Category Archives: Consumidor/Usuário

Um Homem de sucesso; Samuel Klein/Casas Bahia – “Riqueza do pobre é o nome” *

 

 

Morre Samuel Klein,

o rei do carnê

 

Grande sacada do empresário foi entender como conceder crédito para a população de baixa renda

Divulgação
(Samuel Klein nasceu na Polônia, passou por dois campos de concentração da II Guerra Mundial e chegou ao Brasil em 1952)

 

 

Samuel Klein dizia que pagava bem e não pisava em ninguém. Certa vez, numa entrevista anos atrás, comentou que não queria ser “da elite”, porque a elite só compra de vez em quando, “e pobre compra sempre”. Em 2003, disse para uma apresentadora de TV que, quando começou a trabalhar, nos anos 50, “comprava por 100 e vendia por 200” – uma das frases mais associadas à ele e, para alguns, um dos pilares da estratégia da maior rede de eletroeletrônicos do país, a Casas Bahia. Em fase mais recente, Samuel disse que “quem tem sócio, tem patrão” – frase que anos atrás voltou a ganhar notoriedade após a conturbada fusão de sua rede com o Grupo Pão de Açúcar (GPA). “Sempre ganhei dinheiro sozinho […]. Quero trabalhar até os 120 anos.”

Samuel Klein, o homem que “inventou” o crediário no Brasil, morreu na madrugada de ontem aos 91 anos, de insuficiência respiratória, após 15 dias internado no Hospital Albert Einstein em São Paulo. Ele foi uma das personalidades mais marcantes do varejo brasileiro – e não só pela simplicidade no trato, jeito espontâneo ou carisma (grandes comerciantes têm, naturalmente, essas características). Samuel percebeu antes que pobre gosta de bons produtos e não se importa em pagá-los em 24 vezes – a juros de mercado – em parcelas (quase) a preço de banana.

Ele e seus filhos Michael e Saul montaram uma estrutura de primeira linha, da porta da loja (na relação de confiança que vendedores criavam com os consumidores) ao fundo do estabelecimento, onde ficava a área de pagamento de carnês, estrategicamente localizada para forçar o cliente a passear pelos produtos antes. O layout dos pontos sempre foi simples, para dar a sensação de local espartano, que vende barato porque gasta pouco. As letras garrafais da frase “é só até amanhã”, ainda hoje usada na comunicação da marca, nasceu na Casas Bahia de Samuel Klein.

Para empresários do varejo, a grande sacada de Samuel foi entender como conceder crédito para a população de baixa renda e como ganhar muito dinheiro com isso. Os analistas dizem que, mais do que uma rede de lojas, a Casas Bahia transformou-se, ao longo do tempo, em um banco com uma carteira de crédito de R$ 4,5 bilhões em 2009 e, dizem, até 30 milhões de clientes ativos. Em 2004, negociou parceria com o Bradesco, que se tornou financeira da rede – o que lhe rendeu soma estimada na época em R$ 500 milhões.

Numa operação deste tamanho, era tão difícil saber do empresário a taxa de juros que a rede cobrava ao mês (sempre na média de mercado, na faixa de 5% a 6% hoje), quanto era complicado descobrir a taxa de inadimplência da rede. Quando surgiam comentários no mercado sobre problemas de caixa na empresa, e dívidas em crescimento, como em 1999, Samuel negava. Dizia que pagava tudo o que devia.

Várias lendas surgiram em torno dele ao longo dos anos, como a de que perdoava débitos atrasados de clientes, porque consumidor perdoado volta a comprar na loja. Se isso acontecia, não era, necessariamente, um perdão descompromissado. “Riqueza do pobre é o nome”, dizia. “A gente precisa entender que ninguém consegue nada trabalhando com rico, porque ricos têm poucos e pobres têm muitos. Tem que dançar conforme toca a música. Se você vende para um trabalhador e ele fica desempregado, não tem como pagar a prestação, nós o convidamos para vir fazer algum acordo. Tratamos o cliente bem e depois nós vendemos de novo para ele”, afirmou Klein certa vez numa entrevista.

