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NOTA DE PESAR – ANTONIO ÁLVARO CALADO

 

 

Com o mais profundo pesar o blog informa o falecimento, nesta segunda-feira, do comerciante, agropecuarista ANTONIO ÁLVARO CALADO. Para todos nós o estimado amigo ANTONIO BEM.
Depois de lutar bravamente pela vida, enfrentando a enfermidade que abateu, Tonho Bem foi chamado ao convívio do Pai Celeste, deixando entre nós uma tristeza muito grande. Homem simples. Dedicado exclusivamente à família. Foi uma pessoa dinâmica e participativa. Manteve por muitos anos uma equipe de futebol no seu sítio, onde recebia os visitantes que sofriam amargamente para vencê-los. Claro, ele no apito era uma garantia a mais de que o placar seria apertadíssimo. Festeiro também, ficaram famosas as suas festas nos sábados da vida. Claro que o cobrador da “cota” era ele que, implacável, não deixava por menos: “dançou tem que pagar”!.

Era comerciante efetivo no mercado público municipal no gênero de secos e molhados. Deixa uma prole de mulheres e homens de bem formado por professoras, comerciantes e pecuaristas. Deixa, para todos, o exemplo de um pai dedicado e homem correto acima de tudo. Deixa o exemplo de que na vida a gente somente possui o que Deus pérmite e o zelo maior tem que ser com o nome para que este sirva de esteio aos seus sucessores.

Companheiro pioneiro da famosa Festa do Beco. Vai deixar uma lacuna intransponível dentre os seus amigos e admiradores.

 

P.S – Os detalhes sobre velório e enterro, informaremos assim que nos for possível.

ARTIGO – Nas Ondas do Rádio – Por Antenor Lino.(*)

Nas Ondas do Rádio

 

(Antenor Lino - Um Guerreiro...)

 

 

A Rádio Clube de Pernambuco, algum tempo atrás, apresentava um programa em que o entrevistado contava história de superação em sua própria vida. A conhecida “volta por cima”. O apresentador era o renomado Paulo Marques – experiente, eloquente, amigável, dotado de uma sensibilidade extraordinária, uma pessoa carismática. O programa tinha uma grande audiência. Naquela bela manhã, atendi seu convite.

Muitos familiares, inclusive, meu pai Antônio Lino, tomaram conhecimento antecipadamente da minha apresentação. Meu pai, homem simples, nascido e criado nas durezas do campo, no Sertão pernambucano, enfrentou as agruras da seca, superando as adversas condições daquela Região, principalmente a falta de oportunidades.

Deste modo, foi difícil para ele até mesmo pensar em realizar qualquer sonho. Mesmo assim, foi um autodidata – aprendeu a ler e a escrever sem nunca ter frequentado uma sala de aula. Estimulou os filhos a se formarem, na sua própria linguagem, um “doutor”. Ele assistiu à minha formatura, me aplaudindo de pé… Eu que já havia sofrido o acidente e estava em cadeira de rodas.

Meu pai era um homem dotado de sabedoria, bom senso, trabalhador, honesto, empreendedor. Ele, sim, era quem deveria estar ali, naquela rádio, por ser um belo exemplo de pai e de superação a ser seguido, foi, acima de tudo, vencedor, triunfador. Um homem forte. Mas, naquele momento, quem estava ali e ia contar sua história era eu, enquanto ele em casa escutava atento, através das potentes ondas do rádio. Durante 30 minutos fui contando a minha história. Desde onde nasci – Ibimirim/PE – passando pela vinda da família para o Recife. Aí, eu já tinha 15 anos e trabalhava vendendo carvão vegetal nos bairros mais pobres da periferia da cidade. Relatei o que seria para mim, um divisor de águas – o acidente de carro. Falei sobre minhas atividades empresariais, enfim, a superação da adversidade, a retomada da minha vida e a realização dos meus sonhos (inclusive os que estavam por vir).

