HOMENAGEM HISTÓRICA.1 : LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO. Um Homem além do seu tempo.* – Colaboração de Cláudio Freitas.**

LUIZ GONZAGA E

SUA DISCOGRAFIA.1

 

 

Luiz rei Gonzaga baião. O Pernambucano do Século passado...

 

 

Cantor e compositor, Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu na fazenda Caiçara, no município de Exu, sertão de Pernambuco, a 13 de dezembro de 1912, filho de Ana Batista de Jesus e do sanfoneiro Januário José Santos, com quem aprender tocar sanfona.

Considerado uma instituição da música popular brasileira, o “rei do baião”, como era conhecido, gravou 56 discos e compôs mais de 500 canções.

Entre seus grandes parceiros, estavam Zé Dantas e Humberto Teixeira. Deixou sua cidade natal em 1930, em busca de emprego, e acabou entrando para o Exército, em Fortaleza, Ceará.

Por conta da Revolução de 1930, esteve na Paraíba, além de outros estados nordestinos, e, em 1932, foi transferido para Juiz de Fora, Minas Gerais.

Depois de deixar o Exército, segue, em 1939, para o Rio de Janeiro, onde inicia a carreira de músico, tocando em um conjunto que se apresentava nos cafés da zona de prostituição.

Participou de programas de calouros, como os de Almirante e Ary Barroso e, em 1941, grava o seu primeiro disco -apenas como solista; a primeira música cantada, Dança Mariquinha, seria gravada em 1945.

A partir de então passa a percorrer o Brasil, fazendo shows, iniciando sua longa carreira de sucesso. Influenciou vários compositores da chamada moderna música nordestina, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Raimundo Fagner e outros.

Entre suas composições mais famosas estão Asa Branca, Vozes da Seca, A Triste Partida, Juazeiro.

Foi Luiz Gonzaga quem levou para o disco os ritmos e as batidas do xote e do baião – já conhecidos entre os cantadores de viola do Nordeste: ele pegou a batida e criou o jogo melódico, daí ser considerado o criador do baião.

Morreu no Recife a 02 de agosto de 1989, depois de passar 41 dias hospitalizado.

 

Mausoléu do Gonzagão em Exu-PE.

 

Discografia

 

1941: Véspera de São João – mazurca (Luiz Gonzaga e Francisco Reis); Numa serenata – valsa (Luiz Gonzaga); Saudade de São João del-Rei – valsa (Simão Jandi); Vira e mexe – chamego (Luiz Gonzaga); Nós queremos uma valsa (Nassara e Frasão); Arrancando caruá – choro (Luiz Gonzaga); Farolito -vaIsa (Agustín Lara): Segura a polca (Xavier Pinheiro).

1942: Saudades de Ouro Preto – valsa (Luiz Gonzaga); Pé de serra – chamego (Luiz Gonzaga); Saudade – valsa (Carlos Dias Carneiro); Apitando na curva – polca (Luiz Gonzaga); Sanfonando chorinho (Luiz Gonzaga); Verônica – valsa (Luiz Gonzaga); Calangotango – picadinho mineiro (Luiz Gonzaga); Minha Guanabara – valsa (Francisco Reis); Saudades de Areal – valsa (Mário Magalhães); Pisa de mansinho – chamego (Luiz Gonzaga); Seu Januário – chamego (Luiz Gonzaga); Santana – mazurca (Luiz Gonzaga); Aquele chorinho – choro (Luiz Gonzaga); Ligia – valsa (Luiz Gonzaga).

1943: Apanhei-te cavaquinho – choro (Ernesto Nazaré); Ivone – valsa (Xavier Pinheiro); Manolita – valsa (Leo Daniderff); 0 chamego da Guiomar (Luiz Gonzaga); Araponga – choro (Luiz Gonzaga); Meu passado – valsa (Luiz Gonzaga e Waldemar Gomes); Destino – valsa (Carneiro Filho e Vasco Gomes); Galo garnizé – choro (Luiz Gonzaga e Antonio Almeida).

1944: Subindo ao céu – valsa (Aristides M. Borges); Fuga da África – polca (Luiz Gonzaga); Recordações de alguém -choro (Bisoga); Pingo namorando – choro (Luiz Gonzaga); Escorregando – choro (Ernesto Nazaré); Madrilena – valsa (Antônio Almeida e Luiz Gonzaga); Luar do Nordeste – valsa (Luiz Gonzaga); Bilu-bilu – choro (Luiz Gonzaga); Xodó -choro (Luiz Gonzaga); Caprichos do destino – valsa (Odete Duprat Fiúze); Vanda – valsa (Luiz Gonzaga); Catimbó – chamego (Carneiro Filho e Vasco Gomes); Despedida – valsa (Luiz Bittencourt); Passeando em Paris – valsa (Luiz Gonzaga); Aperriado – chamego (Luiz Gonzaga); Fazendo intriga – chamego (Luiz Gonzaga).

1945: Provocando as cordas – choro (José Miranda Pinto); Última inspiração – valsa (Peterpan); Dança Mariquinha – mazurca (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Impertinente – polca (Luiz Gonzaga); Na hora h – choro (Luiz Gonzaga); Nara – valsa (Luiz Gonzaga); Penerô xerém – chamego (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Sanfona dourada – valsa (Luiz Gonzaga); Bolo mimoso – choro (Tito Ramos); Dança do macaco – quadrilha (Luiz Gonzaga); Queixumes – valsa (Noel Rosa e Henrique Brito); Zinha – polca (Carneiro Filho); Caxangá – choro (Luiz Gonzaga); Cortando pano – mazurca (Luiz Gonzaga, Miguel Lima e Jeová Portela); Festa napolitana – marcha-tarantela (Inácio de Oliveira); Ovo azul – marcha (Miguel Lima e Paraguaçu); Perpétua – marcha popular (Luiz Gonzaga e Miguel Lima).

1946: Marieta – valsa (Luiz Gonzaga); De Juazeiro a Pirapora – polca (Luiz Gonzaga); É pra rir ou não é? – samba (Luiz Gonzaga e Carlos Barroso); Devolve – valsa (Mário Lago); Não quero saber – valsa (Mário Lago); Ó de casa – chorinho (Luiz Gonzaga e Mário Rossi); Chamego das cabrochas (Miguel Lima e Luiz Gonzaga); Não bate nele – mazurca (Zé Fechado e Lourenço Pereira); Calango da lacraia – calango (Luiz Gonzaga e Jeová Portela); Pão-duro – marcha (Assis Valente e Luiz Gonzaga); Sabido – choro (Luiz Gonzaga); Saudades de Matão – valsa (Jorge Galati); Brejeiro – choro (Ernesto Nazaré); Toca uma polquinha – polca (Luiz Gonzaga); Feijão cum côve – embolada (Jeová Portela e Luiz Gonzaga); Eu vou cortando – marcha (Miguel Lima, Luiz Gonzaga e Jeova’ Portela); Cai no frevo – marcha (Luiz Gonzaga); No meu pé de serra – xote (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Pagode russo – polca (Luiz Gonzaga).

1947: Vou pra roça – marchinha (Luiz Gonzaga e Zé Ferreira); Asa-branca – toada (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Balanço do calango – calango (Luiz Gonzaga e Jeová Portela); Coração de mulher – valsa (Zezinho); Todo homem quer – marcha-frevo (Peterpan e José Batista); Tenho onde morar – samba (Luiz Gonzaga e Dário de Sousa); Quer ir mais eu? – marcha-frevo (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Pau-de-sebo – marcha (Dunga e Luiz Gonzaga).

1948: Moda da mula preta (Raul Torres); Firim, firim, firim -polca (Luiz Gonzaga e Alcebíades Nogueira).

1949: Lorota boa – polca (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Mangaratiba – xote (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Juazeiro – baião (Lujz Gonzaga e Humberto Teixeira); Baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Siridó – ritmo novo (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Légua tirana – valsa-toada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Vou mudar de couro – batucada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Gato angorá – marcha-baiao (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Vem morena – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Quase maluco – baião (Vitor Simon e Luiz Gonzaga); Dezessete léguas e meia – baião (Humberto Teixeira e Carlos Barroso); Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga e Zé Dantas).

