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SAÚDE/BEM ESTAR : CONVIVENDO COM A ALIMENTAÇÃO PARA O DIABETES. * / Solange Paraíso. ** – Colaboração de Eliane Soares.

 

 

Convivendo com a

alimentação para o diabetes

 

 

No Brasil, escolheu-se 26 de junho para alertar a população acerca dos cuidados de prevenção e tratamento do diabetes. Esta doença incide cada vez mais, no mundo inteiro. Era tida anteriormente como um mal típico de pessoas com idades mais avançadas (diabetes tipo 2), e sua ocorrência também entre crianças e adolescentes (diabetes tipo 1) estava fortemente associada à ineficiência da produção de insulina pelo pâncreas (sendo nestes casos uma determinação congênita). Sabe-se, hoje, que até esta parcela da população também já adoece de diabetes por causa dos hábitos de alimentação inadequados e pelo próprio sedentarismo.

Hoje, o surgimento do diabetes chamado tipo 2, típico de adultos, está cada vez mais associado a fatores ligados ao estilo de vida de cada um. Li em artigo recente, citado aqui mesmo, na Folha, que os indivíduos que comem muito rápido têm duas vezes e meia mais chances de desenvolver diabetes tipo 2, em comparação aos que comem devagar. Não surpreende esta informação, uma vez que o diabetes é uma doença metabólica; o próprio tempo de mastigação influencia na chegada do alimento ao estômago e na digestão dos carboidratos com subsequente transformação destes em glicose. Se não mastigarmos e engolirmos cada bocado de alimento devagar, duas coisas, no mínimo, vão ocorrer: a saciedade fica prejudicada e a chegada da glicose à circulação se dará mais rapidamente, podendo levar a um acúmulo indesejável.

Costumo dizer às pessoas que oriento: não podemos ainda mexer em nossas células, e não tem como devolver a hereditariedade, mas cabe a nós fazermos as escolhas e tomarmos as atitudes necessárias, e esta é a boa notícia para lidar com a doença. É claro que mudar o comportamento alimentar (e, para os sedentários, aderirem à prática regular de atividade física) é sempre desafiador, sobretudo num mundo em que o incentivo ao consumo é uma verdadeira ditadura.

A restrição alimentar mais específica para o diabetes é abolir o uso do açúcar simples, ou, como gosto de dizer: o açúcar do açucareiro. Mas, além dos açúcares cristal e refinado, o demerara e o mascavo, a rapadura, o melaço, o mel de abelha, a glicose de milho (popularizada como “mel Karo”) e todas as preparações com estes ingredientes caem na mesma regra. E os consumidores ainda têm que ficar de olho nos rótulos dos alimentos industrializados para ver se não contêm tais substâncias!

Já ouvi que algumas pessoas costumam usar uma estratégia de muito risco: aumentam por conta própria a dose dos hipoglicemiantes orais para “caírem de boca” no açúcar. A consequência pode ser desastrosa porque o metabolismo é coisa muito fina e sua regulação depende de inúmeros fatores, sem falar no ajuste da dose de cada medicação que, em geral, já é difícil de fazer.

Outra coisa que digo sempre às pessoas com diabetes é que as demais recomendações são hoje universais, pois toda a população deveria aderir para viver melhor e fazer a promoção da saúde propriamente dita. A moderação no consumo dos carboidratos simples, do sódio e das gorduras saturadas e do colesterol é hoje preconizada para todos os indivíduos, em qualquer faixa de idade.

Medidas saudáveis incluem a valorização do consumo de carnes magras, de pelo menos três porções de frutas e duas de verduras diariamente, a prioridade no consumo de alimentos ricos em fibra (como os cereais integrais, o feijão e as próprias frutas e verduras consumidas com casca, talos folhas, etc), e a ênfase no consumo de castanhas, amêndoas e nozes como boas fontes de “gordura do bem”, tudo isso em forma de alimentos os mais naturais possíveis.

Quando se trata de seguir uma dieta especial, uma coisa importante diz respeito à crescente necessidade de comer fora de casa, principalmente no almoço. Nestes casos, costumo incentivar a negociação entre os consumidores e os restaurantes que utilizam, no sentido de elaborar cardápios adequados. Se for para fidelizar o cliente, quem vai rejeitar? Outro aspecto que tento desmistificar é o de que “toda comida de regime é mais cara”. Cumprir um cardápio básico (leia-se: simples e saudável) para diabetes não tem mistério. O problema, para muitos, é ter de abrir mão de tanta comida industrializada. Aí só resta diversificar as receitas com alimentos naturais e consultar os rótulos para saber fazer escolhas corretas. E, ao final, a saúde agradece!

* Fonte : FolhaPE/Sabores

(Solange Paraíso é Nutricionista.)

 

** Autora :  Nutricionista/Solange paraíso.

SAÚDE E BEM ESTAR : EVITE OS TRANSTORNOS ALIMENTARES E VEJA AS DICAS DE ALIMENTOS PARA O VERÃO. – ENTREVISTA COM O ENDOCRINOLOGISTA ANDRÉ R SOARES MUNIZ.

