Category Archives: Política

Eleições 2014/Pernambuco: Paulo Câmara – “Vou continuar os sonhos de Eduardo” *

 

 

Paulo Câmara :

“Vou continuar os sonhos de Eduardo”

 

Marina e Paulo em evento do Clube Internacional do Recife

Marina e Paulo em evento do Clube Internacional do Recife

Marina PC no Internacional 2marina e renata no Internacional

Escolhido pelo líder socialista para seguir o processo de transformação vivenciado pelo Estado, Paulo mostra o seu comprometimento com a realização dos muitos sonhos compartilhados por Eduardo

 

“Uma herança, quando se divide, diminui de tamanho. Um legado, prevalece”. A frase proferida neste sábado (23), no Recife, pela candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva, no ato de oficialização da continuidade do projeto idealizado pelo ex-governador Eduardo Campos, define bem o espírito da Frente Popular na caminhada que levará Paulo Câmara (PSB) ao Palácio do Campo das Princesas. Escolhido pelo líder socialista para seguir o processo de transformações vivenciado pelo Estado, o ex-secretário da Fazenda mostra o seu comprometimento com a realização dos muitos sonhos compartilhados por Eduardo.

“Foram mais de 20 anos juntos. Foram sete anos e três meses ao seu lado no Governo do Estado. Eu conhecia muito bem os sonhos de Eduardo. Eu vou continuar os seus sonhos em Pernambuco”, afirmou Paulo Câmara. “Os nossos compromissos estão cada vez mais fortes”, apontou o socialista, arrancando aplausos de um público de mais de oito mil pessoas que compareceu ao Clube Internacional do Recife para confirmar o apoio à sua jornada, no Estado, e à Marina Silva, no Brasil.

A presidenciável do PSB revelou para a multidão que acompanhava o ato que Eduardo Campos não se cansava de enumerar as qualidades que fizeram de Paulo Câmara como o melhor nome para o futuro de Pernambuco. Marina destacou que, após muito ouvir os relatos do seu antigo colega de chapa, pôde ver nos últimos dias a força do socialista pernambucano. “Esse jovem me surpreende por sua capacidade de liderar. E Eduardo sempre me dizia que Paulo Câmara tem uma liderança mansa, firme e segura”, contou.

Candidato a vice na chapa de Marina, o deputado federal Beto Albuquerque também destacou as qualidades de Paulo Câmara. O parlamentar frisou que a eficiência demonstrada pelo correligionário nas três secretarias (Administração, Turismo e Fazenda) que esteve à frente durante o Governo Eduardo Campos comprova que o Estado estará em boas mãos, a partir de 2015. Beto também fez questão de ressaltar que os pernambucanos querem ver o Estado seguir avançando pelas mãos de quem sabe que é a população quem “dá a ordem”. “Pernambuco aprendeu há muito tempo que, na política, o patrão é o povo”, afirmou Beto.

Companheiro de chapa de Paulo Câmara, o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado) reafirmou o seu desejo de ajudar Marina a governar o Brasil. Mas pontuou que vai pedir sempre por Pernambuco. “Marina, tenha certeza, serei um aliado seu no Senado Federal. Vou ajudar você a governar o Brasil, com coragem e fazendo as mudanças que o país precisa. Mas saiba, vou pedir e vou pedir muito para Pernambuco. Vou levar para você projetos importantes que precisam dos recursos federais e tenho a convicção que terei seu apoio”, disse.

Confiante na sabedoria do povo Pernambuco, o governador João Lyra Neto (PSB) afirmou que terá “a honra, em 1º de janeiro de 2015, de transmitir o governo a Paulo Câmara”. Essa certeza também tomou conta do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB). O gestor reforçou que a população quer seguir vivendo em um Estado governado por homens comprometidos e com capacidade de melhorar as suas vidas. “Estamos oferecendo a Pernambuco alguém escolhido por Eduardo. Ele sabia o que Paulo Câmara é capaz de fazer”, exaltou Geraldo.

* Fonte: Assessoria de Imprensa do PSB – (Fotos e Roberto Pereira)

Eleições 2014/Pernambuco: Paulo recebe o reforço de Marina Silva em Recife *

 

 

População lota as ruas de

Casa Amarela para receber

Paulo Câmara  e Marina

Marina veio dar seu total apoio a Paulo Câmara em evento em Casa Amarela

Marina veio dar seu total apoio a Paulo Câmara em evento em Casa Amarela

marina PC casa amarela 2 Foto Aluísio Moreira_15marina no comicio casa amarela recife6

 

 

Cerca de cinco mil pessoas acompanharam os socialistas, ocupando vias, calçadas, janelas e varandas, para declarar seu voto, tirar uma foto ou entregar uma mensagem de apoio

O nome do bairro de Casa Amarela nunca foi tão apropriado. A cor que representa a candidatura de Paulo Câmara (PSB) ao Governo Estadual tomou as ruas da localidade, na manhã deste sábado (23), durante a caminhada que o postulante fez junto com a presidenciável Marina Silva (PSB). Cerca de cinco mil pessoas acompanharam os socialistas, ocupando vias, calçadas, janelas e varandas, para declarar seu voto, tirar uma foto ou entregar pessoalmente uma mensagem de apoio. A comunidade, trincheira histórica da resistência democrática e das lutas da Frente Popular, emprestou seu simbolismo ao primeiro evento da candidata como cabeça de chapa na corrida presidencial e certificou o crescimento da campanha de Paulo.

