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05 de Junho – Dia Mundial do Meio Ambiente – Colaboração de Davi Calado(*).

05 de Junho Dia Mundial do Meio Ambiente…

 

Caatinga Nordestina e seus habitantes naturais. Em franca decandência...

 

 

 

A Lei 6938/81 define o meio ambiente, como: ”o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”.

 


Muitos ainda não tem a noção que “nós” seres humanos também somos parte dste meio ambiente no qual a lei discreve. É graças a nós “seres humnos” que nos julgamos racionais por autoridade, que o nosso planeta (meio ambiente) encontra-se em calamitosa situação. É interesante observar que no ciclo natural da vida não há perda de recurso, pois quando um ser morre ele torna-se vida para outro serde outra especie, dando assim continuidade a esse circulo, sem o consumo de recurso ou desiquilibrio natural. Com o ser humano é totalmente o inverso, nosso consumo dos recursos naturais tem nos custado um preço muito auto para nossa geração, e certamente bem maior para as que virão depois, nas ultimas 3 decadas nós consumimos um terço de todos os recursos naturais da terra. Em se tratando de Brasil, já consumimos em torno 93 de bela Mata Atlantica, mais de 50% da Caainga e quanto a Amazonia nem se fala. Segundo A Organização Mundial da Saude (OMS), o ser humano consome de fato 10% da água que usa e o restante polui e joga de volta ao meio ambiente, e mais de 1/3 desse total não tem nenhum tipo de tratamento adequado, a Agencia Nacional das Aguas (ANA), diz que em 25 anos o Brasil terá escassez de água para mais de 55% da população nacional. No entanto o que temos feito de fato, para eu não digo nem reverter, mas amenizar essa situação urgente que se apresenta?. Ainda segunda a ANA o agreste pernambucano é região com a menor disponibilidade hidrica do Brasil demograficamente. E o que temos feito nós para amenizar ou melhorar esse problema?. Estamos simplesmente de olhos fechados à situação, estamos desmatando nossas poucas matas serranas e a caatinga que ainda temos em nossa região, para usarmos como matriz energetica na atividade de panificação ou carvoarias, ou ainda por meros capricho de latifundiarios que fazem uso desta pratica para criação extensiva de animais. Nossas nascentes de riachos e rios, estão simplismente a bandonadas a propria sorte, nosso Rio Ipojuca simbolo de um periodo de fartura (como fonte de renda) e belaza natural, tornou-se um esgoto a ceú aberto por mais de 2/3 dos seus 322 km de percusso, e estamos assistindo a tudo isso passivamente. Acabamos com nossas matas ciliares que são cruciais para sobrevivencia e evitar o assoriamento do rio, acabando com isso os “belos banhos” que eram constante em tempos passados, a famosa “pedra de Lálai, o poço Dantas no sítio lajeiro, os belos poços do Cajá com abundância em traíras, carítus, curimatans e jundiás” e em tantas outras atividades de recreção que eram praticadas no leito do nosso Rio Ipojuca, que hoje agoniza sem que niguem faça absolutamente nada para estancar essa dor. Dor essa, que é todos que defendem a preservação de um maio ambiente sustentavel porem saudavel, para nós e para os que nos sucederem. O Rio Ipojuca, é só um pequeno exemplo citados dos muitos casos que evidenciamos no dia-a-dia, o desmatamento, a caça de animais silvestres como: o peba-tatu, o tejú, a inhambú, a codorna campestre, a rolinha branca, cafofa, (pomba rola), e tantos outras aves e animais que estão sendo abatidos, engaiolados, sem que nenhuma providêncica seja tomada. milhares de mortes de aves que se alimentam das sementes dessa ervas, sem nenhum controle por parte dos orgãos competentes.
Precisamos fazer algo, e fazer logo, ou não teremos quase nada de tudo tão belo que a natureza nos deixou para deixamos como herança às próximas gerações.

 

Davi Calado

(*) (Gestor Ambiental)

PARANÁ: VEJAM QUE BELO EXEMPLO DE RESPEITO AO MEIO AMBIENTE. – Colaboração de Roberto Peçanha.

A bituca do cigarro é um grande problema nos centros urbanos.