Leia a Íntegra:

http://www.valor.com.br/compartilhar1/do?share=empresas%2F3787802%2Fmorre-samuel-klein-o-rei-do-carne&ajax=1

 

* Fonte: Valor Econômico/Por Adriana Mattos | De São Paulo

Pernambuco da Sorte está sob investigação da Polícia Federal *

 

 

 

Lavagem de dinheiro »

Operação da PF investiga

a empresa Pernambuco

da Sorte

“Ação acontece em 13 estados para desarticular organizações criminosas que usam empresas filantrópicas para lavagem de dinheiro, como bingos, títulos de capitalização e caça-níqueis”

Carros de luxo apreendidos em operação que investiga o Pernambuco dá Sorte

Alguns mandados de prisão da operação que investiga o Pernambuco dá Sorte já começaram a ser cumpridos e as pessoas estão sendo levadas para a sede da Polícia Federal no estado. Também começam a ser encaminhados para lá carros de luxo que foram apreendidos.

 

 

 

A Polícia Federal realizou nessa terça-feira uma operação para cumprir 24 mandados de prisão preventiva, 12 de prisão temporária,  57 de busca e apreensão e 47 de sequestro de bens em 13 estados brasileiros. O objetivo é desarticular organizações criminosas que usam empresas filantrópicas para lavagem de dinheiro, como bingos, títulos de capitalização e caça-níqueis. De acordo com a polícia, grande parte do dinheiro seguia para uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) em Belo Horizonte, que servia de fachada para o dinheiro retornar à empresa.

Em Pernambuco, está sendo investigada a empresa Pernambuco da Sorte. Cinco endereços estariam sendo vistoriados no Recife: uma unidade da empresa na Avenida Caxangá, na zona oeste e quatro endereços residenciais, na zona sul da cidade. O grupo vinha sendo investigado há mais de um ano.

A assessoria de imprensa da PF não informou quantos dos mandados de prisão estão sendo cumpridos na capital pernambucana. As pessoas detidas serão levadas para a sede da Polícia Federal, na Avenida Cais do Apolo, para onde já começaram a ser encaminhados carros de luxo apreendidos durante a operação. Ainda esta manhã, o superintendente da PF, Marcelo Diniz, deve conceder uma entrevista coletiva sobre o assunto.

* Fonte: Diário de Pernambuco/http://diariode.pe/y8b

Crônica: A Omissão ou Descaso do Poder Público – Por Walter Jorge Freitas *

DEU NO JORNAL

(Qual seria o direito do transeunte?)

 

 

O Jornal do Commercio em uma de suas edições da semana passada dedicou espaço considerável a um problema que vem incomodando bastante os recifenses: a ocupação desenfreada das calçadas e das ruas.

Realmente, a situação está ficando cada vez mais caótica na capital pernambucana e isto, sem dúvida, se deve à falta de ações da prefeitura que não fiscaliza a proliferação de barracas espalhadas pelos espaços que em tempos idos, pertenciam aos cidadãos.

Outro problema que exige atenção especial é o fato de alguns bares colocarem suas mesas e cadeiras nas calçadas, principalmente nos finais de semana.

(Calçada ocupada. Como passar?)

(Comércio ambulante ocupando literalmente as calçadas)

A falta de fiscalização no que se refere ao estacionamento de veículos em locais proibidos é outra questão a ser avaliada com rigor. Da maneira que as coisas caminham, a cidade dentro de pouco tempo, estará totalmente travada, o que sem dúvida, trará sérios incômodos para quem tem horário a cumprir.

Seria muito oportuno que o JC desse uma passadinha pelas ruas de minha cidade – Pesqueira – a fim de verificar que as mazelas citadas na reportagem também estão deixando os pesqueirenses muito chateados.

A mudança das feiras livres para o terreno pertencente à Fábrica Peixe por incrível que pareça, não surtiu o efeito desejado, pois, o que se verifica no dia a dia é que aos poucos estão aparecendo vendedores de frutas, verduras, móveis e outros produtos, nas calçadas, nas ruas e até nas praças.

O mais que evidente aumento do número de veículos circulando na cidade exige um eficiente ordenamento nos estacionamentos. Algumas ruas, tanto do centro como as mais afastadas, necessitam urgentemente de fiscalização e ordem no que tange ao trânsito, pois estamos perto do caos.

Tais providências estão sendo cobradas há bastante tempo, mas infelizmente isto não está sensibilizando a quem de direito e o que se vê é um trânsito complicado e falta de espaços para estacionar, coisas que as pessoas imaginam só acontecem nas grandes cidades.

Hoje, dando uma voltinha pela cidade, vi um trator estacionado em plena calçada da Avenida Adalberto de Freitas. Isto significa que o pedestre que andar por ali, será obrigado a descer e ocupar o espaço dos veículos.