Dr. André Muniz, endocrinologista ,

nos fala um pouco sobre transtornos

alimentares, e dá dicas de dietas para

o verão.Veja!

 

Dr. André Richarde Soares Muniz - Médico/Endocrinologista.

 

 

Dr. André Muniz, Endocrinologista, especialista em diabetes, osteoporose,doenças da tireóide e obesidade nos fala sobre transtornos alimentares, seus sintomas e dar dicas sobre dietas para o verão. Confira!

Janeiro mês de férias e verão é comum ocorrer um aumento na procura por dietas, o que em alguns casos acabam por gerar transtornos alimentares. Quais são os principais sinais para se perceber a existência de um transtorno alimentar?

A fome é uma resposta normal do nosso organismo e portanto devemos entendê-la com um “sinal” para repor energia ao nosso corpo. Quando começamos a apresentar fome mesmo após um período curto da última refeição ou então não sentimos necessidade de comer mesmo depois de um jejum prolongado, isso deve alertar-nos que algo não está bem conosco.

Quais as implicações relacionadas à falta e ao exagero na alimentação?

As necessidades do nosso corpo são controladas pelo metabolismo de modo a não faltar energia para as diversas reações que ocorrem no organismo humano. Se a reposição de energia ocorre numa quantidade menor que a necessária, teremos que utilizar nossas reservas de proteínas e gorduras, ocasionando a desnutrição proteico-calórica. Se nos alimentamos além do necessário, o que é comum nas férias, nosso organismo vai então armazenar as calorias em excesso, principalmente na forma de gorduras, ocasionando o Sobrepeso e a Obesidade.

A busca da perfeição estética ou o controle da saúde: o que pesa mais para os jovens que o procuram para a realização de um tratamento endocrinológico?

A nossa demanda no dia a dia do consultório mostra pessoas preocupadas em não adoecer, na maioria dos casos, no entanto a questão estética também se faz presente o que entendemos não ser nenhum mal desde que não se recorra a métodos ilícitos como os anabolizantes.

Diante dos seus pacientes e da sua experiência acadêmica e profissional, como você vê a obesidade na adolescência?

Infelizmente temos observado um número cada vez maior de crianças e adolescentes com Sobrepeso/Obesidade, fato esse que se repete em vários outros países. Diversos fatores estão contribuindo para essa “epidemia” da Obesidade mas sem dúvida os maus hábitos alimentares e o sedentarismo são os principais causadores da situação atual.

A mídia e alguns conceitos que vão desde moda ao estético incentivam a magreza. No consultório como esse desejo é encarado e melhorado?

Nesse aspecto o mais importante é mostrar ao indivíduo o quão saudável ele se encontra pois isso pode desencorajá-lo a buscar tratamentos desnecessários e muitas vezes até arriscados.

Na sociedade do consumo que vivenciamos, o fast-food é febre, e segundo dados estatísticos é um dos pratos principais da alimentação do jovem. Seria este descontrole na alimentação um dos fatores da obesidade?

Com toda certeza o consumo excessivo de calorias e gorduras saturadas, encontradas facilmente nesses alimentos, é um fator crítico no desenvolvimento da Obesidade, ou seja, há uma quebra na relação de oferta e gasto energético que propicia ao organismo acumular mais energia do que necessita.

Somado a obesidade sempre existem outras doenças que acabam vindo na bagagem, nos fale um pouco sobre Síndrome de Cushing que está se tornando cada vez mais comum.
A Síndrome de Cushing é uma doença causada pelo excesso de Cortisol no organismo, decorrente de uma produção aumentada (endógena) ou de uso excessivo de medicações a base de corticosteróides. A Obesidade é consequência desse descontrole hormonal assim como a Hipertensão arterial que também decorre do mesmo problema nesses casos.

Para encerrar Dr. André Muniz, você gostaria de dar mais alguma dica para os internautas que pretendem seguir uma dieta neste verão?

Gostaria de lembrar aos amigos internautas que procurem adotar um programa de mudança de estilo de vida, ou seja, não adianta apenas deixar de comer ou passar horas e horas nas academias, é preciso criar novos hábitos alimentares, melhorando gradativamente a qualidade da sua alimentação, inserindo nutrientes diferentes daqueles que está acostumado a usar, como as fibras por exemplo, ter atenção como o uso de líquidos no decorrer do dia procurando evitá-los durante as refeições, buscar uma atividade física prazerosa e que se torne regular, pelo menos três vezes por semana, sempre tendo os cuidados com roupas e calçados adequados e enfim sabendo aproveitar o que a vida nos dá de melhor. Então, lembrem-se: ” É preciso saber viver ” !!!

Da Redação Caruaru 360graus/Publicado no Jornal Vanguarda.

SAÚDE E BEM ESTAR : COMER POUCO FAZ BEM. CONTENHA-SE!

