Category Archives: Eleição 2014

Brasil: Custo da Eleição 2014 foi de quase 5 bilhões *

 

 

Custo de R$ 5 bilhões faz

campanha bater recorde

 

Eleições de 2014 foram as mais caras da história da democracia brasileira

 

Quase 60% dos gastos foram realizados por candidatos de apenas três partidos políticos, PT, PSDB e PMDB

 

 

 

A campanha eleitoral deste ano, a mais cara da história da democracia brasileira, teve um custo total de quase R$ 5 bilhões, dos quais 60% foram gastos por candidatos de apenas três partidos.

As candidaturas do PT, PSDB e PMDB totalizaram despesas de R$ 2,9 bilhões, que se concentraram sobretudo em serviços de publicidade e produção de materiais impressos e dos programas do horário eleitoral.

A conclusão é de levantamento da Folha com base nas prestações finais de contas fornecidas pelas campanhas eleitorais ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A análise considerou as despesas de todos os candidatos, diretórios e comitês, tanto vencedores como derrotados, que concorreram para todos os cargos que tiveram disputa neste ano.

Com o valor total gasto na campanha, de R$ 4,92 bilhões, seria possível construir cerca de 76 mil moradias populares do programa Minha Casa, Minha Vida e quase quatro estádios similares ao Itaquerão, na zona leste da capital paulista.

Em 2010, foram disputadas duas vagas no Senado em cada Estado, o dobro de 2014. Mesmo assim, o custo da campanha eleitoral deste ano foi maior: superou em 2% o total gasto na corrida passada, quando foram investidos R$ 4,83 bilhões, valor corrigido pela inflação do período.

A disputa eleitoral que teve a maior quantia de gastos foi ao cargo de deputado estadual (1,2 bilhão), da qual participaram 17 mil candidatos. Na sequência, as que tiveram mais despesas foram para os cargos de governador (R$ 1,1 bilhão) e de deputado federal (R$ 1 bilhão).

Os gastos em publicidade representaram metade do total investido pelos candidatos na disputa eleitoral deste ano, seguidos por despesas com pagamento de pessoal e com custos de transporte.

DOADORES

Como em campanhas passadas, as grandes empresas foram as maiores financiadoras da disputa eleitoral deste ano. As dez maiores doadoras abasteceram as candidaturas com R$ 1 bilhão, ou seja, financiando um quinto do total de gastos feitos nas eleições.

A campeã foi a JBS, dona do frigorífico Friboi. A empresa, que despontou no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como a maior indústria de carnes do mundo, tornou-se a maior financiadora da campanha eleitoral deste ano, com um investimento de R$ 391 milhões.

Na sequência, tiveram destaque o grupo Odebrecht, que controla uma das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato, com R$ 111 milhões, e o Bradesco, que doou R$ 100 milhões aos partidos.

O predomínio de grandes corporações no financiamento de campanhas eleitorais é um dos temas que o governo gostaria de incluir no debate sobre reforma política que promete abrir no próximo ano.

O STF (Supremo Tribunal Federal) julga desde o final do ano passado pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que seja declarado inconstitucional o financiamento por empresas.

Seis ministros do STF já se manifestaram favoráveis ao veto das contribuições, entre eles o atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), José Dias Toffoli.

A votação já foi interrompida por dois pedidos de vista: um do ministro Teori Zavascki, único que votou contra a proibição, e outro do ministro Gilmar Mendes, que já sinalizou posição também contrária, mas que ainda não declarou o seu voto.

O Congresso Nacional, que é contra a mudança das regras por meio da STF, tem vários projetos sobre o assunto em tramitação atualmente.

Em evento na última quinta-feira (27), o presidente do TSE ressaltou que o Legislativo deve ser o foro para a reforma política e que o Judiciário deve ter a menor interferência possível nos ajustes do atual sistema político.