“Foi um ato representativo pela história de Casa Amarela, que lutou pela volta da democracia e esteve ao lado de grandes líderes como Miguel Arraes e Eduardo Campos. Significa muito que aqui nós renovemos nosso compromisso com o trabalho iniciado por Eduardo. Marina reinicia a campanha do PSB à Presidência, representando a mudança que ele queria para o Brasil, e eu renovo o compromisso de ampliar as mudanças que ele mesmo já tinha começado a implantar em Pernambuco”, lembrou Paulo Câmara.

A imagem do ex-governador, aliás, esteve presente por toda a caminhada, nas bandeiras, nas camisas, nos discursos e, principalmente, na memória das pessoas. “Eu voto em Paulo e Marina porque foram eles que Eduardo escolheu, não é? Eram eles o que Eduardo queria para a gente”, afirmou a vendedora Lucineide Rocha, depois de enfrentar o aperto para conseguir chegar perto e falar com os dois candidatos.

Marina veio à Casa Amarela acompanhada de seu vice, Beto Albuquerque, também do PSB. Também participaram da caminhada os colegas de chapa de Paulo Câmara – Raul Henry (PMDB/Vice) e Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado) -, além do prefeito do Recife, Geraldo Julio, e do governador João Lyra (ambos do PSB).

* Fonte: Assessoria de imprensa do PSB – (Fotos de Aluizio Moreira e Rodrigo Lobo)

Eleições 2014/Pernambuco: Paulo Câmara prega; “A hora da virada chegou” *

 

 

 

Paulo Câmara: 

“A hora da virada chegou”

 

Onda amarela invadiu os municípios de Água Preta e Palmares, durante caminhadas realizadas pelo socialista

(Também; Agenda do candidato pra esse sábado e para amanhã, domingo)
 
Frente Popular no comício de Água Preta. Candidato Paulo prega " a hora da virada já"

Frente Popular no comício de Água Preta. Candidato Paulo prega ” a hora da virada já”

 

 

 

Os municípios de Água Preta e Palmares foram invadidos, nesta sexta-feira (22), pela onda amarela que levará Paulo Câmara (PSB) ao Palácio do Campo das Princesas. Ao lado do seu companheiro de chapa Fernando Bezerra Coelho (PSB/Senado), o socialista arrastou uma multidão durante caminhadas nas duas cidades da Mata Sul. A calorosa recepção e a confiança demonstrada pela população em mais uma vitória da Frente Popular garantiram mais força e energia à caminhada de Paulo.

“Meus amigos, a hora da virada chegou”, bradou o socialista, durante discurso na Tribuna 40. “A gente vai ter uma bonita vitória para honrar a trajetória da Frente Popular. E vamos governar juntos com vocês”, completou, sendo muito aplaudido pela multidão, que respondia com gritos de “Paulo, Paulo, Paulo”.

O candidato da Frente Popular ao Governo do Estado pontuou que a Mata Sul receberá investimentos em diversas áreas em seu futuro governo. “Vamos humanizar a saúde, aumentar a nossa rede e garantir que os pernambucanos, incluindo os da Mata Sul, tenham um melhor atendimento. Teremos 50 mil vagas no ensino técnico estadual. Todas as regiões terão a oportunidade de verem seus filhos qualificados”, destacou Paulo Câmara.

Nas duas caminhadas, a população apontava Paulo Câmara como aquele que dará sequência às transformações iniciadas pelo ex-governador Eduardo Campos, falecido na semana passada. “Ele passa muita segurança. Vi a fala dele na televisão e me pareceu uma pessoa que sabe o que fazer. Acho que foi por isso que Eduardo Paulo como seu candidato”, analisou a estudante Maria Clara Melo, de 19 anos.

O ex-ministro Fernando Bezerra Coelho ressaltou que a Mata Sul conhece bem o compromisso da Frente Popular com os que mais precisam. O socialista lembrou que, no período em que esteve na Esplanada dos Ministérios, trabalhou para evitar que novas enchentes sejam registradas na região.

“Tive a felicidade de ser indicado por Eduardo Campos para ser ministro da Integração Nacional,representando meu partido. No ministério pude ajudar a construir a barragem de Serro Azul, que vai proteger toda a Mata Sul e milhares de pessoas do risco de novas enchentes”, disse Fernando.

AGENDA do candidato Paulo Câmara deste sábado e domingo, 23 e 24 de agosto

 

 

SÁBADO

 

8h – Caminhada em Casa Amarela

Local: saída da Rua Eurico Chaves (Em frente da Restaurante da Mira)

 

17h – Lançamento da Candidatura de Marina Silva e Beto Albuquerque  

Local: Clube Internacional

 

 

DOMINGO

 

11h – Caminhada com comício em Tacainbó

Local: Saída do Clube Delmiro Gouveia

 

14:30h – Caminhada em São Caetano

Local: Saída do Açude

 

17h – Comício em São Bento do Una

Local: Distrito de Queimada Grande

 

19:30h – Caminhada em Cachoeirinha

Local: Saída da entrada da cidade

 

* Fonte: Assessoria de Imprensa do PSB

Eleições 2014/Presidente: Estudo diz que Marina GANHA de Dilma com diferença acima de 6.% *

 

 

 

Estudo prever um cenário  de grande disputa entre Dilma e Marina, com pequena vantagem para a candidata do PSB

Estudo prever um cenário de grande disputa entre Dilma e Marina, com pequena vantagem para a candidata do PSB

Estudo da Macromética diz que Marina ganharia de Dilma por 53,1% contra 46,9%, em votos válidos, uma diferença de 6,2 pontos percentuais

 

 

A Macrométrica, consultoria do ex-presidente do Banco Central, Chico Lopes, elaborou um modelo estatístico que faz projeções sobre resultados de eleições presidenciais.

Segundo matéria do jornal Valor Econômico, escrita por Sérgio Lamucci, em 12/08/2014, sob o título “Macrométrica projeta vitória do PSDB com modelo de estatístico americano”, para fazer projeções a consultoria: “… usou o esquema de análise de Nate Silver, o editor-chefe do site “FiveThirtyEight”. Silver ficou famoso por ter acertado o resultado de todos os 50 Estados na eleição presidencial americana de 2012, quando Barack Obama se reelegeu, ao vencer Mitt Romney”.

O título da matéria refere-se aos resultados derivados da aplicação do modelo à pesquisa do Ibope do início de agosto, ainda com o saudoso ex-governador Eduardo Campos como candidato a presidente. Observando-se a operacionalização do modelo da consultoria na atual eleição constata-se que, na verdade, não há necessidade de utilizar algo parecido com o sistema sofisticado de estatísticas que é empregado por Nate Silver, pelo menos enquanto mecanismo usado apenas em uma dada pesquisa eleitoral.

A versão da Macrométrica é bem mais simples e se utiliza de dados da própria pesquisa analisada, aventando apenas uma suposição, baseada em resultados das urnas em eleições pretéritas: a de que os votos brancos e nulos no segundo turno sejam fixados em um determinado percentual. O presente texto emprega o referido modelo, fazendo uso da pesquisa nacional do Datafolha dos dias 14 e 15 de agosto do corrente ano, em que Marina Silva figura como substituta do ex-governador.

O modelo lança mão, inicialmente, da quantidade de votos do primeiro turno que não estavam comprometidos com as duas candidaturas que foram para o segundo turno. Por exemplo, no Datafolha os resultados de intenção de votos foram os seguintes:

Primeiro turno: Dilma Rousseff 36%, Marina Silva 21%, Aécio Neves 20%, outros candidatos 6%, brancos e nulos 8% e indecisos 9%.

Segundo turno – Cenário A (Dilma X Marina): Dilma 43% e Marina 47%, votos brancos e nulos 6% e indecisos 4%.

Assim, no primeiro turno, os votos não comprometidos (VNCa) com as duas candidaturas que foram para o segundo turno somam 43% (votos de: Aécio + outros candidatos + brancos + nulos + indecisos). Note-se, ainda, que na passagem do primeiro para o segundo turno os VNCa diminuíram em 33 pontos (eram 43% e agora são 10%, adstritos a 6% de votos brancos e nulos e 4% de indecisos).

Isso significa que esses 33 pontos foram apropriados pelos dois candidatos que estão no segundo turno, Dilma e Marina. E como esses pontos foram distribuídos entre os dois disputantes? A pesquisa diz que Dilma recebe 7 pontos (passa de 36% de intenção de votos para 43% no segundo turno) e Marina fica com 26 pontos (passa de 21% para 47%).Em termos de proporção, portanto, Dilma ganha 21,2% e Marina 78,8% dos votos dos não comprometidos, os VNCa . Estas proporções são chamadas de taxas ou fatores de conversão, parâmetros-chave para as Observe-se que até aqui os dados são diretamente extraídos da pesquisa sob análise.

