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Pesqueira/Homenagem: Novos Acadêmicos da APLA – Por Zélia Costa *

Homenagem aos novos membros da
Academia Pesqueirense de Letras e Artes

Instante da poesse dos novos acadêmicos em solenidade no Hotel Estação/Cruzeiro

Instante da poesse dos novos acadêmicos em solenidade no Hotel Estação/Cruzeiro

 

 

“Quem de palavras tem experiência sabe que delas se deve esperar tudo”. José Saramago.

 

A convivência de vocês, caros novos acadêmicos, com o uso da palavra trouxe-os até a Academia Pesqueirense de Letras e Artes. Uma concretização dos sonhos, que talvez, mas com certeza, fruto dessa “convivência” com a palavra. Como diz a companheira, Jacqueline Torres em seu livro, “cosendo palavras soltas”, seja na literatura ou na arte de representar.

Em nome da SOPOESPES – Sociedade dos Poetas e Escritores de Pesqueira e representando sua Presidente, Maria Rita, eu os parabenizo. Sejam bem-vindos a APLA. Sintam-se à vontade nas cadeiras que a que tiveram acesso e que merecidamente lhes pertencem, novos guardiões da nossa cultura. Flávio Casimiro de Abreu, Maria José Torres Klimsa, nosso carinho e nossa admiração. Geraldo Santana, Edmilton Torres, Maria José Gomes, a vocês um carinho especial, já que a emoção aflora profunda, pois o nosso caminhar lado a lado na SOPOESPES, nos torna mais sensíveis. Somos uma família e é gostoso, gratificante apreciar e participar do crescer de cada um de vocês, que nos são caros. Porém a todos quero lembrar: a responsabilidade de vocês aumentou.

Hoje, como sérios acadêmicos deverão trabalhar com amor e afinco em prol da cultura. Deverão guardá-la, desenvolvê-la e divulgá-la. E vejam que a sociedade, o nosso povo carece de conhecer, amar e viver a cultura. E vocês precisam fazer esse trabalho como missão.

De alguém da literatura e que no momento me foge o nome , li a expressão: ‘não é possível estar dentro da civilização e fora da arte’. De Rui Barbosa admiro o pensamento: “a palavra é o instrumento irresistível de conquista da liberdade”. Entende-se aí, a liberdade de expressão em qualquer campo da vida. Para nós, a liberdade de criar, recriar, poetizar, representar, enfim, fazer cultura. E vocês conquistaram essa liberdade de fazer valer a cultura.

Lutem pela realização dos seus ideais e sonhos dentro da Academia Pesqueirense de Letras e Artes. Que o trabalho de vocês na APLA seja sério e verdadeiro, sobretudo, o façam com AMOR, fazendo valer a “imortalidade” que conquistaram.

 

“Deus marcou um tempo para todos”. (Eclesiastes 3,11)

Finalizo SOPOÉTICAMENTE, como sempre diz Maria Rita, presidente da SOPOESPES:

 

 

Bem-vindos, ó imortais
Pra cultura eternizar
Escrevam pelos murais
Que é lindo poetizar!

Transformem a vida em arte
Nos palcos representar
Coser palavras a parte
E a cultura divulgar!

Cantando a liberdade
De viver e de sonhar
Na APLA não tem idade
É só com AMOR trabalhar!

 

 

 

 

*

* Autora: Zélia Costa –  Zélia Costa Cavalcanti é pesqueirense, professora, nova colaboradora doZelia Costa foto pequena  digitalizar0001, cronista e poetisa. A autora representou a SOPOESPES (Sociedade dos Poetas e Escritores Pesqueirenses) na solenidade de posse dos novos acadêmicos em 26/07/2014.

Movimento Cultural/Poesia: Pausa – Por Robson Aquino *

Pausa

 

 

Pare de questionar a vida
(Des) priorize a razão
Dê um tempo ao inconteste
Não compare, meça ou teste
Deslace sua emoção

Faça um trato com o acaso:
Se caso lhe for preciso
Feche os olhos para dúvida
Se for louca, chame lúcida
Aja hoje em improviso

Isso pode te provar
Que o certo é passageiro
Que o lógico nem sempre é certo
Que o pensamento liberto
Tem seus dias de viveiro

Ria como se fosse menino
Pense sem ser um idoso
Ame feito um adolescente
Tenha a fé de todos crentes
Mas não se mostre medroso

Dê bom dia para o mundo
Jogue conversa ao vento
Critique a maldita crítica
Hoje nada se explica
Viva a vida sem lamento

Permita que a razão
Descanse seu mau humor
Encha o copo; tome um porre
A noite, com o dia, morre
E o que fica tem sabor

Amanhã podes voltar
A pedir comprovação
Tudo muito racional
Com início, meio, final
Desprovido de emoção

Eu, particularmente
Sempre faço a travessia
Converso com os dois lados
Seco e me vejo molhado
Morro e nasço todo dia.