* Fonte: Folha de São Paulo/GABRIELA TERENZI/RAYANNE AZEVEDO DE SÃO PAULO

Brasil: Custos de campanha para deputados…Eleitos custam bem mais caros *

 

Candidatos eleitos gastam los Média 11 Vezes Mais Que Localidade: Não

eleitos

 

 

 

 

E o Dinheiro,! Candidato QUANTO Mais o postulante a hum legislativo Carga arrecadação, Maior a chance de conseguir ELE O Que Quer. Juntos, Os cerca de 1,5 mil Deputados Federais, Estaduais e Distritais e Senadores eleitos gastaram OS 29% Mais Que um soma das despesas dos Mais de 13 mil candidatos que de: Não se elegeram. OS Vencedores arrecadaram R $ 1,4 bilhão, ante R $ 1,1 bi derrotados DOS. Na mídia, eleitos OS gastaram 11 eleitos Vezes Mais Que OS NAO.

A Diferença Entre o Gasto Médio de Vencedores e Vencidos varia de Carga de Carga para. A Disputa Financeira Menos e desigual No Senado. São Menos candidatos – Mídia de 4 POR VAGA – e OS Partidos PODEM canalizar Mais Recursos Pará Como Candidaturas. Entre OS concorrentes hum Senador, um dos eleitos Campanha custou 4,3 Vezes Mais Que hum DOS derrotados: R $ 4,9 Milhões, EM Media, ante R $ 1,1 Milhão Paragrafo OS Que Localidade: Não Irão a Brasília.

Na eleição Pará Uma Câmara dos Deputados E Que o cofre pesa Mais. Os 513 Vencedores gastaram, EM Media, R $ 1,422 Milhão de Para Si eleger, EM UM Custo total de de de R $ 723 Milhões. JA OS milhares de candidatos que ficaram Pelo Caminho gastaram, juntos, POUCO Mais de Metade Disso. Na Mídia, o SUAS Campanhas custaram 93% Menos Que hum DOS eleitos. MESMO ASSIM, gastaram R $ 397 Milhões.

O Dinheiro Faz tanta Diferença na eleição par Deputado Federal that HÁ FAIXAS Informação Indisponível de Sucesso e de insucesso, proporcionais a QUANTO o Candidato gastou. Por Exemplo: todos aqueles that arrecadaram Mais de R $ 5 Milhões se elegeram. Were dez, Como Sergio Sveiter (PSD-RJ), that angariou R $ 5,7 Milhões Para Conquistar 57 Votos mil, a mídia de R $ 99 POR voto – uma da Mais Cara nova Câmara.

Se o Candidato à Câmara de: Não Puder Tanto Gastar, mas Quiser assumir hum Risco de Nao se eleger Menor fazer that 10%, ELE TERA de Gastar Entre R $ 3 Milhões e R $ 5 Milhões. Were 59 OS candidatos that gastaram nessa Faixa, dos cais Quais d’Orsay 54 se elegeram. O Que gastou Menos Nesse Grupo, Carlos Sampaio (PSDB-SP), declarou R $ 3 Milhões. Entre OS Cinco that de: Não tiveram a MESMA Eficiência ESTA, Por Exemplo, Newton Lima (PT-SP), that gastou R $ 3,6 Milhões mas Localidade: Não conseguiu voltar à Câmara.

Dos that gastaram Mais de R $ 1 Milhão e Menos de R $ 3 Milhões, 65% tiveram Sucesso. Ja between OS candidatos à Câmara that arrecadaram Menos de R $ 500 mil, apenas 3% conseguiram garantir o Mandato.

E Claro Que como chances de Ser eleito dependem de: Não apenas dos Votos fazer Candidato, mas da soma de sufrágios de SUA Coligação – e that ISSO varia de partido parágrafo partido e E Diferente los Cada Estado. Por ISSO, Não è Possível AFIRMAR Que OS Valores Desta eleição sejam Uma Regra replicável los pleitos Futuro.