1950: Assum-preto – toada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Cintura fina – xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Chofer de praça – mazurca (Evaldo Rui e Fernando Lobo); No Ceará não tem disso não – baião (Guio de Morais); – Xanduzinha – baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); A volta da asa-branca – toada (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Macapá -baião (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Boiadeiro – toada (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti); Adeus Rio de Janeiro – xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Rei bantu – maracatu (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Estrada de Canindé – toada-baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); O torrado (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Qui nem jiló – baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Paraíba- baião (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Respeita Januário – baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); A dança da moda – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga).

1951: Mariá – coco-baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Amanhã eu vou – valsa (Beduíno e Luiz Gonzaga); Olha pro céu – marcha junina (José Fernandes e Luiz Gonzaga); Propriá – baião (Guio de Morais e Luiz Gonzaga); Tô sobrando – polquinha (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Moreninha, moreninha -toada (Hervê Clodovil e Luiz Gonzaga); Madame Baião – baião (Luiz Gonzaga e Davi Nasser); Conversa de barbeiro – rancheira (Davi Nasser e Luiz Gonzaga); Sabiá – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cigarro de paia – baião (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti); Baião da Penha (Guio de Morais e Davi Nasser); Baião na garoa (Luiz Gonzaga).

1952: São João do Carneirinho – baião (Luiz Gonzaga e Guio de Morais); Imba1ança – baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); São João na roça – marcha junina (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Juca – valsa (Lupicínio Rodrigues); Catamilho na festa – chorinho (Luiz Gonzaga); Pau-de-arara – maracatu (Luiz Gonzaga e Guio de Morais); Acauã – toada (Zé Dantas); Adeus Pernambuco – toada (Manezinho Araújo e Hervê Clodovil); Baião na garoa (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Piauí – toada (Sílvio Moacir de Araújo); Marabaixo (Julião Tomás Ramos); Jardim da saudade – valsa (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves); Xaxado (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Vamos xaxear (Geraldo Nascimento e Luiz Gonzaga); Beata Mocinha – valsa romeira (Manezinho Araújo e Zé Renato); 0 balaio de Veremundo (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Pronde tu vai Lui? (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Januário vai tocar (Januário José dos Santos).

1953: Moreninha tentação – baião (Sílvio Moacir de Araújo e Luiz Gonzaga); Saudade de Pernambuco – baião (Sebastião Rosendo e Salvador Miceli); 0 xote das meninas (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Treze de dezembro – choro (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); São João chegou – baião (Marisa P. Coelho e Luiz Gonzaga); 0 casamento de Rosa – rancheira (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); A letra i – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Algodão – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); ABC do sertão -baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Vozes da seca – toada-baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Paraxaxá – xaxado (Luiz Gonzaga e Sílvio Moacir de Araújo); A vida do viajante – toada (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil).

1954: Feira de Gado – aboio (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Velho Novo-Exu – baião (Luiz Gonzaga e Sílvio Moacir de Araújo); Olha a pisada – baião-xaxado (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Vô casá já – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Noites brasileiras – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Lascando o cano – polca (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cana, só de Pernambuco – chamego (Luiz Gonzaga e Vitor Simon); Relógio baião (Sérgio Falcão e José Roi); A canção do carteiro (Mauro Pires e Mércia Garcia); Cartão de Natal – toada (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Velho pescador – baião (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Minha fulô – baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas).

1955: Baião granfino (Marcos Valentim); Só vale quem tem – baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Paulo Afonso – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Padroeira do Brasil – bumbá (Luiz Gonzaga e Raimundo Granjeiro); Café – baião-coco (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cabra da peste – baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Baião dos namorados (Sílvio Moacir de Araújo); Ai amor – baião (Luiz’ Gonzaga e Zé Dantas); Forró do Zé Tatu (Zé Ramos e Jorge de Castro); Riacho do Navio – xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga).