O programa se tornava emocionante, também, pelas perguntas feitas pelo experiente comunicador. Ao final, veio a última delas… Paulo Marques me indagou assim: “qual o maior exemplo e ídolo em sua vida?” Foi uma pergunta muito profunda, e por instantes pensei que já tinha lido (na busca incessante de conhecimentos), mais de 500 biografias, na sua maioria, de humanistas e cientistas que mudaram a história da humanidade. Neste momento citei como exemplo um grande estadista americano – Franklin Delano Roosevelt – paraplégico (como eu), sendo o único presidente americano eleito pelo povo por quatro vezes. Enfrentou a grande depressão econômica no início dos anos 1930. Saiu vitorioso da Segunda Guerra Mundial, e também venceu preconceitos. Citei outros exemplos, mas não havia ainda, declarado meu maior ídolo. E ele insistiu: “nossos ouvintes, depois de ouvir sua emocionante história de vida e superação, querem saber quem é o seu maior ídolo!”. Antes de responder, pensei: “meu maior ídolo está me ouvindo, através das ondas do rádio. Ele tem 80 anos e, embora seja forte, saudável, lúcido e sóbrio, tenho o dever de cuidar dele em todos os aspectos, inclusive emocionais”. A esta altura, se ouviu baixinho uma música – fundo musical – interpretada pelo cantor Roberto Carlos e, ao mesmo tempo, eu começava – ainda com a voz firme a responder: “Ah, meu pai… sei que está me ouvindo. Tome cuidado, não se emocione! Segure bem aí!” E, nas ondas do rádio e no compasso da música, quem não se segurou mais fui eu… Sensibilizado, tomado de profunda emoção, e já aos prantos, foi assim que completei: “meu maior ídolo é você, meu pai!”.

A música se elevou, tomando conta do ambiente, e cantava assim:

“Eu já lhe falei de tudo, /Mas tudo isso é pouco/Diante do que sinto../Olhando seus cabelos, tão bonitos,/Beijo suas mãos e digo/Meu querido, meu velho, meu amigo…”

Meu pai; você foi, é e será eternamente meu maior ídolo!

(*) Empresário.(artigo postado na FolhaPE edição de 13/08/2011)

A DESPEDIDA DO EMBAIXADOR DE ISRAEL DO BRASIL.(*)

A DESPEDIDA DE RACHEL E GIORA BECHER –

EMBAIXADOR DE ISRAEL NO BRASIL?.

 

Embaixador de Israel, Giora Becher e sua esposa Rachel Becher.

 

 

Shalom e Até Logo

 

 

 

Em menos de um mês, Rachel e Eu estaremos deixando o Brasil após quase três anos de serviços para Israel neste instigante e importante país.

Durante nossa estadia no Brasil, presenciamos o fortalecimento e aprofundamento das relações bi-laterais com este país em várias áreas. Tivemos a grande honra de acompanhar a visita do Ministro das Relações Exteriores de Israel e do nosso Presidente, Shimon Peres, ao Brasil. A primeira visita de um presidente israelense em mais de 40 anos. Tivemos também o privilégio de participar da histórica visita a Israel do presidente Luis Inácio Lula da Silva. Fomos testemunhas da assinatura de acordos importantes entre os dois países e acompanhamos de perto o processo de ratificação destes acordos pelo Congresso brasileiro, incluindo a homologação do acordo mais importante: o acordo de Livre Comércio entre Israel e o MERCOSUL.

Realizamos esforços especiais para ressaltar as grandes conquistas de Israel nos campos da ciência, educação, cultura, pesquisa acadêmica e muito mais. Tentamos mostrar que Israel é muito mais que um país no centro de um conflito. Trouxemos ao Brasil acadêmicos, escritores, artistas e músicos israelenses como o famoso escritor A.B.Yehoshua, o cantor David D´or, o grupo musical Chorolê – com o seu toque de música brasileiro-Israelense- , o famoso escultor David Gerstein, que expôs seu trabalho em dois dos museus mais importantes do Brasil, e muito mais.

Nos últimos três anos, mais de cem brasileiros participaram, em Israel, dos cursos do MASHAV nas mais diversas áreas como agricultura, saúde pública, educação, segurança pública entre outros. Também organizamos no Brasil um curso na área de serviços de emergência, com a participação de bombeiros de todo o Brasil. Este tipo de atividade é um bom exemplo da excelente relação entre os dois países.

Durante estes três anos, enfrentamos também tempos de dificuldades em nossas relações. Nem sempre Israel e o Brasil concordaram com os desenvolvimentos em nossa região e com o processo de paz entre israelenses e palestinos. Especialmente, em tempos de crise como durante a última operação militar que Israel realizou na Faixa de Gaza para cessar os ataques terroristas contra civis israelenses no sul do país. No entanto, nós sempre mantivemos os canais de comunicação, em diferentes níveis, aberto entre nossos países, para que pudéssemos entender melhor uns aos outros, se não concordar.

Foram três anos intensos, que nos deram a honra e o privilégio de encontrar muitos de nossos irmãos e irmãs da comunidade judaica em todo o Brasil. Voces sempre foram a fonte de fortalecimento e orgulho para nós, mesmos nos tempos mais difíceis em Israel, pudemos sempre contar com vocês.