Comer pouco ativa molécula

que mantém o cérebro jovem,

diz estudo

 

Segundo cientistas italianos, genes relacionados com a longevidade e o bom funcionamento cerebral seriam ativados graças à dieta baixa em calorias

 

Comer com moderação ativa uma molécula que ajuda o cérebro a manter-se jovem, segundo um estudo realizado com ratos por pesquisadores italianos.

Os cientistas da Universidade Católica do Sagrado Coração de Roma descobriram que esta molécula, chamada CREB1, se ativa no cérebro dos ratos submetidos a uma dieta baixa em calorias.

A molécula por sua vez estimula os genes relacionados com a longevidade e o bom funcionamento cerebral, afirma o estudo publicado nesta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

“Pela primeira vez identificamos um importante mediador dos efeitos da dieta sobre o cérebro”, afirmou Giovambattista Pani, do Instituto Geral de Patologia da universidade romana, um dos autores principais do estudo.

Segundo o cientista, a descoberta “tem importantes implicações para o desenvolvimento de futuros tratamentos para manter o cérebro jovem e prevenir sua degeneração e o processo de envelhecimento”.

“Esperamos encontrar um modo de ativar a CREB1 com novos remédios, de modo que se possa manter jovem o cérebro sem necessidade de uma dieta restrita”, comentou Pani.

Diversos modelos experimentais já demonstraram que uma dieta baixa em calorias, na qual os animais ingerem até 70% dos alimentos que consomem normalmente, melhora a capacidade cognitiva e aumenta a expectativa de vida.

Porém, até agora se desconhecia o mecanismo molecular concreto responsável por este efeito positivo, segundo o estudo.

Efe/Estadão-Ciências

SAÚDE E BEM ESTAR: COMER QUEIJO É MAIS SAUDÁVEL DO QUE MANTEIGA.

Queijo é melhor que manteiga,

diz pesquisa

 

Produto seria menos nocivo para quem precisa controlar os níveis de colesterol

 

 

Os médicos e nutricionistas recomendam há muito tempo que as pessoas evitem a gordura de origem animal para reduzir o colesterol. Mas pesquisadores dinamarqueses dizem que o queijo não é tão ruim, e que provavelmente não deveria ser colocado no mesmo lugar que a manteiga.

Segundo o estudo, publicado no periódico American Journal of Clinical Nutrition, pessoas que comeram porções diárias de queijo durante intervalo de seis semanas apresentaram menor colesterol LDL, o colesterol “ruim”, que aquelas que consumiram quantidades semelhantes de manteiga pelo mesmo período. O grupo liderado por Julie Hjerpsted, da Universidade de Copenhague, realizou a pesquisa com 50 pessoas.

A cada uma foi dada uma dieta controlada e se somou a ela uma quantidade de queijo ou manteiga diariamente. Cada participante foi comparado com ele mesmo, para ser possível acompanhar as mudanças no corpo causadas pelo consumo de alimentos.

Há vários motivos possíveis para a diferença observada. O queijo possui muito cálcio, e se demonstrou que ele aumenta a quantidade de gordura excretada pelo aparelho digestivo. Outra possível explicação é a grande quantidade de proteína no queijo e seu processo de fermentação, duas coisas que poderiam afetar a forma de digestão, comparada à manteiga.

Para Elizabeth Jackson, que é da Universidade de Michigan e não participou do estudo, a pesquisa foi bem feita, mas não muda o que os cardiologistas recomendam. “Queremos que as pessoas tenham uma dieta centrada em grãos integrais e legumes e moderada em gordura – o que inclui o queijo.”

Estadão/Saúde

SAÚDE/BEM ESTAR : ALIMENTOS QUE ‘ROUBAM’ CÁLCIO. – Colaboração de Eliane Soares.(*)

VAMOS NOS PREVENIR!!!!

O segredo é balanceá-los, sem deixar o consumo de lado

 

 

 

 

Neste Dia Mundial da Osteoporose garanta que seu organismo absorva todo o cálcio necessário para prevenir e controlar a doença. Café, chocolate e outros alimentos quase passam por vilões quando o assunto é garantir ossos fortes e saudáveis: diminuem a capacidade do organismo de absorver cálcio. A solução, entretanto, não é bani-los da dieta, já que muitos deles – como os grãos integrais – possuem outros nutrientes essenciais à saúde. Segundo a nutricionista Juliana Stein, é preciso saber balancear bem: “Para quem já tem doenças nos ossos, como osteoporose, pedimos para não misturar os alimentos fontes de cálcio com os que atrapalham a sua absorção”. A clássica combinação de café com leite, por exemplo, deve ser evitada. Conheça esses alimentos e saiba como consumi-los com segurança para os ossos.

Encontrado no sal, o sódio aumenta a excreção de cálcio pela urina. A nutricionista Juliana Stein, de São Paulo, recomenda que pessoas com osteopenia ou osteoporose eliminem o chamado sal de adição, aquele que acrescentamos à salada e a outros alimentos. Dica: use como tempero limão, azeite e especiarias.

