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Artigo/Opinião: Casamento & Companheirismo – Por Sebastião Fernandes *

CASAMENTO E

COMPANHEIRISMO

 

 

casalde namorados e o coração nas nuvens

Vivemos em um mundo onde as diferenças, os contrastes e as dificuldades acontecem em nossos relacionamentos levando-nos a desarmonia quer sejam no lar, quer sejam entre as pessoas do nosso convívio. Todavia para que vivamos em harmonia e em paz temos que fazer por onde as coisas andem conforme a ordem à compreensão e a confiança. E que esta confiança seja reciproca. Podemos sim construir um ambiente fraterno e amigo desde que façamos acontecer. Devemos aprender a respeitar e ver os outros como pessoas sujeitas a erros e acertos! Cabe, pois a cada um estar atento e ir à busca da sua melhora como ser predestinado, nascido para ser feliz.

Acho que uma reflexão profunda e de caráter ajuizada servirá de base para uma melhora na maneira de agir como pessoa e como ser humano que somos. Colocar sempre de frente nossa espiritualidade, verdadeira essência da nossa existência e da razão de estarmos neste plano terreno.

Para que nossa espécie tenha continuidade – como criaturas felizes e compromissadas com o bem-estar e o desenvolvimento do planeta e da própria espécie -, é necessário que aja entre duas pessoas que se amam um acordo tendo como base um relacionamento amoroso, respeitoso. A nós humanos se faz necessário além do apenas ato de ajuntamento, uma convivência em que cada parceiro tenha sua participação e responsabilidade diante do processo de aprimoramento pessoal e coletivo que se tem a desenvolver neste pouco tempo de aprendizado que passamos neste planeta.

É aqui na verdade onde a vida nos proporciona os meios e condições indispensáveis para que coloquemos em ação nosso compromisso para com o equilíbrio de tudo o que a natureza nos proporciona a fim de ser melhores do que fomos… E que ao mesmo tempo tenhamos bons resultados hoje, amanhã e sempre, pois é isso o que queremos. Para que haja melhoria e crescimento harmonioso, no casamento é fundamental que os parceiros se entendam e que o companheirismo seja a célula embrionária e fecunda a fim de possibilitar uma vida dinâmica e promissora.

Um bom relacionamento exige da cada parceiro: paciência, compreensão, comprometimento, respeito, diálogo, confidência, sinceridade, amor, afeto e carinho. Só assim será possível ao casal coordenar e equilibrar as dificuldades, as diferenças e os dissabores que a própria vida se encarrega para lhes apoquentar. Se souberem por um freio nessas incongruências, aí sim, ter-se-á a paz tão desejada. A psicóloga Izabel Santa Clara diz: a importância do companheirismo dentro de um relacionamento amoroso é fundamental. “O companheirismo é aquele que participa da vida ou das ocupações do outro em qualquer relação que se estabeleça com as pessoas. Nenhum relacionamento se sustenta sem companheirismo, falo de participar um da vida do outro, importar-se com as coisas do outro. Geralmente, o companheirismo é colocado à prova quando um dos cônjuges, ou o próprio casal, passa por algum problema”. O que na realidade sustenta o casamento é sem dúvida o tipo de companheirismo que se vive a todo instante. E este é sim um dos grandes problemas que o casal enfrenta no seu dia a dia. “Melhor é serem dois do que um,…” (Ec 4.9-12)

O que poderemos tirar de bom nesta assertiva? Chama-nos à atenção para o que é fundamental na vida do casal. Levam-nos a fazer uma reflexão sobre a importância do relacionamento a dois. O ser humano carece de uma vida social enérgica e eficaz. Não é característica sua viver no isolamento. Jesus quando tratou do casamento fez referência à necessidade de que os cônjuges assumam o compromisso de viverem até que a morte os separe! Mas, o convívio a dois carece de muito empenho e compreensão entre parceiros, caso contrário não haverá chance de se cumprir tal orientação. A harmonia do casal depende da compreensão e da maleabilidade de cada parceiro quanto ao enfrentamento dos problemas diários, para se chegar a paz e a felicidade que tanto queremos.

Um casamento fundamentado nos princípios cristãos e com final feliz. De princípio o companheirismo só será efetivo e promissor se cada cônjuge tomar consciência da parcela que cada um tem, e daí agir com prudência e dignidade. “Esposo, ao longo da jornada da vida, jamais deixe a sua companheira para trás! Esposa, ao longo da marcha da vida jamais deixe o seu companheiro para trás. Se caírem, um levantará o outro!” Eclesiastes. Levando-se em consideração esta afirmativa de Eclesiastes, temos uma grande responsabilidade para com nosso parceiro (a). Não devemos relaxar da nossa parcela de apoio, contribuição, carinho, afeto e fraternidade. Temos durante nossa vida uma tarefa a ser cumprida e cada um tem que enfrentar as circunstâncias adversas que na maioria das vezes nos levam ao desânimo e a frustrações. Na jornada da vida, estamos sujeitos a prováveis perdas! Perdas financeiras, de pessoas queridas, danos à saúde, estrago da vitalidade do corpo, e de alguns sentimentos que mantém o relacionamento acalorado.

“Em dias e noites geladas da vida, não procurem se aquecer em guaridas individuais; não acendam fogueiras particulares. Diante destas situações procurem se aquecer mutuamente, e permanecerem juntos, procure a Deus juntos, chorem juntos, compartilhem seus medos e incertezas, dividam as cargas, porque casamento é companheirismo, é proporcionar calor humano nas noites de inverno da vida.” Pr. Paulo César Nunes do Nascimento.

Deve o casal concentrar suas forças contra as adversidades em comum. Compete, no entanto aos esposos e esposas, ao encararem as adversidades, não lutarem entre si; concentrem-se em suas forças e lutem contra tais competidores. Tenham como lembrança que a jornada da vida a dois é extensa e para que nos mantenhamos em harmonia temos que sermos amigos, jamais inimigos; parceiros, não rivais; companheiros, não adversários. Mostre companheirismo, no estender das mãos para o companheiro que cai ao longo da trajetória da vida e no aquecimento mútuo nas “noites frias da vida”! “Esposos e esposas, literalmente, mantenham um ao outro aquecido! Proporcionem aquecimento mútuo! Não neguem um ao outro. Não privem um ao outro de intimidade e proximidade (1Co 7.3-5). Ofereçam um ao outro o calor dos seus corpos!” “Ao longo da jornada da vida a dois, enfrentamos circunstâncias adversas que nos levam ao desânimo, que provocam frustrações, e que nos levam à sensação de que não dá mais.” Pr. Paulo César Nunes do Nascimento.

Carecemos de muita discrição e de muito amor para o enfrentamento das adversidades que nos fazem companhia na estrada da vida!

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Pesqueira, 26 de julho de 2014.

* Autor: Sebastião Gomes Fernandes, Sociólogo, Escritor, Poeta e Cronista. Colaborador do OABELHUDO, Membro efetivo e Presidente da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA.

Movimento Cultural/Crônica: Meu pé de Carambola – Por Margarida Maciel *

O pé de carambola, a menina. a vida, o sonho, a crônica, a emoção...

O pé de carambola, a menina. a vida, o sonho, a crônica, a emoção…

O meu pé de Carambola

 

“…de tanto fazê-lo, eu sabia exatamente onde colocar os pés, alternando com as mãos, pegando os galhos mais fortes até encontrar aquele “galhão” achatado onde me sentava e, sentada na “poltrona da minha sala”, ficava a chupar as doces carambolas naquele pedacinho de céu, só meu.”

“…Que lindo quando chegavam algumas borboletas ou bem-te-vis para beijar as flores, eu mal respirava para não afugentá-los e desfrutar também daquele momento mágico, quase divino.”

“…O meu pé de carambola era o meu grande amigo e confidente, o meu refúgio, o meu lar encantado. Lá, também, eu ia estudar e inventar canções na minha meninice…”

“…Meu pé de carambola foi arrancado até a raiz, na realidade, foi o meu primeiro sonho desfeito, assim como tantos outros que nos são arrancados pela vida afora…”

No quintal da minha casa tinha um frondoso pé de carambola. Essa árvore é portanto, “a cara” da minha infância. Acredito que quase todos têm uma história com árvore para contar do tempo de criança.

Lembro bem dos tempos de safra, quando mamãe nos mandava (eu e minha irmã Mirian que éramos as mais corajosas) tirar as belas espécies, maduras ou inchadas para dar as amigas e também a Tadeu da carroça de confeitos para ele vender. Sobrava ainda para dar a toda vizinhança. Era um prazer, quase uma festa, levar as carambolas para todos e ouvir: “Diga a Carmen que muito obrigada, minha filha”.

Mamãe aproveitava para fazer “ponche”, tendo o cuidado de tirar a parte fininha de cima dos seus gomos que deixam “ranço”. Fazia também um doce muito saboroso no qual as carambolas ficavam parecendo uma ameixona preta no mel queimado.

Aquela caramboleira foi palco das minhas brincadeiras. Brincava de fazer remédios, perfumes, cigarro, etc. com as suas folhas que também, dependendo da cor, servia de dinheiro e troco na minha vendinha imaginária, onde despachava a preços variados, a mercadoria as minhas freguesas: as galinhas, que também faziam parte do quintal. Faziam fileiras com os besouros chamados “soldadinho”, formando um batalhão e tantas outras brincadeiras do imaginário fértil de toda criança.

Para descer ao quintal, tinha uma porteira de arame. Para ir lá, primeiro eu tinha que pedir a papai para prender “um tal” galo branco que compraram, brabo que só ele. Tinha uns esporões que davam medo e que só respeitava “Seu Hilson”, como ele mesmo dizia. O galo era um verdadeiro bandido na minha cabecinha cheia de cenas de filmes de “Farwest”.

O lavador de roupas, embaixo do pé de carambola ficava lá em baixo, quando eu, lá em cima, alcançava o topo da árvore. Era uma verdadeira escalada para chegar até lá, porém, de tanto fazê-lo, eu sabia exatamente onde colocar os pés, alternando com as mãos, pegando os galhos mais fortes até encontrar aquele “galhão” achatado onde me sentava e, sentada na “poltrona da minha sala”, ficava a chupar as doces carambolas naquele pedacinho de céu, só meu.

Era gostoso quando o vento balançava. Quando isso não acontecia, eu mesma fazia o papel do vento e assobiava, assobiava para que ele viesse. Que lindo quando chegavam algumas borboletas ou bem-te-vis para beijar as flores, eu mal respirava para não afugentá-los e desfrutar também daquele momento mágico, quase divino.

Certo dia, convidei minha prima Giselda para “escalar a montanha” comigo. Como ali as horas passavam sem se perceber, chegou o entardecer, foi quando nos apercebemos da hora. Ao chegar em sua casa ela encontrou a família aflita a sua procura.

Tinha uma galha enorme que dava para o telhado do vizinho. Eu, imitando a macaca Chita do Tarzan, atravessava o telhado. De repente ouvia: Tum!… Era uma telha quebrando, e eu, desconfiada que só, procurava consertar colocando um caco por cima do outro e, mais cuidadosamente, prosseguia minha jornada até chegar em cima da parede do portão grande que dava acesso para a Rua Barão de Vila Bela, ou “Rua de Trás” onde morava a maioria das minhas amigas.

cademia e a menina brincando amarelinha

Dali podia ver as pessoas passando e na maioria das vezes o “meu diabinho” me tentava e eu começava a atirar pedrinhas soltas da parede nas pessoas que passavam. Sem que soubesse de onde vinham, ficavam procurando. Aquilo era pura emoção! Podia ver ainda um montão de coisas: A janela onde, lá dentro, estavam D,Diva e Judite costurando; a casa de Paulo de Oliveira onde D Ninfa e “tia” Maria Olímpia sempre estavam atrás de Jurandir Carmelo e irmãos; Clarice voltando dos Correios; as janelas verdes da casa de Vó Anunciada, tia Quita (braba que só ela) e a linda Tia Gustinha (minhas espiãs); a casa de grade de D. Maria de Severino Duda, Luis Barrão chegando do sítio com pencas de bananas do sítio, etc. Via também se minha turminha estava jogando “queimado”, pulando corda ou “academia”. Caso estivessem, eu descia correndo para lá.

O meu pé de carambola era o meu grande amigo e confidente, o meu refúgio, o meu lar encantado. Lá, também, eu ia estudar e inventar canções na minha meninice. Mas, como tudo na vida tem um fim, também num dia nefasto, mamãe disse que era preciso cortá-lo para aproveitar o terreno e construir um escritório de Contabilidade para meu irmão Jorge, mais que não fosse em tempo de safra para não “doer” muito. Era para uma boa e justa causa. A partir dali, eu olhava minha caramboleira com um enorme nó na garganta e uma imensa saudade antecipada. Me despedia dele abraçando-o e beijando as suas folhas.

Seus galhos e seu grande tronco escuro no chão ainda estão gravados na minha retina e memória, bem como as lágrimas que apressadas corriam na minha face corada de criança ao ver, persistentes, algumas florzinhas inocentes que seriam minhas futuras carambolas, agarradas nos ramos. Nem sei quanto tempo passei sem ir novamente ao quintal.

Meu pé de carambola foi arrancado até a raiz, na realidade, foi o meu primeiro sonho desfeito, assim como tantos outros que nos são arrancados pela vida afora. Mas, mesmo assim, minha doce caramboleira continua enraizada, eternizada e “grudada” na minha existência, relembrando quando mamãe dizia ao anoitecer: “Margarida, vem tomar banho! Vê se “desgruda” desse Pé de Carambola!”.

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* autora: Margarida Maciel  –  Margarida Maciel Ramalho é pesqueirense, professora, colaboradora do OABELHUDO, cronista, poetisa, compositora e cantora.

Brasil: Evolução das classes C e D transformam a nova classe média no nordeste *

 

 

Classe média cresce e deve

superar pobres no Nordeste

 

“No Nordeste, segundo levantamento da consultoria Plano CDE com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2012, a classe C conta com 23,9 milhões de pessoas e há outros 23,7 milhões entre a D e E. Apesar de o primeiro grupo ser ligeiramente maior, ambos representam 45% da população.”

 

 

 

transformaçao da renda nordeste valor a3

 

A classe média está ultrapassando o total de pobres e vulneráveis na única região do país em que ela ainda não era maioria. No Nordeste, segundo levantamento da consultoria Plano CDE com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2012, a classe C conta com 23,9 milhões de pessoas e há outros 23,7 milhões entre a D e E. Apesar de o primeiro grupo ser ligeiramente maior, ambos representam 45% da população.

Com essa estrutura, a pirâmide de renda da região, semelhante à do Brasil em 2004 – quando tanto a classe C quanto a D e E representavam cerca de 42% do total -, encontra mais espaço para o desenvolvimento social e uma consequente expansão do consumo, pondera Luciana Aguiar, sócia-diretora da consultoria. No Sudeste, por exemplo, 54% estão na classe média e 17% na baixa renda.

O Nordeste assistiu à diminuição significativa de sua população pobre nos últimos dez anos. Entre 2001 e 2012, o ganho de renda das famílias, mais expressivo entre as classes D e E, reduziu a participação da chamada base da pirâmide de 66% para 45% dos nordestinos. A tendência de crescimento real da renda entre os domicílios mais pobres da região indica que esse movimento deve continuar nos próximos anos.

O país passou por uma dinâmica semelhante, mas a “virada” aconteceu antes. Os dados da Pnad de 2012 apontam que pouco mais de 50% dos brasileiros fazem parte da classe média. Há outros 25% na classe baixa e 21% de ricos.

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Para Luciana, a tendência de aumento nos rendimentos mais forte entre as famílias de baixa renda deve se sustentar na região nos próximos anos, garantida pela manutenção de políticas de distribuição de renda como o Bolsa Família e pelo forte investimento governamental e privado nos polos industriais – Pecém no Ceará e Suape em Pernambuco, por exemplo. O ritmo, contudo, deve ser influenciado pela desaceleração da atividade no último ano e perder fôlego, ressalva.

Leia a Íntegra:

Classe média cresce e deve superar pobres no Nordeste


* Fonte; Valor/Por Camilla Veras Mota | De São Paulo

 

 

Movimento Cultural/Poesia: Homenagem a Lula Torres – Por José Eulâmpio de Souza *

 

 

LULA TORRES

SAUDADES ROTARIANAS

 

Lula torres com pedrinho e paulo irmãosLuiz torres e a esposa

 

 

poesia de jose eulampio Lula Torres - Pesqueira

 

 

* Autor: JES: José Eulâmpio de Souza  –  Colaboração de Ciro de Brito Miranda.

Garanhuns: Celebridades do Forró fazem justa homenagem a mestre Dominguinhos no FIG 2014 *

FIG – Festival de Inverno de Garanhuns
faz homenagem ao Mestre Dominguinhos

 

Celebridades do forró fazem  homenagem ao mestre Dominguinhos durante o FIG 2014.

Celebridades do forró fazem homenagem ao mestre Dominguinhos durante o FIG 2014.

 

 

A segunda noite do Festival de Inverno de Garanhuns ficará na memória dos pernambucanos. Grandes nomes da música brasileira realizaram uma homenagem especial, na noite da sexta-feira (18/07), a José Domingo de Moraes, o Mestre Dominguinhos, na antiga Esplanada Guadalajara, hoje a praça tem o nome do cantor falecido ano passado. Para o governador João Lyra Neto, que acompanhado de diversas autoridades, prestigiou o encontro, Dominguinhos foi um “competente representante da música brasileira e suas composições vão ficar para sempre nos corações dos que o acompanhavam”.

“Essa homenagem é extremamente justa e eu fico muito feliz em participar deste momento“, completou o governador, enfatizando a importância do Festival de Inverno de Garanhuns para a divulgação da cultura pernambucana e movimentação da economia local. “Temos um evento diverso no aspecto cultural e também responsável por promover um ânimo no comércio e no turismo da região”, disse o governador.

Durante o show de homenagem, as composições do artista garanhuense foram interpretadas por Elba Ramalho, Mariana Ayda, Nádia Maia, Guadalupe, viúva de Dominguinhos, e Liv Moraes, que é filha do homenageado. “Foi emocionante ver o público participando e cantando as composições de meu pai”, disse a cantora Liv Moraes, bastante emocionada, enfatizando que a produção artística rompeu fronteiras e tocou o Brasil.

Além do show produzido para homenagear o Mestre Dominguinhos, o palco principal recebeu a dupla Azulão e Azulinho e o sanfoneiro Waldonys. O Festival de Inverno de Garanhuns segue até o dia 26 e estima atrair 500 mil pessoas durante os 10 dias de festival. O evento é uma realização do Governo de Pernambuco, em parceria com a prefeitura do município e chega a sua 24ª edição com 17 polos multiculturais.

* Fonte: Imprensa Casa Civil – PE

Foto: Paulo Sérgio Sales/SEI

Crônica/Homenagem: Salve o 20 de Julho – Dia do Amigo – Por Francisco Aquino *

SALVE OS VERDADEIROS

AMIGOS

 

 

dia DOS AMIGOS 20 DE JULHO

Como é bonito ver o espetáculo da vida pulsando nos verdadeiros encontros de amigos.

Estando todos envolvidos nos bons e maus momentos apoiando um ao outro como deve ser a vivência humana.

Salve as boas amizades que nos trás discernimento para aconselhar e chamar atenção quando precisar alertando dos perigos que há.

Não deixe nada macular uma grande amizade porque ela contribui e muito para uma construção salutar da vida que lógico deve ser vivida com intensidade. Cheia de atitudes dignas de felicidades.

O amigo que é amigo está sempre ao lado contribuindo para uma vida bem alicerçada e feliz. Porque o mesmo blinda o outro os protegendo dos perigos da vida.

Amigos são companheiros sempre dos momentos vividos, podendo até discordar mais jamais ficar magoado porque sabe com alegria, superar traumas e intempéries da vida. Tornando a vida mais suave e com leveza ser conduzida para o bem estar comum.
viva bem e deixe viver todo e qualquer ser que conheceste. Os quais os chamamos de amigos.

Porque se queres fazer algo por alguém que faça agora e não espere o mesmo baixar a sepultura quando só precisará das suas orações. Pois grandes conquistas merecem comprometimento e esforços desprendidos com total determinação e foco nos objetivos a serem alcançados.

Por isso parabéns todos aqueles que lutam juntamente com seus amigos com dignidade por uma vida feliz.

Porque não devemos deixar os nossos sonhos se acabarem sem ter lutado para conquistá-los.

Avante guerreiros amigos formando uma verdadeira legião porque as grandes conquistas os esperam e o Ser Supremo estará sempre no comando e conosco na caminhada da vida nos abençoando em todos os momentos da sonhada vida plena e em construção.

(A Lista – Oswaldo Montegro) Youtube/Google

Salve o dia do amigo pessoa de grande valor nas nossas vidas.

 

Francisco Chico Aquino sozinho de azul

 

* Autor: Francisco Aquino – Francisco de Assis Maciel Aquino é pesqueirense, professor, teatrólogo, colaborador do OABELHUDO, cronista, poeta membro da SOPOESPES e comentarista esportivo.

Pernambuco: Aeroporto de Recife é Considerado Bom em Nota Internacional *

 

 

 

 

AEROPORTO DE RECIFE É

CONSIDERADO – BOM –

COMPARATIVAMENTE

COM OS DEMAIS DO PAÍS

 

O Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (foto Google)

O Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre (foto Google)

 

 

 

O Aeroporto Internacional Guararapes/Gilberto Freyre, no Recife, foi o único considerado “bom” numa pesquisa realizada pelo instituto Proteste Associação de Consumidores, entre os 14 aeroportos mais movimentados do País. Segundo o site da revista Exame, o levantamento envolveu mais de 150 aeroportos do mundo, considerando as respostas de 9 mil questionários enviados a pessoas de seis países: Bélgica, Brasil, Espanha, França, Itália e Portugal.

Entre as cidades brasileiras analisadas, Porto Alegre, Natal, Campinas, Florianópolis, Curitiba, Salvador, São Paulo, Fortaleza, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília estiveram presentes. Todas as notas foram consideradas medianas ou ruins e comprovaram o que já é conhecido entre a população local: a qualidade de nossos aeroportos deixa muito a desejar.

tabela de aeropostos do Brasil

Ainda segundo a Exame, foram considerados oito quesitos gerais para a avaliação dos lugares na pesquisa: acesso ao aeroporto via transporte coletivo, placas de orientação, as telas que exibem os voos, banheiros, lugares para sentar, segurança, tempo de espera até o embarque e o embarque propriamente dito.

A capital pernambucana se destacou nos itens “lugares para sentar” e “telas que exibem voos”, mas foi considerada ruim e péssima no acesso via transporte coletivo e na segurança do local. A nota final do aeroporto recifense foi 74, cinco pontos a mais que a cidade de Porto Alegre, que atingiu o segundo lugar do ranking, marcando 69. O de Brasília, que já tem uma má fama entre os viajantes, foi confirmado como o pior entre os brasileiros, contabilizando apenas 60 pontos. (Veja tabela acima)

Em pesquisa recente, a capital pernambucana também atingiu uma boa nota numa avaliação entre os aeroportos da América do Sul. Segundo o ranking World Airport Awards 2014, da Skytrax, o terminal recifense é o sétimo melhor de toda a Região Sul do continente americano.

O Recife ainda foi agraciado com mais uma estatística positiva: segundo o site Portogente, os hotéis na Praia de Boa Viagem são os mais procurados entre os turistas mais dispostos a gastar. A capital de Pernambuco foi eleita a cidade-sede mais receptiva e hospitaleira da Copa do Mundo deste ano, com 80,1% de seus visitantes estrangeiros declarando que pretendem retornar ao local.

* Fonte; PROTESTE/Revista Exame

Brasil: 83% dos Estrangeiros deram notas positivas sobre a Copa do Mundo *

Organização da Copa é

bem avaliada por 83%

dos estrangeiros

A maioria dos estrangeiros apoiou o evento no Brasil

A maioria dos estrangeiros apoiou o evento no Brasil

A Copa do Mundo no Brasil surpreendeu positivamente os estrangeiros que vieram ao país para assistir aos jogos, revela pesquisa Datafolha realizada entre visitantes de outras nacionalidades que acompanharam o Mundial.

Em alguns quesitos, a aprovação foi quase total: 92% dos visitantes elogiaram tanto o conforto quanto a segurança dos estádios da Copa. Uma maioria absoluta de 76% também achou ótima ou boa a qualidade do transporte até as arenas do Mundial.

A hospitalidade dos anfitriões da Copa é um dos grandes destaques: 95% dos estrangeiros avaliaram a recepção como ótima ou boa.

A maioria (90%) acompanhou notícias sobre o Brasil antes de viajar. Metade deles (50%) disse ter ouvido mais relatos negativos do que positivos. Mas números contundentes mostram que eles acabaram bem impressionados.

A organização da Copa foi avaliada como ótima/boa por 83% dos estrangeiros. Para 12%, foi regular; e apenas 3% consideraram ruim/péssima. Uma maioria de 51% achou a organização em torno do Mundial melhor do que a esperada.

Alvo frequente de críticas e protestos entre os brasileiros, a mobilidade urbana foi avaliada como melhor do que o esperado para 46%, dentro do esperado para 40% e pior que o esperado para 11%. Sistemas de comunicação (telefonia e internet) e preços praticados em geral (alimentação, hotéis e transporte aéreo) tiveram avaliações negativas acima da média.

Consideraram ruim/péssimo o custo de vida 29% dos entrevistados; e o preço dos hotéis, 27%. Os sistemas de comunicação foram aprovados por uma minoria de 41%. A segurança, ponto sensível para estrangeiros que visitam o país (e para brasileiros que vivem aqui), superou as expectativas de 60%.

A pesquisa ouviu 2.209 estrangeiros de mais de 60 países nos aeroportos de São Paulo, Rio e Brasília e em Fan Fests e locais de grande concentração nas cidades de Belo Horizonte, Salvador e Fortaleza, além de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília entre os dias 1º e 11 deste mês.

Esse universo não representa a totalidade de estrangeiros presentes no país. Segundo o Ministério do Turismo, cerca de 1 milhão de estrangeiros de 203 países vieram ao Brasil para a Copa. A pesquisa também procurou aferir a opinião espontânea dos estrangeiros.

Para eles, hospitalidade, simpatia e amabilidade são que o país tem de melhor: 42% citaram as pessoas e características relacionadas a elas (entre argentinos, esse índice cai para 35%). A beleza das mulheres teve 11% das citações espontâneas.

Os estrangeiros também opinaram sobre o pior: 18% citaram temas relacionados à pobreza, desigualdade social, favelas e moradores de rua. Uma parcela similar (16%) indicou a falta de segurança. Em seguida aparece o trânsito, com 8%.

“Os turistas levam uma imagem positiva, mas perceberam o alto custo de produtos e serviços, assim como a desigualdade social e a insegurança“, diz Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

Questionados depois de alguns dias (de Copa) no país, 69% disseram que morariam no Brasil.

 

* Fonte: O Globo/FERNANDO CANZIAN DE SÃO PAULO

Personalidade/Empresário Janguiê Diniz – Uma história de vida *

 

“Sempre consegui estudar seis horas por dia”, conta

Janguiê Diniz, novo bilionário do Brasil

 

 

Empresário Janguiê Diniz da Uninassau - Empresário conta como foi de engraxate quando menino e presidente do Grupo Ser Educacional

Empresário Janguiê Diniz da Uninassau – Empresário conta como foi de engraxate quando menino e presidente do Grupo Ser Educacional

 

 

 

 

Empresário conta como foi de engraxate quando menino e presidente do Grupo Ser Educacional

Quais as chances de um menino humilde de uma cidade pequenina do interior da Paraíba (Santana dos Garrotes), que começou a trabalhar aos 8 anos de idade como engraxate, depois vendedor de mexericas e, mais tarde, de picolés, transformar-se em um bilionário, dono do maior grupo de educação do Norte e Nordeste do país, com 24 unidades em operação e mais de 110 mil alunos que estudam de direito a medicina? Diante de um começo tão ingrato, qualquer um diria zero.

Mas Janguiê Diniz, 49 anos, presidente do Grupo Ser Educacional, holding controladora das Faculdades Maurício de Nassau (Uninassau) e Joaquim Nabuco, dentre outras instituições de ensino, foi longe. Tão longe que, no ano passado, estreou na Bolsa. A empresa da qual é controlador com 71% está avaliada em cerca de R$ 2,6 bilhões. E esse patrimônio não é tudo. “Aí não estão inclusos os imóveis do grupo, que dão uns R$ 500 milhões (neste caso, ele é o único dono).” Em paralelo, tem negócios na área de comunicação, infraestrutura, moda e informática. Sua participação em todos é como investidor.

Herbert Steinberg, presidente da consultoria Mesa Corporate Governance, que ajudou na montagem do conselho de administração da Ser Educacional e que atende Diniz há anos, conta que o fundador do grupo é o rei da educação no Nordeste. “O negócio criado pelo Janguiê é de tão alto potencial de crescimento que, em outubro de 2013, quando as coisas não estavam indo bem na Bolsa, ele conseguiu levantar R$ 620 milhões. Não foi por acaso que o Grupo Ser atraiu o interesse dos investidores.”

LEIA MAIS: Janguiê Diniz é o novo bilionário brasileiro

RANKING: Os maiores bilionários brasileiros de 2014

MAIS RANKING: Os maiores bilionários de 2014

 

* Fonte: FORBES/Brasil

 

Brasil: Comissão de Agricultura da Câmara reconhece Vaquejada como Esporte *

 

Comissão de Agricultura

reconhece vaquejada

como esporte

 

Projeto do deputado Efraim Filho, aprovado na comissão, qualifica a vaquejada como atividade desportiva, praticada nas modalidades amadora e profissional.

Vaquejada existe na região nordeste deste o século 19. Agora chega o reconhecimento

Vaquejada existe na região nordeste deste o século 19. Agora chega o reconhecimento

A história de um Campeão das vaquejadas – Edmilson Valentim

 

Edmilson Valentin e a sala de trofeusEdmilson em calendario2edmilson recebendo premio Pesqueira

 

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta feira (2) o Projeto de Lei 2452/11, do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que qualifica como atividade desportiva a vaquejada, praticada nas modalidades amadora e profissional.

Segundo a proposta, a vaquejada consiste em competição pública na qual é julgada a habilidade do atleta em dominar o animal com destreza e perícia. Sua prática deve respeitar as regras de proteção à saúde e à integridade física dos animais, que, pela proposta, abrangem desde o transporte do animal à montaria.

O projeto foi aprovado na forma de um substitutivo, que engloba o PL 2452 e outros dois que tramitam apensados: PLs 3024/11, do deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) e 4977/13, do deputado Giovani Cherini (PDT-RS).

Importância cultural 

Conforme o relator da proposta, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), a vaquejada é praticada no Nordeste desde o século 19 e, inicialmente, marcava o desfecho festivo dos trabalhos dos vaqueiros no campo.

A partir do século 20, “a vaquejada passou ao patamar de atividade recreativo-competitiva, considerada um esporte, que consiste na perseguição, a cavalo, de um boi por dois vaqueiros que tentam emparelhar o animal entre suas montarias, na tentativa de derrubá-lo em área específica”, explica Mendes.

Tramitação

A proposta ainda será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; do Esporte; e Constituição e de Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

* Fonte:  ‘Agência Câmara Notícias