* Fonte: Estadão-O Estado de São Paulo

Eleição 2014/Segundo Turno; Por que Dilma perdeu mais eleitores do que Aécio? *

 

 

Dilma perde mais eleitores

do que Aécio para o 2º

turno, diz Datafolha

 

 

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu para o rival Aécio Neves (PSDB) parte dos eleitores que votaram nela no primeiro turno, mostra pesquisa Datafolha.

O mesmo ocorre com o tucano, mas em percentual inferior ao dos votos perdidos pela petista.

Segundo levantamento Datafolha concluído na quinta-feira (9), se a eleição fosse nesse dia, 6% dos eleitores que afirmaram ter votado em Dilma Rousseff no primeiro turno escolheriam o tucano no segundo turno. No caso de Aécio Neves, a migração de votos para a petista seria de 2%.

Considerando apenas os votos válidos, Dilma perderia 6% dos votos, e Aécio, 3%.

Dilma Rousseff terminou o primeiro turno à frente, com 43,268 milhões de votos, ou 41,59% do total dos válidos. Aécio Neves teve 34,897 milhões de votos, 33,55% dos válidos.

Na última pesquisa do Datafolha, ambos aparecem em empate técnico nas intenções de voto para o segundo turno. O tucano, porém, está numericamente à frente, com 51% das intenções, contra 49% de Dilma.

É a primeira vez que ele lidera nas pesquisas do instituto. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Dos que disseram ter votado em Dilma, 88% afirmaram que “com certeza” repetiriam o voto no dia 26 de outubro. Daqueles que optaram por Aécio, 91% permaneceriam fiéis.

Entre os dilmistas, 3% não sabiam em quem votar no pleito final das eleições presidenciais. No caso tucano, esse percentual era de 2%.

 

 

Leia a Íntegra:

Dilma perde mais eleitores do que Aécio para 2º turno, diz Datafolha

* Fonte: Folha de São Paulo / PAULO MUZZOLON – EDITOR-ASSISTENTE DE “MERCADO”

Eleição 2014/Segundo Turno: Aécio tem 5 ações para mudar seu desempenho no Nordeste *

 

 

Aécio armas TEM Cinco

Para Conquistar o Eleitor fazer

Nordeste;

Aécio Neves TEM o Apoio do cantor cearense Fagner

Aécio Neves TEM o Apoio do cantor cearense Fagner

 O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) tem uma missão nesta campanha de segundo turno: conquistar o Nordeste. Na primeira rodada da eleição, o tucano obteve somente 15% dos votos na região que é o segundo maior colégio eleitoral do país.

Na reta final do primeiro turno, disposto a ultrapassar Marina Silva (PSB) e conquistar uma vaga para o embate final com Dilma Rousseff (PT), Aécio focou sua campanha na região Sudeste, especialmente nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, os dois com o maior número de eleitores no Brasil.

A estratégia deu certo. O tucano venceu em São Paulo e ultrapassou Marina em Minas, apesar de ter ficado atrás de Dilma. Foi suficiente para garantir a passagem para o segundo turno. Na rodada final desta eleição, porém, Aécio não pode se dar ao luxo de negligenciar o Nordeste. Por causa disso, o tucano tem assumido uma estratégia para conquistar corações e mentes nordestinas. Veja, abaixo, quais são as principais armas da candidatura do PSDB para aumentar sua penetração nos Estados do Nordeste.

 

Como Cinco armas parágrafo Conquistar o Eleitor do Nordeste

 

Reprodução / Twitter / @ AécioNeves
  • Evocação a Eduardo Campos

    Aécio se esforçou par obter o Apoio do PSB e da Família do ex-Governador de PE Eduardo Campos (PSB), Morto los hum Acidente aéreo. Campos era hum dos Nomes Mais fortes da politica nordestina dos Últimos Anos. Ao obter o Apoio de SUA Família, O Que Aconteceu no Sábado (11), Aécio ganhou o aval Que queria parágrafo Poder vender SUA Candidatura Como aquela that dara continuidade AO Projeto do ex-Governador. Foto: Reprodução / Twitter / @ AécioNeves

  • Carlo Wrede / Agência O Dia / Estadão Conteúdo
    2

    Ampliação do Bolsa Família

    Tido Como hum dos Maiores “cabos eleitorais” do Governo Dilma na Região, o Programa Bolsa Família sociais TEM Recebido Atenção especial de Aécio. Em MAIS Oportunidade de uma, o tucano reiterou JÁ Que Localidade: Não Ira, Caso eleito, extinguir o Programa. Pelo contrario Afirma o Candidato, Ira aprimorá-lo e Aumentar SUA abrangência. Disso de Além, ELE TEM se esforçado parágrafo descolar uma Marca fazer Bolsa Família do PT. Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia / Estadão Conteúdo
  • Edson Magoolin / Futura Imprensa / Estadão Conteúdo
    3

    Se aproximar de Políticos locais

    CIENTE de that Seu Nome e Sua Imagem de: Não possuem uma MESMA penetração no Nordeste that TEM nenhuma Sul e Sudeste, Aécio Procura lastrear SUA Candidatura atrelando-a a lideranças Políticas locais. Dai a importancia do Apoio da Família Campos. Dai a importancia do ato that reuniu Mais de cem Políticos a Seu favor, incluíndo ACM Neto (DEM-BA), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE). Foto: Edson Magoolin / Futura Imprensa / Estadão Conteúdo
  • Denilton Dias / O Tempo / Futura Imprensa
    4

    Lembrar de “Minas Gerais do Nordeste”

    Para reforçar a ideia de that “governa Pará Pobres OS”, e Que, portanto, Ira governar buscando reduzir a Desigualdade Entre como fazer regions país, o tucano TEM citado Números Que atribui à SUA administration in Minas (2003-10). Segundo Ele, o Norte de Minas, o Vale do Jequitinhonha EO Vale do Mucuri, como regions Mais Pobres do Estado, receberam Três-fold Mais Recursos per capita Que o resto do Estado. Foto: Denilton Dias / O Tempo / Futura Imprensa
  • Joel Silva / Folhapress
    5.

    Presidente da União Nacional

    Ancorado no Argumento MESMO, de that térios governado Minas priorizando a diminuição das Desigualdades Regionais, Aécio TEM Dito Que É ELE o Candidato that podera Acabar com a distinção Que existe Entre Norte e Sul. De a Acordo com ELE, Dilma EO PT TEM Feito UMA Campanha that Estimula a rivalidade Entre o Nordeste EO Sudeste, EM UM clima de “NOS enguias contra”, O Que gera “divisoes contraproducentes”.
    * Fonte:  Vinícius Segalla –  Do UOL, no Recife

Brasil/Eleição Presidencial: O Peso do Bolsa Família na votação de Dilma *

Peso do Bolsa Família

é maior em 2014

Alaide Martins, ao lado das filhas, depende do Bol

 

 

O Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do País, teve em 2014 o maior impacto eleitoral desde sua criação, segundo estudo do cientista político Cesar Zucco, da Fundação Getúlio Vargas, feito em parceria com o Estadão Dados. A análise indica que cada ponto porcentual de cobertura do Bolsa Família em um município rendeu, em média, 0,32 ponto porcentual na votação de Dilma naquela cidade – o dobro do que foi verificado em 2010. O estudo compara o desempenho da presidente em municípios de perfis socioeconômicos semelhantes, mas com diferenças nos porcentuais de atendimento do Bolsa Família. Embora não permitam dizer exatamente como beneficiários e não beneficiários do programa se comportam na hora de votar, os resultados indicam que, quanto maior a parcela de famílias beneficiadas, maior a probabilidade de a presidente ganhar na cidade analisada.

Segundo o estudo, um em cada cinco votos em Dilma está relacionado ao mais famoso programa de transferência de renda dos governos petistas. A extrapolação dos resultados, porém, sugere que a presidente teria recebido votações expressivas nos locais mais pobres, mesmo sem o programa.