Café

Misturar essa bebida com leite pode não ser tão indicado, dependendo das proporções de café e leite em sua xícara. “A cafeína, presente no café, tem efeito diurético, o que faz com que o cálcio seja eliminado pela urina”, justifica Juliana Stein. Mas a nutricionista lembra que, para chegar a prejudicar a absorção, a quantidade de café ingerida ao dia deve ser superior a 300mg, o que equivale a três xícaras médias da bebida, aproximadamente.

Veja também:

Refrigerante

Essa bebida é rica em fósforo, que inibe a absorção de cálcio pelo corpo. “O fósforo aumenta a liberação do paratormônio, hormônio que controla a quantidade de cálcio que temos nas células e nos ossos. Se ele está elevado, acaba mobilizando mais cálcio do osso pra corrente sanguínea, descalcificando os ossos”, explica Sandra da Silva Maria, nutricionista da Gastro Obeso Center, em São Paulo.

Atenção especial aos refrigerantes de cola: além do fósforo, eles contam com cafeína, a mesma substância do café que aumenta a eliminação de cálcio pela urina.

Alimentos com ácido oxálico e fitatos

O ácido oxálico – encontrado em gérmen de trigo, nozes, feijão, espinafre, tomate e acelga -aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. O fitato age da mesma forma. Um exemplo de alimento com essas duas substâncias são os cereais integrais. No entanto, isso não significa que eles devem deixar de ser ingeridos, já que são ricos em fibras necessárias para o bom funcionamento do intestino. “Em casos de pessoas que já tenham doenças nos ossos, uma boa alternativa é ter uma alimentação com bastante frutas, vegetais e legumes, o que garantirá o pH ácido ao estômago – condição necessária para a boa absorção do cálcio”, diz Sandra, que justifica: “Quanto maior a ingestão desses alimentos, maiores as chances de você consumir zinco, mineral que equilibra o pH do estômago”.

Chocolate

Além de ter cafeína, o chocolate conta com o ácido oxálico que, como dito anteriormente, aumenta a eliminação de cálcio pelas fezes. “A quantidade de cafeína é a mesma, independente da quantidade de cacau”, garante Sandra. Ela também alerta que o chocolate ou achocolatado em pó adicionado ao leite tem o mesmo efeito. Para comer essa delícia com menos culpa, a nutricionista aconselha o consumo de chocolates com maior teor de cacau, pois, apesar de prejudicar a absorção de cálcio, há, ao menos, maior ação antioxidante – o que não acontece com chocolates com menos cacau em sua composição.

Gorduras

Existe um tipo específico de gordura que faz com que o cálcio seja liberado pelas fezes, em vez de ir para os ossos: os ácidos graxos saturados de cadeia longa, encontrados em manteiga e carnes gordurosas. A nutricionista Juliana Stein explica que, ao chegar ao intestino, esse tipo de gordura forma uma substância chamada oxalato, que se liga às moléculas de cálcio, formando um complexo insolúvel. “Esse complexo acaba sendo excretado nas fezes”, conta.

Excesso de ferro

Embora aconteça raramente, é possível que o ferro em excesso faça com que o cálcio não seja absorvido. Isso acontece por causa de uma disputa entre esses dois minerais, como explica a nutricionista Juliana Stein. “Eles são absorvidos pela mesma ‘porta’ – chamada de glute, que encaminha as substâncias à corrente sanguínea – e competem entre si para serem absorvidos”, diz. O cálcio costuma ganhar o páreo, mas perde quando o ferro está em uma quantidade muito maior. No entanto, lembram as nutricionistas Juliana e Sandra, isso é raro de acontecer, já que geralmente as dietas são mais ricas em cálcio do que em ferro.

Excesso de proteínas

“O organismo gasta muito cálcio para processar a proteína”, diz a nutricionista Danielle Moreira, do Rio de Janeiro. Por isso, abusar nas fontes de proteínas pode aumentar a eliminação de cálcio pela urina, dificultando a sua absorção.

Mas como saber se você está passando dos limites na ingestão de proteínas? A nutricionista Juliana Stein explica que uma pessoa que não seja atleta precisa de 0,8 a 1g de proteínas diárias por quilo de seu peso. “Quem passa dessa 1g já tem a chamada dieta hiperproteica”, afirma.

(*) Autora – Ana Paula de Araújo.

SAÚDE E BEM ESTAR : CONSELHO REAGE CONTRA A PROIBIÇÃO DE EMAGRECEDORES PELA ANVISA.

Conselho Federal de Medicina

recorre de decisão da Anvisa

contra emagrecedores.

 

Órgão quer garantir a venda e a produção de medicamentos derivados de

anfetamina no Brasil.

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) ingressou ontem na Justiça Federal com uma ação civil pública, com pedido de liminar, para garantir a venda e a produção de emagrecedores derivados de anfetamina no Brasil. Resolução feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada segunda, estipulou um prazo de 60 dias para que os remédios (anfepramona, mazindol e femproporex) fossem retirados do mercado.

Na ação, o CFM argumenta que as justificativas usadas pela Anvisa para tal decisão são “inconsistentes e inadequadas”. Diz ainda que a agência não tem argumentos técnicos para tutelar o assunto.

A resolução da Anvisa é fruto de um debate que ocorre desde o ano passado, quando especialistas, reunidos na Câmara Técnica de Medicamentos, fizeram parecer recomendando a retirada dos anfetamínicos e da sibutramina, outro emagrecedor, do mercado. Diante do documento, grupo técnico da Anvisa fez um parecer. O assunto foi submetido à consulta pública, à uma audiência pública e um painel técnico. Depois desse processo, a Anvisa decidiu manter no mercado a sibutramina – sob determinadas condições -, e retirar os demais emagrecedores do mercado. Para Anvisa, os riscos de emagrecedores anfetamínicos são maiores que benefícios.

O primeiro secretário do CFM, Desiré Callegari, argumenta que médicos e pacientes ficaram sem alternativa. Ele argumenta que o uso indiscriminado de medicamentos tem de ser combatido com fiscalização. “Há casos em que esses remédios podem ser usados com segurança. Cabe ao médico decidir caso a caso.”

Estadão/Lígia Formenti

VIDA ÚTIL : 90 ANOS, 03 MULHERES, 69 filhos. Haja vitalidade…

Aposentado de 90 anos, 03 mulheres,

69 filhos e 100 netos no RN.

 

 

 

Oh, véio macho. 03 mulheres e 69 filhos. Espécie em extinção: Vigoroso

 

 

Luiz Costa teve 17 filhos com atual mulher e outros 13 filhos com a sogra. Não contente, casou também com a cunhada, com quem teve 15 herdeiros.

 

 

O aposentado Luiz Costa de Oliveira, 90 anos, é viúvo do primeiro casamento, o que lhe rendeu cuidar sozinho de 17 filhos em uma casa humilde no sertão de Campo Grande (RN). Paquerador nato, ele não deixou, como gosta de dizer, a “peteca cair” e se casou novamente, por três vezes. O detalhe é que ele não ficou viúvo outra vez e nem se separou das primeiras esposas. Hoje, ele mora com três mulheres, a segunda companheira, a sogra e sua cunhada. Com elas, Oliveira teve 45 filhos.

Paquerador e insaciável, o aposentado ainda conseguiu arrumar tempo para mais três mulheres, todas relações que considera extraconjugais, que resultaram em outros sete filhos. Somando a prole de cada um dos relacionamento, ele construiu uma família (ou famílias) com 69 filhos, 100 netos e 60 bisnetos.

A primeira mulher da história de vida de Oliveira se chamava Francisca. “Deus quis levá-la e assim foi, mas me deixou 17 filhos”. O tempo passou e ele conheceu outra Francisca, por quem se apaixonou, era Maria Francisca da Silva, hoje com 69 anos. “Com esta tive mais 17 filhos.”

O terceiro relacionamento de Oliveira começou quando sua sogra passou a frequentar sua casa diariamente para cuidar de Maria Francisca em suas gestações. “A gente foi se conhecendo melhor e tive mais 13 filhos”, disse ele.

Por causa das gestações de sua sogra, que se transformou em esposa, a nora Ozelita Francisca da Silva, 58 anos, passou a frequentar a casa de Oliveira também. Desta vez, os cuidados eram direcionados para sua sogra-esposa. “Fizemos 15 filhos”.

Dos filhos de Oliveira, apenas 31 estão vivos.

Ciúmes de “mãe e filhas”

Semana passada, as filhas estavam brigadas com a mãe. As três estavam com ciúmes do marido, o mesmo das três. “A gente vive aqui na minha casa. A minha casa é pequena, com quarto, sala, cozinha e banheiro. Não tem muito conforto, mas dá pra fazer amor. Quando eu faço amor é sempre na mesma casa, no mesmo quarto.”, disse Oliveira.

Além dos filhos com as três atuais mulheres e da falecida Francisca, Oliveira disse que a fama de “bom homem” atrai a atenção de outras mulheres. “A gente passa e as mulheres ficam olhando. Não sou assim bonito como dizem, mas tenho minhas qualidades.”

O aposentado revelou ao G1 o segredo para tanta vitalidade. “Não bebo, não fumo, me alimento bem e durmo melhor ainda”. Oliveira não quis explicar como faz para se dividir entre as três mulheres na mesma casa. “Tem espaço pra todas. Pra fazer amor não tem hora e nem lugar. basta querer.”

Filhos de Franciscas

Oliveira disse que sabe o nome de todos os 69 filhos, mas que tem horas que a memória não ajuda. “Se eu vejo pessoalmente eu sei quem é a mãe e nome vem na cabeça.”

Os 100 netos já é uma operação mais complicada para Oliveira lembrar o nome de todos. “É muita gente, mas é gostoso. O nome deles quem sabe são os pais.”

Os sete filhos que teve com outras três mulheres, em relacionamentos extraconjugais, Oliveira não tem tanto contato. “Eu sei onde moram, onde estão as mães, mas não temos o convívio”.

