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Sanharó/Homenagem: Morre o Sanharoense Severino xique-xique… *

 

SANHARÓ DE LUTO

Acabamos de ser informados de  que faleceu em Guarulhos-SP, o sanharoense SEVERINO AQUINO MONTEIRO. Popularmente conhecido por Severino Xique-xique notabilizou-se como um defensor intransigente dos valores da nossa Sanharó. Mesmo morando tão longe por mais de 50 anos, nunca esqueceu seu torrão natal. Esteve aqui há dois anos…Veio pra o enterro do irmão Fabiano e ficou quase um ano, só voltou apulso…

Orador nato, adorava fazer uso desse expediente. Que o diga o nosso padre Nilson (Jose Gomes de Melo) das tantas vezes que ele bobeava e “xique-xique” já estava com a palavra…

É uma perda lamentável sob todos os aspectos. Severino ajudou muitos conterrâneos que o procuravam lá nas “terras do sul”…Tinha muito orgulho da sua raiz e principalmente por ser filho do estimado casal – Maria Pacífica e Ernesto Monteiro.

O blog OABELHUDO, através de Leonides Caraciolo o homenageou em crônica postada em 17 de novembro de 2010. (leia abaixo). A revista Veja cita-o em edição de 1976, quando disputou a prefeitura de Guarulhos e fazia campanha montado num jegue. O jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos, presta uma singela homenagem quando o retrata como a Personalidade do Mês – Personagem do mês  –  Severino Xique-Xique, um pernambucano arretado à serviço de Guarulhos.

Aos familiares e amigos nossas condolências e o desejo de que Deus, na sua infinita bondade, conforte a todos.

 

 

 

SEVERINO AQUINO MONTEIRO

ou SEVERINO XIQUE-XIQUE.

 

 



Ernesto Monteiro, casado com Maria Pacifica, filha de Clara Pacifica Leite e de Joaquim Francisco de Assis Aquino (Pai Joaquim) deixou a sucessão:
Rafael, Pacífica, Inês, Anunciada, Ermano, Alzira, Francisco, Judite, Severino, apelidado de Severino Xique-Xique, Fabiano, Paulo e José Monteiro.

PERSONAGENS DA HISTÓRIA DE SANHARÓ/Severino de Aquino Monteiro –

Por Leonides de Oliveira Caraciolo. (Postado em 17 de novembro de 2010)

SEVERINO XIQUE-XIQUE

Luiz de Salvo Neto (Titico) em uma reportagem no Jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos-SP, escreve:
“O ex-subdelegado do Trabalho de Guarulhos, Severino Xique-Xique, que do alto dos seus 86 anos ainda mantém intacta a sua lucidez, como também conserva seu espírito patriótico e amor ao povo brasileiro, com um carinho especial aos seus irmãos nordestinos. Como se diz no Nordeste, é um cabra arretado, ou seja, firme, disposto e pau pra toda obra.
Praticamente não existe uma só pessoa em Guarulhos que não conheça, nunca viu ou pelo menos nunca ouviu falar em Severino Xique-Xique. Figura folclórica, principalmente quando foi candidato a prefeito e saía montado em seu jegue pelas ruas da cidade, Severino é uma das pessoas mais respeitada pelo seu carisma e por ter sido por muitos anos subdelegado do Trabalho em Guarulhos.

Na Subdelegacia do Trabalho, Severino faz questão de ressaltar: “Minha assinatura está no registro profissional de muitas pessoas influentes na cidade. Sempre procurei respeitar o trabalhador, que é quem movimenta este País. Sofri muito na minha vida e sei como é difícil conseguir alguma coisa. Sou do tempo do pau de arara, foi como vim para São Paulo, e dói saber que muitos nordestinos ainda fazem esta jornada”.

Política – Fã incondicional de Getúlio Vargas – “foi o maior brasileiro que este País já teve”, diz – Severino é categórico: “Se houvesse realmente democracia plena, não teríamos tantos escândalos, como colocar dinheiro na cueca. A verdadeira democracia vai aparecer quando o trabalhador for maioria nas Câmaras Municipais, nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional”.

Casado e pai de sete filhos homens (todos “cabras machos”), Severino Aquino Monteiro ou simplesmente “Xique-Xique”, como gosta de ser chamado, nasceu em 16 de março de 1924 na pequena cidade de Sanharó, no interior pernambucano. Veio para São Paulo e se instalou em Guarulhos.
Trabalhou por 17 anos na Subdelegacia do Trabalho (12 anos como subdelegado e cinco respondendo pelo expediente) e atualmente está aposentado.
Hoje, aos 86 anos de idade e mesmo doente (está com Mal de Parkinson e Alzheimer), Severino Xique-Xique continua percorrendo as ruas de Guarulhos, parando a todo instante para conversar. O calor das pessoas, com sua honestidade e simplicidade, faz bem para a alma… É um homem calejado, folclórico, mas um amigo para todas as horas”.

Severino Xique-Xique, para os paulistas de Guarulhos.

REVISTA VEJA.

Na Edição n° 0415 de 18 de agosto de 1976, páginas 20 e 21, no texto referente a matéria de Capa, lê-se:

“Em Guarulhos, cidade de 400.000 habitantes e 150.000 eleitores, Severino “Xique-Xique”, segue à risca as instruções do seu padroeiro e fala numa linguagem impressionante. ”Cabra que ouviu falar de Lampião, Maria Bonita Chumbinho e Doroteu; que já tomou banho no Rio São Francisco, no Pajeú de fulo e no Capibaribe; sabendo o que é uma baraúna, um pé de angico e que já comeu pirão no dedo da mãe tirado de alguidar de barro, não vai deixar de pensar em Severino”. Reza ele à sua plateia. Aos 52 anos, com seu 1,80 de altura, Severino se transformou no mais popular dos seis candidato a prefeitura de Guarulhos. Com as amizades que fez na Delegacia Regional do Trabalho, onde tem um emprego, ele conhece palmo a palmo o operariado local,  gaba-se de ter conseguido, nos últimos três meses, empregos ou pelo menos indicações de empregos para uns 11.000 desempregados, quase todos nordestinos como ele.

Leonides Caraciolo.

Fotos de Cláudio Omena (Jornal do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos)

Movimento Cultural/Crônica: Pessoas – Érico & Jamilly – Por Zezé Freire *

PESSOAS

                                                                      ZEZÉ FREIRE

Se você vier pro que der e vier comigo
Eu lhe prometo o sol… se hoje o sol sair
ou a chuva… se a chuva cair
Se você vier até onde a gente chegar
Numa praça na beira do mar
Um pedaço de qualquer lugar
E neste dia branco se branco ele for
Esse tan…to, esse canto de amor
Se você quiser e vier pro que der e vier comigo
Autor: Geraldo Azevedo

 

 

 

A vida é bela! Tenho a certeza disso. Quando ciente das violências, corrupções e desmantelos em todos os setores do planeta terra presencio o sorriso de crianças, obras de artes da natureza e produzidas pelo homem, atos de solidariedade, comemorações de conquistas profissionais e, principalmente, celebrações do Amor: nascimentos, aniversários, casamentos e funerais.