A análise de Zucco leva em conta variáveis socioeconômicas – como a pujança da economia do município, medida pelo Produto Interno Bruto, e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) -, para especificar municípios semelhantes a serem comparados entre si.

São levados em conta ainda fatores políticos, como o partido a que pertencem o prefeito e o governador do Estado em que está localizada a cidade. É por isso que é possível isolar o efeito eleitoral do Bolsa Família quando comparado ao impacto das outras variáveis.

Leia a Íntegra:

  • Peso do Bolsa Família é maior em 2014

* Fonte: Estadão/LUCAS DE ABREU MAIA , RODRIGO BURGARELLI

Eleições 2014/Segundo Turno: Apoio de Renata preocupa mais o PT do que o de Marina *

 

 

 

Para PT, apoio da viúva

de Campos é pior que o

de Marina

 

 

O comitê petista recebeu “sem surpresa” a declaração de apoio de Marina Silva a Aécio Neves (PSDB) neste domingo (12). Para assessores de Dilma Rousseff, preocupa mais o gesto da família Campos pró-Aécio do que a manifestação de Marina.

Coordenadores da campanha disseram à Folha que o apoio de Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, pode abrir a “janela” no Nordeste que o tucano precisa para conseguir votos na região.

A avaliação é que familiares de Campos podem garantir vantagem ao tucano em Pernambuco, base eleitoral do ex-governador do Estado, morto em um acidente aéreo no dia 13 de agosto.

Já Marina, afirmam, perdeu protagonismo porque demorou a declarar seu apoio, visto por petistas como “troco” à campanha de desconstrução de sua candidatura capitaneada pelo PT no primeiro turno.

Mas os petistas reconhecem que as duas manifestações de apoio criam uma “agenda positiva” para Aécio. “Principalmente em uma semana coroada por depoimentos da [investigação da PF] Lava Jato e o avião envolvendo assessor de Fernando Pimentel”, analisa um ministro da presidente Dilma Rousseff.

Na última quarta (8), um colaborador da campanha de Pimentel foi levado à Polícia Federal para prestar esclarecimentos sobre dinheiro suspeito encontrado em um avião.

Leia também:

 Aécio e Marina devem se encontrar até 4ª

* Fonte: Folha de São Paulo;/ Andréia Sadi

Eleições 2014/Segundo Turno: Marina FORMALIZA apoio a Aécio *

 

Um dia após Aécio aceitar exigências, Marina declara apoio a tucano

 

Marina Silva anuncia seu apoio a Aécio Neves no segundo turno neste domingo (12)

Marina Silva anuncia seu apoio a Aécio Neves no segundo turno neste domingo (12)

 

Terceira candidata mais votada no primeiro turno das eleições presidenciais,Marina Silva (PSB) anunciou neste domingo (12) apoio formal a Aécio Neves (PSDB). O tucano disputa o segundo turno com Dilma Rousseff (PT).

“Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos”, disse Marina ao ler nota.

O apoio foi dado um dia após o tucano se comprometer a cumprir, mesmo que de forma vaga, quase todas as exigências feitas pela ex-senadora.

Em documento divulgado pela campanha de Aécio, ele se comprometeu a garantir ao Executivo o papel de demarcação de terras indígenas, a ampliar a reforma agrária e acabar com a reeleição de cargos do Executivo.

O único dos principais pontos que ficou de fora do documento lido por Aécio foi a redução da maioridade penal, que Marina é contra.

“Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação. Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio”, disse a ex-senadora.

Minutos após a declaração de apoio, Aécio agradeceu o gesto. “Hoje, com a benção de Nossa Senhora Aparecida, é um dia glorioso para a nossa campanha. Recebo com muita honra e responsabilidade o apoio de Marina Silva. A partir de agora somos um só corpo, um só projeto”, disse no santuário de Nossa Senhora Aparecida (a 180 km de São Paulo).