Robson-Aquinonuma adega 0001

* Autor: Robson Aquino – ANTONIO ROBSON MACIEL AQUINO – É sanharoense, escritor, colaborador PIONEIRO do OABELHUDO, cronista, poeta. É autor de dois livros; Miolo de Pote e Sanharó – Cinco Homens e um Caçuá de Discussão.

Brasil/Economia; Nem ganhamos a Copa e o Varejo despencou *

 

Pesquisa indica que Copa

prejudicou varejo e serviços

Envolvimento da população com o evento pode ter prejudicado o comércio

 

 

Os empresários dos setores de serviços e comércio deram indicações de que a Copa do Mundo atrapalhou mais a atividade em julho do que em junho. O evento esportivo contribuiu para enfraquecer a demanda e espalhou a percepção de um mês ruim, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

As expectativas até apontam para uma melhora após o Mundial, mas não chegam a sinalizar aceleração da economia. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 0,6% em julho em comparação a junho, como resultado de uma piora sensível na percepção atual e melhora expressiva nas expectativas.

Já o Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 6,3% no trimestre na comparação com igual período do ano passado, fruto da mesma combinação de pessimismo sobre o momento corrente e otimismo com o futuro. Os dois índices foram divulgados ontem pela FGV.

A visão de que julho foi pior ganhou força à medida que o envolvimento da população e a expectativa de tudo dar errado na Copa foi se afastando. Ao mesmo tempo, os empresários sentiram os impactos do menor ritmo de trabalho e do calendário com menos dias úteis, explicou o economista Silvio Sales, consultor da FGV e responsável pela Sondagem de Serviços.

A avaliação da demanda foi a que mais afundou. Em julho, 34,4% das empresas apontaram a procura por serviços como fraca, em comparação a uma fatia de 27,6% no mês anterior.

“O contexto continua desfavorável, mas o aprofundamento da queda dos níveis de confiança nos últimos três meses deve ficar para trás, ao menos deve estabilizar”, disse Sales.

Comércio. No comércio, a análise é semelhante. A desaceleração da atividade foi decorrente da menor quantidade de dias úteis, mas a tendência é que a demanda retome seu patamar habitual. No setor de veículos, muito prejudicado pelas paralisações do comércio durante a Copa, o otimismo com os próximos meses ficou mais evidente. Embora a confiança esteja em patamar baixo, a expectativa é que as vendas em agosto e setembro sejam melhores que no primeiro semestre.

Apesar das sinalizações positivas para os próximos meses, nenhuma das atividades mostrou maior propensão em contratar, o que reforça o cenário de baixa geração de vagas em 2014, na avaliação da FGV.

“Não esperamos aceleração no terceiro e no quarto trimestre em termos de vendas”, diz o superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo.

Consumidor. Os consumidores não estão mais tão pessimistas com a situação da inflação, do emprego e da renda. É o que aponta o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Parte dos consumidores deixou de esperar piora e prevê estabilidade nos próximos seis meses. O Inec alcançou 109,5 pontos em julho, aumento de 3% na comparação com os 106,3 pontos de junho.

 

* Fonte: Estadão/ COLABOROU BEATRIZ BULLA

Movimento Cultural/Poesia: Lembranças – Por Victor Rogério *

Lembranças

 

 

 

Sem você
Não consigo parar
Você é meus pensamentos
Quero te sentir, quero te amar

Arrisquei a te perder
O tempo vai resolver
Nossa vida de amor
Minha mente é você

 

Nós podemos está no fim
É assim que tem que ser
Não se esqueça de mim
Que não esqueci de você

 

Quando te vejo
Que você mudou o olhar
O Brilho me encantava
E por ele fez me apaixonar

 

Dias vem e dias vão
Você longe de mim
Sempre pensando em você
Nosso amor não terá fim

 

Tenho vontade de te ver
Sou louco por você
Não consigo esquecer
Isso que me faz sofrer.

 

 

 

Autor: Victor Rogério — (com Angela Maria e outras 3 pessoas) – Victor é sanharoense, filho da professora Izildinha Leite e aluno do ensino fundamental maior.

História da Região: A ascendência nordestina – Por Pedro Salviano *

A Ascendência Nordestina

 

 

escravos e mucamas e sinha  Kostercolor1

 

 

 

Qual a origem do homem nordestino?

De onde mesmo viemos?