A vida é bela! Quando somos convidados a participar da celebração de momentos felizes dos amigos e familiares. Foi isso que aconteceu no sábado, 16 de agosto de 2014 quando Érico Vasconcelos – administração no Grupo Torres ( pais: Fernando Calado e Frascinete) e Jamilly Meneses – advogada na empresa GM Advogada ( pais: Geneci Tomás e Lucineide) , reuniram parentes e amigos nos salões do Hotel Estação Cruzeiro para assistirem a bênção nupcial e compartilharem a festa de casamento, consolidações dos seus sonhos de amor.

A vida é bela! Quando escutamos depoimentos de gratidão a quem não poupou esforços para cuidar, educar e orientar para uma vida cidadã. Foi Isso que Erico e Jamilly fizeram nas palavras dirigidas aos seus pais.

A vida é bela! Quando felizes ficamos ao presenciar almas que se encontram- não só para os afagos e beijos, o que é muito bom e essencial para alimentar a vida – porém, para muito mais: darem continuidade à família vivenciando alegrias e tristezas, saúde e doença e, enfim, estarem juntos para o que der e vier. Foi isso que vislumbrei para a vida de Jamilly e Érico! Que sejam felizes com as bênçãos dos céus!

* Autora: Zezé Freire – MARIA JOSE CORDEIRO FREIRE, é assistente social, professora, colaboradora do OABELHUDO, cronista, poetisa e escritora. É autora/coordenadora  do livro – Na Janela do Tempo.

Movimento Cultural/Recife: O IRB está entre os 25, Mais Importantes do Mundo *

 

 

INSTITUTO RICARDO BRENNAND

IRB, ENTRE OS MAIS IMPORTANTES

MUSEUS DO MUNDO

 

 

Na sua página da Internet de ontem, o jornal “O Estado de S. Paulo” anuncia o INSTITUTO RICARDO BRENNAND (Recife) entre os melhores museus de todo mundo, segundo avaliação dos leitores e usuários do site TripAdvisor:

Brasil tem dois museus entre os 25 melhores do mundo; veja ranking

INSTITUTO RICARDO BRENNAND e o INHOTIM foram bem avaliados pelos usuários do site TripAdvisor

Dois museus brasileiros estão entre os 25 melhores do mundo segundo um prêmio do site de viagens TripAdvisor. O Instituto Ricardo Brennand, no Recife, ficou em 17º lugar, enquanto Inhotim, em Minas Gerais, ficou na 23° posição. O instituto recifense está acima do Louvre, em Paris, um dos mais famosos do mundo, que atingiu a 19°posição. O Art Institute of Chicago garantiu o 1° lugar mundial.

O Travelers’ Choice Museus 2014, que reconhece os melhores museus do mundo de acordo com a opinião dos 280 milhões de usuários mensais do site, será anunciado globalmente nesta terça-feira, 16. No total, 509 museus foram classificados.
TripAdvisor/Divulgação:

Instituto Ricardo Brennand é um dos melhores museus do mundo

Na América do Sul, o Instituto Ricardo Brennand e Inhotim ficaram em 1° e 2° lugar, respectivamente, superando os resultados de 2013. No ano passado, a instituição mineira aparecia apenas em 3° lugar, atrás do Museu do Ouro, em Bogotá, e do Museu Larco, em Lima. O Instituto Ricardo Brennand nem constava nos melhores do continente. Entre os dez melhores, ainda aparece o Museu da Língua Portuguesa em 4°, a Pinacoteca de São Paulo em 7°, o Museu do Futebol em 9° e o Catavento em 10°.

A cidade de São Paulo teve cinco representantes entre os top 10 brasileiros.

Veja os rankings:

MUNDO

1) Art Institute of Chicago (Chicago, Estados Unidos)
2) Museo Nacional de Antropologia (Cidade do México, México)
3) State Hermitage Museum and Winter Palace (São Petesburgo, Rússia)
4) The Getty Center (Los Angeles, Estado Unidos)
5) Galleria dell’Accademia (Florença, Itália)
6) Musée d’Orsay (Paris, França)
7) The Metropolitan Museum of Art (Nova York, Estados Unidos)
8) The Acropolis Museum (Atenas, Grécia)
9) Museo Nacional del Prado (Madri, Espanha)
10) Yad Vashem Holocaust Memorial (Jerusalém, Israel)
11) The National WWII Museum (Nova Orleans, Estados Unidos)
12) National Gallery (Londres, Inglaterra)
13) Vasa Museum (Estocolmo, Suécia)
14) National Gallery of Art (Washington, Estados Unidos)
15) British Museum (Londres, Inglaterra)
16) Hagia Sophia Museum (Istambul, Turquia)
17) INSTITUTO RICARDO BRENNAND (RECIFE)
18) Galleria Borghese (Roma, Itália)
19) Musée du Louvre (Paris, França)
20) The Rijksmuseum – National Museum (Amsterdã, Holanda)
21) Smithsonian National Air and Space Museum (Washington, Estados Unidos)
22) The Museum of Qin Terracotta Warriors and Horses (Xi’an, China)
23) Inhotim (Brumadinho, Brasil)
24) Museum of New Zealand – Te Papa Tongarewa (Wellington, Nova Zelândia)
25) Museo del Oro (Bogotá, Colômbia)

BRASIL

1) Instituto Ricardo Brennand (Recife)
2) Inhotim (Brumadinho)
3) Museu da Língua Portuguesa (São Paulo)
4) Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo)
5) Museu do Futebol (São Paulo)
6) Museu Imperial (Petrópolis)
7) Catavento Cultural (São Paulo)
8) Museu de Ciências e Tecnoligia da PUCRS (Porto Alegre)
9) Museu da Gente Sergipana (Aracaju)
10) Museu da TAM (São Carlos)

 

* Fonte: Estadão/Por Mônica Reolom – O Estado de S. Paulo 16 Setembro 2014 | 07h 00

Movimento Cultural/Crônica; Grandes Perdas… – Por Sebastião Fernandes *

Grandes perdas!

 

A saber; Odete de Andrada Alves, Leonides de Oliveira Caraciolo, Jarival Cordeiro do Amaral e ágora Aluiz Tenório de Brito. 

Fica na Verdade hum Vazio los NOSSOS Corações UMA Vez Que com ESTAS Criaturas Vivemos dias gloriosos, Onde comungamos SUA Cultura, SUAS Atividades Literárias e disponibilidade parágrafo SERVIR e SERVIR bem à Sociedade

A Academia Pesqueirense de Letras e Artes, Entre OS Anos de 2013 e 2014 sofre uma Perda de Grandes Seres Humanos Que viveram, amaram e Deram hum pouco de si los prol da Nossa Educação, Cultura e Arte s. No Ano de 2013 seguiram parágrafo SUA Verdadeira morada – o de Além! Os Queridos (a) confreira: Odete de Andrade Alves , Falecida los 23/02/2013. Natural de Custódia – PE, pesqueirense POR adoção. Professora Licenciada los Pedagogia dedicou Toda SUA Vida uma Formação Educacional das Crianças, Jovens um pesqueirense Adultos, escritora e Jornalista, Membro fundadora da Nossa Academia.