Tentamos visitar o máximo de Comunidades Judaicas em todo o Brasil, desde Manaus, Recife, Natal e Salvador, nas regiões norte e nordeste, até o Rio de janeiro e São Paulo, locais onde estivemos várias vezes, e Porto Alegre, na região sul. Sinceramente, queríamos ter feito mais e visitado mais comunidades, mas infelizmente nossas atividades em Brasília nem sempre nos permitem realizar estas viagens, como gostaríamos.

Foi um grande privilégio para mim a oportunidade de me encontrar com as lideranças judaicas do Brasil. Um grupo de pessoas muito dedicadas e motivadas, incluindo os representantes da CONIB e das diferentes Federações Judaicas de todo o Brasil; líderes de organizações sionistas como o Fundo Comunitário e amigos de Israel; os movimentos femininos como o Wizo e o Na’Amat; rabinos de inúmeras atuantes Sinagogas e centros religiosos; diretores e professores de instituições judaicas de ensino; presidentes e ativistas de centros culturais e sociais judaicos; líderes e filantropos do campo econômico e banqueiro, o grupo muito motivado de “shelichim” de Israel, ativistas das associações representantes dos excelentes centros acadêmicos e de pesquisa cientifica de Israel, e muitos outros.

Um agradecimento especial aos meus queridos colegas, nossos cônsules honorários no Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No Rio, o Dr. Osias Wurman não foi apenas meu principal conselheiro em muitos assuntos referentes ao Estado do Rio de Janeiro, suas lideranças políticas e a Comunidade Judaica, mas também um amigo sempre pronto a nos ajudar na organização de visitas de israelenses, personalidades, artistas e outros. Seu dinamismo, entusiasmo e dedicação sionista foram contribuições fundamentais para todos nós na Embaixada.

Dr. Silvio Musman, nosso novo querido cônsul honorário para Minas Gerais, já atuando em muitas iniciativas voltadas para a promoção de contatos israelenses com este importante Estado da Federação brasileira.

Eu acredito que no futuro, com a orientação do meu sucessor, embaixador Eldad, seremos capazes de nominar outros cônsules honorários no Brasil.

Gostaria de expressar, em meu nome e de minha esposa Rachel, uma vez mais, a profunda apreciação e amor a todos os membros desta maravilhosa comunidade judaica do Brasil com a esperança de revê-los, em breve, em Israel – nosso amado país.

Com amor e paz

Shalom

Giora Becher

Embaixador de Israel – Brasília / DF

 

(*) Fonte: Dr. Osias Wurman

HOMENAGEM ESPECIAL : A MÚSICA ESTÁ EM FESTA – ANIVERSÁRIO DE IVANILDO MACIEL DA SILVEIRA.

O Blog se engalana para homenagear o professor e músico IVANILDO MACIEL DA SILVEIRA. Hoje, 08 de agosto completa novas eras. Não sei nem quantas e nem me interessa saber. Sei que a “dezena” é de peru. Só sei mais ainda que é gente da gente, da melhor qualidade e que qualidades!

Saiu daqui da sua Sanharó, quase menino. Andou por esse Recife de meu Deus e também pelo Rio de Janeiro. Lá no Beco das Garrafas, aprendeu bossa-nova e tornou-se amigo de Dick Farney.

Eu, ainda menino o vi tocar num violão de dona Mariah Caraciolo, acoplado a uma pequena caixa de som…”Existem praias tão lindas, Cheias de luz/Nenhuma tem o perfume que tu possuis/Tuas/Teu céu tão lindo”...E por aí ia a farra no antigo bar de seu Henrique Fernandes.

Quem lembrou-me da data foi Zelito de seu Manoel Carneiro. São “comparsas” do bar de dona Ester, no famoso edifício Carlos Gomes da Manoel Borba. Aliás, o bar de dona Ester vem a ser o seu terceiro “escritório“. Há um da rua das Flores. Um segundo da Maciel Pinheiro e esse terceiro. Tivesse Tonhé ainda conosco estaria dedilhando o dia todo e quem sabe solando o seu choro Sentimento

Diz o ditado: “Vão-se os anéis e ficam os dedos”. Os dedo famosos de Ivanildo Maciel que tantas vezes buscaram notas no seu clarinete quando entoava – Um Chorinho prá Você. Dedilhava Ingênuo no seu também famoso bandolim. Bota famoso nisso!