 

Retomando o trabalho de Borges da Fonseca, a Nobilarquia Pernambucana, o pesquisador Cândido Pinheiro desenvolveu um projeto para resgatar a verdadeira história do homem nordestino, especialmente no período colonial (1530-1815). Para facilitar a compreensão sobre esta volumosa pesquisa, remetemos os leitores a vídeos com entrevista com O autor https://www.youtube.com/embed/15DUAP6gvyU?wmode=opaque e https://www.youtube.com/embed/iX505ySiZt0?wmode=opaquee também entrevista em jornal http://www.opovo.com.br/app/opovo/paginasazuis/2013/03/18/noticiasjornalpaginasazuis,3024621/integra-da-entrevista-de-candido-pinheiro.shtml Jornal O POVO de 18-3-2013.

A nova obra, com 10 volumes, começou a ser apresentada ano passado, com “Albuquerque: A herança de Jerônimo, o Torto“. Recife, Fundação Gilberto Freire, 2013 – 656 p. e Liras. O nome e o sangue – uma charada familiar no Pernambuco Colonial – 610 p. Em julho deste 2014 foi lançado O crime de Simões Colaço. 458p. E a previsão é que em outubro próximo será lançado “Lucena” e em novembro “Abrahão Senhor”. Tenho adquirido os volumes lançados através da Fundação Gilberto Freyre. Rua Dois Irmãos, 320 Apipucos 52071-440 Recife – PE Fone 55 81 3441-3348.

                Borges da Fonseca – Antônio José Vitoriano Borges da Fonseca – nasceu em 1718 e era recifense. Ele morreu em abril de 1786 e foi sepultado no Mosteiro de São Bento de Olinda. Foi governador e capitão-geral da capitania do Ceará, no período entre 1765-1782.

                Produzida em 1748, em quatro volumes manuscritos, a Nobiliarquia Pernambucana é a mais importante obra para os estudiosos da genealogia do Nordeste na época colonial. A obra abrange numerosas famílias portuguesas ligadas à história de Pernambuco.

                O primeiro volume desta Coleção Borges da Fonseca, do Dr. Cândido Pinheiro Koren de Lima, resgata como os Albuquerques chegaram a Pernambuco com o donatário Duarte Coelho e como Jerônimo de Albuquerque, o “Adão pernambucano”, com 36 filhos documentados, semeou seu sangue por todo o território nordestino. O segundo volume da mesma Coleção, “Os Liras: o nome e o sangue – uma charada familiar no Pernambuco Colonial”, trata da origem da família da Ilha da Madeira, de Portugal. A pesquisa aponta que os antepassados dessa família chegaram a Pernambuco sem cor definida, e acredita-se que ocupavam altos cargos no Santo Ofício de Portugal e Madeira. Os Liras que chegam a Pernambuco logo tomam as cores raciais da capitania. Os chamados “Novos de Lira” possuíam sangue judeu.  O livro narra o casamento de Gonçalo Novo de Lira com uma provável neta de Branca Dias e Diogo Fernandes, este o casal mais denunciado pelo Santo Ofício de Pernambuco (1593-1595). O estudo ainda aponta que Gonçalo Novo de Lira IV se casou com uma mulher da família Pacheco, descendente do judeu Ruy Capão, que trazia da Ibéria além desse sangue, os traços do muçulmano semita e do muçulmano negro da África do Norte.

                Do volume “Albuquerque. A herança de Jerônimo, o Torto”, recortei alguns textos (a partir da página 20), com o convite aos leitores para consultarem a obra:

                «Ao fim dos dez volumes do trabalho, escrito sobre o documentado por Borges da Fonseca, verificou-se que, além do sangue ibérico quinhentista, tem-se:

                80% da população nordestina colonial e por extensão óbvia, a atual, porta em si o sangue judeu, o sangue do nativo indígena, o do negro muçulmano (Rram) da África do Norte e muçulmano semita.

                Quando exclui-se a influência do sangue novo nativo chega-se a notar que 95% de nossa gente possui o sangue judeu, muçulmano semita e muçulmano rramita da África pré-saariana.

                2% da nossa gente documentada, além do sangue judeu, do muçulmano-semita, do muçulmano-rramita, negro pré-saariano, também porta o sangue originário do negro escravo subsaa­riano. Este pode ser originário de Portugal ou da colônia.

                Resumidos:

95 % da população (ibero como aqui chega)

80% da população (com sangue nativo)

2% da população (com sangue negro escravo subsaariano).