Deixou dona Odete hum grande Exemplo de Vida. Conselheira, amiga e autentica Acadêmica. Dentre SEUS Escritos PODE-se considerar o Livro “Do âmago da Memória”, das UMA Como Melhores Obras dentre Toda SUA Produção Literária. FOI Odete hum Exemplo de Vida, de Dignidade e de Simplicidade.

O Confrade: Leonides de Oliveira Caraciolo, sanharoense, engenheiro, Escritor, historiador e memorialista, Chegou a Exercer o Cargo de Presidente não PERÍODO de 2009, um de 2012 FOI also Membro da Academia de Letras de Belo Jardim. Deixou Vários Livros publicados, Entre enguias citamos o Livro “Sanharó. Da Colmeia à Cidade “.

Em 2014, seguem com Certeza o MESMO Caminho, confrades SO: Jarival Cordeiro do Amaral , nenhum dia 04 de junho de 2014 Membro Fundador da Academia, Radialista, Escritor, poeta e cronista. Muito Nos orgulhou com SEUS Belos poemas e Dedicação à literatura. Assíduo e Ferrenho colaborador das Causas e Projetos Postos los pauta Pela Nossa agremiação!

Gilvan de Almeida Maciel , nenhum dia 06 de setembro de 2014 Formado Médico Veterinário, professo da UFRPE, FOI presidente da Academia Pernambucana de Medicina Veterinária, historiador, organizador do Livro: . Patronos da Academia Pesqueirense de Letras e Artes – APLA Membro efetivo prestou Grandes Serviços. FOI UM entusiasta los Tudo Que se referia à Dinâmica e ordenação Sistemática da Vida Acadêmica. E UMA de SUAS Marcas O Painel contemplando OS NOSSOS 40 patronos.

Aluiz Tenório de Brito faleceu no dia 10 de setembro de 2014 Juiz de Direito, professor, Magistrado, obstinado POR Tudo Que dizia Respeito à sustentabilidade e autoafirmação da Vida Acadêmica. Nao esforços de mídia, when necessario se Fazia Presente e prestativo from that los favorecer da Educação, da Cultura e das Artes. Exerceu o Cargo de Presidente POR Dois mandatos . Obstinado amante das letras tinha Verdadeira Admiração, Amor e Dedicação à Causa da Educação. FOI Fundador da (Esmape) – Escola Superior de Magistratura de Pernambuco. No distrito Onde nasceu – Mimoso -, instituiu a Fundação Possidônio Tenório de Brito com o Objetivo de Incrementar Ações direcionadas a Educação das Crianças, Jovens e Adultos. CRIOU UMA das MELHORES Bibliotecas fazer interior pernambucano.

Todos Estes autênticos (a), admiráveis ??imortais fizeram enaltecer e engrandecer SEM sombra de Dúvida uma História Literária da Nossa querida Pesqueira e Cidades Que fazem Parte da Nossa área de jurisdição. Todavía um parágrafo CADA UM Vida de Nós TEM o Seu Caminho e Seu Objetivo final, evidenciados, se fizermos com that A Nossa Missão Neste Planeta Terra, SEJA los função fazer Comum MEB. Perde a Academia Pesqueirense de Letras e Artes, PERDE a Comunidade.

Fica na Verdade hum Vazio los NOSSOS Corações UMA Vez Que com ESTAS Criaturas Vivemos dias gloriosos, Onde comungamos SUA Cultura, SUAS Atividades Literárias e disponibilidade parágrafo SERVIR e SERVIR bem à Sociedade. .Não E Confortável Falar SOBRE SUAS Ausencias definitivas, mas, OS momentos agradáveis ??de Trocas de Experiências Que Vivemos Nos confortam. Pois, acreditarmos Que a Vida continua e Que a Graça de Deus permita OS POR los Ordem SUAS Vidas.

Aprender, aprimorar e Viver SUA Verdadeira Essência. Voces amigos deixam-SOE hum grande Legado, Que Só Nos engrandece. Por Outro Lado, FICA uma saudade, mas, AO MESMO ritmo a alegria de TERMOS aprendido e Muito com sues conhecimentos, Dedicação e Amor AO Maior e Melhor Instrumento Capaz de promover o SER HUMANO, Como Criatura de Deus a Serviço do Bem maio r. O Amor, a Fraternidade, uma compreensão EO Respeito Pelos NOSSOS semelhantes.

A Preocupação com a Educação, a Cultura, a Arte, FOI, contudo UMA Experiência vivenciada POR VOCES that enriqueceram SEUS Currículos ea História do Nosso Município cultural. O Homem Só alcançará Prosperidade, Crescimento, alegria de Viver, se na Verdade cultivar Sentimentos fundamentados no Amor e na Fé! Nossa Vida não de Além Será, Melhor e proveitosa se o praticamos that here tenha contribuído par Nosso Bem-Estar e da Humanidade.

* Autor: Sebastião Gomes Fernandes . Sebastião e Sociólogo, Escritor, colaborador fazer OABELHUDO , Poeta e Cronista. Membro efetivo e presidente da Academia Pesqueirense de Letas e Artes. .

Artigo/Homenagem: Gilvan de Almeida Maciel. 40 anos de boa convivência… – Por Paulinho Foerster *

 

GILVAN DE ALMEIDA MACIEL

 

Gilvan partiu, inesperadamente, ao amanhecer do dia 06 de setembro passado, sem nos avisar, como era a sua inconteste característica, porém deixou uma história e um legado inestimável. Exemplo em vida de ser humano, profissional, dirigente batalhador e íntegro.

Há quarenta anos passados, tive a satisfação de conhecer Gilvan de Almeida Maciel e por mais de trinta e cinco anos tivemos uma convivência efetiva, propiciadas por nossas atividades profissionais e ações na política classista. Essas décadas foram suficientes para conhecer de perto o profissional, colega, amigo, o pai de família e porque não as suas ” ranzinzes”.

Posso afirmar, com plena convicção que o Colega Gilvan, foi o “Homem dos sete instrumentos de Ouro” e cada instrumento, magistralmente tocado representa o esplendor das diferentes fazes do seu cotidiano, aliás, fato notório na vida dos grandes mestres: escritores, escultores, pintores, etc. que foram consagrados pela humanidade através dos tempos.

Primeiro instrumentoFase da juventude. Época em que as lideranças estudantis eram por demais atuantes e os ideais de liberdade e democracia foram bandeiras de lutas. Dentro deste contexto emergiram grandes líderes nacionais. Gilvan em passo de mágica se sobressai como líder estudantil na sua própria faculdade, ocupando a presidência do Diretório Acadêmico da União dos Estudantes de Pernambuco em dois mandatos, privilégio até então só alcançado por estudantes das tradicionais faculdades pernambucanas. Nessa condição foi conselheiro da UNE.

Estava plantada a semente do futuro líder.