Considerando que tudo o que foi abordado neste texto já foi assunto de outros comentários, ficamos no aguardo de providências, mesmo sabendo não ser fácil mudar o que está errado há anos, principalmente, quando algumas medidas podem ser tidas como impopulares. É preciso coragem gente!

 

 

 

Pesqueira, 09 de novembro de 2014.

* Autor: Walter Jorge de Freitas – Walter é pesqueirense, professor, comerciante, colaborador assíduo do OABELHUDO, poeta, cronista e pesquisador musical.

Brasil: O Governo, Maior Anunciante – A Mídia não quer que ele mexa no “Bolsa Imprensa” *

 

 

 

O BOLSA IMPRENSA E MÍDIA

FAZER DINHEIRO FÁCIL

 

 

 

O PT Busca golpear como Receitas publicitarias dos Veículos de Informação – O Que poderia redundar, no Futuro, não Controle de Conteúdo Pelo Governo “.

ESTA na Veja , e Raras Vezes ficou Tão clara a Dependência Financeira e that mental como Grandes corporações jornalísticas TEM fazer Dinheiro Público o expresso los Publicidade federal.

Havia, Naquela frase, Uma alusão à decisão do Governo de deixar de veicular Estatal propaganda na Veja, o em consequencia da capa Criminosas that uma revista publicou Às Vésperas das Eleições.

Era o Mínimo Que se poderia Fazer Diante da Tentativa de golpe Branco da Abril contra a Democracia.

Mas a revista Fala los “golpear como Receitas publicitarias” da Mídia Corporativa.

A Primeira pergunta e: como Empresas consideram Direito adquirido o ‘Bolsa Imprensa “, o torrencial Dinheiro Público Que HÁ muitos Anos como enriquece – donos SEUS EA – na forma de Anuncios Governamentais?

Dilma na Entrevista de Ontem AOS Jornais

(Presidente Dilma los Entrevista, Ontem, uma Quatro Jornais)

Otras PERGUNTAS decorrem Desta Primeira.

Que Capitalismo E Este defendido Pelas Empresas jornalísticas los that EXISTE tamanha Dependência do Estado e do Dinheiro Público?

Elas Localidade: Não se Batem Pelo Estado Mínimo? Ou querem, Como de sempre tiveram, um Estado-babá?

Os Manuais Básicos de Administração ensinam that never VOCÊ DEVE Depender de Uma Única Coisa Pará uma Sobrevivência de Seu Negócio.

E não entanto como Grandes empresas de Comunicação Simplesmente quebrariam, uo virariam Uma Fração Do Que São, se o Governo Federal deixasse de anunciar nelas.

Tamanha Dependência Explica o Pânico that como assalta uma eleição presidencial Cada, e also Ajuda um entendre como Manobras that fazem par eleger hum Candidato amigo.

ESSA festa com o Dinheiro Público TEM Que Acabar, e familias Como OS Marinhos e Civitas TEM OS that enfrentar hum choque de Capitalismo: Aprender a andar SEM como muletas do Dinheiro Público.

Ou, Caso de: Não tenham Competencia Para Sobreviver num Universo SEM favorecimentos, quebrem que. O Mercado em substituirá POR Empresas Mais competitivas.

Localidade: Não São apenas anuncios: são Financiamentos uma Juros maternais los Bancos Públicos, São Compras de Lotes de Assinaturas de Jornais e Revistas, São Aquisições enormes de Livros da Abril, da Globo etc.

Numa Entrevista a Quatro Jornais, Ontem, Dilma Disse Que o novo Governo Vai Olhar com “lupa” como despesas, Equilibrar Pará como Contas e MANTER soluçar Controle um INFLAÇÃO. Localidade: Não E necessaria Uma lupa Pará examinar como despesas com Publicidade.

Entre e 2003 2012, ELAS Quase dobraram, Dados SEGUNDO fazer Secom. De cerca de 1 bilhão de reais, were Pará como imediações de 2 bilhões AO Ano.

Apenas um Globo – Audiência com o em franca Qaeda POR CAUSA de da internet – recebeu 600 Milhões de reais EM 2012.

Um Orçamento de base zero, Como OS Livros de Gestão recomendam, evitaria um Inercia dos aumentos Anuais do Governo com ESSE Tipo de despesa.