Lembro-me também dele me acompanhando ao violão no antigo bar de Sidônio. Bom dia tristeza/Que tarde tristeza/Você veio hoje me ver/Já estava ficando/Até meio triste;De estar tanto tempo/Longe de Você”/…E tinha aquela outra que cantávamos para saudar o seu irmão: Rubens Maciel – Rubão. “Sempre às seis horas da manhã/No largo do maracanã/Eu ouço com emoção” – A Deusa do Maracanã que hoje me traz um maracanã de saudades…

Ao amigo e lídimo representante maior da arte musical das terras sanharoenses, o nosso afetuoso abraço e o desejo de muita saúde e paz de espírito. São os votos dos que fazem a família – OABELHUDO!

Em sua homenagem o blog posta um áudio/video de Dick Farney, cantando Alguém como tu.

(Basta dar um clic na seta e aguardar carregar).

 

 

O BLOG TAMBÉM REGISTRA COM ENORME

SATISFAÇÃO O ANIVERSÁRIO DE OUTRO

GRANDE SANHAROENSE DO MAIOR GABARITO.

– AMBOS (ele e Ivanildo) SÃO TRICOLORES DE

CORAÇÃO.

João Pessoa Caraciolo

A CACHAÇA E A POESIA… : “Coisas que o cabra tenta esquecer e nem consegue ou a vida não deixa”… – Colaboração de Anderson Bezerra de Menezes.

Sátira aos dois amigos: Anderson e Chico Viana. Entortando todas e "jogando" loas...Só pra matar saudades...

 

 

Eu e meu compadre Chico de Viana (Compadre de fogueira), nos finais de expedientes, na mercearia que ficava quase na esquina da rua da lingueta, tomava-se umas e outras. Lá pras tantas, quando a coisa esquentava, eu pedia compadre: “declama ai aquelas poesias”. Quando ele terminava, eu pedia pra ele repetir. Tantas vezes eu pedisse ele repetia e eram muitos pedidos.
Eu sempre repetia, compadre, cavaco tem outro significado. Meu amigo, significa gostar muito. Eu fazia a ligação a garota que eu paquerava…

A cachaça rolava…

Poesia do velho DIONISIO (FOGUETEIRO)

 

 

Nem pau d’arco, nem batinga

Nem louro, nem gameleira

Nem cedro, nem cajazeira

Nem todo pau da caatinga

Nem louro jurubitinga

Dá cavaco não criou

Só eu por causa de amor

Singelei esse pobre nobre coração

Esses paus todos não dão

O cavaco que eu dou!

 

Duque, rainha, princesas

Arcebispo cardeal

Bispos, pontífices mortais

Se acabam todas as nobrezas

Damas formosas princesas

Vivem como as brutas feras

Vamos crer com todas as veras

Meu Jesus universal

Tudo isso tem que se acabar

O mundo não considera.

 

Eu fui a feira em canudos

Levo carne sebo e ossos

Vou dispor o meu negócio

De lá por cima de tudo

Valei-me a Sempre Virgem Maria

Se as pancadas forem poucas

Furem até o céu da boca

Haja paus, madeira e lenha!

 

Estrofes de poesias do repertório de APRIGIO VILELA (Pipio) que  CHICO MEDEIROS… as rememora.

 

 

Das ondas do mar pra dentro

Sete léguas sete graus

Belisca dois belisca pau

Raio do sol

Peleja o vento

Sou livre de todo o ungüento

Da madeira rama folha

Da garrafa pegue a rolha

Pegue, bebe tampe e tape!

 

 


Aguardente é um anjo

Foi quem eu mais estimei

Teu nome tão adorado

Nunca mais esquecerei

Se ainda morto

Num açude recostado

Aonde não vai vivente

Se as cinzas do velho cachaceiro falasse

Talvez eu ainda chamasse

Por que vendesse aguardente!

 

Belisca besta cancão

Jararaca mordedeira

Novilha da ponta fina

Derruba que faço esteira.

 

Ou Zé cabra veia!

 

NOTA DO EDITOR DO BLOG – (Dionizio (fogueteiro) era o pai de Maria de Domingos Zuza (Bidinha), Elvira, casada com Zé Vieira de Maceió e Jasmelina, esta, casada com João Amaro, meu tio-avô).

CHICO VIANA, foi proprietário de uma bodega, bem ali, onde hoje é o salão de Karla cabeleireira. Seu comércio é citado por esse editor na sua crônica – Um dia de Feira.

TEXTO: CONSELHOS DE UM PAI. – Colaboração de Judas Tadeu (Duda) Alves de Souza.

