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FUTEBOL: BRASIL NÃO ESQUECE GARRINCHA: O Craque das Pernas Tortas*

Trinta anos sem Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas

O craque alcançou os céus com seu improvável talento com a bola e depois desceu ao inferno, num triste final de carreira

 

Garrincha. A alegria dos nosso estádios...Seus dribles ficaram na história.

Garrincha. A alegria dos nosso estádios…Seus dribles ficaram na história.

 

Há exatos 30 anos o Brasil perdia um ídolo do esporte e o senhor dos dribles, que alcançou os céus com seu improvável talento com a bola e depois desceu ao inferno, num triste final de carreira. Dono das pernas tortas mais famosas do futebol mundial, Garrincha é considerado herói da Copa do Mundo de 1958 e, principalmente, da Copa do Mundo de 1962 quando, após a contusão de Pelé, se tornou o principal jogador da seleção canarinho.

Mané Garrincha no melhor ataque do Brasil, com Didi, Pelé, Vavá e Zagalo.

Mané Garrincha no melhor ataque do Brasil, com Didi, Pelé, Vavá e Zagalo.

Inesquecível quando nos gramados, o fim da vida foi cruel com o ponta-direita conhecido como Alegria do Povo. Após superar os problemas físicos, Garrincha foi derrubado pelo alcoolismo. Escanteado e morando de favor, o Anjo das Pernas Tortas morreu de uma cirrose hepática em 20 de janeiro de 1983, aos 49 anos.

Nascido em 1933, Manuel Francisco dos Santos era natural de Pau Grande, um distrito de Magé, no Rio de Janeiro. Vindo de uma família humilde e com 15 irmãos, Garrincha ganhou o apelido da irmã, em alusão ao pássaro do mesmo nome muito comum na região. Aos 15 anos, Mané mostrava incrível aptidão para o futebol no Esporte Clube Pau Grande, apesar da distrofia física da qual sofria: sua perna direita era seis centímetros mais curta que a esquerda, ambas flexionadas para o lado esquerdo.

Após batalhar para jogar nos times grandes do Rio de Janeiro, o Anjo das Pernas Tortas estreou no Botafogo em 1953 e brilhou até 1962. Fez parte do melhor time alvinegro de todos os tempos, que contava com Zagallo, Didi, Amarildo e Nilton Santos, entre outros. Sua melhor jogada era o drible para a direita, o arranque e o cruzamento para a área.

Com a camisa do Botafogo, jogou 581 vezes e fez 232 gols. Um ídolo!

Com a camisa do Botafogo, jogou 581 vezes e fez 232 gols. Um ídolo!

 

Em 1962, quando começou um conturbado romance com a cantora Elza Soares, Garrincha tinha sete filhas com Nair, sua mulher, um casal de filhos com Iraci, sua amante e um filho sueco concebido em junho de 1959. Além destes, teve uma oitava filha com Nair, um filho com Elza e mais uma filha com Vanderléa, sua última mulher, totalizando 13 filhos. Fruto de seu relacionamento com a sambista, Manuel Garrincha dos Santos Júnior morreu em 1986, aos 9 anos de idade, após um acidente automobilístico.

O camisa sete da seleção jogou 60 partidas pelo Brasil e encantou a todos em três Copas do Mundo: da Suécia (1958) e do Chile (1962), das quais o Brasil foi campeão, e da Inglaterra (1966). Com Garrincha, o País obteve 52 vitórias e sete empates.

No Botafogo, jogou 581 vezes e fez 232 gols. Foi campeão da Liga Carioca em 1957, 1961 e 1962 e do Torneio Rio-São Paulo em 1962 e 1964. No final da carreira, quando o seu futebol começou a sofrer por seu grave alcoolismo e de uma artrose no joelho, jogou também no Corinthians, no Flamengo, no Olaria e em outros times brasileiros e estrangeiros.

*Fonte: NE10/JC – Fotos Google

SAI A TABELA DO CAMPEONATO PERNAMBUCANO DE 2013. Confira! *

TABELA: PERNAMBUCANO COCA-COLA 2013

 

Confira a tabela do próximo campeonato estadual da Série A1, com os dias e horários dos jogos do primeiro e segundo turnos.

VEJA A tabela AQUI NA ÍNTEGRA:

http://www.fpf-pe.com.br/fpf-novo/wp-content/uploads/2012/11/tab_a1_13.pdf

 

LEIA TAMBÉM O CALENDÁRIO DO FUTEBOL PERNAMBUCANO PARA 2013.

http://www.fpf-pe.com.br/calendario-do-futebol-pernambucano-2013/

*Fonte: Portal da FPF.