Suponha-se, agora, que os não comprometidos sejam da ordem de 7%, no segundo turno, um percentual que é próximo dos 6,7% que as urnas registraram de votos brancos e nulos na eleição de 2010 (nos resultados oficiais, é claro, não há indecisos). Ora, se só existem 7% de VNCa no segundo turno, então vão ser distribuídos 36 pontos entre os dois candidatos (43% menos 7%). E como será feita esta partição? Na mesma proporção anterior (a hipótese é que os fatores de conversão permanecem os mesmos): de novo Dilma fica com 21,2% e Marina com 78,8% dos VNCa.

Logo, Dilma obtém 7,6 pontos dos 36 e Marina, 28,4 pontos. Ou seja, Dilma fica com 43,6% dos votos (os 36% do primeiro turno mais 7,6 pontos a que fez jus pela taxa de conversão), e sua concorrente com 49,4%, sendo que os brancos e nulos, por construção, somam 7%. Mas como a apuração oficial do TSE é feita em votos válidos (sem os 7%), o resultado final da eleição no segundo turno, se a eleição fosse hoje, apontaria a vitória de Marina por 53,1% contra 46,9%, uma diferença de 6,2 pontos percentuais.

O raciocínio a ser empregado no cenário em que aparecem Dilma e Aécio no segundo turno é o mesmo deste em que figuram a presidente e Marina. Na hipótese de o segundo turno acontecer hoje entre eles, Aécio ficaria com 46,7% dos votos válidos e Dilma asseguraria a vitória com 53,3%.

No texto “O modelo da Macrométrica e a pesquisa Datafolha”, publicado no blog http://mauricioromao.blog.br, o presente estudo é mais aprofundado e apresentado com as principais conclusões que podem ser extraídas da aplicação do modelo em apreço.

Uma delas, a propósito, ressalta que quanto maior o total de brancos e nulos no segundo turno, dadas as taxas de conversão, mais diminui a distância entre a presidente e Marina e mais a petista se afasta de Aécio. Neste modelo, portanto, se estabelece um paradoxo: as inquietudes de junho de 2013, que ensejaram sentimentos apolíticos e antigovernos, tendo o executivo federal como alvo mais destacado, podem provocar aumentos nas taxas eleitorais de indiferença (votos em branco) e de protesto (voto nulo), beneficiado o próprio governo!

Mauricio Romao de terno e gravata

* Autor: Maurício romão  –  Maurício Costa Romão, Ph.D. em economia, é consultor da Contexto Estratégias Política e Institucional, e do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau. (Fonte: blogdojamildo)

Eleições 2014: Candidato Paulo Câmara faz campanha na Mata sul *

 

 

Reconstrução da Mata Sul
será ampliada por Paulo

Ações foram iniciadas no Governo Eduardo Campos

 

Candidato Paulo prometeu ampliar a reconstrução da mata sul

Candidato Paulo prometeu ampliar a reconstrução da mata sul

 

 

 

 

O trabalho de reconstrução dos municípios da Mata Sul, iniciado pelo Governo Eduardo Campos, será reforçado por Paulo Câmara (PSB) a partir de 2015. Durante maratona de entrevistas em Palmares, nesta sexta-feira (22), o candidato da Frente Popular revelou que implementará um conjunto de ações para que a população das cidades devastadas pelas enchentes de 2010 e 2011 tenha mais qualidade de vida.

“Já entregamos mais de 10 mil casas, reconstruímos ponte, recuperamos a orla. Mas não vamos apenas concluir essa obra iniciada por Eduardo Campos. Vamos avançar. Deixaremos as cidades ainda melhores, porque as pessoas merecem. As condições já foram criadas e temos a oportunidade de aproveitar esse momento para realizar bem mais. Vamos investir na saúde, na educação e na infraestrutura da região”, destacou Paulo Câmara, que falou às rádios Nova Quilombo e Cultura.

O socialista pontuou que a Mata Sul será beneficiada com a ampliação das redes estaduais de ensino de tempo integral e técnico. Paulo Câmara indicou que essas estruturas atuarão na capacitação profissional, propiciando uma mão-de-obra mais qualificada. “E não apenas para a vocação da região, mas para aproveitar as oportunidades que estão chegando à região. Com as novas barragens, fruto do nosso esforço, a Mata Sul garante segurança para novos empreendimentos, que precisarão de uma mão-de-obra qualificada”, ressaltou.

Na entrevista, Paulo Câmara lembrou que as gestões comandadas pela Frente Popular otimizaram o atendimento na área da saúde na região, com a implementação de equipamentos que eram esperados pela população. “Construímos uma UPAE em Palmares e outra em Escada. A população era carente desse serviço. Agora, vamos requalificar as estruturas existentes e complementar a nossa rede”, apontou.

SEU CHIQUINHO – Paulo aproveitou sua passagem por Palmares para reverenciar umas das mais importantes lideranças políticas da região, Seu Chiquinho (PSB). O candidato da Frente Popular visitou a residência do ex-prefeito do município e recebeu o apoio do socialista. “Que Deus possa guiar o seu caminho nessa eleição. Eduardo Campos confiou em Paulo Câmara. Eu também confio”, salientou Seu Chiquinho.