Fonte: G1

SAÚDE E BEM ESTAR : Azeite de Oliva – Colaboração de Eliane Soares.

Azeite de Oliva

 

AZEITE DE OLIVA - Indispensável na mesa (dos gordos, magros...)

 

A última notícia sobre o óleo extraído da oliva merece comemoração: ele evita o acúmulo da gordura visceral, passaporte para doenças cardiovasculares e diabete. E, como se fosse pouco, combate a osteoporose e inflamações, caso da gastrite.

Basta um fio dourado do óleo da oliva para que aquela torrada dura e seca ganhe textura macia e sabor especial.

Uma outra transformação ocorre no seu organismo, mais precisamente no abdômen, quando você consome o azeite: ele impede o depósito de gordura bem ali, na linha da cintura.

Parece um contra-senso, já que o alimento é dos mais calóricos? Cada grama oferece cerca de 9 calorias. Mas a descoberta é séria: o sumo das azeitonas evita mesmo a barriga indesejada.

Quem assina embaixo são cientistas de diversas universidades europeias.

Juntos eles publicaram seu trabalho no Periódico Diabetes Care, da Associação Americana de Diabete, em que compararam exames de imagem de voluntários, antes e depois do consumo do óleo.

E observaram que esse bom hábito diminuiu os depósitos de banha no abdômen. Diga-se: o ideal seria que você consumisse duas colheres de sopa por dia do ingrediente para obter seus benefícios.

No fundo, o mérito é todo da gordura mono insaturada, que predomina no azeite. Se ela já era festejada por varrer o colesterol ruim das artérias, agora os médicos têm ainda mais motivo para cobri-la de elogios.

Isso porque estão empenhados em acabar com as barrigas avantajadas e não tem nada a ver com questões de beleza. A gordura visceral, justamente aquela da cintura, produz substâncias que dificultam a ação da insulina, o hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células.

Ou seja, barriga grande pode levar ao diabete do tipo 2, explica o endocrinologista Márcio Mancini, presidente eleito da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica – ABESO.

O diabete, ao lado da pressão alta, do colesterol, dos triglicérides alterados e, de novo, da tal barriga, é o componente básico de um mal que mata a síndrome metabólica. O azeite, no entanto, ajuda a quebrar esse círculo nefasto.

Muito, muito antes de se estabelecer qualquer relação do azeite com a barriga antes até mesmo de se ter certeza de que barriga prejudicaria o coração, cientistas já observavam que os maiores consumidores do alimento estavam protegidos de males cardíacos.

Os povos do Mediterrâneo, que historicamente regam seus pratos com esse óleo, parecem mais distantes da ameaça de infarto. Claro, é preciso considerar que também se esbaldam em verduras, frutas e peixes, outros guardiães dos vasos.

Nenhum desses alimentos, entretanto, compete como azeite na prefe rência de gregos, italianos e espanhóis.

‘Muitos deles têm o hábito de tomar uma colher do óleo em jejum, conta o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo (USP), que esteve na Espanha para pesquisar o assunto.

Para o nutrólogo e cardiologista Daniel Magnoni, do Instituto de Metabolismo e Nutrição, que fica na capital paulista, uma vantagem da chamada dieta do Mediterrâneo é que a gordura mono insaturada vinda da oliva ocupa o espaço das temidas trans, presentes nas margarinas, e das saturadas, que estão nas carnes vermelhas. Diferentemente da mono, que faz as taxas do mau colesterol despencarem, a dupla tem relação com a subida do LDL, diz.

O fruto da oliveira - AZEITONA

VANTAGENS DO AZEITE EXTRA-VIRGEM

 

 

O efeito anti-barriga, em tese, pode ser obtido com qualquer tipo de azeite de oliva. Afinal, em matéria de teor de gordura monoinsaturada à qual se atribui essa ação ? eles praticamente empatam.

Já quando se fala em evitar as placas nas artérias, a bioquímica Luciane Faine, que analisou o azeite na Universidade Estadual Paulista de Botucatu, no interior de São Paulo, reforça as vantagens do tipo extra-virgem.

É que, no caso do efeito anti colesterol, é importante a presença de moléculas antioxidantes. ‘Na produção do extravirgem a pressão física da oliva, que é feita sem adição de produtos químicos, preserva esses compostos, diz ela. Segundo Lucian, os polifenóis do óleo extra-virgem se acumulam no plasma sanguíneo. Com isso, os radicais livres que oxidariam o colesterol a ponto de ele estacionar nas paredes dos vasos ficam praticamente fora de ação, conclui. E saiba: todas as células do corpo saem ganhando.

 

O azeite ajuda a combater a barriga.

 

É como se esse ácido graxo, ou partícula de gordura, reorganizasse os depósitos de gordura, impedindo que inchem as células adiposas entre os órgãos do abdômen. Isso já foi observado, embora por enquanto ninguém conheça detalhes do mecanismo.

‘Outra boa notícia é que a molécula mono insaturada do azeite aumenta a produção da adiponectina, uma substância capaz de combater inflamações e as placas nas artérias’, diz o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração, o InCor, em São Paulo.

GORDURAS TRANS
Apesar de oferecer as mesmas 9 calorias por grama do azeite, a famigerada gordura trans parece inflar os adipócitos, que são as células gordurosas, com maior facilidade do que qualquer outro óleo.

Existem evidências científicas de que não adianta tanto levar uma dieta mais leve se os poucos lipídios que entram no cardápio são trans. Além de favorecer a pança, esse tipinho provoca a resistência à insulina, fazendo o pâncreas trabalhar dobrado. Um esforço extra que pode desembocar no diabete tipo 2.

O QUE ESSE ÓLEO TEM?

Mais da metade da composição do azeite é pura gordura mono insaturada. Ele contém, ainda, pitadas de ômega-3 e está cheio de substâncias antioxidantes, com destaque para os polifenóis, que, além de conferir aquele aroma característico, beneficiam nossas artérias.

Vale ressaltar ainda a boa concentração de vitamina E, nutriente que afasta o risco de tumores.

Muito além do coração: O azeite é apelidado pelos mediterrâneos, merecidamente, aliás, de ‘ouro líquido’.

NO ESTÔMAGO

Pesquisadores da Universidade de Valme, na Espanha, observaram que o azeite de oliva contém substâncias com efeito bactericida, capazes de combater a Helicobacter pylori, micro organismo por trás da gastrite.

O achado foi publicado recentemente no Journal of Agricultural and Food Chemistry, um importante periódico científico americano.

ABAIXO A DOR

Cientistas do Instituto Monell, nos Estados Unidos, encontraram no azeite uma molécula que inibe a atividade de enzimas envolvidas em inflamações. É o óleo cantal, um composto de ação idêntica à de analgésicos e que, portanto, é infalível contra as dores. Então, é provável que o consumo regular ofereça alívio para os que sofrem de dores crônicas.

PARA OS OSSOS

Ele também ajudaria a afastar a osteoporose. Pesquisadores da Universidade de Jáen, na Espanha, notaram que o consumo de azeite está associado à menor incidência de fraturas. Embora o efeito tenha sido demonstrado em um grupo de 334 voluntários, falta elucidar o porquê.

CONTRA TUMORES

Um trabalho publicado há pouco na revista da Sociedade Europeia de Oncologia mostra que a gordura mono insaturada do azeite de oliva diminui o risco do câncer de cólon. Pesquisas anteriores já apontaram a ação preventiva em outros tumores, como o de mama.

CAMPEÕES DO AZEITE

Graças ao clima, os países europeus que estão na bacia do Mediterrâneo são os maiores produtores do mundo. A Espanha detém 32% da produção, a Itália 26%, a Grécia 16,5% e Portugal 2%.

EM DEFESA DO CORAÇÃO

Este era o efeito, até então, mais badalado do azeite. Entenda por que a sua fórmula é perfeita para poupar as artérias de estragos.

1- O consumo habitual do óleo de oliva auxilia na redução dos níveis de LDL, a fração ruim do colesterol.

E, quanto menor o teor de LDL, menores são as chances de sobrarem moléculas dessa gordura na circulação. Sem contar que os ingredientes do azeite contribuem para o aumento do HDL, uma partícula que carrega o colesterol para longe das artérias.

SAÚDE E BEM ESTAR : ÁGUA MINERAL. O QUE REALMENTE SABEMOS SOBRE ELAS? – Colaboração de Carlos Henrique S Muniz.

Qual o tipo de água mineral é mais

indicado para você?

 

Sódio, bicarbonato, cálcio e outros nutrientes melhoram a sua saúde

 

 

Na escola, aprendemos que a água é incolor, inodora e insípida. Mas será que água é tudo igual? A resposta é não. Dependendo das características das fontes de onde a água é retirada, sua composição química varia, causando alterações no gosto e nos próprios benefícios obtidos pelo consumo.

Crystal – assim como a Schin e a Minalba, a Crystal também é boa para problemas intestinais. A marca também é a que possui maior quantidade de Fluoreto, bom para a prevenção de cáries. Composição química (mg/L): Bicarbonato: 107,17; Cálcio: 3,7; Sódio: 35,54; Potássio: 2,7; Cloreto: 1,27; Magnésio: 1,05; Sulfato: 1,4; Fluoreto: 0,93

Nestlé Pureza Vital – apesar de apresentar bom nível de cálcio, importante na prevenção de doenças ósseas, não foram observados outros pontos de destaque. Composição química (mg/L): Bicarbonato: 75,71; Cálcio: 15,72; Sódio: 9,32; Cloreto: 0,22; Magnésio: 0,11; Sulfato: 0,1; Fluoreto: 0,09;

“Água mineral, por definição, são aquelas provenientes de fontes naturais que possuem composição físico-química definida”, explica Carlos Lancia, hidrogeólogo e presidente da Associação Brasileira dos Industriais de Águas Minerais (Abinam). “Elas são diferentes da água de torneira por possuírem ação medicamentosa.”

Schin – A água mineral da Schin, dentre as marcas comparadas, tem a maior taxa em miligramas de magnésio, 11,1 mg/L. A necessidade diária de ingestão para uma pessoa de estatura média e de 70kg é de 50mg/L. Por isso, é a mais recomendada para atender rapidamente às necessidades diárias do mineral no organismo. Ela também é a marca com maior quantidade de cálcio na composição química (32,77 mg/L). A necessidade diária de cálcio do corpo é de 1000mg/L. A água da Schin também contém lítio, um metal bastante conhecido da indústria farmacêutica por seu um componente de medicamentos estabilizadores de humor, receitados pela psquiatria. Mas, de acordo com o psiquiatra da Unb, Raphael Boechat, devido a sua baixa concentração na água, os sais de lítios não provocam efeitos positivos ou negativos à saúde. “A quantidade mínima de sais de lítio, utilizada em psiquiatria é de 900 a 1500 mg/L. Já a água da Schin conta com 0,012 mg/L desse elemento”, diz Boechat. Composição química (mg/L): Bicarbonato: 150,85; Cálcio: 32,77; Sódio: 25,85; Cloreto:13,02; Magnésio:11,1; Sulfato: 17,8; Fluoreto: 0,06; Lítio: 0,012

O MinhaVida foi conferir a composição de cinco marcas encontradas nos supermercados (Schin, Bonafont, Minalba, Crystal, Nestlé Pureza Vital) e contou com o especialista para entender quais são as diferenças entre elas.

A água mineral é formada pela água da chuva que se infiltra no solo e, ao passar pelas rochas, carrega os sais minerais ali existentes. “Quando a água atinge uma rocha impermeável, forma-se uma jazida de água mineral, com sais totalmente naturais e diferentes de acordo com as características da jazida”, explica o hidrogeólogo Carlos Lancia. “Não existe nenhuma água mineral com composição idêntica”.

MSN/Minhavida

SAÚDE E BEM ESTAR – CAMINHADA, FORMA EFICAZ E SIMPLES DE COMBATER O STRESS E OUTROS MALES.

11 benefícios da caminhada para o

corpo e a mente.

 

Ela controla a pressão, diabetes, protege contra demência e ainda emagrece.

 

ACADEMIA DE SANHARÓ - Point das caminhadas. (onde antes era foco de doenças, hoje é fonte de saúde)

 

Você conhece algum exercício mais fácil de praticar do que a caminhada? Ela não exige habilidade, é barata, pode ser feito praticamente a qualquer hora do dia, não tem restrição de idade e ainda pode ser feita dentro de casa se a pessoa tiver uma esteira. “Para uma pessoa que não pratica nenhum tipo de esporte, uma caminhada de 10 minutos por dia já provoca efeitos perceptíveis ao corpo, depois de apenas uma semana”, explica o fisiologista do esporte Paulo Correia, da Unifesp.

Academia de Sanharó. O ar saudável e o verde estimulam os caminhantes...

Além da melhora do condicionamento físico, as vantagens de caminhar para a saúde do corpo e da mente são muitas, e comprovadas pela ciência. O Minha Vida reuniu 11 benefícios que esse hábito pode fazer para você. Confira aqui e movimente-se:

Academia de Sanharó - Projeto bonito, praça bem cuidada.

 

Melhora a circulação

 

Um estudo feito pela USP, de Ribeirão Preto, provou que caminhar durante aproximadamente 40 minutos é capaz de reduzir a pressão arterial durante 24 horas após o término do exercício. Isso acontece porque durante a prática do exercício, o fluxo de sangue aumenta, levando os vasos sanguíneos a se expandirem, diminuindo a pressão.

Academia de Sanharó - Comentada e elogiada por todos.

Além disso, a caminhada faz com que a as válvulas do coração trabalhem mais, melhorando a circulação de hemoglobina a e oxigenação do corpo. “Com o maior bombeamento de sangue para o pulmão, o sangue fica mais rico em oxigênio. Somado a isso, a caminhada também faz as artérias, veias e vasos capilares se dilatarem, tornando o transporte de oxigênio mais eficiente às partes periféricas do organismo, como braços e pernas”, explica o fisiologista Paulo Correia.

Academia de Sanharó - Uma obra que orgulha os sanharoenses...

11 BENEFÍCIOS PROPORCIONADOS PELO SIMPLES ATO DE CAMINHAR:

 

1 – Melhora a circulação e a pressão arterial – 2) Deixa os pulmões mais eficientes – 3) Combate a Osteoporose – 4) Afasta a depressão – 5) Caminhada e Bem-Estar – 6) Deixa o cerébro mais saudável – 7) Diminui a sonolência – 8) Mantém o peso em equilíbrio e emagrece – 9) Controla a vontade de comer – 10)  Protege contra derrames e infartos – 11)  Diabetes

 

MSN/Minha Vida

(Fotos obtidas do pesqueiranabocadopovo)