O Empresário americano Rupert Murdoch, EM Seu Império Mundial de Mídia, TEM Dependência de zero de Publicidade de governos.  Banco Estatal nenhum Empreendimentos FINANCIA SEUS, e POR ISSO ELE Quase quebrou na Década de 1990 quando Localidade: Não conseguiu honrar empréstimos OS Pará ingressar na área de TEVE POR Satélite. FOI Obrigado a se juntar a hum rival los TEVE POR Satélite. Só ágora Murdoch TEVE OS Meios parágrafo tentar comprar A Outra parte, mas o Governo Inglês negou POR Conta que Escandalo fazer News of the World.

ELE SE BATE Pelo Capitalismo, e pratica o Capitalismo.

Como Empresas jornalísticas brasileiras pregam o Capitalismo, mas gostam MESMO E de cartório. E julgam, Pelo Que escreveu a Veja, that Ate O DOS finais tempos estao aptas a Receber o Bolsa Imprensa.

 

* Fonte: DCM / Paulo Nogueira – editor

Brasil Real: Crime, Saúde e Corrupção os MAIORES problemas para os brasileiros *

 

Crime, saúde e corrupção

são os maiores problemas

para os brasileiros

…Segundo pesquisa do Pew Research Center. Divulgada nesta quinta-feira, o levantamento realizado em 34 países emergentes mostra que, no Brasil, 83% dos entrevistados apontam o crime e a saúde como uma grande fonte de preocupação, enquanto 78% reclamam da corrupção.

 

Reginaldo Manente/Divulgacão

 

Crime, saúde e corrupção são os maiores problemas para os brasileiros, segundo pesquisa do Pew Research Center. Divulgada nesta quinta-feira, o levantamento realizado em 34 países emergentes mostra que, no Brasil, 83% dos entrevistados apontam o crime e a saúde como uma grande fonte de preocupação, enquanto 78% reclamam da corrupção.

A qualidade ruim das escolas é vista como um grande problema por 64% dos brasileiros. A poluição da água e do ar incomoda muito 50% dos ouvidos pelo Pew no Brasil. O tráfego é uma grande preocupação para 47% e a falta de eletricidade, para 35%.

Na mediana dos 34 emergentes incluídos no levantamento, 83% dos entrevistados dizem que o crime é problema muito grande. A corrupção preocupa 76%. A medida é o número que está no centro de uma distribuição de dados.

Os latino-americanos são os emergentes que mais veem a criminalidade como um grande problema, com uma mediana de 86% reclamando desse questão. O percentual é de 90% na Colômbia e em El Salvador, alcançando 89% na Argentina, 86% no Chile e na Venezuela e 79% no México. Na África, o número é de 84%, atingindo 67% no Oriente Médio e 72% na Ásia.

Um respeitado instituto de pesquisas americanos, o Pew também perguntou aos entrevistados sobre a imagem das principais instituições no país – militares, imprensa, líderes religiosos, bancos e instituições financeiras, empresas, governo, funcionários públicos e o sistema judiciário. No Brasil, 69% dos ouvidos disseram que a imprensa e os líderes religiosos têm uma boa influência no país. As empresas são bem vistas por 62% dos brasileiros.

Os militares são considerados uma boa influência por 49% dos brasileiros, enquanto 47% dizem o mesmo de bancos e do governo nacional e 41%, dos funcionários públicos. O sistema judiciário aparece na lanterninha, com apenas 25% manifestando uma opinião positiva sobre a sua imagem. A pesquisa no Brasil ouviu 1.003 pessoas, entre 10 e 30 de abril.

 

* Fonte: Valor Econômico/Por Sergio Lamucci | Valor

Brasil: Produtos Laticínios ajudam a controlar a inflação *

 

Laticínios mais baratos

ajudam a segurar a inflação

 

leite

 

Laticínios mais baratos ajudam a segurar a inflaçãoO IPC-S, que influi nos reajustes salariais e contratos de aluguel, fechou outubro em alta de 0,43%, ante 0,49% na terceira prévia do mês
 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou outubro em alta de 0,43% ante 0,49% registrado na terceira prévia do mês. Desde janeiro, o índice acumula um aumento de 5,38%, e, nos últimos 12 meses, de 6,84%.

O indicador, que influi nos reajustes salariais e contratos de aluguéis, reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de um a 33 salários mínimos, residentes nas seguintes capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Brasília. É medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e teve seu início de apuração em 2003.

O IPC-S integra o sistema de índices de preços ao consumidor da FGV, que inclui: IPC-DI, IPC-M, IPC-10, IPC-3i e IPC-C1. Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento. O intervalo entre o fim da coleta e sua divulgação é de um dia, sendo um dos mais curtos, inclusive para padrões internacionais.