COPA DAS CONFEDERAÇÕES : FIFA CONTINUA DESCONFIADA DE QUE PERNAMBUCO VAI FICAR DE FORA. *

Esportes

OBRAS DA ARENA DE PERNAMBUCO

TEM APENAS 64% DE EXECUÇÃO

“Preocupação não diminui o otimismo”

 

Declarações de ontem do secretário geral da Fifa foram amenizadas pela Secopa-PE

Arena Pernambuco, que está com 64% das obras concluídas, recebeu uma comitiva da entidade internacional.(foto Eduardo Martino)

 

 

 

 

Em visita ao Mineirão, em Belo Horizonte, ontem, o secretário geral da Fifa, Jérôme Valcke, deixou em sobressalto as orelhas mais atentas. “Neste momento, não estamos no nível de ter seis estádios prontos para a Copa das Confederações”, declarou o francês. O tom alarmista encontraria eco nos locais em que o tempo tem se mostrado curto para a conclusão das obras, já que a competição ocorre em junho do próximo ano. O problema reside no seguinte: entre os seis estados pré-selecionados para sediar o torneio internacional, Pernambuco é o único em que o processo de construção da arena ainda não alcançou a casa dos 70%. Dessa forma, a declaração acabou fermentando a hipótese de o Recife acabar excluído da lista final.

No entanto, o secretário especial da Copa em Pernambuco, Ricardo Leitão, garantiu estar com o otimismo em alta conta. “Não há nenhuma novidade no que foi dito. Há um ano, a Fifa anunciou que trabalharia com três possibilidades: definir quatro, cinco ou seis sedes para a Copa das Confederações. Salvador, Rio de Janeiro e Brasília estão praticamente no mesmo nível de execução do nosso. Agora, quem tem condição de avançar no melhor ritmo é o que a Fifa vai dizer, após realizar a vistoria em todos os estádios”, argumenta. Desde abril – quando foi firmado o Plano de Aceleração junto à entidade máxima do futebol -, as obras na Arena Pernambuco progridem, em média, 6,5% ao mês. “Estamos cumprindo o cronograma combinado, todas as medidas de aceleração estão sendo exercidas”, garante o secretário.

Na tarde de ontem, uma comitiva da Fifa realizou uma visita de monitoramento na Arena Pernambuco – que, segundo a Odebrecht, empresa responsável por edificar o estádio, encontra-se 64% finalizada. Entretanto, a vistoria não pôde ser acompanhada pela Imprensa, assim como a avaliação técnica é, inicialmente, de circulação interna. Mesmo sem acesso imediato à análise, Ricardo Leitão acredita que os saldos do encontro foram positivos. “Nós adotamos um modelo de construção que não é uniforme: a arena está sendo atacada em dez frentes simultâneas diferentes, para ser mais rápido. São 4.500 operários, divididos em dois turnos, que, somados, trabalham 21 horas por dia. Há um processo de muito dinamismo e é isso o que os técnicos sentiram”, afirma. Quanto às sedes da Copa das Confederações, a Fifa tem até o próximo mês para bater o martelo. No primeiro dia de dezembro haverá o sorteio para definir as duas chaves da competição.

*Fonte: FolhaPE

Santiago do Chile, em 17 de junho de 1962 – BRASIL BI-CAMPEÃO DE FUTEBOL.*

INVICTO E INDISCUTÍVEL

 

Cinco vitórias, um empate, nenhuma derrota. Catorze
gols marcados e cinco sofridos. Do estádio Sausalito de Viña
Del Mar ao Nacional de Santiago, nossa rota para o bi

 

O capitão Mauro levanta a taça Jules Rimet. Brasil Bi-Campeão do Mundo.(A hora da glória: Mauro levanta a taça em Santiago. O Brasil se igualava a Uruguai e Itália com dois títulos mundiais cada)

 

 

Primeira fase
30 de maio, Viña del Mar: Brasil 2 x 0 México

Na paradisíaca paisagem de Viña del Mar, a seleção iniciou a defesa do título mundial contra o México – força mediana, em uma análise muito generosa, no cenário futebolístico internacional. Mas o que prometia ser apenas um passeio na praia tomou ares de uma apimentada tormenta. Em um primeiro tempo feroz, os astecas colocaram o Brasil contra a parede, perdendo ao menos quatro chances claras de gol. A contagem zerada ao fim da primeira etapa foi uma dádiva para os campeões mundiais, que só se recompuseram na volta do intervalo. Zagallo, completando de peixinho um cruzamento de Pelé, marcou o tento inaugural do Brasil na competição. O placar ganhou contornos finais no traço afiado das chuteiras da maior estrela do esporte: depois de passar por três oponentes, Pelé fuzilou de canhota para as redes, sem chances para o goleiro Carvajal. Seria a única pérola do camisa 10 canarinho no Chile.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)

México: Carbajal; Del Muro, Cárdenas, Sepúlveda e Villegas; Najera e Jasso; Del Aguilla, Reyes, Hernández e Diaz (técnico: Ignácio Trellez)

Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 10.484
Arbitragem: Gottfried Dienst (Suíça), Carl Erich Steiner (Áustria) e Pierre Schwinte (França)
Gols: Zagallo, 11min, e Pelé, 27min do 2º tempo.