3% da população. Sem troncos raciais religiosos identificados

                Para nós, foi decepcionante a quantidade de descendentes do negro escravo do período colo­nial na obra documental da elite nordestina por Borges da Fonseca. É surpreendente o que se viu de descendentes de “negra brasilla” escrava ou forra. Como dir-se-á logo após, quando cá chegou o ibero, e pontualmente outros europeus (italianos, alemães, holandeses e etc), vieram solteiros, precisavam de mulheres e de alianças para dominarem a terra e a seus nativos extremamente mais numerosos. Criaram-se estruturas familiares com os da terra, que apesar de não cartoriais eram assim; deste modo, o nativo foi levado a anexar-se à elite europeia documentada. Ele próprio, o nativo, mais das vezes era elite, poder na terra, com seu DNA de poder intacto. Exemplo disto são as uniões, com filhos de principais da terra de Jerônimo de Albuquerque, Caramuru e Vasco de Lucena. Somou-se DNA de elite europeia documentada com o DNA da elite da terra. Este somatório é que permitiu aos seus descendentes a perpetuação no poder. O sangue principal do nativo não diminuiu a ânsia pela elite e poder do europeu, só reforçou-a. Não há exemplo melhor do que o que foi visto com o primeiro Marquês de Pombal, o homem mais poderoso de Portugal a sua época, o reconstrutor de Lisboa, após o grande terremoto que quase a destruiu.

                Quando o negro escravo subsaariano aqui chegou, encontrou o homem ibérico já enlaçado no sangue nativo. O peninsular já tinha em si o sangue negro (pré-saariano). Este, porém, era sangue de elite, de conquistadores que dominaram a Espanha por quase 8 séculos.

                A dinâmica do processo escravagista na África subsaariana foi terrível. Uma fração mínima dos sequestrados era classe dominante em sua terra. Na África, os mais fortes ajudavam a aprisio­nar e vender os mais fracos para os europeus como escravos. A destruição da estrutura familiar e social na origem, no momento da apreensão, e na hora da venda, acabou com as lideranças deles. Depois, como se deles nada se esperasse além do trabalho braçal e subordinação, foi-se paulatinamente destruindo com chicote, grilhões, fome e assassinatos, geração após geração, todo poder de reação. Moldou-se o DNA do negro escravo subsaariano no nordeste de modo a ser inferior a um animal de trabalho, e muitas vezes pior tratado que estes. A ligação com mulher negra desta origem, sabe-se, ocorreu fortemente. Agora, no entanto, o homem colonial nordestino da elite documentada não precisava mais de alianças, nem desesperadamente de mulheres como quando cá aportou. Suas ligações com escravas negras foram, na grande maioria das vezes, fortuitas, ocasionais, havidas com mulheres submissas, com DNA corrigido para não serem de elite, mas de animais de trabalho. O produto desta união, a não ser em casos excepcionais, não foi elite, não tinha DNA desta, e levará séculos para se corrigir esta brutal seleção natural inversa. Aqui, repetia-se a seleção visando apenas músculos e submissão. O mínimo que se pode fazer agora para contornar o problema é valer-se da educação. Nada mais correto e justo que a prática de quo­tas raciais para os descendentes de negros escravos em escolas particulares ou não, em qualquer nível, inclusive o universitário. Uma política agrária correta para os descendentes destes negros é outra medida que deve ser implementada já, com muito mais seriedade e intensidade, mais do que aquela praticada com nossos nativos. Apesar destes existirem em número pequeno em estado puro, a maioria deles está entre nós, dentro de nós, na elite, no poder. Os negros escravos subsaa­rianos, que aqui chegaram e que tiveram o componente de seu DNA de poder de elite destruído, estão fora desta elite, sua representação nela é mínima. Não possuem qualquer possibilidade, inclusive a de protestar, de lutar. Eles também perderam estas qualidades na terrível obra pra­ticada nas senzalas, e nos quartos escuros e infectos das fazendas e nos troncos de tormento. Os índios nativos em seu estado natural mantiveram as relações familiares. A convivência milenar, o enfrentamento de problemas diários apurou sua classe dominante, as características de poder e elite. Estas características levam à luta e ao protesto. Com isto, eles têm sido mais ouvidos, auxi­liados por uma obra assistencial religiosa mundial que os enxerga, apenas eles, como vítimas, e não entende a maior vítima, o descendente do negro escravo subsaariano, perdido e mudo, que sobrevive muitas vezes vegetante entre nós.

                Nos Liras e nos Albuquerques, dois troncos originários em negros escravos subsaarianos, se sobressaem. O primeiro e o mais conhecido é o originado em Bem Feitinha escrava negra que dá origem a João Fernandes Vieira, havido em um relacionamento casual. O moço tem uma das carreiras mais brilhantes que se tem notícia. Inicia a vida como auxiliar de açougueiro. Com a chegada dos holandeses, a quem adere, começou por ser serviçal deles, e chegou a sócio dos maiorais batavos na terra. Tornou-se o homem mais rico do período holandês. Sua fortuna mul­tiplicou-se quando aderiu à Portugal em detrimento da Holanda, e chefiando civilmente a insur­reição. Vitorioso, recebeu enorme espólio, inclusive, o governo de capitanias e na África. Deixou descendência apenas fora do casamento, que disseminou o sangue subsaariano entre nós.