1956: Buraco de tatu – xote (Jair Silva e Jadir Ambrósio); Açucena cheirosa – toada (Rômulo Pais e Celso Garcia); Mané e Zabé – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Lenda de São João – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); 0 cheiro da Carolina – xote (Zé Gonzaga e Amorim Roxo); Aboio apaixonado – aboio (Luiz Gonzaga); Derrarnaro o gai – coco (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Vassouras – xote (Luiz Gonzaga e Davi Nasser); Tacacá – baião (Luiz Gonzaga e Lourival Passos); Chorão (Luiz Gonzaga); Praia dengosa – maracatu (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Tesouro e meio – baião (Luiz Gonzaga); Siri jogando bola – coco (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Saudade da Boa Terra – baião (Maruim e Ari Monteiro).

1957: A Feira de Caruaru – baião-folclore (Onildo Almeida); Capital do Agreste – baião (Onildo Almeida e Nelson Barbalho); O passo da rancheira – rancheira (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); São João antigo – baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Quarqué dia – toada (Jairo Argileu e Heron Domingues); Malhada dos bois – baião (Luiz Gonzaga e Amâncio Cardoso); São João no arraiá – marcha junina (Zé Dantas); Testamento de caboclo – toada (Renê Bittencourt e Raul Sampaio); Dia dos Pais – baião (Luiz Gonzaga e Chico Anísio); Estrela de ouro – baião (Antônio Barroso e José Batista); Linda brejeira – toada (Rui Morais e Silva Joaquim Lima); Meu Pajeú – toada (Luiz Gonzaga e Raimundo Grangeiro); 0 delegado no coco – coco (Zé Dantas); Comício no mato – baião-coco (Joaquim Augusto e Nelson Barbalho); Sertão sofredor – baião (Joaquim Augusto e Nelson Barbalho); Gibão de couro – baião (Luiz Gonzaga); Moça de feira – xote (Armando Nunes e Jeová Portela); Xote das moças (Nelson Barbalho e Joaquim Augusto); Forró no escuro (Luiz Gonzaga).

1958: Festa no céu – arrasta-pé (Zeca do Pandeiro e Edgar Nunes); Que modelo são os seus – xaxado (Luiz Gonzaga); Balance eu – toada (Luiz Gonzaga e Nestor de Holanda); Dezessete e setecentos – calango (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Chamego – chamego (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); 0 torrado da Lili -xaxado (Helena Gonzaga e Miguel Lima); Bamboleando – maxixe (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Três e trezentos – baião (Miguel Lima e Gerson Filho); Chorei, chorão (Luiz Gonzaga e Lourival Passos).

1959: Xote do veio (Nestor de Holanda e Joaquim Augusto); Sertanejo do norte – maracatu (João Vale e Ari Monteiro).

1960: Meu padrim – baião (F. Marcelino); Casamento atrapaiado (Walter Levita e Renato Araújo); Marcha da Petrobrás (Nelson Barbalho e Joaquim Augusto); Amor da minha vida – guarânia (Raul Sampaio e Benil Santos).

 

* Fonte : Pernambuco de A a Z  **Pesquisador Cultural

(Fotos e video-Google e Youtube)

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2 Responses to HOMENAGEM HISTÓRICA.1 : LUIZ GONZAGA DO NASCIMENTO. Um Homem além do seu tempo.* – Colaboração de Cláudio Freitas.**

  1. carmelo vilela disse:

    PARABÉNS CLÁUDIO. SABE TUDO E ALGO MAIS DO ETERNO REI GONZAGÃO.

    UM ABRAÇO,PRA TODA FAMÍLIA FREITAS E MUNIZ.

    • Dom Pablito disse:

      Caro Carmelo.

      Agradeço-lhe pela lembrança. Por nisso, quem está por aqui são os irmãos Jurandir, que vem sempre e Murilo que havia 14 anos que não aparecia. Tomamos algo na sexta-feira no bar de Célia e no sábado, ele apareceu na nossa tenda na praça dos festejos juninos.Fiquei feliz em revê-lo. Quanto ao nosso Cláudio, sempre atento às coisas do grande Lula Gonzaga…

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