Clique no link e veja os gols)

VEJA NA HISTÓRIA Junho de 1962 Brasil bicampeão do mundo A campanha Invicto e indiscutível

 

Seleção sem Pelé – A Majestade
2 de junho, Viña del Mar: Brasil 0 x 0 Tchecoslováquia

Composto pela base do esquadrão militar do Dukla de Praga, a equipe da Tchecoslováquia impunha respeito não somente por seu incontestável vigor atlético: técnica e talento faziam parte também do repertório dos vermelhos, que tinham no arqueiro Wilhelm Schroiff e no meia Josef Masopust – grande candidato a astro europeu deste ano – seus grandes destaques. Antes da partida, Aymoré Moreira pregava cuidado extremo com o adversário, e o suado empate sem gols ao final de 90 minutos mostrou que toda e qualquer preocupação do treinador brasileiro não era demasiada. A nota mais importante do prélio foi a quase cataclísmica contusão de Pelé, que, aos 25 minutos do primeiro tempo, arriscou um petardo de fora da grande área, sentiu uma distensão no músculo da coxa direita e arrastou-se a partir de então pelo campo de jogo do Estádio Sausalito. Seria a última participação do rei na Copa de 1962.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)
Tchecoslováquia: Schroiff; Lala, Pluskal, Popluhar e Novak; Masopust e, Scherer; Stibranyi, Kvasnak, Adamec e Jelinek (técnico: Rudolf Vytlacil)

Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 14.903
Arbitragem: Pierre Schwinte (França), Artur Massaro (Chile) e Gottfried Dienst (Suíça)

(Clique no link)

VEJA NA HISTÓRIA Junho de 1962 Brasil bicampeão do mundo A campanha Invicto e indiscutível2

 

BRASIL E ESPANHA – Virada fenomenal.

6 de junho, Viña del Mar: Brasil 2 x 1 Espanha

Com a ausência do astro do Santos, o Brasil entrou em campo contra a Espanha na derradeira partida da primeira fase necessitando de ao menos um empate para avançar às quartas-de-final sem depender de outros resultados. Já ao selecionado ibérico, tido e havido como um dos melhores do Velho Continente, só a vitória era suficiente – a derrota na estréia contra a Tchecoslováquia havia deixado a Fúria em desvantagem em relação às outras duas forças do grupo. Para lograr triunfo contra os campeões mundiais, o técnico argentino Helenio Herrera, apóstolo do ferrolho, teve de abdicar de suas convicções defensivas e colocar sua talentosa equipe à frente. Comandado por Ferenc Puskas e Paco Gento, o setor ofensivo espanhol anunciava-se arrasador: Adelardo abriu o placar aos 35 minutos. A meta de Gilmar quase foi ultrapassada em pelo menos mais um par de ocasiões, antes do empate anotado por Amarildo, o substituto de Pelé, que só veio na segunda etapa, aos 27 minutos. No último quarto, a partida ganhou contornos dramáticos, com chances para ambos os lados, e só foi decidida a quatro minutos do fim: Garrincha centrou para el matador Amarildo espetar o aguilhão que abateria em definitivo o valente touro espanhol.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)
Espanha: Araquistain; Rodri, Etchevarria, Pachin, Gracia; Vérges, Peiró; Collar, Adelardo, Puskas, Gento (técnico: Helenio Herrera)

Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 18.715
Arbitragem: Sérgio Bustamente (Chile), Esteban Marino (Uruguai) e José Antonio Sundheim (Colômbia)
Gols: Adelardo, 35 min do 1º tempo; Amarildo, 27min e 41min do 2º tempo.

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VEJA NA HISTÓRIA Junho de 1962 Brasil bicampeão do mundo A campanha Invicto e indiscutível4

 

Quartas-de-final

10 de junho, Viña del Mar: Brasil 3 x 1 Inglaterra

Novo dono do time, Garrincha esteve impossível na batalha contra a Inglaterra, humilhando os adversários pela terra, como sempre, e agora até mesmo pelo ar – sobrepujando o English Team em sua principal arma. Em uma cobrança de escanteio, ainda na primeira etapa, o diabrete de Pau Grande, do alto de seu metro e setenta, e olhe lá, subiu mais que o becão Maurice Norman – quase um e noventa – para abrir o placar. Os inventores do futebol, que igualaram o escore antes do intervalo com Hitchens, receberam novas lições do irrefreável avante brasileiro no segundo tempo: o goleiro Springett não segurou o petardo de Garrincha, em cobrança de falta, e a bola sobrou para Vavá desempatar, aos oito minutos do segundo tempo. Seis minutos depois, o camisa 7 do Botafogo colocaria números finais na peleja ao disparar, de fora da grande área, um traiçoeiro balázio que morreu em arabesco na rede britânica. O resto foi baile, em uma das atuações individuais mais impressionates de um atleta na história das Copas do Mundo.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)
Inglaterra: Springett; Armfield, Moore, Wilson e Flowers; Norman e Haynes; Douglas, Greaves, Hitchens e Bobby Charlton (técnico: Walter Winterbottom)