Em Curitiba, 8 milhões desses resíduos são descartados por dias.

O PROGRAMA BITUCA ZERO, criado pela empresa curitibana ECOCITY Soluções Ambientais, é uma importante ferramenta contra o problema.
A empresa atende todo o ciclo do resíduo: a implantação de coletores especialmente desenvolvidos, a coleta semanal dos resíduos e a reciclagem.
Todo o processo é 100% paranaense e atende toda a legislação em vigor.
Após a reciclagem, os subprodutos voltam para a natureza, utilizados em áreas ambientalmente degradadas.

Informações: ecocitybrasil@gmail.com

TEXTO: DESARMAMENTO – Por Jozinaldo Viturino de Freitas.

CAMPANHA DO DESARMAMENTO

Jozinaldo Viturino de Freitas (foto)(*)

Após a tragédia ocorrida em escola pública do Rio de Janeiro, onde mais de uma dezena de adolescentes foram assassinados, algumas autoridades públicas e outros políticos, aproveitando-se do frescor dos acontecimentos e para aparecer na mídia, voltam a discutir uma campanha para efetuar o desarmamento da população com o pretexto puro e simples de que a população viverá melhor se forem retiradas de circulações armas que estão nas mãos do cidadão. Sou a favor desse desarmamento desde que exista uma fiscalização séria, eficaz e permanente nos aeroportos, portos e em toda extensão da fronteira brasileira, coibindo a entrada de armas e munições no Território Brasileiro, além de ações que desarmem os traficantes e outros marginais que, certamente, não irão entregar suas armas de forma espontânea.

Muito se fala da existência de milhares de centenas de armas clandestinas em mãos da população, não fazendo distinção daquelas em mãos do cidadão ou em mãos de marginais. Porém, se faz necessário dizer que proibir simplesmente o comércio de armas não resolverá o problema da falta de segurança e nem coibirá a existência de armas clandestinas. Poderá fazer com que o cidadão de bem se desfaça de sua arma, entregando-a em algum posto de arrecadação, porém o marginal não entregará a sua arma e nem deixará de usá-la para amedrontar, assaltar e matar.

No Brasil se proíbe a venda de entorpecentes e em cada esquina se encontra um traficante comercializando esse produto. Proíbe-se dirigir alcoolizado e isso não inibe que motoristas bebam e façam barbeiragens no trânsito. Muita coisa é proibida e pouco ou nada se fiscaliza. Se realmente se der a consulta popular e o resultado for pelo desarmamento, muitas armas, certamente, sairão de circulação, porém os marginais continuarão armados e se utilizando esse armamento, com a numeração raspada, na sua grande maioria, para cometerem ilícitos. Não sou contra, porém, acredito que nada adiantará proibir sem fiscalizar. Na verdade o que o Brasil necessita é fazer uma reformulação séria no seu ordenamento jurídico, acabando com o sentimento de impunidade que impera nos dias atuais, garantir uma maior segurança a população, que todos sejam tratados de forma isonômica, no caso de punição criminal, para que a população passe a confiar mais nos órgão de segurança e se sintam cada vez mais confiantes na justiça e bradem com fervor – somos Brasileiros!

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JOZINALDO VITURINO DE FREITAS – Sub.·. e Perf.·. Maçom
“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”

(*) Foto: Autor – Josué Figueira.

BRASIL: CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011. Preocupação com o Planeta…

Campanha da Fraternidade quer ampliar debate sobre mudanças climáticas.


Brasília – A Igreja quer mobilizar fiéis sobre os impactos das mudanças climáticas e estimular ações práticas para preservar o meio ambiente. Com o tema Fraternidade e a Vida no Planeta, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou ontem (9) a 48ª Campanha da Fraternidade, que pretende alertar os católicos para a gravidade das consequências do aquecimento do planeta.

No texto-base da campanha, a CNBB expõe as principais conclusões da ciência sobre as mudanças climáticas e a participação humana no problema, faz críticas ao modelo energético que ainda privilegia fontes fósseis – grandes emissoras de gases de efeito estufa, ao desmatamento e até ao agronegócio.

Segundo o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, a ideia é aproximar o debate sobre mudanças climáticas das pessoas e estimular mudança de hábitos e políticas públicas que ajudem a preservar a vida e o planeta.

“Pergunta-se o que o cidadão comum pode fazer. As enchentes em São Paulo e em outros capitais, por exemplo, poderiam ser minimizadas se não houvesse uma massa de detritos jogados nos rios”, citou dom Dimas.

Entre as ações práticas sugeridas pela campanha estão a redução do uso de sacolas plásticas, o uso de energias renováveis e mudanças de hábitos de consumo. “As campanhas da Fraternidade são caracterizadas pela capilaridade, chegamos ao ribeirinhos da Amazônia e aos grandes condomínios. Isso contribui para o alcance da reflexão.”

Durante a apresentação da campanha, o secretário-geral da CNBB criticou a falta de investimentos em fontes alternativas de energia, como a eólica e a solar, o risco de aprovação de mudanças no Código Florestal sem considerar a opinião de movimentos ligados à terra e a construção de grandes projetos de infraestrutura sem garantia de contrapartidas sociais.

Dom Dimas reiterou críticas da CNBB a algumas das propostas de mudanças no Código Florestal previstas no relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), como a possibilidade de anistia para desmatadores e a redução de limites de áreas de preservação. “Nossa preocupação é que o código não seja votado de forma apressada porque as consequências serão duradouras.”

Luana Lourenço
Repórter da Agência Brasil

CIDADANIA: CNJ LANÇA CAMPANHA DE RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE. – Colaboração de Cláudio Oliveira Freitas.

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA LANÇA CAMPANHA DE RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE.

Um número impressionante de brasileiros não tem o nome do pai declarado na certidão de nascimento: cinco milhões. O Conselho Nacional de Justiça quer que os pais assumam essa responsabilidade. Por isso lançou uma campanha para identificar esses pais. Mães que não conseguiram registrar o nome do pai da criança na certidão de nascimento poderão procurar a justiça para conseguir esse direito, basta ir até o fórum local de Sanharó nos dias de terça e quinta-feira sempre no horário das 08:30m.

Pelo último censo escolar, o Conselho Nacional de Justiça descobriu que existem no Brasil quase cinco milhões de alunos que não tem o nome do pai declarado na certidão de nascimento. Para mudar essa realidade, o Conselho lançou o Projeto Pai Presente. O objetivo é identificar e garantir que eles assumam a responsabilidade de contribuir com a vida dos filhos. Os fóruns locais de todo país devem receber os dados das famílias identificadas e os juízes vão chamar as mães para que elas, se quiserem, digam quem é o pai da criança.

O juiz determina o chamamento do pai que vai concordar espontaneamente em assumir a paternidade ou pode se recusar, em caso de recusa por parte do suposto pai o juiz encaminhara ao órgão competente para investigação de paternidade”.

Os filhos maiores de idade também podem indicar o pai para paternidade mesmo que a mãe não autorize. Nestes casos o pedido de paternidade pode ser feito pelo próprio filho.

PROJETO – “O projeto Pai Presente”, visa identificar menores que não tem o nome do pai no registro de nascimento e procurar o familiar para assumir a responsabilidade pelo filho.

Pela medida, os pais são chamados para registrar os menores, contribuir financeiramente com a criação destes e a participar ativamente de suas vidas. A primeira fase é a identificação das crianças nessa situação, por meio de escolas e do cartório. Na sequência, as mães são procuradas para informar a identidade e o endereço do suposto pai. Quando este é encontrado, a Defensoria Pública providencia a realização de um teste de paternidade. A etapa seguinte é inserir a figura paterna no cotidiano da criança.

A iniciativa surgiu a partir de estudos mostrando que que a falta da figura paterna é um dos fatores que leva ao usa de drogas e à evasão escolar. Levantamento feito pelo projeto apontou que em nosso município de Sanharó cerca de 600 alunos não tem o nome do pai declarado na certidão de nascimento.

O propósito é tornar o projeto ativo em todo país por meio de parcerias entre Defensoria Pública, Ministério Público, Cartório de Registros, Hospitais, Estado e Prefeituras e tem o objetivo de reduzir a evasão escolar, o consumo de drogas, a delinquência juvenil e o comportamento antissocial.