Category Archives: Economia/Negócio

Um Homem de sucesso; Samuel Klein/Casas Bahia – “Riqueza do pobre é o nome” *

 

 

Morre Samuel Klein,

o rei do carnê

 

Grande sacada do empresário foi entender como conceder crédito para a população de baixa renda

Divulgação
(Samuel Klein nasceu na Polônia, passou por dois campos de concentração da II Guerra Mundial e chegou ao Brasil em 1952)

 

 

Samuel Klein dizia que pagava bem e não pisava em ninguém. Certa vez, numa entrevista anos atrás, comentou que não queria ser “da elite”, porque a elite só compra de vez em quando, “e pobre compra sempre”. Em 2003, disse para uma apresentadora de TV que, quando começou a trabalhar, nos anos 50, “comprava por 100 e vendia por 200” – uma das frases mais associadas à ele e, para alguns, um dos pilares da estratégia da maior rede de eletroeletrônicos do país, a Casas Bahia. Em fase mais recente, Samuel disse que “quem tem sócio, tem patrão” – frase que anos atrás voltou a ganhar notoriedade após a conturbada fusão de sua rede com o Grupo Pão de Açúcar (GPA). “Sempre ganhei dinheiro sozinho […]. Quero trabalhar até os 120 anos.”

Samuel Klein, o homem que “inventou” o crediário no Brasil, morreu na madrugada de ontem aos 91 anos, de insuficiência respiratória, após 15 dias internado no Hospital Albert Einstein em São Paulo. Ele foi uma das personalidades mais marcantes do varejo brasileiro – e não só pela simplicidade no trato, jeito espontâneo ou carisma (grandes comerciantes têm, naturalmente, essas características). Samuel percebeu antes que pobre gosta de bons produtos e não se importa em pagá-los em 24 vezes – a juros de mercado – em parcelas (quase) a preço de banana.

Ele e seus filhos Michael e Saul montaram uma estrutura de primeira linha, da porta da loja (na relação de confiança que vendedores criavam com os consumidores) ao fundo do estabelecimento, onde ficava a área de pagamento de carnês, estrategicamente localizada para forçar o cliente a passear pelos produtos antes. O layout dos pontos sempre foi simples, para dar a sensação de local espartano, que vende barato porque gasta pouco. As letras garrafais da frase “é só até amanhã”, ainda hoje usada na comunicação da marca, nasceu na Casas Bahia de Samuel Klein.

Para empresários do varejo, a grande sacada de Samuel foi entender como conceder crédito para a população de baixa renda e como ganhar muito dinheiro com isso. Os analistas dizem que, mais do que uma rede de lojas, a Casas Bahia transformou-se, ao longo do tempo, em um banco com uma carteira de crédito de R$ 4,5 bilhões em 2009 e, dizem, até 30 milhões de clientes ativos. Em 2004, negociou parceria com o Bradesco, que se tornou financeira da rede – o que lhe rendeu soma estimada na época em R$ 500 milhões.

Numa operação deste tamanho, era tão difícil saber do empresário a taxa de juros que a rede cobrava ao mês (sempre na média de mercado, na faixa de 5% a 6% hoje), quanto era complicado descobrir a taxa de inadimplência da rede. Quando surgiam comentários no mercado sobre problemas de caixa na empresa, e dívidas em crescimento, como em 1999, Samuel negava. Dizia que pagava tudo o que devia.

Várias lendas surgiram em torno dele ao longo dos anos, como a de que perdoava débitos atrasados de clientes, porque consumidor perdoado volta a comprar na loja. Se isso acontecia, não era, necessariamente, um perdão descompromissado. “Riqueza do pobre é o nome”, dizia. “A gente precisa entender que ninguém consegue nada trabalhando com rico, porque ricos têm poucos e pobres têm muitos. Tem que dançar conforme toca a música. Se você vende para um trabalhador e ele fica desempregado, não tem como pagar a prestação, nós o convidamos para vir fazer algum acordo. Tratamos o cliente bem e depois nós vendemos de novo para ele”, afirmou Klein certa vez numa entrevista.

Leia a Íntegra:

http://www.valor.com.br/compartilhar1/do?share=empresas%2F3787802%2Fmorre-samuel-klein-o-rei-do-carne&ajax=1

 

* Fonte: Valor Econômico/Por Adriana Mattos | De São Paulo

Economia & Negócios: Governo NÃO prorroga o IPI dos automóveis. Aumento será em janeiro *

 

Governo não prorroga

desoneração, e IPI para

carros sobe em 1º de janeiro

 

(Segundo Moan, – Anfavea –  é decisão de cada empresa repassar ou não a recomposição do imposto para o preço ao consumidor).

 

 

Sem espaço no orçamento para mais desonerações de tributos, o governo decidiu não prorrogar a redução da alíquota de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre carros. O imposto fica maior a partir de 1º de janeiro de 2015.

O presidente da Anfavea (associação que representa as montadoras), Luiz Moan, esteve nesta quinta-feira (20) com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, de quem ouviu a decisão.

Para carros populares, a alíquota do imposto subirá de 3% para 7%, que é o seu valor originaI. Para os demais, a alíquota subirá de 9% para 11%, no caso dos carros flex, e de 9% para 13% para os modelos movidos à gasolina.

Segundo Moan, é decisão de cada empresa repassar ou não a recomposição do imposto para o preço ao consumidor.

IMPACTOS

O governo já vinha indicando que não iria prorrogar o benefício, iniciado em 2012 e renovado várias vezes, sob a condição de o setor não demitir e não cortar investimentos.

Até o fim de 2014, pelos cálculos da Receita Federal, o governo deverá deixar de arrecadar R$11,5 bilhões com essa política.

Questionado sobre os impactos da decisão, se haverá demissões, por exemplo, Moan afirmou que o setor vai fazer o possível para aumentar a produção e as vendas.

“A indústria automobilística tem seus trabalhadores num nível muito qualificado, o que significa investimento em treinamento muito forte, e a indústria sempre evitou fazer uma redução do pessoal em função desse investimento que foi feito. Vamos lutar o máximo possível para continuar produzindo e principalmente vendendo.”

Depois de um primeiro semestre ruim para o setor, com estoques cheios, demissões, programas de férias coletivas e afastamentos temporários de mão de obra, o setor passa por um segundo semestre de recuperação nas vendas e na produção.

Segundo Moan, as vendas médias cresceram 5,7% de julho a outubro, em relação ao primeiro semestre. A produção cresceu 6,2%, e as exportações, 2,4%.

Em novembro, as vendas estão superiores a 13 mil veículos por dia. “Em outubro estávamos brigando para atingir 13 mil. Este mês, estamos brigando para superar outras metas.”

INVESTIMENTO

Moan pediu a Mantega que divulgue, o quanto antes, as taxas de juros do PSI (Programa de Sustentação de Investimento, financiado pelo BNDES) para ônibus, caminhões e máquinas agrícolas de 2015.

O programa oferece linha de crédito do BNDES para a compra e exportação de bens de capital (máquinas, equipamentos, caminhões e ônibus usados na produção).

Hoje, os juros para compra de caminhões e ônibus está em 6%. Para máquinas agrícolas, 4,5%.

* Fonte: Folha de são Paulo/Mercado/SOFIA FERNANDES DE BRASÍLIA

Construtoras denunciadas operam grandes obras no Brasil e em vários países *

 

Escândalo na Petrobras

As dez maiores construtoras

brasileiras, que movimentam

bilhões em obras, foram citadas

na Operação Lava Jato

 

 

 

 

Muro alto

 

* Fonte: Folha de São Paulo/Poder

Brasil: Escândalos derrubam o valor da Petrobrás de 380,2 para 173,9 bilhões *

Com escândalos,

Petrobras cai para 3ª

maior empresa em

valor na Bolsa

 

Maior empresa do Brasil em patrimônio, a Petrobras caiu para o terceiro lugar entre as companhias de maior valor de mercado negociadas na Bolsa.

Do início do governo Dilma Rousseff até esta quinta-feira (13), o valor da estatal caiu de R$ 380,2 bilhões para R$ 173,9 bilhões, derrubado pela sucessão de escândalos de corrupção.

Petrobras valor de mercado 1994-2014

Com isso, ela foi superada pela Ambev, cujas ações somam R$ 251,3 bilhões, e pelo Itaú Unibanco, avaliado em R$ 184,2 bilhões.

A comparação entre os valores de mercado e o patrimônio líquido -os bens e valores a receber, descontando as dívidas- mostra o tamanho da incerteza do mercado quanto ao futuro da Petrobras.

O patrimônio líquido da petrolífera foi contabilizado em R$ 362,2 bilhões em junho, muito acima dos montantes da Ambev (R$ 43,6 bilhões em setembro) e do Itaú (R$ 94,8 bilhões em setembro).

No governo Lula, a gigante estatal chegou a valer R$ 429,9 bilhões na Bolsa ao final de 2007. Naquela época havia sido anunciada a maior descoberta de petróleo na camada do pré-sal -os primeiros achados, de 2006, não eram tão impactantes.

Encerrado o período de prosperidade da economia global da década passada, as ações da companhia entraram em trajetória de queda no governo Dilma.

Além do cenário menos favorável, a rentabilidade da empresa foi prejudicada pela decisão política de represar os preços da gasolina e outros combustíveis para conter a inflação.

Mais recentemente, a queda foi intensificada pela operação da Polícia Federal que investiga o pagamento de propinas à empresa em favor de partidos políticos.

* Fonte: Infomoney/POR DINHEIRO PÚBLICO & CIA

Brasil: Contas do País está entre as PIORES do mundo *

 

Análise: Situação real das

contas do Brasil está

entre as piores do mundo

 

O Brasil iniciou em 1999 a política de metas de superavit primário porque os juros nacionais e os encargos da dívida pública não têm paralelo entre as principais economias do mundo.

Esse dado põe em xeque a argumentação da presidente Dilma Rousseff segundo a qual o desempenho fiscal do país, em aguda deterioração neste ano eleitoral, é melhor que o da grande maioria dos países do G20.

Na maior parte do mundo, o saldo das contas dos governos é apurado a partir da diferença entre as receitas totais e as despesas totais -o que no Brasil se chama de resultado nominal.

O deficit nominal brasileiro acumulou o equivalente a 4,9% do PIB (Produto Interno Bruto, medida da renda nacional) nos últimos 12 meses, maior taxa em 11 anos.

Entre as principais economias globais, esse patamar só é igualado ou superado por EUA, Reino Unido, Japão, Índia e África do Sul.

Os três primeiros, desenvolvidos, buscam estimular suas economias e não enfrentam dificuldades para obter dinheiro emprestado. As duas últimas, emergentes, são vistas, como o Brasil, como vulneráveis a oscilações do mercado externo.

A comparação de Dilma, no entanto, se baseou nos resultados primários -ou seja, que não consideram as despesas com juros da dívida pública. Trata-se de um conceito pouco considerado no resto do mundo.

O Brasil adotou esse cálculo em sua política fiscal porque o governo sempre teve dificuldades em cumprir metas de resultado nominal. Os juros, além de elevados, estão sujeitos a alterações para o controle da inflação.

União, Estados e municípios gastam hoje 5,5% do PIB com encargos da dívida. Um levantamento feito pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) com dados de 2011 mostrou que só Grécia e Líbano gastavam mais. Na maior parte do G20, essa despesa não chega a 2% do PIB.

Leia também:

 

*  Fonte: Folha SP/GUSTAVO PATU DE BRASÍLIA

Pesqueira: Ex-xerife da Receita aprofunda críticas à política do governo federal *

Everardo aprofunda críticas

 

CONJUNTURA Ao tomar posse na Academia Internacional de Direito e Economia, consultor diz que nossa realidade atual é trágica

 

“A realidade econômica brasileira de hoje é trágica, raras vezes tão perversa. Os parâmetros de avaliação da economia brasileira hoje demonstram falta de equilíbrio fiscal, dificuldade de comércio exterior, inflação e crescimento econômico baixo”,

O consultor e ex-secretário da Receita Federal nos governos de Fernando Henrique Cardoso, o pernambucano Everardo Maciel, tomou posse na Academia Internacional de Direito e Economia, ocupando a cadeira que pertencia ao economista e ex-prefeito de São Paulo Miguel Colasuonno, morto no ano passado. O convite para integrar a entidade partiu do acadêmico Hamilton Dias de Souza, pedido que foi acolhido pelo fundador da entidade, o jurista Ives Gandra e pelo presidente, o jurista Ney Prado.

Sobre a indicação, Maciel se disse honrado. “É uma honra participar de uma casa com pessoas tão qualificadas a exemplo dos ministros Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Carlos Veloso, Marco Aurélio e outros como Delfim Netto e Michel Temer.”

A academia é uma entidade que promove seminários e debates a respeito de temas em que o direito e a economia se cruzam. Os principais temas discutidos giram em torno dos limites em que a Federação deve atuar, sua eficiência na adoção de políticas nacionais, com objetivo de discutir reformas que possibilitem a abertura e competitividade da economia e o avanço das instituições jurídicas. A Academia foi criada em 87 e tem entre seus acadêmicos 60 notáveis.

Como a posse aconteceu durante o período de embate eleitoral, Everardo criticou em seu discurso as políticas em curso no Brasil. “A realidade econômica brasileira de hoje é trágica, raras vezes tão perversa. Os parâmetros de avaliação da economia brasileira hoje demonstram falta de equilíbrio fiscal, dificuldade de comércio exterior, inflação e crescimento econômico baixo”, comentou.

Na sua visão, a reforma no sistema tributário brasileiro é condição necessária para a retomada do crescimento, embora haja questões mais básicas em questão na atual conjuntura. “Há falta de crescimento por conta dos fundamentos da economia que estão sendo desconsiderados. Há excesso de intervencionismo, que gera situações de privilégios para determinadas empresas e empresários”, disse, referindo-se à política do governo de conceder desonerações a setores específicos e estímulos específicos à empresas campeãs nacionais, dando crédito subsidiado a grandes grupos tidos com potencial para serem líderes globais. Everardo também se mostra preocupado com o descuido em relação ao poder da moeda com a gestão fiscal, que ameaçam a credibilidade do Brasil perante investidores.

* Fonte: JC/Domingo – Economia

Brasil: O Governo, Maior Anunciante – A Mídia não quer que ele mexa no “Bolsa Imprensa” *

 

 

 

O BOLSA IMPRENSA E MÍDIA

FAZER DINHEIRO FÁCIL

 

 

 

O PT Busca golpear como Receitas publicitarias dos Veículos de Informação – O Que poderia redundar, no Futuro, não Controle de Conteúdo Pelo Governo “.

ESTA na Veja , e Raras Vezes ficou Tão clara a Dependência Financeira e that mental como Grandes corporações jornalísticas TEM fazer Dinheiro Público o expresso los Publicidade federal.

Havia, Naquela frase, Uma alusão à decisão do Governo de deixar de veicular Estatal propaganda na Veja, o em consequencia da capa Criminosas that uma revista publicou Às Vésperas das Eleições.

Era o Mínimo Que se poderia Fazer Diante da Tentativa de golpe Branco da Abril contra a Democracia.

Mas a revista Fala los “golpear como Receitas publicitarias” da Mídia Corporativa.

A Primeira pergunta e: como Empresas consideram Direito adquirido o ‘Bolsa Imprensa “, o torrencial Dinheiro Público Que HÁ muitos Anos como enriquece – donos SEUS EA – na forma de Anuncios Governamentais?

Dilma na Entrevista de Ontem AOS Jornais

(Presidente Dilma los Entrevista, Ontem, uma Quatro Jornais)

Otras PERGUNTAS decorrem Desta Primeira.

Que Capitalismo E Este defendido Pelas Empresas jornalísticas los that EXISTE tamanha Dependência do Estado e do Dinheiro Público?

Elas Localidade: Não se Batem Pelo Estado Mínimo? Ou querem, Como de sempre tiveram, um Estado-babá?

Os Manuais Básicos de Administração ensinam that never VOCÊ DEVE Depender de Uma Única Coisa Pará uma Sobrevivência de Seu Negócio.

E não entanto como Grandes empresas de Comunicação Simplesmente quebrariam, uo virariam Uma Fração Do Que São, se o Governo Federal deixasse de anunciar nelas.

Tamanha Dependência Explica o Pânico that como assalta uma eleição presidencial Cada, e also Ajuda um entendre como Manobras that fazem par eleger hum Candidato amigo.

ESSA festa com o Dinheiro Público TEM Que Acabar, e familias Como OS Marinhos e Civitas TEM OS that enfrentar hum choque de Capitalismo: Aprender a andar SEM como muletas do Dinheiro Público.