Local: Estádio Sausalito (Viña del Mar)

Público: 17.736
Arbitragem: Pierre Schwinte (França), Gottfried Dienst (Suíça) e Sérgio Bustamente (Chile)
Gols: Garrincha, 31 min, e Hitchens, 38min do 1º tempo; Vavá, 8min, e Garrincha, 14min do 2º tempo

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Semifinal

 

13 de junho, Santiago: Brasil 4 x 2 Chile

 

Um frenesi tomou o Chile de assalto após a vitória dos rojos contra a poderosa Rússia, nas quartas. A oscilante equipe do treinador Fernando Riera vingou e conquistou o suporte de todo o país para o selecionado chileno. A atmosfera que esperava o Brasil para o jogo no Estádio Nacional de Santiago, portanto, em nada lembrava a tranquilidade de Viña Del Mar. Determinada a mostrar que o jogo se ganhava no campo, a seleção abriu 2 a 0, sempre com Garrincha. Três minutos antes do intervalo, Toro diminuiu, em linda cobrança de falta, colocando o Chile de novo na partida. As esperanças dos anfitriões esfriaram quando Vavá, aos dois minutos da segunda etapa, devolveu a vantagem dupla ao Brasil. Um pênalti cometido por Zózimo e convertido por Leonel Sanchez reanimou os chilenos – mas apenas por alguns minutos, até Vavá, novamente, marcar de cabeça. Com o placar definido, Garrincha, que havia sido caçado durante toda a contenda, não resistiu a mais uma agressão de Rojas e revidou, chutando o adversário. Flagrado pelo árbitro, o gênio das pernas tortas recebeu o cartão vermelho e saiu de campo sob uma chuva de apitos, vaias e garrafas – uma delas, certeira, lhe abriu um corte no cocuruto. Nada mais grave, para sorte de Aymoré Moreira e da Seleção.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)
Chile: Escutti; Eyzaguirre, Contreras, Raul Sánchez e Rojas; Rodrigues e Tobar; Ramírez, Toro, Landa e Leonel Sánchez (técnico: Fernando Riera)

Local: Estádio Nacional (Santiago)

Público: 76.500
Arbitragem: Arturo Yamazaki (Peru), Esteban Marino (Uruguai) e Luis Antonio Ventre (Argentina)
Gols: Garrincha, 9min e 32min, e Toro, 42min do 1º tempo; Vavá, 2min, Leonel Sánchez (pênalti), 16min, e Vavá, 33min do 2º tempo.

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Final

17 de junho, Santiago: Brasil 3 x 1 Tchecoslováquia

 

Após superar as poderosas Alemanha e Iugoslávia nas quartas e semifinais, a Tchecoslováquia chegava à decisão contra o Brasil disposta a consumar sua surpreendente campanha em terras sul-americanas. Tal façanha ficou próxima quando os vermelhos abriram o placar, aos 16 minutos, com Masopust. Pela segunda vez seguida, a seleção saiu atrás no placar em uma final de Copa do Mundo – mas, também pela segunda vez, conseguiu a virada, desta feita sem uma atuação brilhante de Garrincha, liberado para atuar na decisão. Amarildo, em uma arrancada pela esquerda, finalizou quase sem ângulo e logo empatou. O jogo, parelho, permaneceu indefinido até os 24 minutos da etapa final, quando o substituto de Pelé, novamente, desequilibrou: em jogada pela ponta esquerda, Amarildo cortou o marcador e cruzou na medida para Zito cumprimentar de cabeça. A margem mínima no placar, sempre perigosa, duraria apenas nove minutos, cortesia de uma falha do arqueiro Schroiff, até então bastião quase inexpugnável da meta tchecoeslovaca. Djalma Santos enviou um despretensioso balão para a área, mas o goleiro, hesitante, perdeu o tempo do lance: suas mãos apenas resvalaram na pelota, que sobrou limpa para Vavá empurrar para as redes. O avante do Palmeiras tornou-se o primeiro homem a marcar em duas finais de Copa do Mundo e selou o bicampeonato mundial de futebol para o Brasil.

Brasil: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo, Nílton Santos; Zito, Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo, Zagallo (técnico: Aymoré Moreira)
Tchecoslováquia: Schroiff; Tichy, Pluskal, Popluhar, Novak; Masopust, Scherer; Pospichal, Kadraba, Kvasnak, Jelinek (técnico: Rudolf Vytlacil)

Local: Estádio Nacional (Santiago)

Público: 69.000
Arbitragem: Nicolai Latyshev (URSS), Leo Horn (Holanda) e Bob Davidson (Escócia)
Gols: Masopust, 15min, e Amarildo, 17min do 1º tempo; Zito, 24min, e Vavá, 33min do 2º tempo.

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VEJA NA HISTÓRIA Junho de 1962 Brasil bicampeão do mundo A campanha Invicto e indiscutível6

 

* Fonte : Veja na História.

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SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE – O TIME DA SUPERAÇÃO É CAMPEÃO PERNAMBUCANO 2012.

O TRICOLOR DO ARRUDA É O

CAMPEÃO DE PERNAMBUCO 2012

 

 

 

Campeão contra o Sport tem muito mais alegria...

 

Santa Cruz - O CAMPEÃO (foto FolhaPE)

 

Em jogo emocionante, Santa Cruz é bicampeão na Ilha do Retiro

Com gols de Branquinho, Dênis Marques e Luciano Henrique, equipe coral bateu o Leão e levantou a taça na casa do adversário

 

Sem ser brilhante o Santa jogou pelo resultado. Amansou o Leão na sua "toca" (Foto DiárioPE)

 

Os PARABÉNS do blog a toda a família tricolor, exaltando aqui e agora, alguns dos seus tradicionais torcedores: Lídio Maciel, João Pessoa, Vavá Frazão, Erivaldo e Gel Monteiro, Bebé Caraciolo, Rico Muniz, Benito e Augusto de João pessoa, Lindberg Leite, Flávio e Lúcio Foerster, Evandro, Edvaldo e Evanildo, Thiago, todos Valença, Chico de Adelino, Coca e Edinho Soares,  Lidinho Cintra, Marco Polo e Marco Aurélio, ambos Soares, Junior de Estende, vereador Dezo Almeida, Clovão Cavalcanti, Zé Ivan (vice-prefeito de Belo jardim), Laetson Silva Zé Antonio, João Capri, Zélia e Evandro de Pesqueira, Geraldo Amaro, Leomilton, Arthur e Milton, todos Guimarães…Depois a gente lembra outros, a exemplo do que fizemos em 15 de maio de 2011, quando comemoramos nosso campeonato.

Paulinho Muniz

Somente Tricolor.

COPA DO MUNDO DE 2014 – Um Grande Espetáculo (de muita ignorância). Por Kalil Gibran.(*)

Copa de 2014 – Um espetáculo (de ignorância)

 

 

O QUE ME IRRITA MAIS NÃO SÃO OS PROBLEMAS

PARA QUE O EVENTO OCORRA E SIM A CAPACIDADE

QUE O BRASILEIRO TEM DE SER “FEITO DE BESTA”,

COMO SE DIZ NO CEARÁ

 

Aproxima-se o ano de 2014, quando será realizada, no Brasil, mais uma edição da famosa Copa do Mundo de futebol, evento que chegou como promessa de contribuir para alavancar grandes obras e projetos no país.

Desde o anúncio do evento, muitos problemas já aconteceram. Acusações da FIFA, brigas políticas, concessões de aeroportos, acusações ao governo, enfim, todos os problemas que não poderiam deixar de existir se tratando do Brasil.

Todos os boleiros questionam tudo. Os prazos, os projetos dos estádios, as obras de infraestrutura e tudo mais. Porém, até hoje, não vi em lugar algum o questionamento mais obvio de todos: se o governo podia gastar tanto dinheiro para realizar obras de infraestrutura no país, por que não o fez antes?

Amigos queridos, se essas obras fossem pensadas com calma e antecedência, elas não seriam o desastre que são. A maioria dos brasileiros não sabe, mas os gastos são absurdos e ninguém sabe quanto custará a Copa do Mundo para o país. E essa conta descontrolada? Quem vai pagar? Eu e você, claro.

O que me irrita mais não são os problemas para que o evento ocorra e sim a capacidade que o brasileiro tem de ser “feito de besta”, como se diz no Ceará. No nosso país, assistimos na tv as briguinhas entre políticos e partidos, onde partidos que até então comungavam com o governo passam a ser oposição, pelo simples fato de não terem recebido os “empreguinhos” que queriam. Nossa! Quanta ideologia política. Quanto compromisso para com o país. Parabéns senhores.

Uma das maiores economias do mundo não tem saúde, moradia, educação, estradas... para ter dignidade, um cidadão brasileiro tem que pagar duas vezes vários serviços básicos. Por exemplo: você paga impostos para ter hospital, escola, rodovias e tudo mais, porém, o estado falha na função de lhe devolver o dinheiro investido e você tem que pagar novamente plano de saúde, escola privada para os filhos, pedágio em estradas e por aí vai.

(

Kalil Gibran/Brasil247(*) Fonte: Brasil247

Fonte: Brasil247

 

 

FUTEBOL : CBF DIVULGA A TABELA DO BRASILEIRÃO 2012. (*)

CBF divulga tabela: 

RJ e SP terão clássicos

     diferentes na rodada final

 

 

Brasileirão começa no dia 20 de maio e se encerra em 2 de

dezembro. Fla, Vasco, Corinthians e Santos terão dois duelos

regionais seguidos

 

 

A CBF divulgou na manhã desta quinta-feira a tabela básica do Campeonato Brasileiro deste ano, que começa no dia 20 de maio e termina em 2 de dezembro. A tabela detalhada, com o desdobramento das rodadas e os horários das partidas, será publicada pela entidade nos próximos dias.

Clique e confira a tabela do Brasileirão 2012

Os clássicos estão mantidos na última rodada, mas com algumas mudanças em relação ao ano passado. O último Gre-Nal de 2011, por exemplo, foi no Beira-Rio. Desta vez o encerramento está marcado para o Olímpico. No Rio e em São Paulo os duelos mudaram. O Corinthians, que foi campeão com um empate em 0 a 0 com o Palmeiras no Pacaembu, desta vez fecha o ano contra o São Paulo no Morumbi – o Santos recebe o Palmeiras na Vila. Já o Vasco, que terminou a temporada passada empatando com o Flamengo em 2 a 2, desta vez pega o Flu – o Fla pega o Botafogo.

Outra mudança: em 2011, São Paulo, Palmeiras, Fluminense e Vasco fizeram dois duelos regionais seguidos nas partidas finais. Neste ano, só o Vasco teve o mesmo destino – antes do Flu na rodada derradeira, terá o Fla pela frente na penúltima. Flamengo, Corinthians e Santos são os outros que fecharão a competição com dois clássicos seguidos.

Flamengo x Botafogo e Fluminense x Vasco estão marcados para o mesmo local, o Engenhão. Em 2011, o Vasco, que brigava pelo título, tentou levar o clássico com o Flamengo para São Januário, mas não conseguiu devido a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelos clubes durante o estadual daquele ano, inviabilizando a realização deste tipo de duelo na casa cruz-maltina. A solução encontrada no fim do ano passado foi levar o jogo entre Botafogo e Fluminense para o Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. Ou seja, neste ano a decisão dos estádios das rodadas finais também só deverá ser tomada em cima da hora.

Clássicos cariocas na última rodada estão novamente marcados para o mesmo local.
Outro dado interessante na tabela é que o Fla-Flu do primeiro turno foi marcado propositalmente para o dia 8 de julho em homenagem aos cem anos do clássico, que será completado no dia anterior.
Punido pelo STJD no ano passado, o Cruzeiro tem duas perdas de mando de campo a cumprir. Assim, os jogos do time na primeira e na quarta rodada ainda não têm locais definidos.

Portuguesa, Náutico, Ponte Preta e Sport voltam a integrar a elite do futebol brasileiro em 2012.

A rodada de abertura terá alguns importantes duelos regionais, como Botafogo x São Paulo, Vasco x Grêmio, Corinthians x Fluminense.

 

Confira os jogos da primeira rodada:

 

Botafogo x São Paulo – Engenhão
Vasco x Grêmio – São Januário
Palmeiras x Portuguesa – Pacaembu
Corinthians x Fluminense – Pacaembu
Internacional x Coritiba – Beira-Rio
Cruzeiro x Atlético-GO – a definir
Ponte Preta x Atlético-MG – Moisés Lucarelli
Figueirense x Náutico – Orlando Scarpelli
Sport x Flamengo – Ilha do Retiro
Bahia x Santos – Pituaçu

 

(*) Por GLOBOESPORTE.COM
Rio de Janeiro

FUTEBOL – BELO JARDIM DEU UM SHOW NO NÁUTICO. Atancante do Calango faz gol de letra…

Belo Jardim vence por 2 a 0 e tira

Náutico da co-liderança do Estadual

 

Calango foi superior jogando em casa, marcou golaço e não deu espaços para o Timbu.

BJ está isolado na sexta posição. Vejam os gols em video da ABTV/Globo.


(Basta clicar na seta e aguardar carregar)

O favoritismo do Náutico diante do Belo Jardim não se confirmou em campo na noite desta Quarta-feira de Cinzas. O Timbu foi até o Agreste e perdeu do Calango por 2 a 0 com gols de Tiago Santos e Alenilson em jogo realizado no estádio Mendonção diante de 5.002 espectadores. O Alvirrubro continua com 22 pontos e deixou escapar a chance de terminar o primeiro turno na co-liderança junto com o Salgueiro, agora sozinho na ponta com 25 pontos.

Além de perder a oportunidade de ficar no topo da tabela, o Náutico viu o Petrolina (agora com 21 pontos) encostar na classificação e ainda por cima pode ser ultrapassado pelo Sport após o fim da rodada, nesta quinta-feira. Se o Timbu não honrou a tradição de sua camisa, melhor para o Belo Jardim. Antes da rodada começar, o Calango tinha 12 pontos e ocupava a sétima colocação na zona intermediária da tabela. Agora, o time tem 15 pontos e começa a enxergar a possibilidade de brigar pelo G-4.

A busca do Náutico pela reabilitação ocorrerá diante do próprio Belo Jardim. Os dois times voltarão a se enfrentar no próximo domingo, às 16h, nos Aflitos. O jogo marcará a abertura do segundo turno do Campeonato Pernambucano

Belo Jardim marca golaço

 

Tiago Santos fez um dos gols mais bonitos do Estadual (Foto: Reprodução / TV Globo)

 

O Náutico entrou em campo motivado pela busca da co-liderança do Estadual e aos três minutos mostrou suas credenciais com Eduardo Ramos. O meio-campo invadiu a área, mas chutou sem força para a defesa do goleiro do Belo Jardim. Porém quem quase solta o grito de gol primeiro foi a torcida dos donos da casa quando aos sete minutos, Rogério Manaus e Junior Borracha, em dois lances seguidos, arriscaram da entrada da área e quase surpreendem Gideão, que retornou ao time após se recuperar de uma lesão.

Depois desse lance, o jogo fico equilibrado com as duas equipes se alternando nos bons momentos. Com um esquema 3-5-2 e bem postado em campo, o Belo Jardim, inclusive, chegava a ser ligeiramente melhor que o Náutico sem se importar com a tradição da camisa alvirrubra. Aos 17 minutos, por exemplo, Candinho e Fernadinho perderam duas boas chances para o Calango.

 

A resposta do Náutico veio um minuto depois. O atacante Siloé foi derrubado e na cobrança o lateral alvirrubro Jefferson assustou o goleiro Delone. Aos 23 minutos, no entanto, o Belo Jardim abriu o placar em uma bela jogada de Tiago Santos. O jogador invadiu a área, driblou a zagueiro Gustavo, se livrou do goleiro Gideão duas vezes e fez um dos mais belos gols deste Campeonato Pernambucano.

Apesar de estar atrás no placar, o Náutico não se entregou e foi para cima. Aos 25 minutos, o TImbu quase empatou com Souza. No rebote do goleiro Delone, Derley ainda teve a chance de empurrar a bola para as redes, mas desperdiçou o lance. Os visitantes só voltariam a chegar com perigo novamente aos 35 minutos com Souza novamente em outra cobrança de falta que obrigou o camisa 1 do Belo Jardim a mostrar eficiência outra vez.

Antes do fim primeiro tempo, o Náutico ainda teve a chance de empatar com Berger, aos 38 minutos, e Souza, aos 39. O Belo Jardim soube se segurar e saiu em vantagem no primeiro tempo.

Vitória garantida aos nove minutos

No segundo tempo, o Náutico voltou com mudanças no time com as saídas de Gustavo e Berger para a entrada de Dorielton e Marquinho respectivamente. A alteração de jogadores, no entanto, não alterou a postura do Timbu na partida. Quem também veio da mesma forma, com sede de jogo, goi o Belo Jardim. E aos nove minutos o Calango foi premiado por sua aplicação tática em campo. Em uma bola alçada na área, Alenilson mandou a bola para o fundo das redes.

Com a derrota por 2 a 0, o técnico Waldemar Lemos foi para o tudo ou nada e trocou o lateral Jefferson por Philip, numa tentativa de dar mais mobilidade ao setor ofensivo. A terceira substituição também não surtiu efeito e o Náutico seguiu desorganizado em campo, ao contrário dos donos da casa. O Belo Jardim tocava a bola com tranquilidade e se, por um lado, deixava de arriscar, por outro, também não dava espaços para a equipe alvirrubra.

Em uma prova de que a noite não era mesmo do Náutico, nem as bolas paradas, que vinham sendo bem aproveitadas pelo Timbu com Souza, surtiram efeito. A partida seguiu até os 49 minutos e terminou mesmo 2 a 0 para o Belo Jardim. Aos torcedores do Alvirrubro, restou a resignação de que, após os festejos de Momo, esta foi de fato uma “quarta-feira ingrata” como diz a música de carnaval.

Fonte: GloboEsporte.com

MEMÓRIA : UMA BREVE HISTÓRIA DO FLUMINENSE.