De acordo com o levantamento feito pelo FGV, cinco dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimos com destaque para alimentação (de 0,57% para 0,49%). Esse resultado foi influenciado pelo segmento dos laticínios (de 0,30% para -0,31)%.

Em transportes a taxa indicou elevação de 0,16% bem abaixo da medição passada (0,28%) o que reflete a tarifa de ônibus urbano (de 0,28% para 0,04%). No grupo habitação, o índice passou de 0,52% para 0,48% com o impacto da conta de luz (de 0,54% para 0,18%); em educação, leitura e recreação (de 0,19% para 0,09%) com efeito da passagem aérea (de -4,60% para -9,51%) e, em comunicação, a taxa variou 0,32% ante 0,61% com destaque para a tarifa de telefone móvel (de 1,20% para 0,71%).

No mesmo período, os preços ganharam força nos seguintes grupos: vestuário (de 0,80% para 0,99%), variação esta que foi puxada pelas roupas (0,62% para 0,90%); despesas diversas (de 0,19% para 0,25%), sob a influência dos alimentos para animais domésticos (de 0,39% para 0,72%); saúde e cuidados pessoais (de 0,59% para 0,61%), com os artigos de higiene e cuidado pessoal passando de 0,63% para 0,83%.

Os itens que mais pressionaram o índice foram: tomate (19,34%); refeições em bares e restaurantes (0,52%); aluguel residencial (0,68%); plano e seguro de saúde (0,70%) e gás de bujão (2,14%).

Já os itens que mais auxiliaram a frear o avanço da taxa foram: passagem aérea (-9,51); cebola (-15,48); manga (-20,62); banana-prata (-3,54) e leite tipo longa vida (-0,92).

* Fonte: Agência Brasil/Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil

Saúde Pública: Operação retira mais de 7 toneladas de alimentos da CEASA Recife *

 

Total apreendido em ação no Ceasa foi de 7,1 toneladas de

alimentos

Balanço sobre apreensões foi apresentado nesta quinta (Foto: Katherine Coutinho/G1)

(Balanço sobre apreensões foi apresentado nesta quinta (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Vigilância Sanitária e Adagro recolheram 3,9 toneladas de pescados. Além dos alimentos, foram retidos 600 mil ovos de galinha.

Ovos apreendidos estavam com embalagem irregular e foram jogados no lixo. (Foto: Kety Marinho/TV Globo)

(Ovos apreendidos estavam com embalagem irregular e foram jogados no lixo. (Foto: Kety Marinho/TV Globo)

A operação conjunta de fiscalização no Centro de Abastecimento e Logística de Pernambuco (Ceasa), no bairro do Curado, Zona Oeste do Recife, apreendeu aproximadamente 7,1 toneladas de alimentos e 600 mil ovos de galinha na última quarta-feira (29). O balanço da operação foi divulgado nesta quinta-feira (30), na sede da Associação Nordestina de Criadores, no bairro do Cordeiro, também na capital.

Participaram da ação a Vigilância Sanitária do Recife, a Delegacia do Consumidor, a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), entre outros. O objetivo foi coibir a venda de produtos sem origem identificada. Ao todo, 16 estabelecimentos foram fiscalizados, mas apenas um chegou a ser fechado, uma loja que revendia laticínios, por não haver responsável técnico.

Na loja interditada, foram apreendidos 776,2 quilos de produtos, sendo 93 quilos de manteiga de garrafa, 152 quilos de queijo muçarela, 572 kg de linguiça e mortadela e 4,2 quilos de frango. “Tinha produtos vencidos, muitos sem registro, falsificados. Orientamos que eles contratem um responsável técnico, o que eles me disseram que já estavam providenciando. Eles tinham muito produto em um espaço pequeno, eles vão ter que readequar sua estrutura”, explica a diretora da Vigilância Sanitária municipal, Adeílza Ferraz.

A apreensão de ovos foi um dos pontos mais polêmicos da ação, visto que foram jogados todos fora, assim como os 31,9 mil ovos de codorna. Os ovos eram vendidos sem embalagem, estando dispostos em bandejas. “No caso dos ovos, eles têm que sair do entreposto embalados. É assim que a legislação federal e estadual exigem.  A conservação do ovo é de 20 dias e o prazo pode ser ampliado quando ele está resfriado”, explica André Sérgio, chefe da unidade estadual de Inspeção Animal da Adagro.