* Fonte: Assessoria de Imprensa do PSB

Artigo/Opinião: Por que Aécio não decola ? *

 

Por que Aécio não decola?

 

Antes, a luta era para ter segundo turno; agora, a batalha é para entrar fase final das eleições

 

Aécio Neves - Antes, a luta era para ter segundo turno; agora, a batalha é para entrar fase final das eleições

Aécio Neves – Antes, a luta era para ter segundo turno; agora, a batalha é para entrar fase final das eleições

 

 

 

 

A candidatura de Marina Silva à presidência descortinou a fragilidade da campanha do senador Aécio Neves para conseguir o cargo de mandatário da Nação. Enquanto o ex-governador Eduardo Campos esteve no páreo, antes de sua morte trágica, Aécio patinava no patamar de 20 % e torcia pelo segundo turno, onde em tese poderia ter chances de bater Dilma Rousseff. A soma de Aécio, Campos e os candidatos nanicos era de 36 % — o mesmo índice de intenções de voto de Dilma.

Eduardo Campos se foi num acidente nefasto e Marina entrou em campo. Logo de cara, a candidatura do PSB saltou de 8 % para 21 %. Ou seja, Marina viabilizou o segundo turno. Mas as chances de Aécio disputar a etapa derradeira das eleições diminuíram. Para piorar a vida do PSDB, por enquanto Marina é a única candidata que pode derrotar o governo no segundo turno. Na pesquisa do Datafolha, Aécio perderia para a candidata do PT na segunda fase das urnas.

A pergunta que não quer calar é: por que a candidatura de Aécio não empolga? Em tese, havia um grande universo de indecisos, nulos e brancos que poderia ter migrado para o PSDB. Mas esse grupo de eleitores só se manifestou quando Marina pôde, por linhas tortas, ser candidata.

Entre os eleitores de Marina, destaca-se um segmento – o de jovens escolarizados. Na visão dessas pessoas, o PSDB não se diferencia muito do PT. Os dois partidos passaram pelo governo e têm escândalos de corrupção em seu currículo. Para estes jovens, corrupção é corrupção. Eles não querem discutir se o Mensalão do PT foi pior ou não que o caso Alstom do PSDB paulista. Esta visão preto no branco sobre a propina na política é um dos fatores que trava a candidatura Aécio.

O segundo ponto talvez seja a fama de playboy do candidato. Quando governador de Minas Gerais, frequentemente passava os finais de semana do Rio de Janeiro e era visto em festas e baladas. Numa ocasião, foi pego numa blitz e negou-se a fazer o teste do bafômetro. Mais um ponto negativo para sua imagem.

Há também o discurso de campanha. Ouve-se que a política econômica do governo levou à inflação e à estagnação. Verdade. Mas qual seria a alternativa que Aécio propõe? Ainda não está claro. Um dos motivos: o remédio clássico para combater a inflação seria reduzir os gastos públicos e aumentar os juros. Como compatibilizar essa amargura com crescimento econômico? Difícil. Então, para não se comprometer, o candidato não diz o que fará. Compreensível, do ponto de vista eleitoral. Mas isso é outro fator que deixa o candidato menos sincero – e afeta seu potencial nas urnas.

A manutenção do Bolsa Família e a disposição declarada de se manter todos os programas sociais do governo federal, a princípio, é uma forma de se blindar junto ao eleitorado de esquerda. Mas, no fundo, aproxima seu discurso das bandeiras do PT. Mais que isso: endossa a gestão petista no campo social. E convenhamos: Dilma é dona absoluta dos votos entre os beneficiários do Bolsa Família. Dificilmente os tucanos sensibilizarão estes eleitores.

Por fim, o erro final: a campanha eleitoral na TV começou e novamente os tucanos escondem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a exemplo do que o então candidato José Serra fez em 2010. FHC é uma figura importantíssima para o país. Foi ele que, como ministro da Fazenda, em 1994, acabou com a inflação. Trata-se de um estadista, admirado por todos. Escondê-lo é um erro. Basta lembrar da eleição de 2010 para senador em São Paulo. Aloysio Nunes estava no final da fila de intenções de voto para o Senado. Usou fortemente a imagem de Fernando Henrique na semana final de sua campanha. Foi o senador mais votado do estado. Obviamente, outros fatores contribuíram para sua vitória. Mas Nunes teve a coragem de colocar FHC num primeiro plano e ganhou.

O que Aécio precisa fazer? Ser mais autêntico. Mostrar propostas concretas e que indiquem mudança. O povo quer mudança e as intenções de voto de Marina indicam isso. É preciso apostar na inovação. Apresentar a possibilidade de um Brasil melhor e diferente. Não adianta bater nas mesmas teclas de antes. O exemplo que Marina traz é que, genuinamente, ela parece ser uma proposta nova – embora, além da questão ambientalista, não se saiba muito sobre suas propostas econômicas e sociais.

Para decolar, Aécio terá de se reinventar. A impressão que se tem é que o PSDB, depois de 12 anos de PT, após vários escândalos, achou que a presidência cairia em seu colo. Não é bem assim. O eleitor não quer mais uma continuação deste governo ou do anterior. A próxima gestão será diferente. Isso vale também para Dilma. Se a candidata do PT conseguir vencer, vai ter de iniciar um segundo mandato com novas diretrizes. Caso contrário, vai enfrentar uma nova e mais violenta onda de protestos nas ruas.

* Fonte/Autor: Aluizio Falcão – blog

Artigo/Opinião: Guia Eleitoral. A Última Cartada – Por Carlos Sinésio *

Guia eleitoral, a última cartada

 

guia eleitoral 2014

 

 

Com o horário eleitoral “gratuito” na TV e no rádio, iniciado na última terça-feira (19/08), os candidatos às eleições de 5 de outubro ficam na expectativa de que os eleitores se interessem mais pelo processo eleitoral. Não é fácil, todos sabem. A descrença nos políticos brasileiros é grande. Tudo por culpa dos próprios políticos que não se cansam de desgastar a própria imagem.

Mas, independente dos partidos aos quais estejam filiados, os candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual farão todo o esforço possível para serem vistos com bons olhos pelos eleitores. A maquiagem nas imagens e nas personalidades será completa, na intenção de impressionar o eleitorado que a cada dia procura se afastar mais das urnas. E cá pra nós, razões não faltam. É raro uma semana em que não aparecem escândalos envolvendo velhas e novas raposas loucas por galinhas.

A preocupação maior (às vezes, beirando o desespero) nesta reta final de campanha, com a propaganda eletrônica institucionalizada e legal, fica por conta daqueles que estão em baixa nas pesquisas de opinião pública. Quando a diferença entre candidatos a cargos executivos que lideram as campanhas ultrapassa os 10%, aí é que os nervos ficam à flor da pele. Mas é assim mesmo. Sempre foi, desde quando começaram a fazer pesquisas eleitorais, e elas passaram a ser importantes guias de candidatos e marqueteiros (eita expressãozinha cabulosa!).

Como a abstenção nas urnas costuma chegar aos 20%, e os votos brancos e nulos também ultrapassam os 10%, os candidatos sabem que o desinteresse pelas eleições é imenso por parte de muitos. O voto fica mais difícil, mais caro a cada eleição. É preciso ir buscá-lo em casa, mas sem contrariar ainda mais o eleitorado.

Até o fim do guia eleitoral, uma boa parcela de políticos deve consumir muito calmante para enfrentar o eleitor cara a cara. E tentar conquistar votos suficientes para se eleger. É isso aí.

Fé em Deus e pé atrás dos eleitores, antes que eles escapem mais ainda.

Carlos Sinésio de Araújo Cavalcanti de camisa em foto boa

* Autor: Carlos Sinésio  –  Carlos Sinésio Araújo Cavalcanti  é pesqueirense,  jornalista, colaborador do OABELHUDO, escritor, poeta e cronista. Artigo foi escrito exclusivamente para o blog Oabelhudo.

Artigo/Opinião: APAGA-SE MAIS UMA ESTRELA *

 

 

A morte de Eduardo Campos mexe com o ânimo de múltiplas plateias, inclusive a que não o admirava.

A morte de Eduardo Campos mexe com o ânimo de múltiplas plateias, inclusive a que não o admirava.

APAGA-SE MAIS UMA ESTRELA

 

A morte de Eduardo Campos mexe com o ânimo de múltiplas plateias, inclusive a que não o admirava.

 

O imprevisível ronda o planeta da política. Quando menos se espera, chega devastador, trazendo consigo o poder de gerar perplexidade, assustar, causar comoção. Poder que se expande às alturas quando o ator é um candidato ao posto mais alto da nação, esbanjando jovialidade, vitalidade, dinamismo, confiança, e desaparece de cena vitimado por uma tragédia aérea.

A morte de Eduardo Campos, no fatídico 13 de agosto – a mesma data em que faleceu seu avô Miguel Arraes, em 2005 –, é um forte golpe na fisionomia política brasileira, eis que o perfil do ex-governador, estruturado sobre uma sólida, coerente e vitoriosa carreira pública, reunia potencial para puxar o cordão de mudanças no processo político nos próximos anos.

Um quadro da geração pós-64 (nasceu em 1965), alimentava um sonho, confessado a este escriba há cerca de dois anos, em Comandatuba, na Bahia, por ocasião de um evento reunindo empresários e políticos.