Uma breve história do Fluminense

 

 

Conheça também as principais conquistas do clube carioca

 

 

 Cox, voltou da Suíça em 1901 decidido a fundar um clUm jovem garoto de classe média, Oscarube de futebol. Um ano depois nascia o Fluminense. O Flu foi criado para o futebol. Nos anos de 1910, o britânico Henry Welfare marcou 137 gols nas campanhas do tricampeonato estadual. Quem também marcou época nas Laranjeiras foi atacante Preguinho, autor de 184 gol. Ganhar era com o Fluminense. Não demorou para a fama se estender para fora do Rio, com conquistas importantes, como o Rio-São Paulo. Bons jogadores passaram pelo clube na década de 1960, como Felix, Marco Aurélio, Mickey, Flávio e Cafuringa. O elenco de 73 revelou uma série de pratas da casa: Carlos Alberto Pintinho, Kléber, Marco Aurélio e Rubens Galaxe. Nascia naquela época, sob a batuta de Rivellino, um timaço que começou a ser chamado de Máquina. Na década de 80, outra equipe de encher os olhos, com Ricardo Gomes, Branco, Washington e Assis e Romerito.

Os títulos do Fluminense

Campeonato Carioca: 30

1906/07/08/09 e 1911/17/18/19/24/36/3738 e 1940/41/46/51/59 e 1964/69/71/73/75/76 e 1980/83/84/85/95 e 2002 e 2005

Copa Rio: 1
1952

Torneio Rio-São Paulo: 2
1957/60

Copa do Brasil: 1
2007

Campeonato Brasileiro da Série C: 1
1999

Campeonato Brasileiro: 3
1970/84 e 2010

 

Estadão/

RANKING DE TÉCNICOS E GOLEIROS : (BRASIL TEM POUCA REPRESENTATIVIDADE) – VEJAM QUEM SÃO OS MELHORES, SEGUNDO O IFFHS.

A Federação de História e Estatística

de Futebol (IFFHS) divulgou o ranking

dos melhores técnicos de futebol da

década (2001-2010). Segue os dez mais:

 

Os 10 Melhores técnicos de futebol da década

 

1º. Arsene Wenger (França) – 142 pontos

2º. Alex Ferguson (Escócia) – 133 pontos

3º. José Mourinho (Portugal) – 115 pontos

4º. Guus Hiddink (Holanda) – 112 pontos

5º. Fábio Cappelo (Itália) – 106 pontos

6º. Luiz Felipe Scolari (Brasil) – 101 pontos

7º. Rafael Benitez (Espanha) – 97 pontos

8º. Carlo Ancelotti (Itália) – 92 pontos

9º. Marcello Lippi (Itália) – 88 pontos

10º. Marcelo Bielsa (Argentina) – 86 pontos

Lista completa neste link

 

Os 10 melhores goleiros dos últimos 25 anos

 

1º) Gianluigi Buffon (Itália)

2º) Iker Casillas (Espanha)

3º) Edwin van der Sar (Holanda)

4º) Peter Schmeichel (Dinamarca)

5º) Oliver Kahn (Alemanha)

6º) Petr Cech (República Checa)

7º) José Luis Chilavert (Paraguai)

8º) Walter Zenga (Itália)

9º) Andoni Zubizarreta (Espanha)

10º) Cláudio Taffarel (Brasil)

 

Lista completa neste link

 

Os 10 melhores goleiros de futebol do mundo 2011

 

1º) Iker Casillas, Espanha (Real Madrid)

2º) Manuel Neuer, Alemanha (Bayern Munique)

3º) Victor Valdés, Espanha (Barcelona)

4º) Gianluigi Buffon, Itália (Juventus)

5º) Petr Cech, República Checa (Chelsea)

6º) Nestor Muslera, Uruguai (Galatasaray)

7º) Joe Hart, Inglaterra (Manchester City)

8º) Julio César, Brasil (Inter Milão)

9º) Justo Villar, Paraguai (Estudiantes de la Plata)

10º) Edwin van der Sar, Holanda (Manchester United)

 

Os 10 melhores técnicos de seleções de futebol 2011.

 

1º) Óscar Wáshington Tabárez (Uruguai)

2º) Vicente del Bosque (Espanha)

3º) Joachim Löw (Alemanha)

4º) Bert van Marwick (Holanda)

5º) Alberto Zaccheroni (Japão)

6º) Fabio Capello (Inglaterra)

7º) Morten Olsen (Dinamarca)

8º) César Alejando Farás (Venezuela)

9º) Giovanni Trapattoni (Irlanda)

10º) Slaven Bili? (Croácia)

NB –  (O técnico da Seleção Brasileira – Mano Menezes, não recebeu nenhuma pontuação)

Ranking completo neste link

Fontes: Uol-esportes/IFFHS

 

B R A S I L  –

LISTA DOS MAIS QUERIDOS PELAS

MARIAS CHUTEIRAS…

 

Ranking das marias chuteiras. Bobagens/futilidades futebol clube...