Como os boxes no Ceasa são pontos de vendas, e não entrepostos comerciais, eles são obrigados por lei a vender o produto embalado. “Lá não tem como resfriar, lá é um ponto de venda e não um entreposto comercial. O ovo precisa chegar lá embalado por questão de rastreabilidade, para sabermos de onde o ovo vem, o lote e o prazo de validade. Você não sabe identificar quando aquele ovo foi produzido, se está de fato bom, se está contaminado”, destaca Sérgio.

saiba mais

* Fonte: G1/Adagro/Vigilância Sanitária Recife

Sanharó/Pesqueira: Obras da Adutora do Agreste PARAM. Já faltou dinheiro ou é politicagem? *

 

 

Convênio »

Obra da Adutora do Agreste pode parar

 

Apenas um trecho entre Belo Jardim e Tacaimbó tem algumas máquinas e homens trabalhando. Os demais trechos e a obra da Estação de Tratamento no sítio canela de ema, entre Pesqueira e Arcoverde não está apenas parada –  os trabalhadores foram demitidos. (O oabelhudo)

 

Obra da adutora do agreste é mais uma ameça de "elefante branco"...

Obra da adutora do agreste é mais uma ameça de “elefante branco”…

 
(Diretoria da Compesa: Início da obra da Estação de Tratamento e em visita a Saint-Gobain no Rio)

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thumb_25803_20130603210254Eduardo falando no evento de Pesqueira

(Tubos. Um desfile de caminhões carregados. O ex-governador Eduardo Campos na assinatura das Ordens de Serviços em Pesqueira)

 

 

Um impasse entre governos federal e estadual está travando o andamento da obra da Adutora do Agreste. O repasse do convênio de R$ 1,3 bilhões entre Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e Ministério da Integração Nacional para a implantação do projeto não segue como o estado contratou. De acordo as contas da Compesa, cerca de R$ 780 milhões já deveriam ter chegado do governo federal. Só vieram R$ 314 milhões. O resultado é cerca de 800 demissões, canteiros desmobilizados, suspensão de contratos com fornecedores e um ensaio para a paralisação total. O ministério da Integração, por sua vez, garante o repasse concluído de R$ 326 milhões e que a obra está em pleno vapor.

De acordo com o presidente da Compesa, Roberto Tavares, o convênio com o ministério da integração nacional para construção da obra é validado por Portaria Interministerial (130/2013), que simplifica a liberação de recursos para projetos destinados a necessidades de grande proporção, como seca, enchentes, entre outros.

“O processo de repasse é de 30% mediante apresentação de contratos, depois mais 40% mediante comprovação por relatório de que a obra está sendo tocada e o restante pós-fiscalização do ministério para concluir a obra. Temos mais de 200 quilômetros de tubulações instalados. Isso representa mais de um terço da etapa em construção”, destacou Tavares. Ainda de acordo com ele, vários ofícios foram enviados para o ministério, avisando do risco de paralisação, mas sem qualquer retorno. O ministério se limitou a responder que os repasses são feitos de acordo com a execução da obra.

Outro agravante para a celeridade do projeto é o fornecimento de tubulações. A Saint-Gobain, que possui contrato de mais de R$ 500 milhões com a Compesa, estava importando de unidades industriais da Alemanha e da Espanha porque a fábrica brasileira não atendia a demanda. Com a falta de dinheiro, a Saint-Gobain suspendeu as importações.

“Depois de uma reunião complicada, conseguimos voltar a receber as encomendas, mas em volume de 50% da nossa necessidade”, contou Roberto Tavares. A Adutora prevê atender mais de 70 cidades e 80 distritos do Agreste, região de pior balanço hídrico do estado. O investimento total passa de R$ 2 bilhões.

A obra terá 1,3 mil quilômetros e capacidade para captar 4 mil litros de água por segundo através do Ramal do Agreste, que deriva do Eixo Leste da Transposição do Rio são Francisco. Apesar da representatividade da Transposição, a adutora tem parcial operação viável. “É possível atender algumas cidades em colapso, por exemplo, utilizando água dos poços de Tupanatinga e Jatobá e da barragem Pedro Moura. Porém, a obra que já teve 1.100 pessoas trabalhando, hoje tem 300 pessoas em atuação. Eram 20 frentes de trabalho e atualmente são apenas três, com as estações de tratamento e elevatória completamente paralisadas”, ressaltou.

* Fonte: Diário de PE/André Clemente

Pernambuco: Mais Carros-Pipas para Municípios em Situação de Emergência *

 

 

 

 

 

 

Defesa Civil credencia carros pipa 

para abastecer municípios em

situação de emergência


Situarave nos municípios em situação de emergênciação continua g

Situarave nos municípios em situação de emergênciação continua g


 

 

 

A Casa Militar de Pernambuco, através da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CODECIPE) convoca os proprietários de carros pipa que operam no Interior de Pernambuco para que possam se credenciar para fornecer água potável às comunidades atingidas pela estiagem em 22 municípios atendidos pela Operação Carro-Pipa.

 

O edital, publicado no último dia 15 de agosto de 2014, abre inscrição para que os fornecedores sejam pessoas físicas ou jurídicas, possam se habilitar ao serviço de abastecimento de água potável.  A inscrição para o credenciamento poderá ser feita até 15 dias após publicação no Diário Oficial, das 8h às 13h e a escolha das rotas será feita através de sorteio público.

 

Para se habilitar, o interessado deve possuir reservatório (pipa) com capacidade mínima de sete metros cúbicos, autorizar a instalação de aparelho GPS (para controle do Estado) e só captar água nos mananciais estabelecidos pela Codecipe. Os interessados não poderão terceirizar o serviço nem concorrer, simultaneamente, em mais de um município e deverão entregar a documentação de acordo com as exigências previstas no Edital.

As inscrições estão sendo feitas nos Batalhões da Polícia Militar e nos Grupamentos do Corpo de Bombeiros nas cidades relacionadas nos quadros abaixo.

Esta é mais uma ação do Comitê Integrado de Convivência com o Semiárido, criado pelo Governo do Estado para o enfrentamento da estiagem, onde a Casa Militar, através da CODECIPE, executa diversas ações.

O edital está disponível no site www.licitacoes.pe.gov.br e existe demanda para contratar 113 carros pipa.

 

Dúvidas podem ser esclarecidas no Programa Operação Pipa da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CODECIPE), telefone 3181.2493, das 14 às 18h, em dias úteis.

 

SERVIÇO:

 

LOCAIS PARA ENTREGA DE DOCUMENTOS, VISTORIAS E SORTEIO PARA O CREDENCIAMENTO

 

Local para entrega dos documentos para o Credenciamento;

 

DATA / HORA LOCAL TODOS OS PIPEIROS NOS MUNICÍPIOS DE:
Até 15 dias após a publicação na imprensa oficial 23º Batalhão de Polícia Militar – Afogados da Ingazeira  – Terezinha dos Santos Marques, s/n, Bairro Manuela Valadares. Afogados da Ingazeira.

(TENENTE PM ALBERTO TORRES E TENENTE BM ROGÉRIO ALVES)Afogados da Ingazeira, Brejinho e Carnaíba.6º Grupamento de Bombeiros/ Garanhuns – Rua Pedro Rocha, n 131, Heliópolis CEP: 55.295-470 – Garanhuns.

(TENENTE BM JOSEMAR)Angelim, Canhotinho, Correntes, Jurema,  Lagoa do Ouro, Saloá, São Bento do Una,  São João e Terezinha.2º Grupamento de Bombeiros – Caruaru – Rodovia BR 104 s/n Nova Caruaru, Caruaru PE – 55024-970

(TEN BM LOURIVAL E TEN BM RENATO)Agrestina, Caruaru, Ibirajuba, Passira, Sairé, Sanharó, e São Joaquim do Monte.3º Batalhão de Polícia Militar – Arcoverde – Rodovia Br-232 , s/n km 256 , Jardim Planalto, Arcoverde  –  PE. 

(TENENTE PM MACIEL E TENENTE BM AMORIM)Buíque, Itaíba e Manari.

 

Local para vistorias dos carros-pipa;

DATA / HORA LOCAL TODOS OS PIPEIROS NOS MUNICÍPIOS DE:
Até 15 dias após a publicação na imprensa oficial 23º Batalhão de Polícia Militar – Afogados da Ingazeira – Terezinha dos Santos Marques, s/n, Bairro Manuela Valadares. Afogados da Ingazeira.

(TENENTE PM ALBERTO TORRES E TENENTE BM ROGÉRIO ALVES)Afogados da Ingazeira, Brejinho e Carnaíba.9º Batalhão de Polícia Militar – Garanhuns – Av Rui Barbosa, S/N Heliópolis CEP: 55.295-530 – Garanhuns.