Segundo instrumento Fase profissional. Como médico veterinário recém-ingressado no Serviço de Inspeção Federa do Ministério da Agricultura, logo se destaca pelo seu espírito voluntarioso, organizacional e comprometido com a dignidade e respeito à saúde pública, é então, convocado para exercer um dos mais importantes cargos diretivos: Chefe do Posto de Inspeção de Produtos Agropecuário (POINS) da Capital de São Paulo, subordinado a Inspetoria do SIPAMA. Esta linha de trabalho e ilibada conduta, lhe reservou o reconhecimento nacional. O seu bem sucedido trabalho irradiou-se para outros estados, como Pernambuco, onde soergueu a Inspetoria Regional do SIPAMA/MA, com sede no Recife, e posteriormente implantou e organizou outras ações dentro do próprio Ministério da Agricultura. A sua desenvoltura e compromisso com o Serviço Público abriram novas fronteiras e desafios na iniciativa privada, onde ocupou cargos diretivos em indústrias produtoras de carnes para exportação internacional, nos estados de Pernambuco e da Bahia.

Terceiro instrumentoFase de professor. A experiência acumulada, aliada ao profissional zeloso e estudioso, o fez chegar aos bancos universitários, inicialmente na USP – São Paulo e posteriormente na UFRPE, onde centenas de estudantes tiveram aprendizado teórico e prático de tecnologia de alimentos de origem animal, calcados em conceitos científicos universais e atualizados. Sua atividade no magistério foi além de um simples professor. Prof. Gilvan foi antes de tudo, um colega, um confidente, e um conselheiro para os momentos de incertezas. Essas suas ações lhe renderam a amizade efetiva e respeito de inúmeros profissionais espalhados em todos os recantos do território brasileiro.

A experiência profissional e de professor lhe propiciaram a publicação de vários artigos de pesquisas e participação em dezenas palestras, painéis e eventos ligados a Medicina Veterinária.

Quarto instrumentoFase de Líder classista. No início da década de 80, um grupo de colegas reconhecendo o fantástico potencial do Dr. Gilvan, o convida para participar da luta classista. Quase de imediato é indicado para a Vice-Presidência da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária. Era o limiar de uma nova era. Iniciava-se uma das mais belas fases da história da medicina veterinária brasileira. Tudo que for dito e escrito sobre esta fase do Gilvan, nunca será suficiente para exprimir a grandeza do seu trabalho. A própria história do Conselho Regional de Medicina Veterinária em Pernambuco está restrita a duas épocas. A primeira antes do Gilvan e a segunda após a administração de Gilvan Maciel.

Naquele áureo período, o pequeno e desconhecido CRMV-PE se vê diante de Presidente capaz, atuante, extremamente organizado e fiel aos princípios éticos e aos compromissos para com a sua classe. No final do seu mandato, o Conselho que funcionava precariamente em instalações gentilmente cedidas pela Secretaria de Agricultura, estava organizado administrativamente, possuidor de veículo para os trabalhos de fiscalização terreno adquirido para construção de sede própria, projetos arquitetônico, estrutural, elétrico e hidráulico elaborados e aprovados em todos os órgãos competentes e com recursos financeiros para iniciar o audacioso projeto. Passados trinta anos, as instalações do CRMV-PE permanecem como uma das belas e imponentes sedes dos Conselhos brasileiros.

Foi Conselheiro Suplente do Conselho Federal de Medicina Veterinária e Conselheiro do CRMV-PE, bem como membro das comissões de Cultura, Ética, Inspeção e Tecnologia de Produtos de Origem Animal e de Consultoria dos Ex-Presidentes.

Gilvan foi um dos sustentáculos da memorável e inesquecível fundação da atual Sociedade Pernambucana de Medicina Veterinária – SPEMVE, sendo o terceiro presidente de sua história, período em que, mais uma vez, seu espírito organizacional lançou os alicerces para futuras administrações e que culminou com a aquisição da sede e instalações próprias.

A fundação do Sindicato dos Médicos Veterinários de Pernambuco teve participação ativa do colega Gilvan, infelizmente as diferentes diretorias não souberam dar continuidade à obra até então tão acalentada. Em reconhecimento ao seu inestimável trabalho em prol da medicina veterinária brasileira, o Conselho Federal de Medicina Veterinária lhe outorgou em 2006 a comenda máximo da classe, Prêmio Paulo Dacorso Filho.

Quinto instrumentoFase de Escritor. É outra fértil fase do Gilvan, talvez esta fertilidade provenha de suas origens, ou na inspiração do seu próprio pai, José de Almeida Maciel, ”Seu Cazuzinha”, pesquisador contumaz, historiador, escritor e jornalista. Gilvan Maciel nos apresentou mais de cem artigos, abrangendo os mais variados assuntos e publicados em diferentes jornais. São dez livros de sua autoria ou coautoria e cinco organizados e apresentados, alguns dos quais verdadeiras enciclopédias históricas da sua cidade natal, a sua querida e centenária Pesqueira. Só os conhecedores da magnitude, do esplendor e do aconchego da lendária Ororubá têm a exata sensibilidade de interpretar a grande obra do Gilvan. Recentemente organizou e publicou o livro sobre os patronos da APLA – Academia Pesqueirense de Letras e Artes, da qual era acadêmico. Até os últimos dias em vida, trabalhou insessantamente na produção de mais três livros que serão brevemente publicados.

Sexto instrumentoFase Acadêmica. Esta foi uma das atividades do imortal Gilvan de Almeida Maciel. Inicialmente foi idealizador, posteriormente Presidente da Comissão de Estudos e Gestões que levou à fundação e instalação da Academia Pernambucana de Medicina Veterinária, sendo posteriormente seu primeiro Presidente. A sua paixão pelas atividades acadêmicas, rendeu inestimáveis serviços à nossa cultura. O resgate histórico, dos principais pioneiros da medicina veterinária pernambucana, contido no livro Cadeiras, Patronos e Acadêmicos da APMV, do qual tive a honra de participar ao seu lado, é uma obra prima da história da medicina veterinária pernambucana.

Sétimo instrumentoFase da lealdade. Os toques produzidos em todos os instrumentos pelo colega Gilvan, eram exercitados com abnegação, competência e maestria. Porém em todos os seus instrumentos, existe uma tecla em comum e que destaca das demais: a lealdade. Foram 57 anos de atividades profissionais, dedicados à classe médica veterinária e a sua terra natal, sob a égide da ética e da lealdade.

Gilvan partiu, inesperadamente, ao amanhecer do dia 06 de setembro passado, sem nos avisar, como era a sua inconteste característica, porém deixou uma história e um legado inestimável. Exemplo em vida de ser humano, profissional, dirigente batalhador e íntegro.

* Autor: Paulinho Foerster – Paulo José Elias Foerster é sanharoense, médico-veterinário, cronista, colaborador espontâneo do OABELHUDO, escritor, membro da APMV – Academia Pernambucana de Medicina Veterinária, autor do livro, entre outros –

Homenagem: Instituto Maximiano Campos – IMC e Eduardo Campos *

 

HOMENAGEM A

EDUARDO CAMPOS

 

 

 

 

* Fonte: IMC

 

 

 

Canetadas/Homenagem – Colégio Santa Doroteia – Por Jurandir Carmelo *

HOMENAGEM AO SANTA DOROTEIA

 

(05 anos depois…)

 

Texto republicado em homenagem aos 95 anos do Colégio Santa Doroteia. Foi postado originalmente no blog do Sinésio em 2009., quando o Colégio completou 90 anos.

 

Quando a Escola das normalistas de ontem chega triunfalmente aos seus 90 anos de existência, não poderíamos deixar de render uma homenagem, mesmo que singela ao nosso Colégio Santa Dorotéia.

Pelas suas bancas, em busca do saber, passaram pessoas nossas, tais como: Dona Ninfa Araújo de Oliveira (minha saudosa Mãe); Dona Maria Olímpia Albuquerque Araújo (minha saudosa tia-mãe); minhas irmãs queridas, Nalise e Yêda Carmelo. Em nova fase as filhas adoradas Micheline Morgana, Fábia Roberta e Izabel Áurea; Por lá, também, passaram minha respeitada cunhada Socorro Melo de Oliveira, esposa de Lídio, meu irmão caçula e, ainda os seus filhos, meus sobrinhos, igualmente, queridos, Paulo Augusto, Huguinho (Hugo Alexandre, prematuramente desaparecido aos 21 anos de idade) e Ana Lídia. Ainda, Rommel e Débora, filhos da minha irmã Yêda Carmelo. Mais tarde teve assento, também, em suas bancas, o meu querido filho e amigo Jurandir Carmelo Junior. Hoje, a família, na sua quarta geração, está representada pela neta VALENTINA CARMELO.

Em tempos idos tivemos a presença e o apoio das irmãs Doroteias, quando presidente da Junta Governativa do Centro Estudantil de Pesqueira – CEP, mais tarde no comando do Clube de Jovens de Pesqueira, ao lado de bons e queridos amigos, tais como: o sempre professor Alder-Júlio Calado (desse não se pode retirar o hífen), uma pessoa de rara inteligência e caráter firme; Adilson Simões Silva, agora Monsenhor, que sempre ostentou um serviço de profunda sensibilidade, seja na educação, seja na evangelização da doutrina de Cristo ao seu rebanho, ou na celebração da Santa Missa; Giovane Siqueira (nosso Diretor de Esporte, prematuramente falecido, jovem idealista e voltado ao fortalecimento dos desportos na nossa terra Pesqueira); Janete Cabral Viana (das terras sanharoenses, jovem possuidora de terna de infinita grandeza, amiga fiel e conselheira); Ivaneide Maia Brito (carinhosamente tratada por Bera Brito, nossa tesoureira, irmã do corajoso amigo-irmão Jonas Brito, que tanto sofreu em defesa da luta estudantil, da democracia e da liberdade); As irmãs Virginia, Neide e Fátima Barbosa (que nos incentivaram a não deixar parar o movimento estudantil, com o fechamento do CEP, fechado que foi, por determinação dos militares, durante a ditadura militar, A primeira Diretora do Departamento Estudantil; a segunda Diretora Secretária do CJP; A terceira, ainda, mocinha, ao lado de Jeane Freitas, administravam o Departamento Social; Norma França, Vice-Presidente (sempre presente nas iniciativas do CEP e do CJP); Tomaz de Almeida Maciel (nosso Diretor Cultural e de Imprensa, que com sensibilidade editava o nosso jornalzinho “O MUNDO JOVEM”).

Naqueles tempos, sob a perversidade do malsinado Decreto 477, nascido nas brenhas e nas moitas do, igualmente, malsinado AI5, que aprisionou sonhos, torturou e matou jovens estudantes, resistíamos à ditadura, que nos impôs o golpe militar de 31 de março de 1964, apoiado pelo fracionamento moral de alguns civis que venderam as suas almas, para se manter no poder político da Nação, fechando o Congresso Nacional, respaldando atos que feriam a dignidade pátria, a exemplo dos Decretos que determinavam o exílio de brasileiros que lutavam pelo restabelecimento do Estado de Direito, pela Liberdade e pela Democracia.

O CEP foi um forte instrumento naquela época. A sua luta era no sentido de manter acessa a chama da esperança dos jovens estudantes pesqueirenses. Era preciso continuar o trabalho de valorosos estudantes que nos antecederam. Fizemos movimentos, fomos às ruas de Pesqueira protestar. Fomos às ruas em defesa da cidadania, da liberdade e da democracia. Saímos às ruas em defesa dos professores do Ginásio Municipal de Pesqueira, que viviam ameaçados, com salários além de aviltados, atrasados. Prenderam-nos dentro do Ginásio. Mais conseguimos sair para ruas rumo à residência do Prefeito, quando protestamos, quando exigimos o devido respeito para com os nossos Mestres. O Sargento Viana, do Tiro de Guerra 171, que antes havia assinado o manifesto em favor dos professores, por ser um dos próprios, colocou a polícia nas ruas para dispersar o movimento dos estudantes, pedindo reforço por sinal ao contingente policial de Garanhuns. Por pouco Pesqueira não vira uma praça de guerra. Estudantes de um lado, policiais do outro, a serviço dos bajuladores de plantão e chaleiras do poder central. Mas entidades como a Associação dos antigos Alunos Cristo Rei – AACR nos ofertou o necessário apoiou com a presença marcante da coragem, de jovens como Silvio Lins, Gabinho, Antonio Torres, Hugo Chacon, entre outros.

Lutamos nas ruas e nas igrejas (orando) pelo nosso companheiro Jonas Brito, que estava preso no Recife, por integrar movimentos estudantis. Resistimos! Nas igrejas rezávamos pela liberdade do Jonas Brito. Havia a manifestação de protestos nas escolas, nas praças, nas ruas, nos bares. Resistimos e resistimos. Jonas Brito, algum tempo depois foi posto em liberdade. Festejamos a sua liberdade, aplaudimos a sua coragem. Jonas foi exemplo de fé, de lealdade, de valentia.

Essas resistências, esses protestos, levaram ao Sargento Viana, do Tiro de Guerra 171, de Pesqueira, apoiado pelo IV Exército, a fechar o CEP. Sim o CEP foi fechado! A sua sede foi desativada por militar e apoiada pelo Juiz da época. Mas continuamos resistindo. Proibiram-nos de promover quaisquer movimentos nos Ginásios e Colégios de Pesqueira, nas suas ruas, nas suas praças. Tentaram de tudo, mas não nos impediram de pensar, de criar caminhos alternativos.

Em importante reunião no COLÉGIO SANTA DOROTEIA com o apoio da sua ilustre e corajosa Diretora IRMÃ LIMA e com o aval e a sensibilidade de MADRE GUEDES, IRMÃ GAZINELLI, IRMÃ GOMES, IRMÃ FREITAS, entre outras, foi criado o CLUBE JOVEM DE PESQUEIRA. As irmãs protestaram! Na reunião dizia a irmã Gazzinelli: “ …os estudantes não podem ficar sem voz. O que eles fazem de mal? ” Irmã Lima, pediu uma audiência com o Senhor Bispo Mariano de Aguiar. Como já era esperado, tivemos o apoio decisivo do Senhor Bispo, que nos cedeu uma ou duas salas, no segundo andar do prédio do então Cine Pesqueira, pertencente à Diocese de Pesqueira. Mais tarde, o Clube Jovem de Pesqueira passou a funcionar na Rua 15 de Novembro (hoje Lídio Paraíba), na antiga sede da Pio União, com os mesmos objetivos do CEP. A sede foi cedida pelos franciscanos.

Deixamos a nossa marca. Criamos o Museu de Arte Sacra de Pesqueira; Criamos a campanha para o assentamento em madeira (taco) da quadra de Esportes do Colégio Santa Dorotéia. Conseguimos com o apoio e a sensibilidade do povo pesqueirense.

Casa para o povo do bairro do Matadouro. O nosso idealista e batalhador maior Adilson Simões Silva, sensibilizou a igreja internacional e conseguimos dá início a obra edificante do Bairro de Santo Antonio (Matadouro), com recursos de diversas comunidades internacionais e o apoio decisivo do Bispo Mariano de Aguiar.

Fomos mais adiante. Realizamos palestras, caminhadas para alertar a juventude pesqueirenses dos perigos que a ditadura militar nos oferecia, na sua essência maligna de perseguir, prender, torturar e matar jovens estudantes nos quadrantes da Pátria Mãe.

Realizamos a CAMINHA DA ESPERANÇA, com o apoio da AACR. Muitos dos lugares a que buscamos para nos reunir foram negados pelos seus proprietários, seus donos, seus diretores, simpatizantes e apoiadores do golpe militar, etc. Mas a coragem de Senhor RAIMUNDO HOLANDA, pai do nosso querido amigo-irmão Bruno Holanda, fez com que o mesmo cedesse a FAZENDA QUATRO CANTOS para o encontro da CAMINHADA DA ESPERANÇA, que objetivava (e objetivou) discutir novos rumos para a nossa juventude. Três palestrantes chaves: Padre Zé Maria, que sempre apoiou os estudantes pesqueirenses; Irmã Lima, então Diretora do Colégio Santa Dorotéia, que nos abria os caminhos; e o Senhor bispo Severino Mariano de Aguiar, com a forte presença no meio estudantil. Foi aí que a coisa ficou PRETA, melhor dizendo: “VERMELHA”. Fomos chamados ao Tiro de Guerra 171. Tínhamos de depor perante o Sargento Viana. As presenças de Padre Zé Maria e, principalmente, do Senhor Bispo Mariano de Aguiar na CAMINHADA DA ESPERANÇA, foram interpretadas como sendo uma afronta aos ditadores de plantão. Saímos pela resistência e pela coragem. Mas ficou a perseguição em escola, na vida enfim. Esse fato foi bem colocado por Alder-Júlio Calado no seu corajoso discurso no dia do ato inaugural do Museu de Arte Sacra. Tanto assim, que tivemos uma audiência especial com dom Hélder Câmara que nos incentivou e encorajou o nosso movimento, logo após a inauguração do nosso museu.

Vamos relatar agora um fato engraçado e interessante. Aliás, esse se tornou perigoso. O então seminarista Adilson Simões, queria dá mais brilho ao ato inaugural do Museu de Arte Sacra, para o qual convidamos o eterno Bispo Vermelho – (Vermelho, que representava o sangue de tantos brasileiros que tombaram no bom combate contra a ditadura, na permanente luta pelo restabelecimento do Estado de Direito, pela Liberdade e pela Democracia). DOM HÉLDER CÂMARA aceitara o nosso convite. Tudo pronto para a chegada do Dom da Paz. (O ato inaugural está registrado no livro PESQUEIRA SECULAR, inclusive ilustrado com foto onde se vê na parte de dentro do museu, o, ainda, universitário Silvio Lins, o então seminarista Adilson Simões e Jurandir Carmelo, àquela época Presidente do CJP. Na parte de fora o Arcebispo dom Hélder Câmara e o quarto bispo de Pesqueira, dom Severino Mariano de Aguiar, cortando a fita inaugural). Pois bem, resolvera Adilson Simões, a título de empréstimo, ir buscar a imagem de Nossa Senhora das Montanhas, na Igreja da Vila de Cimbres. Conseguiu trazê-la. Não passou meia hora no Museu. Os índios da Serra do Ororubá desceram em “revoada”, e na frente do Seminário São José (residência do Bispo) fizeram um protesto, levando de volta a imagem da Santa Padroeira. Adilson levou uma bronca de dom Mariano que com certeza jamais esquecera.

Mas, antecedendo o ato inaugural do Museu de Arte Sacra, Dom Hélder proferiu uma palestra à juventude de Pesqueira, no auditório do então Cinema Moderno, cedido gentilmente por “seu” GILBERTO PITA MACIEL, sob os protestos de alguns senhores e senhoras da cidade, muitos com assento. Mas, a grande força para o sucesso da palestra foi o decisivo apoio do COLÉGIO SANTA DOROTEIA – (o primeiro a apoiar a iniciativa da palestra), principalmente, através de sua então Diretora IRMÃ LIMA. Mais tarde, tivemos o apoio do professor Paulo Melo, então Diretor do Colégio Comercial Municipal de Pesqueira. O auditório esteve lotado, com aplausos e mais aplausos ao eterno HÉLDER CÂMARA

Hoje, quando celebramos os 90 ANOS DO COLÉGIO SANTA DOROTEIA não poderíamos deixar de reconhecer o incentivo e a coragem de IRMÃS DOROTEIAS, na importância da efetiva participação na formação religiosa, educacional, cívico e moral da nossa juventude. Assim homenageamos a cada uma delas, nas pessoas carismáticas e sensíveis de MADRE GUEDES E IRMÃ GAZINELLI, e, especialmente, da IRMÃ LIMA, esteja onde estiver.

Peço licença ao Mestre Potiguar Matos, hoje na sua morada celestial, mas não poderia encerrar estas CANETADAS sem usar uma de suas mais lúcidas expressões sobre o “COLÉGIO SANTA DOROTEIA”, quando em emocionante discurso proferido na Câmara de Vereadores de Pesqueira, nas festividades dos seus 70 ANOS, asseverou:

“…E O COLÉGIO SE FAZ GENEROSO PARA ABRIGAR OS FILHOS DESTA TERRA. ACOLHE-OS NA CERTEZA DE ESTAR ACOLHENDO OS “SONHOS” QUE OS PAIS SONHAM PARA SEUS FILHOS. O SANTA DOROTEIA É, DE FATO, UMA PRESENÇA NA VIDA DESTA CIDADE, NA VIDA DE CADA LAR ONDE SE DESDOBRAM, EM FRUTOS, AS LIÇÕES, OS ENSINAMENTOS, OS IDEAIS ACALENTADOS E RENOVADOS NA RELAÇÃO PEDAGÓGICA DO DIA-A-DIA (…)”.

PARABÉNS AO COLÉGIO SANTA DOROTEIA! PARABÉNS ÀS IRMÃS DOROTEIAS! PARABÉNS A TODOS OS SEUS EX-ALUNOS, MAS, ESPECIALMENTE, ÀS ETERNAS NORMALISTAS, AQUELAS DAS SAIAS PLISSADAS E DAS BLUSAS BRANCAS!

PARABÉNS, ENFIM, A TODOS QUE CONTINUAM ESSA GRANDE OBRA. VIVA OS 95 ANOS DO COLÉGIO SANTA DOROTEIA! VIVA PESQUEIRA!