Dizia: “Meu sonho é reunir a geração pós-64 (chegou a citar alguns nomes de grupos e partidos diferentes), fazer uma grande aliança e tomar as rédeas do país, deixando os nossos mais velhos, que já deram sua cota de sacrifício, descansando com sua aposentadoria”. O tom da conversa, incisivo, não deixava dúvidas. Campos achava viável agrupar os representantes de sua geração, compor um formidável programa de mudanças, realizar um pacto com o sistema produtivo e incentivar o ingresso dos jovens na política.

A mudança dos costumes políticos tinha de vir de baixo, pela via da formação da juventude, e não por decreto. Ele mesmo, em Pernambuco, diferentemente da escola de seu avô, implantara uma metodologia de gestão voltada para resultados e promovendo, segundo ele, “revolucionária” política educacional. Parecia comprometido com um diferenciado modus faciendi na administração pública.

O fato de ter procurado Marina Silva para compor sua chapa, na condição de candidata a vice-presidente da República, revela a inclinação por perfis inovadores, mesmo sabendo que o escopo da sustentabilidade, defendido com vigor pela ex-senadora, constitui um cardápio pouco palatável ao gosto das massas. A parceria construída expressava avanço e coerência. Ele sabia que, mais cedo ou mais tarde, essa semente haveria de frutificar, na onda da conscientização sobre o planeta sustentável.

Dito isso, vem a interrogação: e agora, o que acontecerá com a moldura eleitoral, saindo o terceiro grande competidor do pleito presidencial?

A morte de Eduardo Campos mexe com o ânimo de múltiplas plateias, inclusive a que não o admirava.

Resta, ao final, a impressão de que o país perde uma das alavancas de sua modernização institucional. E, assim, a campanha mais contundente de nossa contemporaneidade perde um dos seus três maiores guerreiros.

O fato é que, se quiser preservar parte do seu legado, o PSB terá de pedir a Marina que segure a onda e torne viável a terceira via. Qualquer outro caminho será mais estreito.

 

gaudencio torquato jornalista

 

* Autor; Gaudêncio Torquato – Jornalista – Artigo publicado originalmente no jornal O Tempo,de Belo Horizonte.

Artigo/Opinião: Pernambuco perdeu em NÃO indicar o Vice de Marina *

 

 

 

PERNAMBUCO FICA DE FORA

Segundo a avaliação do autor, Pernambuco perdeu o grande momento...

Segundo a avaliação do autor, Pernambuco perdeu o grande momento…

 

 

A escolha do nome de Beto Albuquerque para vice na chapa de Marina Silva traz de imediato uma constatação: Pernambuco ficou de fora da sucessão. “De fora”, bem entendido, da participação direta na chapa presidencial. Em outras circunstâncias isso seria apenas um detalhe, mas neste momento ela se impõe porque até o último dia 13 a sucessão passava diretamente por aqui, com a candidatura de Eduardo Campos. A morte trágica do ex-governador pernambucano deixou o estado sem o seu principal líder político da atualidade e, agora, fora da sucessão. Há um simbolismo nisso que vai além de uma simples escolha de nomes.

Não se trata aqui deixar de ver os méritos do escolhido, Beto Albuquerque, para o cargo. Deputado federal pelo Rio Grande do Sul, líder do PSB na Câmara, homem de confiança do próprio Eduardo Campos, um dos principais defensores da candidatura própria do partido, ele combina perfeitamente com o papel que agora vai desempenhar. Além do que, a própria viúva de Eduardo, Renata Campos, recusou o convite para ser ela a vice (o que é compreensível tendo-se em vista sua situação de mulher que acaba de perder o marido e tem 5 filhos para criar, um deles ainda em fase de amamentação).

A questão não é pessoal – é geopolítica. A falta de um nome pernambucano na chapa implica outra ausência: a do Nordeste, região que tem tido um peso fundamental nas últimas eleições presidenciais. Digo fundamental não porque os candidatos vitoriosos tenham sido vitoriosos só por conta dos votos recebidos na região – é só contar a votação de cada um para ver que a vantagem do vencedor sempre foi nacional. Mas durante toda a campanha – na fase inicial, no meio, no momento em que começa o segundo turno – o candidato mais forte na região sempre conta com uma retaguarda que lhe dá tranquilidade para suportar as oscilações do período eleitoral (sobretudo nas pesquisas).

Eduardo Campos talvez não fosse o candidato a ser o mais votado no Nordeste. Mesmo em Pernambuco, segundo pesquisas antes do seu desaparecimento, Dilma Rousseff aparecia em primeiro lugar. De todo modo, não se sabe o que iria acontecer no futuro. Eduardo era da região e teria um discurso e um plano específico para o Nordeste – as próprias críticas que ele viesse a fazer à candidata petista, sobre obras paradas ou com problemas, teria um impacto mais profundo do que as feitas por outros candidatos.

Estamos aqui vendo o possível impacto eleitoral de um pernambucano/nordestino na chapa. Há outro impacto também que diz respeito diretamente aos interesses do(s) estados (s). Com a Federação capenga que temos, é ingenuidade supor que todos os estados e regiões são tratados igualitariamente, de acordo com as suas necessidades e produção. Não é assim. Muitas das decisões são políticas (não confundir, pelo amor de Deus, com “politiqueiras” – elas até acontecem, mas não são o tema deste artigo).

Novamente Eduardo Campos é referência para o que estamos dizendo. Ele construiu sua candidatura à Presidência da República sobretudo em virtude do sucesso que obteve como governante – e o sucesso que obteve como governante foi motivado também pelos investimentos e apoios que teve do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Daí se sobressaem duas coisas: o apoio do governo federal e a competência do governo estadual para lidar com o apoio recebido (outros governantes também foram beneficiados e não conseguiram o sucesso de Eduardo).

Na relação da geopolítica, é importante que os estados tenham peso para fazer valer suas reivindicações ou o atendimento de suas necessidades. Quando surgiu a chapa Eduardo Campos-Marina Silva a primeira coisa que me chamou a atenção foi que, coincidentemente ou não, era uma composição que unia as duas regiões mais pobres do país, Nordeste e Norte. Não que isso, por si só, os tornassem mais merecedores do voto do que PT e PSDB, ou mais aptos, ou mais competentes. Era só uma constatação: as duas regiões mais excluídas do Brasil acabaram, sem querer, produzindo dois candidatos à Presidência (ambos saídos do mesmo ventre, o do governo petista).

É a soma de todas essas considerações que faz com que se destaque a ausência de um pernambucano/nordestino na chapa que antes era encabeçada exatamente por alguém do estado e da região. Veremos no futuro próximo se esta ausência fará falta à campanha do PSB.

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Vandeck Santiago

* Autor/Fonte: Vandeck Santiago – É pesqueirense e Jornalista/Colunista  Especial do Diário de Pernambuco. (Texto copiado da página do autor no Facebook.)

Eleições 2014/Pernambuco: Paulo Câmara retoma campanha com festiva caminhada em Recife *

 

 

Paulo retoma campanha com

muita emoção nas ruas do Recife

 

 –  (Veja a agenda do candidato para essa quinta-feira, 21)
Segundo os organizadores, cerca de 6 mil pessoas acompanharam a caminhada do candidato da Frente popular a governador

Segundo os organizadores, cerca de 6 mil pessoas acompanharam a caminhada do candidato da Frente popular a governador

Socialista recebeu o carinho dos recifenses que enxergam nele o candidato capaz de avançar nas conquistas de Eduardo

 

Mais de seis mil pessoas tomaram as ruas do Centro do Recife, nesta quarta-feira (20), para protagonizar a emocionante retomada da campanha que levará Paulo Câmara (PSB) ao Palácio do Campo das Princesas. A caminhada reuniu militantes, aliados, e, principalmente, populares, que faziam questão de mostrar que enxergam no socialista a continuidade com avanços do projeto iniciado pelo ex-governador Eduardo Campos. Acompanhado do seu companheiro de chapa Raul Henry (PMDB/vice), Paulo foi abraçado, beijado e “intimado” a dar prosseguimento às transformações que mudaram a vida dos pernambucanos nos últimos anos.

Ao final Paulo Câmara agradeceu dizendo: "Estamos, meus amigos, mais unidos e mais fortes do que nunca", cravou.

Ao final Paulo Câmara agradeceu dizendo: “Estamos, meus amigos, mais unidos e mais fortes do que nunca”, cravou.

Levado pela esperança demonstrada nos olhos daqueles que o cumprimentavam, Paulo Câmara reforçou o seu compromisso de honrar o legado de Eduardo Campos, avançando nas conquistas. “Estou, como Eduardo estaria, muito feliz. Vamos fazer ainda mais porque Eduardo preparou o Estado para isso. Vamos avançar cada vez mais”, afirmou o postulante, destacando o efeito da energia dispensada pelos pernambucanos nesse momento de superação. “Estou animado, motivado, confiante e empolgado com essa demonstração da militância da Frente Popular”, exaltou Câmara, na Tribuna 40, sendo aplaudido pela multidão que se reuniu no local de encerramento da caminhada.

UNIDADE- A caminhada que marcou a retomada da campanha de Paulo Câmara foi prestigiada por representantes de todas as alas da Frente Popular. Deputados, vereadores, prefeitos e militantes marcharam ao lado do candidato ao Governo do Estado. “Estamos, meus amigos, mais unidos e mais fortes do que nunca”, cravou.

AGENDA do candidato Paulo Câmara desta quinta-feira, 21 de agosto

 

8h – Gravação do Guia Eleitoral

Local: Urso Filmes

 

18:30h – Entrevista em Estúdio para o NETV 2 Edição

Local: TV Globo

* Fonte: Imprensa Paulo Câmara Governador