                Outro tronco de escravos médio africanos destacado nos Liras, nos Albuquerques e Branca Dias é o originário nos Silveiras Bezerras ou Bezerras Silveiras com importante disseminação entre as famílias do Nordeste.

                Nos Lucenas fomos capazes de detectar apenas representantes da descendência de Bem Feitinha, mãe de João Fernandes Vieira  pelo casamento de Maria Joana César filha do supracitado e neta de Bem Feitinha com Jerônimo de César Melo.

                O último ponto deste estudo, e o mais delicado é o que trata das relações extraconjugais, fora do casamento oficial, fortuitas ou familiares, e seus produtos, os bastardos. E a pergunta que se fez sobre o assunto no início do trabalho, que ele tentou responder, era se na Península Ibérica e, por extensão, no Nordeste brasileiro, em um estudo que abrangesse séculos, seria possível que alguém chegasse ao período colonial e, por extensão lógica aos nossos dias sem possuir alguma origem bastarda. A resposta é não. Usando-se a mesma técnica de disseminação de troncos raciais e religiosos muçulmanos e judeus sobre o homem ibérico de início ateu depois católico, que apor­tou no nordeste brasileiro; tentando-se ver a permeação do sangue bastardo originário em padres e freiras ou no homem comum, verifica-se, finalmente, que todos nós possuímos algum tronco bastardo clerical ou leigo. Estes troncos bastardos permeiam por toda elite documentada por Borges da Fonseca e por extensão até nossos dias».

 

 

     Mais artigos desta coluna: http://goo.gl/lWA4Hv

 

 

 

* Fonte/Autor: (Coluna Histórias da Região – Edição de Julho/Agosto de 2014 – Jornal de Arcoverde) – Pedro Salviano Filho – É arcoverdense, ex-aluno do Colégio Cardeal Arcoverde, Colaborador eventual do OABELHUDO, médico/cirurgião e reside em  Ivaiporã-PR.

Educação/Pernambuco: Governa premia através do BDE – Bônus de Desempenho Educacional*

 

Governo de Pernambuco premia

servidores da educação e eleva

qualidade da rede pública estadual

 

 

 

14 das 17 Geres receberam premiação por obtenção de êxitos...

14 das 17 Geres receberam premiação por obtenção de êxitos…

 

 

 

Com desempenho superior a 70%, a rede pública de educação de Pernambuco celebra, nesta quinta-feira (31/07), a superação das metas estabelecidas no ano de 2013. O reconhecimento dos bons resultados veio através da liberação do Bônus de Desempenho Educacional (BDE), que já está em sua quinta edição. Este ano, o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação, premiou 19 mil servidores da educação, num investimento total de R$ 60 milhões, por meio do BDE.

Foram contempladas 14 das 17 Gerências Regionais, área que obteve o desempenho escolar na casa dos 80%. Com 100% das metas atingidas, as escolas do Sertão do Araripe lideram o ranking pernambucano. A regional do Sertão Central, de Salgueiro, ficou em segundo lugar, com 90%; em terceiro, ficou a regional Recife Sul, com 89%. A premiação individual, que será depositada na conta dos servidores no dia 21 de agosto, varia de R$ 624,12 a R$ 4,691.

Para o secretário de Educação e Esportes, Ricardo Dantas, a cerimônia, que aconteceu no Palácio do Campo das Princesas, é a celebração do avanço na qualidade da educação de Pernambuco. “Também é importante ressaltar que a maioria das premiações praticadas em outros estados da Federação mede apenas o cumprimento de tarefas. “Aqui, nós reconhecemos o resultado desse trabalho no alunado”, disse Dantas, explicando que esse é o grande diferencial do BDE para os demais mecanismos de premiação. É importante ressaltar que as metas são estabelecidas de acordo com a realidade da região e também de cada unidade educacional. “Nós temos a consciência que cada escola tem realidades e desafios diferentes”, completou Dantas.

Para Maria Jucileide de Alencar, que é gestora da regional do Sertão do Araripe, o segredo para os bons resultados é “o esforço dos profissionais”. “Essa premiação representa a força dos pernambucanos e que nós sempre podemos mais“, disse Jucileide. A gestora da regional Recife Sul, Marta Lira, completou dizendo que o trabalho em equipe é fundamental para o sucesso. “Através de um trabalho de alinhamento com as escolas, nós ouvimos alunos e professores para chegar a um denominador comum”, explicou Marta, lembrando que a sua gerência, localizada na Capital, contempla 88 unidades educacionais.

Sobre as três regionais que não atingiram as metas, o secretário garantiu que os números também são positivos. “O levantamento aponta que as gerências que não conseguiram bater a meta obtiveram resultados razoáveis, com percentual próximo da meta”, disse Dantas, explicando que essas escolas vão receber um apoio pedagógico diferenciado. “Além de reconhecer o trabalho realizado pelos servidores, nós monitoramos a qualidade da educação pública no Estado”, disse o secretário, explicando o sistema está “alinhado com a gestão adotado pelo Governo de Pernambuco, que valoriza o funcionário público”, finalizou.

* Fonte: Secretaria da Casa Civil/Secretaria de Imprensa de Pernambuco
Foto: Eduardo Braga/SEI

Movimento Cultural/Poesia: Ao Mestre… – Por Robson Aquino *

Ariano na cadeira de balanço

Ao Mestre

 

 

Uma carroça, uma estrada
Uma arupemba, uma espiga
Um alvoroço, uma briga
A pedra, o dedo, a topada
Depois da queda a risada
O fogo, a lenha, o abano
Boneca feita de pano
Céu, inferno, terra, mundo
É um mergulho profundo
No reino de Ariano

 

Um coronel afobado
Um cangaceiro valente
Grilo que fala e que mente
A rudia, o pote, o quengo
Um soldado mulherengo
Fulano irmão de sicrano
Vento que segue soprando
Tristeza ao oco do mundo
É um mergulho profundo
No reino de Ariano

 

Gato descome dinheiro
Chocalho bento que cura
Uma pureza tão pura
Que até pecar é bonito
Comédia cheia de grito
Sagrados versos profanos
Sotaque pernambucano
Trazido bem lá do fundo
É um mergulho profundo
No reino de Ariano

 

Padeiro que é traído
A morte sendo vencida
A fé na Compadecida
A saga do sertanejo
A maçã, o mel, o beijo
Jesus um tanto africano
Um canto gregoriano
De uma sanfona, oriundo
É um mergulho profundo
No reino de Ariano

 

Quem passou por essa vida
Com a luta qu’ele lutou
Não morre nem se acabou
Seu corpo só tá ausente
E o mundo “chei” de semente
Plantadas por suas mãos
Não larga o olho do chão
Querendo colher seu fruto
Não vejo substituto
Pra Ariano, tem não!

 

 

 

   Robson-Aquinonuma adega 0001

* Autor: Robson Aquino – Antonio Robson Maciel Aquino é sanharoense, escritor, poeta, colaborador do OABELHUDO, cronista e autor de dois livros – Miolo de Pote (com os irmãos Braúnas) e o romance – Sanharó 5 Homens e um Caçuá de Discussão.

Eleições 2014/Pernambuco: 1ª Pesquisa Ibope/Rede Globo – Armando dispara com 43% *

Com 43%, Armando Monteiro

lidera 1ª pesquisa Ibope

em Pernambuco

Instituto ouviu 1.204 eleitores em 57 municípios entre 26 e 28 de julho. Pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

 

 

 

Armando-Monteiro-e-Paulo-Camara fm

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) mostra Armando Monteiro (PTB) com 43% das intenções de voto para governador de Pernambuco. Em seguida, aparecem Paulo Câmara (PSB) com 11%, Zé Gomes (PSOL) com 2%, e Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB) e Pantaleão (PCO), os três empatados com 1%.

pesquisa governador globo 30julho

PESQUISA PARA GOVERNADOR DE PERNAMBUCO

 

Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor:

 

Armando Monteiro (PTB): 43%

Paulo Câmara (PSB): 11%

Zé Gomes (PSOL): 2%
Jair Pedro (PSTU): 1%
Miguel Anacleto (PCB): 1%
Pantaleão (PCO): 1%
Brancos e nulos: 19%
Indecisos: 22%

 

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho. Foram entrevistados 1.204 eleitores em 57 municípios do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de 3 pontos para mais ou para menos, a probabilidade do resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00012/2014, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 00269/2014.

PESQUISA PARA SENADOR

 

joao-paulo-e-fbc-luiza

 

 

Pesquisa Ibope divulgada, há pouco, aponta que o candidato a senador pelo PT de Pernambuco, João Paulo, aparece na frente com 37% das intenções de voto. Na sequência, o socialista Fernando Bezerra Coelho (PSB) aparece com 16%. Simone Fontana (PSTU) tem 3% e Albanise Pires (PSOL), 1%.

Foi citado, mas não alcançou o percentual mínimo, o candidato Oxis (PCB). Os indecisos somam 25% e os que declaram que vão votar branco ou nulo são 17%.

Veja os números do Ibope:

 João Paulo (PT) – 37% das intenções de voto

 Fernando Bezerra Coelho (PSB) – 16%

Simone Fontana (PSTU) – 3%
Albanise Pires (PSOL) – 1%
Brancos e nulos – 17%
Não sabe ou não respondeu – 25%

Rejeição para governador de Pernambuco

A pesquisa também mediu a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, isto é, aquele em quem o eleitor diz que não votará de jeito nenhum. Veja os números:

Pantaleão: 26%
Zé Gomes: 24%
Jair Pedro: 21%
Paulo Câmara: 20%
Miguel Anacleto: 19%
Armando Monteiro: 14%
Não rejeitariam nenhum dos candidatos: 15%
Não souberam ou não responderam: 35%

 

* Fonte: G1/Rede Globo

Artigo/Opinião: A Arte de Escrever – Salve 25 de Julho – Por Sebastião Fernandes *

25 de julho dia do Escritor Nacional

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Alguém já disse: “Escrever é dar margem aos pensamentos”.

 

 

Mais, na verdade o que é e o que faz de importante o Escritor? Ora. Tem este ser uma função de grande relevância para a cultura das nações, do mundo, do local onde vive! Já imaginou a vida sem a figura do Escritor?! É por meio deste ofício que o homem – ser humano -, se compraz e se deleita. É ele quem cria personagens, imagens, fantasias e ainda nos leva a percorrer, tomar conhecimentos das historias de vidas legítimas ou arquitetadas, liberando as palavras. Que muitas vezes nos leva ao êxtase. Quer sejam alegres quer sejam cheias de amarguras! É através desta figura que o homem se comunica e se entende.

Neste dia 25 de julho chega o momento de agradecermos a estes arautos da cultura, do desenvolvimento e do crescimento intelectual da humanidade. São eles que nos proporcionam sonhos e viagens nos momentos mais raros e excêntricos, quando estamos a divagara em nossas incertezas. Por estas e outras razões é que devemos agradecer por nos agraciar com momentos prazerosos, ajudando-nos a fugir das tristezas e dos presságios da vida. Reverenciar nossos escritores é dever de todos nós.

Neste ano temos motivos os mais expressivos possíveis para prestarmos nossa homenagem a um grande homem que esteve até pouco tempo conosco e que nos legou uma das mais expressivas narrativas que nos encantou a todos. Homem este que nos deixou seguindo os preceitos e axiomas que lhe é peculiar: fazer sua viagem de volta a sua origem. Evidente que após ter cumprido seu dever como cidadão e homem predestinado a servir e ser melhor do que fora no passado.

O mestre, escritor, dramaturgo, poeta, romancista, Ariano Vilar Suassuna. “Perdemos, acima de tudo, um grande professor da ternura e da simplicidade humana. Num mundo contemporâneo maculado pelo analfabetismo afetivo, as aulas-espetáculo do mestre Suassuna eram refúgios de conhecimento e de afeto que misturavam assuntos teóricos com fábulas da cultura brasileira.” Professor Ricardo Barberena, da PUCRS. Espero, Ariano Suassuna, que você continue nesta nova etapa de sua vida a contribuir com a cultura, a família, com o ser humano para que sejam melhores hoje quanto foram ontem. Sabemos que a vida não se extingue com a morte do corpo! Somos eternos!… Exaltar, reverenciar homens e mulheres que se dedicaram e se dedicam as letras e as artes pelos seus relevantes serviços prestados e pelos resultados positivos a favor da cultura e da arte é dever da sociedade é nosso dever. Como vivemos em sociedade e tivemos a graça de nascermos e ou sermos filhos adotivos desta nossa querida Pesqueira, terra do doce, da renda e da graça, não podemos esquecer-nos dos nossos mais destacados escritores, poetas, romancistas, cronistas e contistas.

Como exemplo as figuras de: Tomás de Aquino Almeida Maciel – filho adotivo, pois nasceu em Brejo da Madre de Deus; escritor e poeta. O Pesqueirense Zeferino Cândido Galvão Filho, jornalista, romancista, poeta, linguista, filósofo dicionarista, lexicógrafo e historiador; Anísio Galvão, jornalista, escritor e orador de primeira linha. José de Almeida Maciel, historiador, jornalista, professor; professor, jornalista, cronista, articulista e poeta; Frederico Bezerra Maciel – Padre, escritor e historiador e ficcionista; Augusto de Souza Duque, jornalista, cronista; Luiz Cristóvão dos Santos, escritor, jornalista e comentarista; Audálio Alves, escritor e poeta exímio artesão das palavras, nos versos livres ou nos sonetos, segundo nosso escritor Gilvan de Almeida Maciel; Luiz de Oliveira Neves, jornalista, escritor e cronista; Moacir Britto de Freitas, Agrônomo, empresário e escritor destacando-se na literatura específica da sua área de formação. Deixando-nos legados de grande expressão para o desenvolvimento da agropecuária pesqueirense, pernambucana e brasileira; José de Sá Bezerra Cavalcanti, jornalista e cronista. Alípio Cordeiro Galvão, escritor, poeta, cronista e violonista. Leonides de Oliveira Caraciolo, engenheiro, escritor, cronista e ex-presidente da APLA.

Artista ligado a música, tocando diversos instrumentos de sopro, mas destacou-se ao tocar violino seu instrumento predileto. Grande compositor de musicas clássica e popular; Eliseu Magalhães Araújo, escritor e poeta. Não esquecendo nossos escritores, poetas, cronistas e jornalistas que hoje cultuam esta magnifica arte! Felizes são aqueles que tiveram e têm a sorte de ter convivido com tantos talentos que se dedicaram a estudar e a explorar a cultura e arte em favor daqueles que carecem da mais importante ação em favor da educação formadora da construção do ser humano, como elemento peculiar ao processo de evolução que lhe é próprio.

 

 

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Pesqueira, 25 de julho de 2014.

* Autor: Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, escritor, colaborador do OABELHUDO, poeta e cronista. Membro efetivo e presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA. (Fotos: Escritores citados na homenagem: Zeferino Galvão; Moacyr de Freitas Britto e Leonides de Oliveira Caraciolo)

Artigo/Opinião: Paulo Câmara tem chances reais – Por João Mendonça *

 

Com o dever de casa,

Paulo Câmara se elege

A partir de agosto haverá consolidação da campanha de Eduardo e Paulo(segundo o autor)

A partir de agosto haverá consolidação da campanha de Eduardo e Paulo(segundo o autor)

 

Para o eleitor fazer sua escolha nesta eleição existe um muro que divide claramente os candidatos Paulo e Armado, e as diferenças ficarão bem expostas com a chegada dos guias de TV e rádio. O eleitor considerará a apresentação do candidato, a idade, o porte físico, a voz, os apoios, o tamanho do time que os acompanha, o carisma, a origem, a carreira profissional, bem como a eleição nacional.

Paulo é o tipo de candidato atualizado com o desejo da população. A excelente gestão de Eduardo, que fez um governo arrojado, dinâmico e jovial, e a eleição de Geraldo Júlio, que é hoje um fenomenal exemplo de boa gestão, só fortalece o atual desejo do povo por bons gestores públicos. E esse gosto atual só vai encontrar eco em Paulo, pelo alinhamento de estilo com Eduardo e Geraldo.

Nome político em cidade grande é baseado no estilo e gestão. A tradição familiar pesa bem menos do que em cidades do interior. João da Costa, o povo não sabe mais quem é, e João Paulo saiu de moda em Recife, não contribuindo sequer para a chapa do PT em Recife, quem dirá no Estado.

Onda 1: Apesar de Armando dizer que o fato de Paulo contar a maioria esmagadora de prefeitos e lideranças não conta para ganhar a eleição, ele sabe o quanto o mesmo é importante. Vejam que ele próprio faz a maior ‘zuada’ quando recebe o apoio de um prefeito, ou mesmo do segundo grupo em um município.

O que ele não considera é que, assim como nas eleições de Arraes, Joaquim, Jarbas, e do próprio Eduardo, onde a campanha virou uma onda que invadiu os lares e desbancou os líderes das pesquisas no início das campanhas, o mesmo se dará com Paulo.

Onda 2: a onda será mais uma vez Eduardo. A partir do momento que a população conheça o que e como ele fez, seus projetos, sua história, e seu estilo, a situação mudará muito e com força.

Em agosto os três mais fortes candidatos à presidência terão um minuto no Jornal Nacional, isso é ruim para Dilma, pois ela não ganha nada, mas perde porque terá que enfrentar matérias de improviso, sem a maquiagem do marketing; Eduardo tem pouco tempo de guia, mas vai turbinar sua imagem nos guias estaduais, internet, e celulares.

Hoje no Brasil, Eduardo é quem melhor se expressa e se comunica na TV. Pernambuco vai se orgulhar do momento histórico e mais uma vez a onda Eduardo vai tomar conta do Estado e será um grande ponto para Paulo.

Paulo é um candidato diferenciado e, de agosto para setembro, se tornará pop star, daí é só administrar e correr para o abraço. Eduardo vai crescer muito no sudeste e vai para o segundo turno; daí, o final nós já conhecemos.

João Mendonça

 

* João Mendonça  –  Prefeito de Belo Jardim-PE.