Daily Archives: 14 de novembro de 2014

Brasil: Juiz Federal Sergio Moro. O Herói da Operação Lava-Jato… *

 

 

PETROLÃO

JUIZ DA LAVA JATO DEFENDE

ACORDOS DE DELAÇÃO PREMIADA

 

HERÓI DA OPERAÇÃO LAVA JATO, O JUIZ SERGIO MORO DEFENDE A COLABORAÇÃO

 

Juiz disse: “crimes não são cometidos no céu e, em muitos casos, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas são igualmente criminosos.” (Foto: JF Diorio/AE)

(Juiz disse: “crimes não são cometidos no céu e, em muitos casos, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas são igualmente criminosos.”) (Foto: JF Diorio/AE)

O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, defendeu os acordos de delação premiada firmados com os investigados na Operação Lava Jato. No despacho em que decretou novas prisões na sétima fase da investigação, Moro disse que “crimes não são cometidos no céu e, em muitos casos, as únicas pessoas que podem servir como testemunhas são igualmente criminosos.”

Na decisão, o juiz reconheceu que os depoimentos do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa devem ser vistos com precaução pelo fato de os investigados serem acusados de crimes graves. No entanto, Moro afirma que a colaboração é necessária para avançar nas investigações.

“Mesmo vista com reservas, não se pode descartar o valor probatório da colaboração premiada. É instrumento de investigação e de prova válido e eficaz, especialmente para crimes complexos, como crimes de colarinho branco ou praticados por grupos criminosos, devendo apenas serem observadas regras para a sua utilização, como a exigência de prova de corroboração. Sem o recurso à colaboração premiada, vários crimes complexos permaneceriam sem elucidação e prova possível”, disse o juiz.

Sérgio Moro defendeu a atuação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na condução da investigação. Segundo ele, os acusados não foram coagidos a assinar os acordos de delação premiada.

“Nunca houve qualquer coação ilegal contra quem quer que seja da parte deste Juízo, do Ministério Público ou da Polícia Federal na assim denominada Operação Lava Jato. As prisões cautelares foram requeridas e decretadas porque presentes os seus pressupostos e fundamentos, boa prova dos crimes e principalmente riscos de reiteração delitiva dados os indícios de atividade criminal grave reiterada e habitual. Jamais se prendeu qualquer pessoa buscando confissão e colaboração”, afirmou.

O juiz destacou que a investigação da Operação Lava Jato vai além dos depoimentos testemunhais. Moro cita que foi feito um rastreamento específico dos valores desviados das obras da Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, para contas das empreiteiras. “A prova mais relevante, porém, é a documental. Os depósitos milionários efetuados pelas empreiteiras nas contas controladas por Alberto Youssef constituem prova documental, preexistente às colaborações premiadas, e não estão sujeitas à qualquer manipulação”.

Na quarta-feira (12), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, confirmou que mais investigados fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal. Segundo Janot, três acordos aguardam homologação da Justiça e mais cinco ou seis estão em curso.

Leia também – Justiça

Juiz da Lava Jato defende acordos de delação premiada

Artigo/Opinião: Somos criados para a vida. Como conviver com a morte? – Por Sebastião Gomes Fernandes *

A NECESSIDADE DE SE

EDUCAR PARA A MORTE!

Uma reflexão

 

 

Richet: “Mors janua vitae”, ou seja, “A morte é a porta da Vida”… –  Heideggar encarou o problema com mais profundidade e concluiu: “O homem se completa na morte”…José Herculano Pires assim se expressa quanto à necessidade de formação educacional para a morte. “A Educação para a Morte não é nenhuma forma de preparação religiosa para a conquista do Céu. É um processo educacional que tende a ajustar os educandos à realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender”.

Hoje em meus devaneios surgiu-me um toque de leveza e desprendimento. Me vi como autêntico cristão, como que imbuído de uma forte intuição a me levar a questionar a vida!…

A morte é o que se tem como certo! Todavia temos pavor por ser este o nosso fim – aqui na Terra. Para uns este é o fim, acabou!… Para outros é o começo! Melhor dizendo o recomeço. Acredito nesta ultima concepção. Quem nasce algum dia tem que morrer. É a lei da vida. Não há como a evitar! Por outro lado temos a oportunidade de reiniciar, de prosseguir em nossa jornada em busca do melhor, no plano astral, de onde viemos.

Recomeçar porque somos espíritos criados simples e ignorantes, na peleja constante do aprimoramento! – Este o caminho de todos, mais cedo ou mais tarde. Sua brevidade e/ou longevidade vai depender da maneira como cada um investe em seu aperfeiçoamento.

Somos criados e educados para a vida, quando deveríamos também ser preparados, educados para a morte, se assim fosse à morte seria encarada com naturalidade, pois ninguém escapa deste fundamento. Sócrates condenado à morte pelo júri de Atenas assim se comportou: “eles também já estão condenados”. Sua mulher indignada se dirige a ele e diz: “Mas é uma sentença injusta!” ele pergunta: “preferias que fosse justa?” A aquiescência de Sócrates mostrava o quanto o processo educacional que cultivou durante toda sua vida, lhe proporcionou tranquilidade e paz de espírito.

Allan Kardec foi quem primeiro se preocupou com a Psicologia da Morte e da Educação para a morte. “Ele realizou uma pesquisa psicológica exemplar sobre o fenômeno da morte”. Por anos seguidos falou a respeito com os Espíritos de mortos. E, considerando o sono como irmão ou primo da morte, pesquisou também os Espíritos de pessoas vivas durante o sono. Isso porque, segundo verificara, os que dormem saem do corpo durante o sono. Alguns saem e não voltam: morrem. Chegou, com antecedência de mais de um século, a esta conclusão a que as ciências atuais também chegaram, com a mesma tranquilidade de Sócrates, a conclusão de Victor Hugo: “Morrer não é morrer, mas apenas mudar-se”.

A morte como sequência e ordenamento da vida nada mais é do que a expressão natural e objetiva da existência.

Ninguém foge da realidade. Ninguém nasce privilegiado a ponto de ser melhor do que o outro. Para cada um o Criador deixou o livre-arbítrio. Somos responsáveis, e donos do nosso destino. A morte deverá ser encarada como mais uma etapa da formação moral, ética, intelectual e espiritual do ser humano!

José Herculano Pires assim se expressa quanto à necessidade de formação educacional para a morte. “A Educação para a Morte não é nenhuma forma de preparação religiosa para a conquista do Céu. É um processo educacional que tende a ajustar os educandos à realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender”.

A vida e a morte fazem parte da nossa essência. Quando nascemos trazemos conosco a centelha que alimenta a vida. Existência que brota e vai até ao ultimo gemido, ultimo suspiro, quando tomamos consciência da nossa essência e do nosso destino. Se preparados fossemos, certamente que levaríamos uma vida mais regrada e fundamentada na expectativa e na esperança de ao regressarmos estarmos conscientes da nossa progressão e crescimento espiritual. Este o propósito de Deus para com seus filhos.

Heideggar encarou o problema com mais profundidade e concluiu: “O homem se completa na morte”. Aquilo que para Sartre parecia o fim definitivo, para Heideggar é o rompimento da existência para lançar-se na transcendência. Isso concorda com as aspirações humanas em todos os tempos e com a afirmação de Richet: “Mors janua vitae”, ou seja, “A morte é a porta da Vida”. Temos assim definido aquilo que constitui realmente o fim da Educação, o seu objetivo único e preciso.”

Acho que a vida só tem sentido se levarmos em consideração o propósito do grande Arquiteto do Universo – vida e vida em abundância! Toda criação de Deus tem como base a preservação e a unidade do ser humano, sua imagem e semelhança. Jesus Cristo, mentor do progresso espiritual e do bem-estar da Humanidade. Cumpriu sua missão deixando o seu testemunho de amor e caridade: O Evangelho!

Pesqueira, 15 de novembro de 2014.

* Autor: Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista, colaborador assíduo do blog OABELHUDO,  Acadêmico titular e presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Nas 50 cidades mais violentas do mundo, Brasil entra com 16 *

As 50 cidades mais

violentas do mundo;

Brasil tem 16 na lista

 

 

Trinta e quatro das piores cidades do ranking estão localizadas na América Latina.

 

 

Antes de escolher um destino para viajar, muitos se preocupam em conferir se o local é seguro.

O Business Insider listou as 50 cidades mais violentas ao redor do mundo.

Trinta e quatro das piores cidades do ranking estão localizadas na América Latina, sendo que o assassinato é o crime mais comum na região do que em qualquer outra parte do mundo.

O destaque vai para San Pedro Sula, uma cidade em Honduras.

O Brasil não passa longe dessa lista negra e abriga 16 municípios violentos. Confira:

Posição Cidade – País

1º lugar San Pedro Sula – Honduras

2º lugar Caracas – Venezuela

3º lugar Acapulco – México

4º lugar Cali – Colômbia

5º lugar Maceió – Brasil

6º lugar Distrito Central – Honduras

7º lugar Fortaleza – Brasil

8º lugar Guatemala City – Guatemala

9º lugar João Pessoa – Brasil

10º lugar Barquisimeto – Venezuela

11º lugar Palmira – Colômbia

12º lugar Natal – Brasil

13º lugar Salvador – Brasil

14º lugar Vitória – Brasil

15º lugar São Luís – Brasil

16º lugar Culiacán – México

17º lugar Ciudad Guayana – Venezuela

18º lugar Torreón – México

19º lugar Kingston – Jamaica

20º lugar Cape Town – África do Sul

21º lugar Chihuahua City – México

22º lugar Victoria – México

23º lugar Belém – Brasil

24º lugar Detroit – Estados Unidos

25º lugar Campina Grande – Brasil

26º lugar Nova Orleans – Estados Unidos

27º lugar San Salvador – El Salvador

28º lugar Goiânia – Brasil

29º lugar Cuiabá – Brasil

30º lugar Nuevo Laredo – México

31º lugar Manaus – Brasil

32º lugar Santa Marta – Colômbia

33º lugar Cúcuta – Colômbia

34º lugar Pereira – Colômbia

35º lugar Medellín – Colômbia

36º lugar Baltimore – Estados Unidos

37º lugar Juárez – México

38º lugar San Juan – Porto Rico

39º lugar Recife – Brasil

40º lugar Macapá Brasil

41º lugar Nelson Mandela Bay – África do Sul

42º lugar Maracaibo – Venezuela

43º lugar Cuernavaca – México

44º lugar Belo Horizonte – Brasil

45º lugar St. Louis – Estados Unidos

46º lugar Aracajú – Brasil

47º lugar Tijuana – México

48º lugar Durban – África do Sul

49º lugar Porto Príncipe – Haiti

50º lugar Valencia – Velezuela

Além dos assassinatos, o tráfico de drogas, guerras de gangues, instabilidade política, corrupção e a pobreza influenciam na alta violência nas cidades da lista.

* Fonte: InfoMoney