.

E para os casos, se fosse o caso, em que os bens particulares de Fabiano e Severino, oferecessem iminente perigo público, o que nunca foi, a Carta Magna permitira à municipalidade a aplicação do que conceitua o seu inciso XXV, do artigo 5º, que assim se pronuncia: “No caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano”.

Ora, Senhores e senhoras, Cidadãos e cidadãs sanharoense, o que fizeram com os açudes do Sítio Boa Esperança foi brutal, criminoso até, fato este que se constitui no mais grave desrespeito à pessoa humana. Quem conheceu Fabiano, que conhece Severino Xiquexique, sabe que eles não mereciam esse tratamento, como não mereciam, igualmente, os demais filhos de “seu” Ernesto e dona Maria Pacífica.

Que se construam casas e mais casas, mas não se permitam ferir o Estado de Direito, dentro da concepção de uma sociedade livre, justa e solidária. Que se construam o que o Município precisa para que se promova o seu desenvolvimento, mas não se afronte a cidadania das pessoas, para não gerar desigualdade social, para não ferir o direito adquirido, o direito a propriedade, preconizado pela CF, respeitando-se assim o direito à vida, não submetendo as pessoas a tratamento desumano.

A SAUDADE…

A foto acima publicada aqui no OABELHUDO é o registro do nosso último encontro, do meu encontro com Fabiano, quando fui conhecer de perto a brutalidade, o desrespeito que praticaram essas “autoridades” nos açudes da Fabiano e Severino. Esse encontro se deu às margens dos açudes cavados em terras da família, ainda construídos pelo seu esforço de seus pais, Ernesto Maria Pacífica. As fotografias outras, são prova inconteste do crime que foi praticado nas terras da Fabiano, nos açudes de Severino.

Foi lá que vi Fabiano pela última vez. Foi lá que o vi chorar. Foi lá que o vi tristonho e cabisbaixo. Foi lá, nas terras da “Boa Esperança”, que o vi sem ESPERANÇA. O seu semblante, na foto, bem demonstra a tristeza que carregava em si, sem saber que da vida estava se despedindo.

Ao seu sepultamento compareci, eu vi a sua Cidade chora a sua morte. Vi a homenagem que os seus conterrâneos e conterrâneas lhes prestaram. Vi o choro incontido dos seus filhos e filhas, netos e netas, bisnetos e bisnetas. Vi o discurso emocionado de Severino seu irmão, que falou com o coração e alma, mesmo que partidos pela dor, pela saudade que ali se iniciara. Vi em dona Edite a mesma mulher forte que sempre foi, e que ao seu lado criou os filhos. Ouvi o badalar dos sinos da Matriz de Sanharó, mas o som que ecoava, se nos chegava, como o som da sua tuba, que tantas vezes sopradas na banda Santa Cecília, que presente lhe prestou uma justa homenagem.

Aceitei o desafio de defender os AÇUDES de Fabiano e Severino, com a mesma ênfase, com a mesma coragem, com o mesmo sentimento de Justiça, com os quais defendi aquela ÁRVORE, fincada na praça principal da sua Cidade.

De lá de cima, ao lado do Arquiteto do universo, tocando a sua tuba na banda celestial dos anjos, saiba Fabiano que lutarei pelo seu direito, agora direito de dona Edite e de seus filhos, também, do seu irmão Severino.

 

* De Pesqueira para Sanharó

Jurandir Carmelo

Compartilhe esse texto com seus contatos:

6 Responses to CANETADAS ON LINE : HOMENAGEM A FABIANO MONTEIRO. – Por Jurandir Carmelo.*

  1. carmelo vilela disse:

    MANO,EU SEI DE UM CAUSO DE FABIANO,QUE TALVEZ VC NÃO SAIBA,UM DIA FABIANO TOMOU UMAS PITÚS E ACORDOU COM AQUELA RESSACA,SÓ QUEERA FESTA DO PADROEIRO SAÕ SEBASTIÃO. ELE TINHA QUE TOCAR O SEU TUBA NA BANDA.NA HORA DE TOCAR, ELE SOPRAVA,SOPRAVA,E NÃO SAIA SOM NENHUM,ELE SUAVA IGUAL UMA CHALEIRA. SEU LIDIO, O MAESTRO,FALOU FABIANO,VÁ PRA CASA,DORMIR,ELE PEGOU UM AR, IGUAL A PNEU DE TRATOR, JOGOU A TUBA NO CHÃO,TINHA UM GATO DORMINDO DENTRO,ELE DEU LHE UM CHUTE QUE O GATO FOI CAIR AQUI NO RIO,ELE PEGOU O SEU TUBA E A FESTA CONTINUOU. MANO UM ABRAÇO CARMELO .

  2. carmelo vilela disse:

    também concordo,fabiano era um caba fantastico,alegre,brincalhão,vai fazer muita falta,aos seus filhos,netos e bisnetos,mas ele tá no céu,tocando sua tuba, pra Deus, Jesus, os Anjos e Maria também.

  3. Em nome da minha mãe, meus filhos, irmãos, sobrinhos, netos e bisnetos bem como do nosso estimado tio SEVERINO “XIQUE-XIQUE“, quero agradecer ao DR. JURANDIR CARMELO, pelas belas verdades citadas na sua crônica em homenagem a papai.

    As lembranças para sempre vão permanecer, eis que existem pessoas que é dificil esquecer…Sempre a partida de quem amamos, lamentamos e muito choramos…
    Fica aquele desejo de continuar, com aquelas conversas, nunca acabar. Aquele desejo de ainda ter ao lado quem por nós é tão amado, mas nem sempre é como queremos, tudo na vida tem um fim…
    Não queríamos que fosse assim, contudo ficará registrado na eternidade, pois ele nunca morrerá em minha saudade…
    Seus ensinamentos, jamais sairão de meus pensamentos…
    Sua voz sempre será lembrada, contando histórias ou aconselhando, sempre um rumo indicado…

    Assim foi meu pai, e em seu exemplo vou me mirar, e transmitir para meus filhos e netos.

    • Dom Pablito disse:

      Caro Hermano.

      Seu comentário traduz todo o conceito que eu achava que o filho de Fabiano tinha sobre ele. A crônica de Jurandir é um libelo à figura impoluta e admirável que o seu pai representou que galhardia e zelo. Seu amor ao próximo foi sempre uma das suas características e Sanharó sempre o reconheceu como um grande exemplar de dignidade, honestidade, respeitabilidade, decência e acima de tudo integridade moral.

  4. Em nome da minha mãe, meus filhos, irmãos, sobrinhos, netos e bisnetos bem como do nosso estima tio SEVERINO XIQUE-XIQUE, quero agradecer ao DR. JURANDIR CARMELO, pelas belas verdades citadas na sua crônica para papai.
    As lembranças para sempre se vão permanecer, eis que existem pessoas q

  5. Cláudio Freitas disse:

    Muita bem redigida a crônica do nosso querido jornalista e advogado Jurandir Carmelo. Saudades são sentimentos passageiros, mas que podem nos deixar com uma profunda dor dentro do peito. Nosso querido e saudoso Fabiano nesse momento estar fazendo falta a seu familiares e amigos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *