Daily Archives: 20 de novembro de 2014

Movimento Cultural/Homenagem: Eugênio Maciel Chacon – Um Tempo de Pesqueira *

Eugênio Maciel Chacon

100 Anos

 

No sábado, 15 de novembro, comemorou-se com a exposição: Jornalista Eugênio Maciel Chacon – Um Tempo de Pesqueira. O centenário de Eugênio foi iniciado, com a assinatura da Ordem de Serviço do projeto de construção de uma praça no bairro Vila Anápolis que vai levar seu nome, cujo projeto foi de autoria do ex-vereador e atual secretário de saúde do município – Severiano Cavalcanti. Houve missa em ação de Graças na Catedral de Sant’Águeda e a programação foi coroada com a citada exposição nas dependências do Hotel Estação Cruzeiro.

Presença dos seus filhos, a saber: Telmo, Hugo, Carlinhos, Evandro, Eliana, Kátia e Edith. Outra filha, Mônica, foi citada im memorium. Em nome dos filhos falou Hugo  que fez um retrospecto da vida de Eugênio, falando da sua sisudez e dos momentos de alegria quando em casa com a família. Citou causos que foram complementados pelo outro filho, Evandro que ora é o prefeito do município. Eugênio também foi prefeito, além de proprietário do jornal A Voz de Pesqueira, criado em 1936 e que circulou até 1961.

Outros oradores se sucederam nas homenagens: Sebastião Gomes Fernandes, em nome da APLA – Academia Pesqueirense de Artes e Letras; Fernando Freire em nome da Fundaj – Fundação Joaquim Nabuco e a poetisa e cronista Margarida Maciel Ramalho que recitou o Acróstico que havia composto em 1994, quando da comemoração dos 80 anos do homenageado. A Mesa estava composta também pelo vereador Evandro Junior, o acadêmico e jornalista Francisco de Oliveira Neves do jornal Pesqueira Notícias; Eliana Chacon representando os filhos;  o presidente do Instituo Histórico de Pesqueira José Florêncio Neto e da advogada Fátima Meira, da Assistência Judiciária. Um seleto público lotou as dependências do salão, numa prova inequívoca do prestígio do evento. (PM)

Homenagem que Margarida Maciel, prima de Eugênio fez, por ocasião dos seus 80 anos, em 1994. Margarida, também, se fez presente e recitou o seu Acróstico…

ACRÓSTICO PARA EUGÊNIO

E SGUIO E GARBO, EIS TUA PERFORMANCE
U NGIDO POR UMA INTELIGENCIA SEM PAR
G ENTIL, FIDALGO E CAVALHEIRO
E IS EUGENIO, FIGURA EXEMPLAR
N ESTE TEU ANIVERSÁRIO QUERO EXALTAR
I LUSTRE PESQUEIRENSE QUE AMOR E VIRTUDE ENCERRA
O RGULHO PARA OS TEUS E PRA TUA TERRA

Para Eugênio Maciel Chacon pela passagem dos seus 80 anos e renovada agora no seu centenário em l5/ ll/ 20l4.
Homenagem da prima Margarida Maciel

 

 

 

 

 

A Crônica

Eugênio Maciel Chacon – Um Tempo de Pesqueira, escrita pelo seu conterrâneo, escritor Potiguar Matos, quando ele, Eugênio, recebeu o Troféu – CULTURA VIVA DE PERNAMBUCO, escolhido pela Fundarpe.

 

 

 

* Fotos da exposição.Texto inicial do editor do oabelhudo (Dom Pablito).

Operação Lava-Jato/Juízo Final: Peça-chave do esquema faz acordo pra DEVOLVER U$ 100 milhões *

 

OPERAÇÃO JUÍZO FINAL

PEDRO BARUSCO É

PEÇA-CHAVE NA

OPERAÇÃO LAVA JATO

 

Pedro Barusco

(Delatado pelo empresário Julio Camargo, Barusco se apressou em propor a devolução do dinheiro)

 

 

O EX-GERENTE BARUSCO, QUE VAI DEVOLVER 100 MILHÕES DE DÓLARES (R$ 259 MILHÕES) ROUBADOS, É PEÇA-CHAVE DA LAVA JATO

 

 

 

Com Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, o ex-gerente de Serviços da companhia Pedro Barusco aparece na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), como um dos principais operadores do PT dentro da petroleira. Seu nome foi citado nas investigações pela primeira vez pelos diretores da Toyo Setal, Augusto Mendonça e Júlio Camargo, que, em regime de delação premiada, afirmaram ter pago a ele e a Duque R$ 30 milhões em propina para fechar contratos com a estatal.

Funcionário de carreira da Petrobras, divorciado e morador da Joatinga, microbairro entre São Conrado (zona sul) e Barra da Tijuca (zona oeste), área nobre da orla carioca, Barusco se antecipou à PF e, antes que integrasse a lista de presos na sétima fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final, fechou acordo de delação premiada e aceitou devolver US$ 100 milhões aos cofres públicos. Sua defesa está sendo conduzida pela advogada Beatriz Catta Preta, a mesma que atuou para fechar a delação de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, o primeiro a denunciar um suposto esquema de corrupção na empresa.

Na Petrobras, Barusco foi responsável por contratações milionárias em diversas áreas – da exploração e produção de petróleo e gás, que aluga plataformas e sondas, até a área de refino, que, ao longo dos últimos anos, vem executando um programa de modernização de refinarias e construindo unidades pelo país para aumentar a produção interna de combustíveis. Apenas os executivos da Toyo Setal relataram ter pago a ele e a Duque propinas para realizar obras sobrefaturadas no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), na Refinaria Henrique Lage (Revap), em São Paulo, e em projetos de instalação de dutos em Macaé (RJ).
Sete Brasil

Em 2010, Barusco se aposentou da Petrobras, mas, no ano seguinte, assumiu a diretoria de Operações da Sete Brasil, a primeira empresa brasileira proprietária de sondas de exploração de águas ultraprofundas, criada especialmente para atender as necessidades da petroleira no pré-sal.

Leia a Íntegra:

Notícias
OPERAÇÃO JUÍZO FINAL
PEDRO BARUSCO É PEÇA-CHAVE NA OPERAÇÃO LAVA JATO
* Fonte: Diário do Poder

 

Economia & Negócios: Governo NÃO prorroga o IPI dos automóveis. Aumento será em janeiro *

 

Governo não prorroga

desoneração, e IPI para

carros sobe em 1º de janeiro

 

(Segundo Moan, – Anfavea –  é decisão de cada empresa repassar ou não a recomposição do imposto para o preço ao consumidor).

 

 

Sem espaço no orçamento para mais desonerações de tributos, o governo decidiu não prorrogar a redução da alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre carros. O imposto fica maior a partir de 1º de janeiro de 2015.

O presidente da Anfavea (associação que representa as montadoras), Luiz Moan, esteve nesta quinta-feira (20) com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de quem ouviu a decisão.

Para carros populares, a alíquota do imposto subirá de 3% para 7%, que é o seu valor originaI. Para os demais, a alíquota subirá de 9% para 11%, no caso dos carros flex, e de 9% para 13% para os modelos movidos à gasolina.

Segundo Moan, é decisão de cada empresa repassar ou não a recomposição do imposto para o preço ao consumidor.

IMPACTOS

O governo já vinha indicando que não iria prorrogar o benefício, iniciado em 2012 e renovado várias vezes, sob a condição de o setor não demitir e não cortar investimentos.

Até o fim de 2014, pelos cálculos da Receita Federal, o governo deverá deixar de arrecadar R$11,5 bilhões com essa política.

Questionado sobre os impactos da decisão, se haverá demissões, por exemplo, Moan afirmou que o setor vai fazer o possível para aumentar a produção e as vendas.

“A indústria automobilística tem seus trabalhadores num nível muito qualificado, o que significa investimento em treinamento muito forte, e a indústria sempre evitou fazer uma redução do pessoal em função desse investimento que foi feito. Vamos lutar o máximo possível para continuar produzindo e principalmente vendendo.”

Depois de um primeiro semestre ruim para o setor, com estoques cheios, demissões, programas de férias coletivas e afastamentos temporários de mão de obra, o setor passa por um segundo semestre de recuperação nas vendas e na produção.

Segundo Moan, as vendas médias cresceram 5,7% de julho a outubro, em relação ao primeiro semestre. A produção cresceu 6,2%, e as exportações, 2,4%.

Em novembro, as vendas estão superiores a 13 mil veículos por dia. “Em outubro estávamos brigando para atingir 13 mil. Este mês, estamos brigando para superar outras metas.”

INVESTIMENTO

Moan pediu a Mantega que divulgue, o quanto antes, as taxas de juros do PSI (Programa de Sustentação de Investimento, financiado pelo BNDES) para ônibus, caminhões e máquinas agrícolas de 2015.

O programa oferece linha de crédito do BNDES para a compra e exportação de bens de capital (máquinas, equipamentos, caminhões e ônibus usados na produção).

Hoje, os juros para compra de caminhões e ônibus está em 6%. Para máquinas agrícolas, 4,5%.

* Fonte: Folha de são Paulo/Mercado/SOFIA FERNANDES DE BRASÍLIA

Movimento Cultural/IMC – Maximiano Campos – Lavrador do Tempo (Homenagem) *

 

Maximiano Campos

 

Lavrador do Tempo

 

 

* Fonte: IMC/

Caso “Petrorrobalheira/Justiça”: Empreiteiros dão pouca informação e deixam contas pessoais zeradas *

 

 

Lava-Jato: Justiça

encontra contas bancárias

de empreiteiros zeradas

Bloqueados R$ 47,8 milhões em bens de 16 pessoas e 3 empresas (Editoria de Arte/G1)

 

Primeiros levantamentos em dois bancos mostram que seis executivos acusados na Lava-Jato não têm saldo

(conta de Ildefonso Colares Linhares da Queirós Galvão tinha menos de 5 mil -reprodução)

 

 

As primeiras varreduras feitas para o bloqueio de até R$ 720 milhões de dirigentes de empresas presos na Operação Lava-Jato mostram que as contas bancárias dos investigados podem ter sido esvaziadas antes da determinação da Justiça Federal. O Banco Itaú informou, em ofício encaminhado à Justiça Federal, que não havia valores a serem bloqueados nas contas de Walmir Pinheiro Santana (UTC Participações S.A.), Valdir Lima Carreiro (presidente da Iesa Óleo e Gás) e do lobista Fernando Soares. O banco bloqueou apenas os R$ 4,60 que estavam na conta de Ildefonso Colares Filho, que deixou a presidência da Queiroz Galvão em abril passado, depois que a Operação Lava Jato foi deflagrada.

Os valores encontrados nas contas de alguns outros executivos também não foram altos. Sócio da Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca teve R$ 4 mil bloqueados. Já Agenor Franklin Magalhães Medeiros, diretor da área Internacional da Construtora OAS, teve R$ 6 mil retidos. Foram bloqueados ainda cerca de R$ 33 mil do empresário Sergio Cunha Mendes, vice-presidente da Mendes Junior. Apenas as contas de Gerson de Mello Almada, um dos sócios da Engevix, tinham valores mais altos, superiores a R$ 1 milhão.

Também não surtiu efeito a busca por saldo nas contas de Dalton dos Santos Avancini, presidente da Camargo Corrêa, e de João Ricardo Auler, presidente do conselho de administração da empresa, mantidas no Banco Caixa Geral do Brasil. No mesmo banco, também não havia saldo ou aplicações financeiras em nome de José Aldemario Pinheiro Filho, da OAS.

As duas instituições foram as primeiras a atender à determinação da Justiça Federal, que determinou o bloqueio de R$ 20 milhões por pessoa. No total, 16 pessoas foram alvo de pedido de bloqueio de valores. Não foi determinado bloqueio de valores de nenhuma das grandes empresas envolvidas.

O Ministério Público Federal já solicitou a colaboração das autoridades suíças para bloquear valores mantidos em contas no exterior pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da Petrobras Renato Duque. O também ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa teve US$ 23 milhões bloqueados no exterior. Pedro Barusco, gerente da Petrobras subordinado a Duque, já negociou a devolução de US$ 100 milhões.

Leia a Íntegra:

VEJA TAMBÉM

* Fonte: O Globo/POR CLEIDE CARVALHO

Caso “Petrorrobalheira”: 1,2 bilhão é quanto advogados teriam proposto para livrar empresas *

 

MP rejeita proposta de

multa para livrar réus de culpa

“O Valor PRO apurou que os defensores estavam autorizados a chegar, no caso do fechamento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) coletivo, até a cifra de R$ 1,2 bilhão. No entanto, os advogados não prescindiram de livrar os executivos e as empreiteiras das respectivas sanções judiciais”.

 

Advogados das cinco maiores empreiteiras do país buscaram fechar um acordo coletivo considerado “imoral” pelo Ministério Público Federal (MPF), na véspera da deflagração da sétima fase da operação Lava-Jato, que levou 23 pessoas à prisão e contou com dezenas de ações de busca e apreensão em cinco Estados e no Distrito Federal.

Na quinta-feira que antecedeu a etapa Juízo Final da investigação, advogados da Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e de duas outras construtoras de grande porte compareceram juntos ao prédio da força-tarefa em Curitiba.

Os defensores insistiram na proposta de estabelecer um acordo conjunto. A resposta dos procuradores foi negativa.

Todos se reuniram conosco ao mesmo tempo. Expuseram suas propostas. Nós as ouvimos. E dissemos obrigado, mas não”, disse um dos investigadores.

O advogado da Camargo Corrêa, Celso Vilardi, confirmou ao Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, a realização do encontro: “Buscávamos um acordo. Mas o Ministério Público não o quis.”

Para os integrantes da força-tarefa da Lava-Jato, acordo sem assumir a culpa é sinônimo de impunidade. “Talvez daqui a 50 anos, se o Brasil mantiver seu desenvolvimento, isso seja possível. Mas hoje é moralmente impossível fechar um acordo nestes termos”, avalia um integrante da investigação. “Além do fato de juridicamente não ter base legal. Na nossa opinião é imoral”, completa.

Também estiveram na reunião a advogada Dora Cavalcanti Cordani, representando a Odebrecht e o advogado Roberto Telhada, que atua na defesa de executivos da OAS. Dora trabalha em conjunto com o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos. Ele advoga para a Odebrecht e a Camargo Corrêa. Procurados pela reportagem, Dora e Telhada não retornaram os telefonemas.

No encontro do dia 13 de novembro não se chegou a discutir o valor de uma eventual multa, porque “a conversa não avançou a este ponto”, diz uma fonte que participou da tentativa de acordo.

O Valor PRO apurou que os defensores estavam autorizados a chegar, no caso do fechamento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) coletivo, até a cifra de R$ 1,2 bilhão. No entanto, os advogados não prescindiram de livrar os executivos e as empreiteiras das respectivas sanções judiciais.

* Fonte: Valor Econômico/Por André Guilherme Vieira | De Curitiba