Ou, Caso de: Não tenham Competencia Para Sobreviver num Universo SEM favorecimentos, quebrem que. O Mercado em substituirá POR Empresas Mais competitivas.

Localidade: Não São apenas anuncios: são Financiamentos uma Juros maternais los Bancos Públicos, São Compras de Lotes de Assinaturas de Jornais e Revistas, São Aquisições enormes de Livros da Abril, da Globo etc.

Numa Entrevista a Quatro Jornais, Ontem, Dilma Disse Que o novo Governo Vai Olhar com “lupa” como despesas, Equilibrar Pará como Contas e MANTER soluçar Controle um INFLAÇÃO. Localidade: Não E necessaria Uma lupa Pará examinar como despesas com Publicidade.

Entre e 2003 2012, ELAS Quase dobraram, Dados SEGUNDO fazer Secom. De cerca de 1 bilhão de reais, were Pará como imediações de 2 bilhões AO Ano.

Apenas um Globo – Audiência com o em franca Qaeda POR CAUSA de da internet – recebeu 600 Milhões de reais EM 2012.

Um Orçamento de base zero, Como OS Livros de Gestão recomendam, evitaria um Inercia dos aumentos Anuais do Governo com ESSE Tipo de despesa.

O Empresário americano Rupert Murdoch, EM Seu Império Mundial de Mídia, TEM Dependência de zero de Publicidade de governos.  Banco Estatal nenhum Empreendimentos FINANCIA SEUS, e POR ISSO ELE Quase quebrou na Década de 1990 quando Localidade: Não conseguiu honrar empréstimos OS Pará ingressar na área de TEVE POR Satélite. FOI Obrigado a se juntar a hum rival los TEVE POR Satélite. Só ágora Murdoch TEVE OS Meios parágrafo tentar comprar A Outra parte, mas o Governo Inglês negou POR Conta que Escandalo fazer News of the World.

ELE SE BATE Pelo Capitalismo, e pratica o Capitalismo.

Como Empresas jornalísticas brasileiras pregam o Capitalismo, mas gostam MESMO E de cartório. E julgam, Pelo Que escreveu a Veja, that Ate O DOS finais tempos estao aptas a Receber o Bolsa Imprensa.

 

* Fonte: DCM / Paulo Nogueira – editor

Banco do Nordeste INAUGURA agências em Belo Jardim, São Bento do Una e outras cidades *

Expansão do Banco do

Nordeste em Pernambuco

 

Até dezembro deste ano, o Banco do Nordeste promoverá uma maratona de inauguração de agências em Pernambuco. Serão oito novas unidades abertas ao público nas próximas semanas, totalizando 37 agências em funcionamento atualmente no Estado.

O cronograma de eventos começa na próxima segunda-feira (10), às 16h, com a inauguração da quarta agência do Banco do Nordeste no Recife, dessa vez no bairro de Casa Forte (Rua Nestor Silva, 144). A unidade é voltada para o atendimento de micro e pequenas empresas (MPEs).

Na sequência, serão lançadas as agências de Escada (11/11), Petrolina – Tobias Barreto (14/11), Belo Jardim (17/11), São Bento do Una (18/11), Bom Conselho (19/11), Limoeiro (25/11) e Cabo de Santo Agostinho (04/12), contemplando todas as regiões do Estado.

Iniciado em 2012, o projeto de expansão das agências do BNB instalou nove unidades em Pernambuco neste ano e ainda tem prevista a inauguração de outras cinco, nos municípios de Moreno, Paudalho, Abreu e Lima, Ipojuca e Caruaru.

Uma agência de um banco como o BNB é certeza de mais investimentos e recursos girando na cidade.

* Fonte: Portal BNB

Brasil: Produtos Laticínios ajudam a controlar a inflação *

 

Laticínios mais baratos

ajudam a segurar a inflação

 

leite

 

Laticínios mais baratos ajudam a segurar a inflaçãoO IPC-S, que influi nos reajustes salariais e contratos de aluguel, fechou outubro em alta de 0,43%, ante 0,49% na terceira prévia do mês
 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) encerrou outubro em alta de 0,43% ante 0,49% registrado na terceira prévia do mês. Desde janeiro, o índice acumula um aumento de 5,38%, e, nos últimos 12 meses, de 6,84%.