O MELHOR CONSELHO DE UM PAI
Um jovem recém casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita à casa do seu pai. Enquanto conversavam sobre a vida, o casamento, as responsabilidades, as obrigações e deveres da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo, quando lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho, e disse:

Nunca se esqueça de seus amigos! – aconselhou
Serão mais importantes na medida em que você envelhecer. Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de, ocasionalmente, ir a lugares com eles; divirta-se na companhia deles; telefone de vez em quando…
Que estranho conselho – pensou o jovem. Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza minha esposa e minha família serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida! Contudo, ele seguiu o conselho de seu pai. Manteve contato com seus amigos e sempre procurava fazer novas amizades.
À medida em que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava.
À medida em que o tempo e a natureza realizavam suas mudanças e mistérios sobre o homem, os amigos sempre foram baluartes em sua vida.
Passados mais de 50 anos, eis o que o jovem aprendeu:
O Tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa…
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor se transforma em afeto.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração para sem avisar.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.
Mas os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo nem quantos quilômetros tenham afastado vocês.
Um AMIGO nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!
Quando iniciamos esta aventura chamada VIDA, não sabemos das incríveis alegrias e tristezas que experimentaremos à frente, nem temos boa noção do quanto precisamos uns dos outros…
Mas, ao chegarmos ao fim da vida, já sabemos muito bem o quanto cada um foi importante para nós!

HOMENAGEM: 50 ANOS DE ENAIDE ROSSANE MOREIRA SOARES. – Por Andreia Lucia Costa Freitas Muniz

HOMENAGEM À GENEROSA

ENAIDE MOREIRA SOARES.

 


 

A vida nos envolve à pessoas das mais diversas qualidades, não escolhe credo, raça, cor, mas sempre oferece caminhos que nos conduzem aquelas criaturas que nos são eternas, seja pela figura física, de tamanha beleza que deixa-se infiltrar nossa memória, de forma irrefutável, pelo que entendemos como belo, ou pela profundeza de seus traços….

Mais íntimo e permanente do que o físico é a boa ventura de estar com personalidades marcantes, de gente, que ao olhar, nos remete a paz,à diversão, à partilha, à amizade, em sua plenitude, e cumplicidade peculiares, que soam aos seus gestos, num toque suave, quase que automático e harmonioso conviver.

Ao encarar as primaveras à que Deus nos oferta, sinto-me mais feliz, por ter compartilhado um pouco da vida desta mais nova cinquentinha, que me cativou desde que nos conhecemos,
e carinhosamente estendeu suas mãos generosas a mim, de modo tão sincero e afetuoso, que seria impossível não retribuir tremenda atenção.

Sentir o tempo nos invadir, podemos viver de maneira que tiramos o proveito dele, e aprimoramos nossa existência, ou nos entregamos aos descontentamentos que por ventura passamos, certamente, escolher sorrir, é opção sábia, que nem sempre esta disponível a todos…
Por isso, Parabéns, mais uma vez Tia Naide, pela passagem de seu aniversário, de um modo, que os próximos 50 anos, lhe renderão ainda, uma série de boas histórias, fazendo crescer o rol de amigos, a felicidade da família, e o AMOR de DEUS, perpétua do em tua vida.

Um grande abraço a todos,

Andreia Lúcia Costa Freitas Muniz.

 

 

Oração Árabe

Meu Deus!

Se me deres a fortuna,
Não me tires a felicidade;

Se me deres a força,
Não me tires a sensatez;

Se me for dado prosperar,
Não permita que eu perca a modéstia,
Conservando apenas o orgulho da humildade.

Ó Deus!

 

 

 

 


Faze-me sentir que o perdão
 

é o maior Índice da força
e que a vingança é a prova de fraqueza.

Se me tirares a fortuna,
deixa-me a esperança.

Se me faltar a beleza da saúde,
conforta-me com a graça da fé.

Ajuda-me a apreciar o outro lado das coisas,
para não enxergar a traição dos adversários;
Nem acusá-los com maior severidade
do que a mim mesmo.

Não me deixes ser atingido
pela ilusão da glória

quando for bem sucedido
e nem desesperado
quando sentir o insucesso.

Lembra-me que a experiência de um fracasso
poderá proporcionar um progresso maior.

E quando me ferir a ingratidão
dos meus semelhantes,

cria em minha alma
a força da desculpa e do perdão.

E finalmente Senhor,
se eu Te esquecer te rogo, mesmo assim,
nunca Te esqueças de mim!