* Autor: Jurandir Carmelo – Jurandir é pesqueirense, advogado, cronista, colaborador assíduo do OABELHUDO, defensor intransigente de tudo que se refere à história de Pesqueira.

(Obs; Por motivos técnicos o blog não está postando FOTOS ilustrativas ao texto)

Pernambuco: Programa “Mãe Coruja” Ganha Prêmio de Reconhecimento pela OEA *

 

 

Programa Mãe Coruja é vencedor de Prêmio de Gestão Pública da

Organização dos Estados Americanos

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O Programa Mãe Coruja Pernambucana acaba de conquistar mais um reconhecimento internacional: venceu o Prêmio Interamericano da Inovação para a Gestão Pública Efetiva 2014, promovido pela Organização dos Estados Americanos (OEA). O resultado foi divulgado nesta terça-feira (09/09), e o programa venceu na categoria “Inovação da qualidade das políticas públicas”. A cerimônia de premiação será realizada em Washington (EUA), em data ainda a ser anunciada.

Esta é a segunda premiação internacional que o Mãe Coruja recebe neste ano. Em maio, a Organização das Nações Unidas (ONU) deu primeiro lugar ao programa no seu já consagrado United Nations Public Service Awards – UNPSA, na categoria “Promoção de Entrega de Serviços Públicos Voltados ao Gênero”.

O prêmio da OEA, que chega neste ano a sua segunda edição, tem como objetivo identificar iniciativas inovadoras em gestão pública, realizadas por diversas instituições públicas da América Latina, que sejam identificadas como iniciativas úteis e que possam ser replicadas em outros lugares.

Os critérios avaliados pela comissão julgadora para todos os prêmios são: originalidade; impacto ao cidadão; replicabilidade; eficácia; eficiência; complexibilidade da solução de problemas; sustentabilidade da experiência; e perspectiva de gênero.

Participaram deste certame 74 candidaturas distintas, representando instituições públicas de todos os níveis administrativos de 13 países membros da OEA. Outras iniciativas vencedores são do Uruguai, Peru e México, respectivamente nas categorias Inovação no Governo Aberto e Acesso à Informação; Inovação na Coordenação Institucional, e Inovação na Gestão de Recursos Humanos.

A premiação da OEA vai para galeria de outros seis importantes prêmios internacionais em gestão pública que programas do Governo de Pernambuco receberam desde 2012, da ONU e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). São eles: O UNPSA da ONU para o Chapéu de Palha Mulher e para os Seminários Todos por Pernambuco (em 2012); para o Pacto pela Vida (em 2013), e para o Mãe Coruja (em 2014 – 1º LUGAR na 4ª categoria. Promoção de entrega de serviços públicos voltado ao gênero); o Prêmio Governart do BID para Modelo de Gestão por Resultados do Programa Pacto pela Vida, e para o Programa de Soluções Integradas da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe), ambos em 2013.

MÃE CORUJA – O Programa Mãe Coruja Pernambucana foi implantado no estado em 2007 pelo Decreto 30.353 com o objetivo de reduzir a mortalidade materna e infantil, através de ações estratégicas articuladas e intersetoriais dos eixos de saúde, educação e desenvolvimento social, cuidando de forma ampla da mulher e das crianças; fortalecendo os vínculos afetivos; promovendo uma gestação saudável; e garantindo as crianças nascidas no território pernambucano o direito a um nascimento e desenvolvimento saudável e harmonioso.

Em 15 de dezembro de 2009 torna-se política pública no estado pela lei 13.959 trabalhando com políticas públicas integradas, em defesa da vida.As secretarias de Saúde;Educação; Desenvolvimento Social e Direitos Humanos; Secretaria da Mulher; da Criança; Planejamento e Gestão; Agricultura e Reforma Agrária; Trabalho, Qualificação e Emprego e Governo trabalham juntas com ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida das mulheres e crianças.

As principais ações desenvolvidas no programa são: fortalecimento e empoderamento das mulheres através dos círculos de educação e cultura, cursos de qualificação profissional, oficinas de segurança alimentar e nutricional, inclusão em programa sociais através dos Centros regionais de assistência social, fornecimento de kits do bebê para as gestantes com 7 ou mais consultas de pré natal realizadas, fortalecimento da atenção ao pré natal, parto e puerpério, através da reorganização da rede de atenção ao parto.

As crianças cadastradas no programa são acompanhadas por ações de incentivo do aleitamento materno, da imunização, do acesso ao registro de nascimento, e do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento.

As gestantes e crianças do programa são acompanhados a partir de uma rede descentralizada de profissionais e de um sistema de informação, o “Sis Mãe Coruja”, contando ainda com ações realizadas através de parcerias com os municípios, sociedade civil, organizações não governamentais e universidades.

Atualmente o Programa está implantado nas 12 Regiões de Saúde, em 105 municípios do Estado, sendo 103 municípios com a Gestão Estadual e 02 com a Gestão Municipal e Cooperação Técnica Estadual. Com 124.857 mulheres cadastradas e 66.531 crianças acompanhadas (Sis Mãe Coruja-Agosto/2014).

Em 2014 já foram realizadas 96 Reuniões de Monitoramento Regional e 55 Oficinas de Segurança Alimentar, com 2.060 participantes ;15 reuniões de integração entre a Pastoral da Criança e o Canto Mãe Coruja; emitidos 226 documentos; 79 fotos; 433 Círculos de Educação e Cultura estão funcionando em todas as Regionais de Saúde, com 6368 educandas; Os cursos de qualificação já aconteceram em 73 municípios, com 2451 participantes e 1495 kits do bebê já foram entregues.

O Programa Mãe Coruja vem contribuindo para a redução da mortalidade infantil, através da integração do estado com os municípios, a sociedade civil, as organizações não governamentais e as universidades.

* Fonte: Portal PE

Pernambuco/História: Agamenon Magalhães – “A política é a arte de engolir sapos” *

Agamenon Magalhães

 

 

Agamenon Sérgio de Godoy Magalhães, nasceu em 5/11/1894 e faleceu em 14/8/1952

Agamenon Sérgio de Godoy Magalhães, nasceu em 5/11/1894 e faleceu em 14/8/1952

“A política é a arte de engolir sapos”.

(Agamenon Magalhães)

…o ex-governador residiu na casa número 141, da rua da Amizade, vizinha à Praça do Entroncamento. E seus inimigos políticos passaram a chamar aquela rua de “rua do Ódio”.

Na madrugada do dia 24 de agosto de 1952, no entanto, aos 58 anos de idade, um enfarte fulminante tira a vida de Agamenon.

 

agamenon magalhaes foto pequena

 

  –  O professor, administrador e político Agamenon Magalhães, que não tinha medo de guerra nem de assombração, sempre costumava dizer:

  –  “O homem é mortal, eis tudo. Eis o limite do seu poder.”

 

No dia 5 de novembro de 1894, na antiga cidade de Vila Bela no sertão pernambucano, hoje Serra Talhada, nascia Agamenon Sérgio de Godoy Magalhães. Ele vinha de uma família de dez filhos, sendo quatro homens e seis mulheres. Era filho de Antônia de Godoy Magalhães e Sérgio Nunes de Magalhães, um juiz de Direito da Comarca de Jatobá de Tacaratu, futuro município de Petrolândia.

Após a promulgação da Lei Aúrea, mas ainda sob o impacto da Revolução Industrial, viviam-se os tempos das grandes oligarquias rurais e urbanas, da cultura dos bacharéis, onde o Brasil parecia mais um grande feudo, onde o poder se concentrava nas mãos de uma trindade deveras privilegiada: o juiz, o fazendeiro-coronel e o padre.

Tal poder, vale salientar, foi responsável por uma injustiça praticada contra a família Magalhães. O Dr. Sérgio havia assinado um pedido de habeas corpus em favor de Delmiro Gouveia, um industrial que preconizava a industrialização do Nordeste e tinha entrado em conflito com as oligarquias locais. O governador Segismundo Gonçalves, contrariado com tal pedido, colocou o juiz em disponibilidade, deixando-o, além do mais, com apenas uma terça parte dos seus vencimentos.

Diante do ocorrido, a família veio de mudança para o Recife. Na época, Agamenon tinha 11 anos de idade. Adolescente, ele vai estudar no Seminário de Olinda, tentando seguir a carreira eclesiástica, porém, lá não consegue permanecer mais que dois anos. Ingressa no Ginásio Pernambucano (situado à beira do rio Capibaribe, na rua da Aurora), e, depois, na Faculdade de Direito, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais no ano de 1916.

Após a sua formatura em Direito, é nomeado promotor público da comarca de São Lourenço da Mata. Agamenon entra no Partido Republicano Democrata (PRD), elegendo-se deputado estadual em 1918. Aos 29 anos de idade (em 1922), o jovem bacharel passa em um concurso para a cátedra de Geografia e Corografia, no Colégio Estadual, apresentando a tese O Nordeste brasileiro (o habitat e a gens). Portanto, além de advogado ele se torna professor de Geografia, imprimindo a esta disciplina um aspecto mais humano e, renovando-a, por outro lado.

No começo do século XX, o Governo brasileiro construiu as ferrovias e a empresa Great Western, o maior símbolo do capital estrangeiro em todo o Nordeste, ficou a cargo da exploração do transporte de cargas e de passageiros. Naquela época, ninguém ousava questionar a soberania do referido truste inglês.

Em 1928, porém, o deputado Agamenon Magalhães denuncia, como extorsivo, o aumento das tarifas para os Estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas, defendendo o direito dos consumidores recifenses. Tal acréscimo no preço do transporte, que o Governo brasileiro havia aprovado, contribuíra para elevar os preços de alguns produtos fundamentais da cesta básica da população: o bacalhau, a charque, o feijão e a farinha.

Agamenon inscreve-se em outro concurso público, desta vez, em Direito Internacional, faz as provas e volta a se classificar, tornando-se professor no mesmo lugar em que fora aluno: a Faculdade de Direito do Recife. Contando então com uma carreira profissional em plena ascensão, ele se casa, em 16 de junho de 1929, e tem três filhos.

No dia 3 de novembro de 1930, Getúlio Vargas assume o poder, substituindo uma Junta Militar formada pelos Generais Mena Barreto e Tasso Fragoso, além do Almirante Isaías Noronha. Defendendo o sistema parlamentarista, Agamenon participa da Constituição de 1933. Quando a Constituição de 1934 é promulgada, Getúlio o convida para assumir o cargo de Ministro do Trabalho.

Naquela época, cabe salientar, o cenário político se apresentava bastante efervescente, e as oligarquias rurais assinalavam os rumos do País com punhos de ferro.

Leia Íntegra:

http://goo.gl/85yKK0

* Fonte: Portal ONordeste – pesquisaescolar@fundaj.gov.br 

Crônica/Homenagem – Pessoas/Agosto: Milu – Por Zezé Freire *

 

PESSOAS

                                                                      ZEZÉ FREIRE

 

 

Dizem que a mulher é o sexo frágil
Mas que mentira absurda!
Eu que faço parte da rotina de uma delas
Sei que a força está com elas.
(Erasmo Carlos)

Milu - Maria do Socorro Oliveira é, merecidamente,  a homenageada de agosto..

Milu – Maria do Socorro de Oliveira é, merecidamente, a homenageada de agosto..

 

 

 

Quem a ver passar, quem não a conhece de perto, provavelmente não saberá a dimensão das lutas dessa mulher que conheci menina e, hoje mulher madura conta com um saldo de vitórias e superações.

Garota morena de cabelos negros e escorridos tinha a ingenuidade das meninas que nos anos 40 nasceram na área rural. No Sítio São José com os pais Antônio (de Zumba), Maria (Lica) e os irmãos José Severiano e Maria José imagino que viveu uma infância feliz. Nas visitas às fazendas dos parentes, nos cânticos e procissões das novenas de São José, nas “incelências” dos velórios, nas colheitas da mandioca quando aconteciam as semanas de farinhadas e nas colheitas do café quando os terraços da fazenda se enchiam de grãos maduros estava a felicidade da criança que chamávamos Milu. Havia também os serões nos quais a “velha Pecilha” contava as suas histórias .

Sua vida tomou outro rumo quando , ainda menina, veio para a cidade residir com a tia-madrinha e as primas. Nela havia o desejo de frequentar uma escola convencional. Até então, aprendera a ler, escrever e contar na própria fazenda. Para acompanhar o nível escolar da sua faixa etária foi matriculada na escola das professoras e irmãs “Dona Dé e Dona Acilda”.Essas, consideradas exímias educadoras. Depois da adaptação estudou no Grupo Escolar Rui Barbosa e no Colégio Santa Dorotéia. Concluiu em 1969 no Colégio Cristo Rei o Curso Pedagógico. Milu é o apelido da mulher que muitos conhecem por Socorro. Conhecendo Jorge Medeiros e escolhendo-o por companheiro e pai para os seus filhos abraçou com total compromisso a vocação de esposa e mãe. Nessa nobre condição – tão pouco valorizada e na qual as mulheres tornam-se anônimas – jamais descuidou dos votos assumidos.

Milu, tão querida por todos os seus familiares recebeu no batismo o nome de Maria do Socorro de Oliveira. Seus filhos Alexandre (comerciante) Aline (técnica em contabilidade) e Ana Helena (fisioterapeuta) são produtos de uma boa educação e praticantes dos princípios de cidadania. Nos netos a sua fonte de renovação e alegria: João Vítor (Alexandre e Erika); Ravana, Romilson Filho e Richardson (Aline e Romilson); Guilherme (Ana Helena e Adamastor). Alexandre é casado em segundas núpcias com Cleane.

Para a querida prima-irmã, fraternal abraço com gratidão, desejos de saúde e de que goze de muitos momentos de alegria.

Zezé e Leninho abraçados

* Autora: Zezé Freire –  Maria José Cordeiro Freire é pesqueirense, cronista, colaboradora do OABELHUDO, assistente social, poeta e escritora. É autora/coordenadora do livro – Da Janela do Tempo.