(TEN PM CLÉNIO E TENENTE BM JOSEMAR)Angelim, Canhotinho, Correntes, Jurema,  Lagoa do Ouro, Saloá, São Bento do Uma,  São João e Terezinha.4º Batalhão de Polícia Militar – Caruaru –  Br 104 , S/N , KM 67, Caruaru, Caruaru  –  PE 

(TENENTE PM LUCIANO E TENENTE BM LOURIVAL) Agrestina, Caruaru, Ibirajuba, Passira, Sairé, Sanharó, e São Joaquim do Monte.3º Batalhão de Polícia Militar – Arcoverde – Rodovia Br-232 , s/n km 256, Jardim Planalto, Arcoverde  –  PE 

(TENENTE PM MACIEL E TENENTE BM AMORIM) Buíque, Itaíba e Manari.

 

  • Local do Sorteio Público e divulgação dos Credenciados;
DATA / HORA LOCAL TODOS OS PIPEIROS NOS MUNICÍPIOS DE:
Após o término do credenciamento Caruaru – Centro Tecnológico do ITEP Agrestina, Caruaru, Passira, Sairé e São Joaquim do Monte.
Afogados da Ingazeira – X GERES – Saúde Afogados da Ingazeira, Brejinho e Carnaíba.
Arcoverde – Estação Experimental do IPA, BR 232, ao lado do 3º BPM. Buíque, Itaíba e Manari.
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Fonte: Secretaria da Casa Militar

 

Editorial/Brasil: O Problema de Abastecimento de água é Questão Nacional *

Abastecimento de água é

uma questão nacional

Barragem Cantareira que abastece a grande São Paulo em total colapso

Barragem Cantareira que abastece a grande São Paulo em total colapso

“Crise de abastecimento em São Paulo deve servir de alerta para a falta de programas eficazes de racionalização da distribuição e do consumo em todo o país”

 

 

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(Dois dos maiores açudes do nordeste: Orós e Castanhão, ambos no estado do Ceará)

A pior crise de abastecimento da história de São Paulo, com o maior reservatório do estado virtualmente seco, derruba o mito de que a água não é um problema no Brasil. Principalmente, expõe a preocupante evidência de que o país — poder público, órgãos/empresas do setor e mesmo a população — é relapso com seus recursos hídricos. A água, um bem vital que escasseia em boa parte do planeta, ainda não é tratada como tal, e a sombra da seca — até aqui flagelo associado quase unicamente ao Nordeste — sobre as regiões metropolitanas da capital da mais rica unidade da Federação ameaça sair do terreno de impensável pesadelo para a realidade dos paulistanos e paulistas. Mas o risco de desabastecimento não é um problema localizado; é uma questão nacional.

O mito da água em abundância até pode ter um quê de verdade, em razão das gigantescas bacias hidrográficas da Amazônia. Mas grandes reservas não implicam, necessariamente, abastecimento eficaz. Na mesma Região Norte que concentra os maiores mananciais do Brasil registram-se (junto com o Nordeste) os piores índices de distribuição de água. Alguns estados chegam a conviver com um índice absoluto de intermitência — ou seja, na região mais rica em recursos hídricos do país todos os domicílios ligados às redes de água sofrem interrupção do fornecimento pelo menos uma vez por mês.

A razão do risco de desabastecimento em São Paulo pode, no máximo, ser dividida com a ocorrência de apagões climáticos, como baixos índices pluviométricos — fatais para o sistema Cantareira, mas não exclusivos. Dez anos atrás, a Agência Nacional de Águas (ANA) já apontava para a necessidade de se fazer obras que pudessem reduzir a dependência do sistema. Por sua vez, a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo enviou em 2009 à empresa responsável por captar, tratar e distribuir a água no estado um relatório sobre o Plano da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê. O documento apontava um déficit de grande magnitude em Cantareira e aconselhava o governo estadual a tomar medidas para evitar o colapso. As chuvas abundantes dos dois anos seguintes afogaram o alerta.

A leniência com que se trata a questão da água tem também raízes culturais. Órgãos da administração pública, não raro, não têm projetos eficazes de racionalização, e quando os têm não os implantam. A transposição do São Francisco, por exemplo, e uma série de outros programas de aproveitamento sustentável do rio não andam. A população, por sua vez, costuma ser perdulária. A junção desses comportamentos (planos oficiais escassos de racionalização e perdas com mal uso, vazamentos e ligações clandestinas) resulta numa previsão sombria: segundo a ANA, 55% das cidades brasileiras correm o risco de não manter o atual nível de abastecimento já em 2015. Já passou da hora de se encarar a questão com seriedade.

* Fonte: O Globo/Editorial