MEIO-AMBIENTE : O QUE FAZER DO NOSSO LIXO DE TODOS OS DIAS. – Por Walter Jorge Freitas.

O LIXO

 

A falta de cidadania começa quando não se respeita os espaços, os horários e a forma de colocar o lixo nos receptores de rua.

LIXO, segundo o Aurélio, quer dizer: aquilo que se varre da casa, do jardim, da rua e se joga fora. Entulho. Tudo o que não presta e se joga fora. Sujidade, sujeira, imundície. Coisa ou coisas inúteis. Resíduos que resultam de atividades domésticas, industriais, comerciais, etc.

No início deste mês, uma importante rede nacional de televisão e os principais jornais da capital, abordaram com vasta apresentação de vídeos e fotos, a forma errada e até irresponsável como as pessoas tratam os resíduos nos centros urbanos.

As imagens da TV mostraram uma triste realidade sobre o lixo: quem o produz, quer se ver livre dele o mais rápido possível, nem que para isto, tenha que sujar a calçada do vizinho a esquina ou o terreno baldio mais próximo. A quantidade de sofás, cadeiras, geladeiras, móveis, colchões e pneus que apareceram boiando nas águas dos rios e canais que cortam as cidades, expuseram o baixo nível de educação do nosso povo.

A maioria das donas de casa, mesmo sabendo que não é dia de coleta, joga as suas sobras nas ruas sem a menor cerimônia. É cena bastante comum, assistirmos funcionários de casas comerciais desembalando mercadorias e colocando papelões e isopor nas calçadas.

No nosso entendimento, essa situação só vai mudar quando todos se sentirem igualmente responsáveis pelo problema e não esperarem apenas pela prefeitura. Nós também podemos colaborar não exagerando na produção de lixo e evitando jogá-lo à toa nas ruas.

Salientamos que o fato de estarmos condenando a população pelo elevado índice de imundície que impera nas cidades, não quer dizer que estejamos querendo isentar os governantes de culpa. Muito pelo contrário. Constata-se com facilidade, que as administrações municipais não estão acompanhando os problemas causados pelo crescimento populacional e isto resulta em serviços públicos ineficientes e precários.

A árdua tarefa de manter uma cidade limpa depende da conjugação das ações da população e do governo municipal. As madames e os donos de estabelecimentos comerciais precisam mudar seus hábitos para que as cidades melhorem no quesito limpeza urbana.

Por outro lado, a prefeitura deve atuar em duas frentes: uma encarregada de varrer as ruas todos os dias. A varrição tem que ser bem feita e não da maneira como se faz atualmente, deixando para trás pedrinhas, bandas de tijolos, sandálias, galhos de mato, carcaças de coco verde e outros restos que emporcalham as ruas e os varredores ignoram. A propósito, ao que parece, o Departamento de Limpeza Pública do nosso município não possui fiscais.

A outra frente – atuando na coleta – deve passar pontualmente nos dias e horários estabelecidos sem falhar, pois uma cidade que almeja figurar entre os principais polos turísticos de uma região, não tem o direito de obrigar moradores e visitantes a conviverem com tudo quanto as pessoas mal educadas jogam nas ruas.

Finalizamos, sugerindo à prefeitura que aumente o número de varredores, forneça equipamentos adequados aos mesmos e amplie a área a ser varrida, pois os detritos de uma artéria, o vento leva para outra, e tal e qual ocorre às estrelas, o lixo também muda de lugar.

Quem circulou pelas ruas de nossa cidade no último final de semana, pode comprovar tudo o que afirmamos no presente texto, cujo objetivo é exclusivamente colaborar. Nada mais que isto.

 

 

* Autor : Walter Jorge Freitas

Pesqueira, 12 de junho de 2012.

Compartilhe esse texto com seus contatos:

2 Responses to MEIO-AMBIENTE : O QUE FAZER DO NOSSO LIXO DE TODOS OS DIAS. – Por Walter Jorge Freitas.

  1. maria amelia disse:

    olha eu não estou escrevendo para postar comentario,mas para peguntar para o senhor dno do blog sesenhor conhece lidia ferreira da silva,manuel ferreira da silva,francisco ferreira da silva,antonio miguel ferreira da silva,maria augustina da conceição da silva. todos da fazenda canaã,pois quem esta a procura dessas pessoas é uma tia minha ivonete ferreira da silva.casada com josé felix correia.há mais de 40 anos que ela não os vêem.só tem eles como familia conto com o senhor.

    • Dom Pablito disse:

      Prezada Maria. Vou falar com o filho do dr, Zé Foerster, chamado Tico Foerster que é quem administra a citada fazenda, e só está aqui na cidade, no final de semana. Tem outro rapaz que me parece trabalhou lá, chamado Cícero de Roque. Como tenho o seu e-mail, comprometo-me a fazer contato, informando sobre essas pessoas.

      Aguarde e peça-lhes para ter muita fé que tentaremos conseguir a informação.

      Paulinho Muniz

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *