Category Archives: Bons Exemplos

Brasil: 20 anos do Plano Real. Até que enfim, a inflação controlada *

Plano Real, que acabou com

hiperinflação, completa

duas décadas

 

Plano Real acabou com a infração. Brasil ainda mantém a cultura infracionária

Plano Real acabou com a inflação. Brasil ainda mantém a cultura inflacionária

Em meio a um misto de expectativa e de desconfiança, a economia brasileira experimentava uma revolução há exatamente 20 anos. Em 1º de julho de 1994, entrava em vigor o real, moeda que pôs fim à hiperinflação que assolou a população brasileira nos 15 anos anteriores.

Apenas no primeiro semestre daquele ano, a inflação totalizou 757%, média de 43% ao mês de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos seis meses seguintes, o índice desabou para 18,6%, média de 2,9% ao mês.

Em vez de cortes de zeros na troca de moedas, o caminho para domar a inflação passou pela Unidade Real de Valor (URV). Cada real equivalia a uma URV, que, por sua vez, valia 2.750 cruzeiros reais, moeda em vigor até o dia anterior. Definida como uma quase-moeda, a URV funcionava como uma unidade de troca, que alinhava os preços seguidos de vários zeros em cruzeiros reais a uma média de índices de inflação da época.

Em vigor por quatro meses, de março a junho de 1994, a URV, na prática, promoveu a dolarização da economia sem, de fato, abrir mão da moeda nacional. Como cada URV valia US$ 1, o real iniciou sua trajetória também cotado a um dólar. O mecanismo uniformizou todos os reajustes de preços, de câmbio e dos salários de maneira desvinculada da moeda vigente, o cruzeiro real, sem a necessidade de congelamentos e de tabelamentos, como nos planos econômicos anteriores.

Um dos economistas que desenvolveu o Plano Real, o ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) Edmar Bacha acredita que a transparência foi o grande diferencial que levou o plano a ter sucesso depois de tentativas fracassadas de conter a inflação. “Todos os outros planos foram feitos em segredo e surpreendendo a população. Esse foi feito às vistas da população, em etapas, e com total aprovação prévia do Congresso Nacional”, diz Bacha, atualmente diretor da Casa das Garças, instituto dedicado a estudos e debates de economia.

O Plano Real, na verdade, começou a ser pavimentado um ano antes. Em agosto de 1993, o então ministro da Fazenda do governo do presidente Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, comunicou o corte de três zeros no cruzeiro e o lançamento do cruzeiro real. Naquela ocasião, já estava acertada a criação do real, embora os detalhes do plano só tenham sido anunciados em março do ano seguinte, quando passou a vigorar a URV.

comportamento_precos

>> Confira a série completa sobre os 20 anos do Plano Real

O plano foi implementado em duas fases para permitir, sem congelamento de preços, a transição entre o cruzeiro real e o real. A URV uniformizou todos os reajustes de preços, de câmbio e dos salários de maneira desvinculada da moeda vigente, o Cruzeiro Real (CR$). A cada dia, o Banco Central fixava uma taxa de conversão da URV em CR$, com base na média de três índices diários de inflação – os bens e serviços continuavam a ser pagos em CR$, mas passaram a ter referência numa unidade de valor estável.

O lançamento do real, em 1º de julho de 1994, deu início à segunda fase do plano. À frente do Ministério da Fazenda à época estava Rubens Ricupero. A conversão e os cálculos baseados na URV saíram de cena para a entrada do real. A partir de então, os juros altos e o dólar barato, com câmbio praticamente fixo, passaram a ser os principais instrumentos do governo para controlar a inflação. Em 1999, após a crise da Rússia, o governo adotou modelo em três pilares em vigor até hoje: superávit primário (esforço fiscal), câmbio livre e metas de inflação.

Agência Brasil procurou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan e os ex-presidentes do Banco Central Gustavo Franco e Pérsio Arida – membros da equipe que desenvolveu o Plano Real – mas não conseguiu retorno.