Já Dilma disse não acreditar que os votos da ex-senadora serão automaticamente transferidos para o tucano. “Não acredito que haja uma transferência automática para ninguém”, disse em São Paulo.

Ao apoiar o tucano, Marina não repete o que fez em 2010, quando também terminou o pleito na terceira posição. Na ocasião, ela preferiu ficar neutra em relação à disputa entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

Leia também

“Somo um só corpo, um só projeto”, diz Aécio sobre apoio recebido de Marina

* Fonte: Uol/FSP-

Eleições 2014/presidente: Aécio põe mais de 17 pontos de vantagem, segundo Sensus/IstoÉ *

 

 

Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa Istoé/Sensus

Primeiro levantamento após divulgação de áudios da Petrobrás mostra que escândalo atingiu em cheio campanha da petista

 

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Primeira pesquisa ISTOÉ\Sensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais. O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal. “Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. “O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos. No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. “A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes. O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉ\Sensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste. No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segundo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.

PESQUISA ISTOÉ|Sensus

Realização – Sensus

Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014

Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País

Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural

Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014

Margem de erro – +/- 2,2%

Confiança – 95%

* Fonte: REvista IstoÉ/Mário Simas Filho

Eleições 2014: Carta de Renata Campos a Aécio Neves *

 

João Campos e a Carta de Renata;

Um dos momentos mais emocionantes do ato no Internacional, neste momento, foi a leitura de uma carta da viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, lida por João Campos, filho mais velho de Eduardo. O texto fala dos sonhos de Eduardo e os compromissos dele com o Pais.

 

Exiba IMG_2841.JPG na apresentação de slidesExiba IMG_2854.JPG na apresentação de slides

“Bom dia a todas e a todos,

Nossas primeiras palavras são de gratidão ao povo pernambucano, pela confiança, pela bela vitória no dia 5 de outubro. Expressamos nossos sentimentos nas urnas e reconhecemos um caminho. Não desistimos do Brasil. Nosso muito obrigado ao povo Pernambucano!

Para nós, esse foi um ano muito duro. Perdemos nosso Eduardo, nosso Dudu, nosso pai, nosso líder, nosso guia. Ele tinha um grande sonho: tornar o Brasil um pais mais justo, mais humano, mais equilibrado, onde as pessoas estivessem em primeiro lugar. Dedicou sua vida à construção desse sonho. Ele sabia que, para chegar nesse novo Brasil, era preciso um novo caminho.

Infelizmente, quis o destino que o caminho que sonhávamos não se tornasse possível.

Hoje, temos duas possibilidades: continuar como estamos ou trilhar um caminho de mudança. O Brasil pede mudanças. O governo que ai está tornou-se incapaz de realizá-las. Continuamos acreditando nos mesmos valores, continuamos com os mesmos sonhos. Só será possível mudar o Brasil se tivermos capacidade de unir e dialogar, respeitando as diferenças. É preciso reconhecer os avanços que tivemos, as contribuições de todos, mas é fundamental organizar a casa, arejar.

Aécio, acredito na sua capacidade de dialogo e gestão. Sei que não é a primeira vez que seu caminho cruza com o de Eduardo. Lembro que, lá trás, em momentos importantes da história, o caminho do seu avô Tancredo cruzou com o de Dr. Arraes. Sei que também eram diferentes, mas souberam se unir pelo bem do Brasil. Em vários momentos, quando era necessário, você e Eduardo sabiam sentar e dialogar, encontrar caminhos.

Eduardo tinha bandeiras muito claras, e se quisermos mudar o Brasil é preciso levar adiante seus ideais: as reformas pelas quais ele tanto lutou, o pacto federativo, saúde mais 10, o Pacto pela Vida, uma educação de qualidade com escolas em tempo integral, passe livre, um desenvolvimento com sustentabilidade, entre outras.