O indicador, que influi nos reajustes salariais e contratos de aluguéis, reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de um a 33 salários mínimos, residentes nas seguintes capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Brasília. É medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e teve seu início de apuração em 2003.

O IPC-S integra o sistema de índices de preços ao consumidor da FGV, que inclui: IPC-DI, IPC-M, IPC-10, IPC-3i e IPC-C1. Apesar de a coleta ser semanal, a apuração das taxas de variação leva em conta a média dos preços coletados nas quatro últimas semanas até a data de fechamento. O intervalo entre o fim da coleta e sua divulgação é de um dia, sendo um dos mais curtos, inclusive para padrões internacionais.

De acordo com o levantamento feito pelo FGV, cinco dos oito grupos pesquisados apresentaram decréscimos com destaque para alimentação (de 0,57% para 0,49%). Esse resultado foi influenciado pelo segmento dos laticínios (de 0,30% para -0,31)%.

Em transportes a taxa indicou elevação de 0,16% bem abaixo da medição passada (0,28%) o que reflete a tarifa de ônibus urbano (de 0,28% para 0,04%). No grupo habitação, o índice passou de 0,52% para 0,48% com o impacto da conta de luz (de 0,54% para 0,18%); em educação, leitura e recreação (de 0,19% para 0,09%) com efeito da passagem aérea (de -4,60% para -9,51%) e, em comunicação, a taxa variou 0,32% ante 0,61% com destaque para a tarifa de telefone móvel (de 1,20% para 0,71%).

No mesmo período, os preços ganharam força nos seguintes grupos: vestuário (de 0,80% para 0,99%), variação esta que foi puxada pelas roupas (0,62% para 0,90%); despesas diversas (de 0,19% para 0,25%), sob a influência dos alimentos para animais domésticos (de 0,39% para 0,72%); saúde e cuidados pessoais (de 0,59% para 0,61%), com os artigos de higiene e cuidado pessoal passando de 0,63% para 0,83%.

Os itens que mais pressionaram o índice foram: tomate (19,34%); refeições em bares e restaurantes (0,52%); aluguel residencial (0,68%); plano e seguro de saúde (0,70%) e gás de bujão (2,14%).

Já os itens que mais auxiliaram a frear o avanço da taxa foram: passagem aérea (-9,51); cebola (-15,48); manga (-20,62); banana-prata (-3,54) e leite tipo longa vida (-0,92).

* Fonte: Agência Brasil/Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil

Brasil/Eleição Presidencial: O Peso do Bolsa Família na votação de Dilma *

Peso do Bolsa Família

é maior em 2014

Alaide Martins, ao lado das filhas, depende do Bol

 

 

O Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do País, teve em 2014 o maior impacto eleitoral desde sua criação, segundo estudo do cientista político Cesar Zucco, da Fundação Getúlio Vargas, feito em parceria com o Estadão Dados. A análise indica que cada ponto porcentual de cobertura do Bolsa Família em um município rendeu, em média, 0,32 ponto porcentual na votação de Dilma naquela cidade – o dobro do que foi verificado em 2010. O estudo compara o desempenho da presidente em municípios de perfis socioeconômicos semelhantes, mas com diferenças nos porcentuais de atendimento do Bolsa Família. Embora não permitam dizer exatamente como beneficiários e não beneficiários do programa se comportam na hora de votar, os resultados indicam que, quanto maior a parcela de famílias beneficiadas, maior a probabilidade de a presidente ganhar na cidade analisada.

Segundo o estudo, um em cada cinco votos em Dilma está relacionado ao mais famoso programa de transferência de renda dos governos petistas. A extrapolação dos resultados, porém, sugere que a presidente teria recebido votações expressivas nos locais mais pobres, mesmo sem o programa.

A análise de Zucco leva em conta variáveis socioeconômicas – como a pujança da economia do município, medida pelo Produto Interno Bruto, e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) -, para especificar municípios semelhantes a serem comparados entre si.

São levados em conta ainda fatores políticos, como o partido a que pertencem o prefeito e o governador do Estado em que está localizada a cidade. É por isso que é possível isolar o efeito eleitoral do Bolsa Família quando comparado ao impacto das outras variáveis.

Leia a Íntegra:

  • Peso do Bolsa Família é maior em 2014

* Fonte: Estadão/LUCAS DE ABREU MAIA , RODRIGO BURGARELLI