Saiba Mais

20 anos de existência

** Colaboraram Daniel Lima e Alana Gandra

* Fonte: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil**

Meio ambiente: Pernambuco é premiado por Programa contra desertificação *

Governo do Estado implanta

programas contra desertificação

e ganha prêmio da ONU

Programa Caatinga Sustentável ganham reconhecimento internacional. Lançadas pelo Governo do Estado, através da (Semas),

Programa Caatinga Sustentável ganham reconhecimento internacional. Lançadas pelo Governo do Estado, através da (Semas)**

 

 

Os projetos de Zoneamento das Áreas Vulneráveis à Desertificação e de Implantação de Módulos de Manejo Sustentável da Agrobiodiversidade, integrantes do Programa Caatinga Sustentável ganham reconhecimento internacional. Lançadas pelo Governo do Estado, através da Secretaria do Meio Ambiente e sustentabilidade (Semas), os projetos são resultados da preocupação do Governo com o meio ambiente e as ações têm como foco o controle da desertificação, uma vez que 90% do território pernambucano estão sujeitos ao processo de desertificação no Semiárido.

Para secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Cavalcanti, a premiação ratifica o trabalho que a Governo do Estado vem fazendo e funciona com um estímulo para expandi-lo a outras áreas., declarou o secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Cavalcanti. Além disso, segundo o secretário, os prêmios vão ajudar na captação de recursos para outros projetos.

O Programa Caatinga Sustentável prevê ações integradas de segurança hídrica, alimentar, energética, ambiental e de capacitação em três projetos distintos, sendo as mais importantes o Mapeamento das Áreas Vulneráveis ao Processo de Desertificação e Implantação de Módulos de Manejo Sustentável da Agrobiodiversidade. Segundo o secretário, foram analisadas imagens de satélite de alta resolução para identificar as regiões mais degradadas.

No que se refere à Implantação de Módulos de Manejo Sustentável da Agrobiodiversidade. Os trabalhos foram desenvolvidos no entorno das unidades de conservação e dos arranjos produtivos adequados a cada comunidade, a exemplo da produção de mel entre outras atividades sustentável.

O secretário lembra que, no mês de maio, um poço artesiano foi inaugurado em Carnaíba, no Sertão do Pajeú, beneficiando diretamente 30 famílias. Também foi lançado o primeiro Módulo de Manejo Sustentável da Agrobiodiversidade e promovida uma capacitação de 80 agricultores e professores do município para combate ao avanço do processo de desertificação.

 

* Fonte: Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade – ** Foto: César de Almeida

Pernambuco/Homenagem: Mestre Camarão – Patrimônio Vivo. O Homem e seu Instrumento *

mestre

Camarão:

67 anos de sanfona

Apelido, dado pelo músico Jacinto Silva, vem das buchechas rosadas do músico, considerado Patrimônio Vivo de Pernambuco

 

 

mestre camarao 2 c sanfonamestre camarao 5 tocando sanfona

Ele nasceu na véspera de São João, 23 de junho. E parece até que este é o motivo de sua estrela abrilhantar o período junino. Acordeonista de primeira, a sua geração deixou uma marca pronfunda na música popular brasileira, mostrou para o Brasil, e para o mundo, a simplicidade complexa do forró. Nascido em Fazendo Velha, no município de Brejo da Madre de Deus, Agreste pernambucano, seu nome é Reginaldo Alves Ferreira, mas as pessoas o conhecem como Mestre Camarão.

Foi observando o pai, Antônio Neto, que Camarão aprendeu o ofício. Desde menino, seu interesse sempre foi pela sanfona e outros instrumentos de fole. Porém, houve um período em tocou teclado, e uma de suas bandas desta fase foi a Los Marines, com quem chegou a gravar um disco. “Naquela época, tocávamos muito em bailes, tanto no interior, como nas capitais”, conta o sanfoneiro.

Entretanto, o marco dessa história foi aos 18 anos, quando conheceu Luiz Gonzaga. “Eu trabalhava na Rádio Jornal do Commércio, em Caruaru, e ele me ouviu tocando com uma banda de metais. Já admirava-o mesmo antes de conhecê-lo, e por estarmos no mesmo meio a amizade fluiu mais facilmente”, lembra Camarão.

O homem: Reginaldo Alves Ferreira - O artista Mestre Camarão

O homem: Reginaldo Alves Ferreira – O artista Mestre Camarão

Apadrinhado pelo Inventor do Nordesteo sanfoneiro conta que o rei do Baião colocava os músicos que ele achava promissores “embaixo da asa” e que a sombra de Luiz Gonzaga é tão grande e forte que até hoje as festas usam o nome dele.

Em 1961, a convite do prefeito de Brasília, Paulo de Tarso, Camarão e mestre Vitalino representaram Pernambuco no aniversário do Distrito Federal. No período, fizeram uma turnê pelas cidades satélites da capital federal. O mestre sanfoneiro conta que, durante a viagem, o engraçado era a reação das pessoas que estavam a tanto tempo longe de casa, que sentiam como se fossem vizinhos dos representantes do seu Estado de origem.

mestre Camarao 4 mensagem

 

 

Escute as músicas do mestre

https://soundcloud.com/salatieldecamarao

Contemporâneo de Dominguinhos, Arlindo dos 8 baixos e outros grandes acordeonistas, Camarão toca de tudo com sua sanfona: xote, xaxado, baião, forró. E, por quê não, frevo? E, mantém, na frente de casa, a Escola Acordeão de Ouro – para os sanfoneiros que querem aprimorar sua técnica. Ele já perdeu as contas dos músicos que passaram por lá. Dentre eles, está Cezzinha.

“Fui criado ouvindo os discos dele, que sempre incluiu os metais e o frevo em seu repertório. Eu tive a honra de ser amigo, conviver e estudar com ele. Ele é muito importante para sanfona e ainda tem muito o que ensinar”, fala Cezzinha sobre o mestre.

Outro aluno aplicado é seu filho Salatiel, que é cantor. Pai e filho já tiveram a oportunidade de se apresentar juntos inúmeras vezes. Sobre o filho, Camarão conta que “É um dos maiores batalhadores que conheço. Baterista, cantor, aluno”.

Ele lembra com saudosismo da vez que viu o filho se apresentar no restaurante Arriégua, localizado na Zona Oeste do Recife: “Gravamos um disco juntos, com a participação de vários artistas forrozeiros. Mas eu acho que ele tem mesmo é futuro como professor, ele é um estudioso. Gosta de saber a origem dos instrumentos e dos ritmos”.

Durante a conversa com o Portal LeiaJá, o acordeonista mostrou estar indignado com a falta de organização da classe e do egoísmo de muitos músicos, que não ajudam os mais novos ou menos conhecidos. “O que falta nos dias atuais é vontade de ensinar e de aprender com os antigos, de se aprimorar”, lamenta o mestre.

Patrimônio Vivo de Pernambuco

Em maio de 2002, Camarão recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, através da Lei estadual n° 12.196.

Acervo do mestre Camarão. Cada instrumento um tanto da sua trajetória

Acervo do mestre Camarão. Cada instrumento um tanto da sua trajetória

* Fonte: LeiaJá/portal

Mundo/Bons Exemplos: Bilionário DOA toda a fortuna para a Educação e Saúde *

Bilionário doa toda a

fortuna para educação e saúde

Empresário Chuck Feeney  -  Em 2006, quando ela fechou as portas, já havia doado cerca de US$ 7,5 bilhões para promover educação, direitos humanos, ciência e saúde ao redor do mundo

Empresário Chuck Feeney – Em 2006, quando ela fechou as portas, já havia doado cerca de US$ 7,5 bilhões para promover educação, direitos humanos, ciência e saúde ao redor do mundo

 

 

 

Chuck Feeney tornou-se novo herói de Bill Gates e Warren Buffett

Warren Buffett e Bill Gates são os dois dos filantropos mais famosos do mundo. Juntos já doaram dezenas de bilhões. Mas o verdadeiro herói para eles é Chuck Feeney um ex-bilionário que doou toda sua fortuna quase sem perceber. Feeney é cofundador das lojas Duty Free e fez sua fortuna vendendo cigarros, bebidas e malas para viajantes. Em 1984, ele transferiu secretamente sua parte de 38% do Duty Free para o que se tornou a Atlantic Philanthropies, sua fundação.

Em 2006, quando ela fechou as portas, já havia doado cerca de US$ 7,5 bilhões para promover educação, direitos humanos, ciência e saúde ao redor do mundo. Ninguém nunca havia doado uma quantia tão grande.

Faz parte da sua grande lista de doações a organização Teach for America, fundada pela estudante de 21 anos Wendy Kopp. Ela conheceu um dos representantes da Atlantic Philanthropies numa conferência e contou sobre seu projeto. Imediatamente eles deram a ela um cheque como incentivo.

A Tech for America mandou 11.000 estudantes para as escolas mais desafiadoras de diversos países, para que eles possam aprender durante dois anos. A maioria desses alunos continuou na área da educação e muitos deles se tornaram diretores e superintendentes ao redor do mundo.

Kopp está levando sua fórmula para diversas partes do globo, com um projeto chamado Teach for All. Ela fundou a organização em 2007 e está trabalhando em mais de 30 países diferentes com grupos como Teach for China, Enseña Perú e Teach for Pakistan. “Os mesmos corações, mentes e almas que entraram de cabeça neste trabalho nos Estados Unidos, estão fazendo o mesmo com todo o resto do mundo”, afirma Kopp.

O parceiro de negócios de longa data de Feeney, Steven Denning fez observações sobre o bilionário na frente de 150 pessoas incluindo líderes nacionais e empreendedores sociais falando “Eu nunca encontrei um outro indivíduo como Chuck Feeney”.

 

* Fonte: Forbes/Brasil

Brasil/Rico: Janguiê Bezerra Diniz – Empresário pernambucano é o mais novo Bilionário *

 

Janguiê Diniz é novo

bilionário brasileiro

Empresário dono do grupo Ser Educacional (Faculdades Maurício de Nassau) diz querer aprimorar ainda mais a educação na região nordeste do país

 

Empresário Janguiê Diniz Grupo Ser Educacional - Faculdades Maurício de Nassau (Pernambuco)

Empresário Janguiê Diniz Grupo Ser Educacional – Faculdades Maurício de Nassau (Pernambuco)

 

 

 

A FORBES acaba de adicionar mais um brasileiro a sua lista de bilionários (cálculos feitos em dólares). Janguiê Bezerra Diniz é dono do Ser Educacional, conglomerado educacional presente em 11 estados e 20 cidades do país que gira em torno de US$ 11 bilhões (aproximadamente R$ 24 bilhões) anualmente. A entrada da empresa na bolsa de valores ao fim de 2013 incentivou seu patrimônio, avaliado em US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 2,2 bilhões).

O empresário, que começou sua carreira como engraxate, diz que o plano é reforçar a educação nas partes norte e nordeste do país, para depois aventurarem-se por outras regiões. O Ser Educacional, que foi fundado como um curso preparatório para concursos públicos, teve 113 mil inscritos este ano – 51% a mais do que no mesmo período em 2013.

Se depender dos alunos, o patrimônio de Janguiê – ou “professor Janguiê”, como diz preferir ser chamado – continuará a aumentar.

* Fonte: FORBES/Brasil

Brasil/Educação: Dilma sanciona novo PNE – Valorização do professor é a principal meta *

 

Valorização do professor é

um dos elementos importantes

para alcançar metas no PNE

 

“Ontem sancionei, sem vetos, o novo Plano Nacional de Educação – PNE, que terá vigência nos próximos dez anos..." - Presidente Dilma Rusself

“Ontem sancionei, sem vetos, o novo Plano Nacional de Educação – PNE, que terá vigência nos próximos dez anos…” – Presidente Dilma Rusself

A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos o Plano Nacional de Educação, que inclui entre as 20 metas e estratégias traçadas para o setor nos próximos 10 anos investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no setor.

“Nós sabemos que vamos precisar, sim, de mais reforço na educação e a destinação dos recursos dos royalties do petróleo e do fundo social do pré-sal para a educação são muito importantes para dar condições de tornar realidade essa meta”, afirmou o ministro da Educação, José Henrique Paim.

As metas do PNE compreendem ainda erradicação do analfabetismo na população com 15 anos ou mais de idade, universalização da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, elevação da escolaridade média da população entre 18 e 29 anos de idade para mínimo de 12 anos de estudo.

“(…) o PNE foi construído a partir de várias discussões com a sociedade, dos movimentos educacionais, a partir de toda a contribuição do Congresso. A presidenta reconheceu todo esse esforço e fez essa sanção”, observou Paim.

De acordo com o ministro, essa é a primeira vez que um PNE inclui metas para qualificar a educação como um todo.

“Um dos elementos importante para alcançar essas metas é a valorização do professor, que está presente em várias das metas, tanto em relação à remuneração e à carreira, quanto também à formação dos professores, que é fundamental para melhorar a qualidade da educação”, reforçou.

Presidenta Dilma sanciona

sem vetos novo Plano

Nacional de Educação

“Ontem sancionei, sem vetos, o novo Plano Nacional de Educação – PNE, que terá vigência nos próximos dez anos, orientando a atuação e o papel da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios, de instituições de ensino, professores, famílias e estudantes, na busca por uma educação de qualidade acessível a todos.

O PNE traz vinte metas para todas as etapas e modalidades da educação, da creche à pós-graduação, e, para cada uma delas, diversas estratégias, muitas das quais já vêm sendo implementadas pelo governo federal. Ao longo dos últimos anos, criamos um caminho de oportunidades por meio da educação, o que pode ser observado pelo expressivo crescimento das inscrições no ENEM.

Leia a Íntegra:

Presidenta Dilma sanciona sem vetos novo Plano Nacional de Educação

* Fonte: Blog do Planalto

Brasil/Evento: Copa gera 1 milhão de empregos e 30 bi na economia *

Copa gera 1 milhão de empregos

e pode injetar R$ 30 bilhões,

aponta estudo

 

FIFA word 2014

A Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014 vai gerar cerca de 1 milhão de empregos no país, o que equivalente a mais de 15% dos 4,8 milhões de empregos formais criados ao longo do governo da presidenta Dilma Rousseff. Além da geração de postos de trabalho, a Copa do Mundo, deve propiciar a injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira.

Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a pedido do Ministério do Turismo. O estudo tem como parâmetro uma comparação entre a projeção dos impactos gerados pela Copa do Mundo e as informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e tem como referência o período de janeiro de 2011 a março de 2014.

Durante visita ao Centro Aberto de Mídia João Saldanha, no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vicente Neto, avaliou o resultado da pesquisa. Para ele, trata-se de um número “extremamente significativo que nós estamos comemorando neste momento. É um legado humano extraordinário”, disse.

Segundo o levantamento, do total de vagas relacionadas à Copa, 710 mil são fixas e 200 mil são temporárias (todos com carteira assinada). Só na cadeia do turismo, foram gerados 50 mil novos empregos em função do evento esportivo.

Vicente Neto ressaltou, durante a entrevista, a taxa de ocupação da rede hoteleira nas 12 cidades-sede na primeira semana do Mundial, que ficou 45% acima do esperado, de acordo com autoridades do setor. Até o dia 11 de junho, foram registradas 340 mil diárias, 100 mil a mais que o previsto pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil. “Os números estão superando as expectativas”, disse o presidente da Embratur.

Na avaliação de Vicente Neto, a expectativa da Embratur é de que a realização de grandes eventos, como a Copa, ajudem a projetar o Brasil como destino turístico de destaque no cenário internacional, impulsionando a geração de emprego e renda no país.

O presidente da Embratur lembrou que o Brasil tem se destacado no cenário mundial de realização de eventos e subiu dez posições no ranking da International Congress and Convention Association (ICCA) de 2003 a 2013, ao saltar da 19ª para a 9ª posição entre os países do mundo que mais recebem congressos e convenções associativas.

“O total de eventos realizados no Brasil neste período saltou de 62 para 315, e o número de cidades que sediaram esses encontros aumentou de 22 para 54. Essa evolução é resultado da política de descentralização na captação de eventos internacionais”, disse.

Saiba Mais

 

**Fonte: AEB/Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Carta/Homenagem ao Blog Oabelhudo – Por Ricardo Valença *

 

 

Prezado editor do

Blog “OAbelhudo”

 

Fernando Amorim Valença - Colaborador emérito e perpétuo do blog OABELHUDO

Fernando Amorim Valença – Colaborador emérito e perpétuo do blog OABELHUDO

 

 

 

...QUE A MORTE DE FERNANDO AMORIM VALENÇA NÃO SEJA EM VÃO E QUE PELO MENOS O PROJETO DA TRANSPOSIÇÃO DE ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO SEJA CONCLUÍDO SEM MAIS DESPERDÍCIO E DESVIO DO DINHEIRO PÚBLICO!!!!

 

 

 

Meu nome é Ricardo Valença, sou filho de Fernando Amorim Valença, frequente colaborador deste Blog, com seus textos, quase sempre versando pela incondicional defesa do Projeto de Transposição de Águas do Rio São Francisco, ou simplesmente, Integração do São Francisco.

Venho por meio deste site de relacionamento social, pleitear o meu ingresso como colaborador do Blog OAbelhudo na tentativa de, pelo menos de alguma maneira, secundar o meu pai, pois o mesmo sucumbiu às vicissitudes da sua decisão de largar tudo e todos e passar a morar, sozinho, na pequena cidade de Caraúbas-PB. Nascido em Jurema-PE, muito novo foi levado à esta cidade do cariri paraibano, onde foi criado. Apesar de muitas boas lembranças de sua infância, mantinha em sua memória de ainda criança, a visão de um homem conhecido, morto de sede, por uma das inúmeras secas avassaladoras, que assolavam e ainda assolam o semi-árido nordestino.

Pois bem, Fernando Valença é mais um destes mártires da seca e da sua corrupta indústria!!! Acreditou nas promessas vazias deste (des)Governo Federal Corrupto e ao ir morar às margens do Rio Paraíba, mantinha a esperança de ver, ainda em vida, o seu rio de infância PERENIZADO, pelo fim do sufrágio de toda aquela gente que ele aprendeu a amar e com quem conviveu. Inúmeras foram as tentativas minhas e de meus irmãos em tentar traze-lo para mais próximo de nosso convívio e cuidados, mas a sua persistência e teimosia, sempre o levava de volta ao Cariri, onde veio a falecer no último dia 6 de junho. Morreu na esperança, morreu por um ideal, o qual passarei a lutar com a máxima veemência.

Estou convencido que a corrupção mata muito mais inocentes do que qualquer governo ditatorial!!! É preciso dar um BASTA em tudo isto que assistimos passivamente!!! QUE A MORTE DE FERNANDO AMORIM VALENÇA NÃO SEJA EM VÃO E QUE PELO MENOS O PROJETO DA TRANSPOSIÇÃO DE ÁGUAS DO SÃO FRANCISCO SEJA CONCLUÍDO SEM MAIS DESPERDÍCIO E DESVIO DO DINHEIRO PÚBLICO!!!!

Ricardo augusto Zepter Valença

* Autor: Ricardo Augusto Zepter Valença – é filho do ilustre e emérito colaborador, o caririzeiro Fernando Valença. É engenheiro agrônomo, estudou na UFRPE e reside em Holambra-SP.

Movimento Cultural/Crônica: A Paz é pra Todos Nós – Por Francisco Aquino *

QUANDO VAMOS

VIVER A PAZ ?

abraço da paz Jesus

 

 

Precisamos ver a realidade e mudá-la para podermos viver a paz.

Devemos buscar a paz e vencermos pela persistência para nos sentirmos em paz

que anda meio esquecida dos seres terrestres por puro egoísmo.

Vamos viver e transmitir uma cultura de paz que deve ser contagiante trazendo harmonia aos seres tão sedentos de amor.

Seremos de hoje em diante propagadores da paz para só assim vivermos felizes.

Os seres devem viver em paz por ser belo e salutar vivenciar e preservar a paz

e o amor fazendo sempre o bem como o Senhor mandou.

Vamos propor a paz em todos os níveis nas escolas, famílias, ruas, igrejas e na sociedade em geral

para fugirmos dos traumas da vida e vivermos a tão almejada felicidade.

Não deixai Pai o ser se perder pela vida não tendo sossego e nem paz.

Devemos emplacar a paz com louvou, amor e muita fé em nosso Senhor.

Porque devemos cultivar a paz e acreditarmos que poderemos vivenciar a realidade em paz.

Abaixo todo e qualquer tipo de violência que macula a paz do ser humano.

Devemos ser exigentes em conduzir a paz que deve contagiar a todos sem distinção

porque é bom e bonito viver em harmonia neste conturbado mundo

que anda enrolado por tantas banalidades cruéis.

Vamos fazer florescer a paz nos lares, ruas e sociedade em geral.

Principalmente nos corações dos seres humanos, que aflitos estão pelas mazelas da vida com o ser se tornando vulnerável neste lamaçal

provocando gemido e dor.

A paz enfim será bem vinda e abençoada e será divulgada como prioridade de vida daqui pra frente com todos vivendo em paz, unido pela força da união universal fazendo brilhar e radiar felicidade nestes irmanados irmãos num só coro em canção agradecer por esta dádiva..

Vivam a paz e a paz em todos os níveis, pois somos criados para ser feliz.

Vivendo a paz que tanto desejamos e enfim será vivenciada pela fraternidade Universal com todos cultivando a paz.

 

 

Francisco Chico Aquino sozinho de azul

 

* Autor: Francisco Aquino  –  Francisco de Assis Maciel Aquino é pesqueirense, professor, colaborador do OABELHUDO, cronista, poeta e comentarista esportivo.

Artigo/Opinião: Hospitalidade não tem ideologia. Turista não Merece Apito *

 

 

TURISTA NÃO MERECE APITO

 

turista não merece apito

 

 

 

 

Hospitalidade não tem ideologia e os turistas que vêm para a Copa não têm nada a ver com nossas brigas internas – não sei a opinião de vocês, mas a minha é que devemos recebê-lo da melhor forma possível. Se encontrar alguém precisando de alguma ajuda, fazer o máximo para consegui-la. Se puder evitar que alguém seja ludibriado, não hesitar em fazê-lo. Se encontrar alguém em dificuldade, antecipar-se e oferecer auxílio. Se puder dar um exemplo de boa acolhida, não pensar duas vezes.

Ser bem acolhido é uma das melhores lembranças que podemos levar de um lugar. Sei bem que em muitos países o nativo não faz questão nenhuma de tratar bem o visitante – às vezes faz até questão de ser rude. Mas os brasileiros não somos assim. Aqui você pede informação a alguém e, se a pessoa não souber, ela própria se dirige a outra para ver se pode ajudar. De repente tem 5 ou 6 querendo resolver o problema. Nos países em que vivi ou visitei, na Europa e América do Norte, nunca vi nada parecido.

Mas ao lado disso, nossas cidades têm um defeito terrível: a escassez de informações sobre como ir de um ponto a outro. Está longe, está perto, qual a melhor forma de chegar lá? Você está na Rua Prudente de Morais, em Ipanema (Rio), quer pegar um ônibus para o Corcovado e a única forma de saber qual linha passa lá é perguntando a alguém (ou lendo um guia específico antes). Você está na Rua Visconde de Albuquerque (Madalena), no Recife, e quer ir para o Marco Zero – se não perguntar a alguém como fazê-lo, corre o risco de ir parar na Casa da Cultura (Rua do Sol). Pegue qualquer grande cidade, e teremos exemplos semelhantes. O raciocínio vale também para os táxis: você gostaria de saber pelo menos a direção em que fica o seu destino desejado (para evitar pegar um táxi em sentido contrário ao que deseja ir, o que costuma causar chateação e custos extras quando acontece), e tem de perguntar a alguém. Não é um problema só nosso; é um problema da maioria das grandes cidades latino-americanas, que parecem espaços feitos para a circulação de iniciados, gente que já vive ali há muito e sabe no automático como ir do ponto A ao ponto Z.

A preocupação de “receber bem o turista” diz respeito a todo o Brasil, mas tem suas particularidades em relação ao Recife. A capital pernambucana deve receber durante a Copa cerca de 230 mil turistas, entre estrangeiros e brasileiros. Creio que a última vez que recebemos tanta gente foi na Invasão Holandesa, no século 17 (não levem a proporção ao pé da letra, a comparação é só para dar uma ideia da dimensão do fenômeno…). Só de mexicanos serão 3.500, que ficarão hospedados de hoje ao dia 26 em um navio-hotel no Recife, o MSC Divina – é gente demais, praticamente o mesmo número de homens que compunham a esquadra da Companhia das Índias Ocidentais que invadiu Pernambuco em 1630…

Nos próximos dias vamos encontrar muitas dessas pessoas nas ruas. Muitos certamente estarão vindo pela primeira vez ao Brasil, e chegarão aqui com uma imagem prévia do que é o nosso país. Terão deixado em seus lugares de origem familiares e amigos que, por conta deles, estarão com a atenção igualmente voltada para o Brasil. Sou daqueles que acham que uma Copa do Mundo é um evento que só traz benefícios ao país que o sedia. Sou daqueles que acham que os eventuais desperdícios de dinheiro, superfaturamento de obras, má qualidade de trabalhos devem ser apurados. Sou daqueles que acham que se temos divergências com o partido A ou o governo B, dispomos de uma série de oportunidades para confrontá-los – uma delas (e não a única), por meio do voto nas eleições de outubro.

Mas isso a gente resolve entre nós, como sempre resolvemos. Deixemos o turista de fora dessas pendengas, na esperança de que ele leve daqui a imagem real do Brasil de hoje: a de um país maior que suas próprias divergências internas.

Vandeck Santiago

*Fonte e Autor: Diário de PE/Valdeck Santiago – Vandeck é pesqueirense, jornalista, e colunista especial do Diário de Pernambuco. Eventualmente, é colaborador do OABELHUDO.