Penso, Aécio, que hoje é um dia muito importante na sua caminhada, aqui no Nordeste, em Pernambuco, estado que sempre foi palco de lutas libertárias, que tem um povo generoso, com força e coragem. Estado que tem a cara de Eduardo e Arraes. Daqui você vai levar a garra e a energia desse povo, que serão fundamentais e essenciais para construção de um novo Brasil. Um Brasil que se respeite, reconheça suas diferenças, que saiba combater as desigualdades, criando oportunidades para todos. Só assim seremos capazes de construir uma nação justa, soberana, livre, fraterna e equilibrada, como Eduardo tanto sonhou.

Somos nordestinos, pernambucanos, e queremos juntos, construir a nação brasileira!

 

Siga em frente, Aécio! Boa sorte! Que Deus nos proteja! Obrigada.”

 

* Renata Campos

 

– Fonte; Equipe de Imprensa 40

Eleição Presidencial/Segundo turno: Aécio começa a disparar para a vitória *

Dilma bateu no teto

Sem ter como crescer Dilma

vai assistir Aécio disparar

 

 

A primeira pesquisa do segundo turno da eleição presidencial foi realizada pelo Instituto Paraná, cujo trabalho de campo foi levado a efeito entre os dias 6 e 8 de outubro. O resultado mostrou Aécio Neves com 54% de intenção de votos e Dilma Roussef com 46%, em votos válidos.

Observado-se os números do levantamento em votos totais constata-se que o tucano teve 49% de intenções de voto e a presidente 41%, com brancos, nulos e indecisos somando 10%.

Desprezando-se as diferenças metodológicas entre institutos, esse percentual da pesquisa do segundo turno para Dilma significa que ela praticamente não agregou adeptos na passagem de uma etapa para outra.

De fato, as últimas 10 pesquisas do primeiro turno indicaram que Dilma tinha chegado à reta final do pleito com um teto de 40% de manifestações de voto. Isso pode ser visto no gráfico que acompanha o texto. Das 10 pesquisas finais do primeiro turno, em oito as intenções de voto da petista cravaram o mesmo número: 40%.

Desde que Marina Silva se tornou candidata, a presidente Dilma vinha tendo discreta, porém contínua, ascensão na preferência do eleitorado, suscitando até expectativas de levar o pleito já no primeiro turno, ou abrir uma vantagem de tal sorte que inaugurasse a segunda etapa com larga margem de diferença para quem fosse lhe confrontar.

Com efeito, vendo a evolução de suas intenções de voto em termos de média por subperíodo, em 29 levantamentos de diversos institutos, Dilma alcançava 35% em agosto, 36% na primeira quinzena de setembro, 37% do início da segunda quinzena até o dia 25 de setembro e, finalmente, 40% nas 10 pesquisas finais já mencionadas.

Entretanto, neste último período, o mais crucial do pleito, a candidata do PT não conseguiu romper a barreira dos 40%, não só enterrando de vez a remota possibilidade de findar o certame no primeiro turno, como atestando a resiliência de um significativo contingente de eleitores – nada menos do que 60% – que não lhe queriam conceder o voto.

Os números totais da pesquisa do Instituto Paraná no segundo turno, dada a vantagem elástica para o oposicionista, mostram que a presidente tem pouco espaço para garimpar votos no conjunto dos brancos, nulos e indecisos, e que só pode evoluir mesmo, a ponto de equilibrar a peleja, retirando votos do tucano.

A julgar pelos números oficiais do segundo turno de 2010, os brancos e nulos somaram cerca de 7%. Se este percentual se repetir em 2014, significa que há três pontos desse conjunto que se vão distribuir entre as duas candidaturas.Mesmo admitindo que Dilma seja a beneficiária total dos três pontos, ainda assim, ela só alcançaria 47% dos votos válidos, enquanto Aécio teria 53%.

As pesquisas a serem divulgadas esta semana devem mostrar, também, Aécio à frente de Dilma. Resta saber se com margem de vantagem semelhante à registrada pelo Instituto Paraná.

*Maurício Costa Romão é Ph.D. em economia, consultor da Contexto Estratégias Política e Institucional, e do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau.